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Showing posts from October, 2007

PAGAMENTO DOS APOSENTADOS

Estava numa rua, havia várias pessoas lá. Eu entrei em um local, que parecia um quartinho. Então perguntei ao homem que estava lá, sobre o pagamento dos aposentados. Eu não entendi o que ele falou. Sai dali e encontrei algumas pessoas falando sobre o pagamento dos aposentados. Eu então disse que no dia primeiro iria pagar os aposentados mais velhos, no dia dois os mais novos, no dia três os que ainda não estavam aposentados. As pessoas ficaram falando todas ao mesmo tempo, sai dali e fui embora.

SEGUINDO O VULTO

Estava num local, estava meio escuro, parecia uma rua deserta. Eu tinha que encontrar alguém ali. Não sei quem era. Fiquei esperando, mas ninguém aparecia. Nisto passou um vulto muito rápido. Eu pensei ser o Paulinho, meu irmão. Então fui atrás deste vulto. Mas nada encontrei.

OS DARDOS DO EXÉRCITO

Estava dentro de um quarto, que tinha uma porta e uma janela. Era noite. Eu saí para fora deste quarto, que logo após a porta, tinha um pequeno jardim e um portão de lata. Quando fui abrir o portão, vi que estava chegando lá fora um caminhâo, tipo estes que o exército usa. Estava todo pintado tipo camuflagem. Eu então voltei para dentro do quarto, pulei a janela. Nisto vi pela sombra do portão, por entre as plantas do jardim, que ele estava sendo aberto. Então, pouca a minha frente, caiu dois homens. Então percebi que os homens que vieram no caminhão tinham levado eles. Mas não ouvi barulho nenhum. Daí eu fui para o outro lado, tentando escapar. Dei de cara com dois homens, vestidos com roupa do exercito, que tinham nas mãos um lança dardos, tipo aqueles que os índios usam. Eles então atiraram os dardos em mim. Eram uns cinco dardos, que pegaram no meu rosto e pescoço. Eu, não sei como, sabia que os dardos eram envenenados e que eu ia morrer. Então pensei, já que vou morrer não adiant…

VOANDO NO ESPLANADA

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.

A COBRA NA CAIXA DE SAPATOS

Estava num local, o Fernando estava perto de mim. Veio um cachorro pequeno e tentou pular na minha perna. Eu peguei uma caixa de sapatos e quando fui bater no focinho do cachorro, era uma cobra que esta ali. A cobra pulava e eu batia com a cx de sapatos na boca dela. Fiz isto uma 10 vezes, ate que ela foi embora.

PREMIADO COM PRESENTES

Estava numa casa sentado num sofá, de frente para uma lareira. Nisto liguei para a Magda. Pedi a ela o numero do telefone do Marcelo. Ela disse que ia pegar e começou a rir. Nisto ouvi algumas pessoas rindo também. Nisto o Nenéi chegou perto de mim dizendo se eu já sabia. Eu disse que não. Ele então me disse que tinha ganhado vários presentes, num sorteio. Tudo para uma casa. Quando ele chegou na casa dele, já estava tudo lá dentro, que ele nem sabia como eles tinha feito aquilo. Nisto chegou o Marcelo trazendo nas mãos duas caixas de presentes. Ele veio me cumprimentar e me deu um abraço. Nisto eu lembrei que tinha ligado para a Magda e que tinha deixado o telefone em cima do sofá numa sala. Eu fui subindo uma escada, que ia dando volta em si mesma. Até que cheguei num ponto que não tinha como subir. Então eu dei um grande pulo e fui muito alto. Nisto havia um móvel, tipo guarda roupa, muito grande. Quando cheguei nele, eu segurava algo na mão que não sei o que era. Tipo um papel qua…

O EFEITO DO PROGRESSO

Eu estava numa cidade, estava meio escuro. Mas eu não via casa nem nada. Havia uma pessoa comigo. Parece que era no passado. Havia uma espécie de trenzinho que trazia carvão em pão para uma siderurgia. Este trem era pequeno, os vagões deveriam ter no Maximo um metro de comprimento. A pessoa que estava comigo reclamava da chegada do progresso, que tinha trago só rede ruas. Este homem então falava que tudo estava sendo destruído pelo pó de carvão. Nisto chegamos num local, onde os trilhos deste mini trem passavam a uns 3 metros de altura. Em baixo dele estava sentado o apresentador da Rede Globo, Pedro Bial. Ele disse para este homem que estava comigo, que ele tinha ganhado um grande premio. Eu então comecei a dizer para este homem, que a vida dele tinha mudado, que agora ele seria muito rico. Mas ele não importou, saímos andando e encontramos com um outro homem que veio conversando com a gente.Nisto os trilhos do trenzinho entravam numa espécie de corredor cercado por uma pequena pared…

REINICIANDO O PORTÃO

Estava num local, parecendo um campo aberto. Havia uma criança de uns dois anos, que me acompanhava. Eu subi num portão de ferro, que andava pelas ruas. Eu subi neste portão que andava e tentei pegar a criança e não consegui. O portão se arrastava comigo. Então eu disse para a criança que era preciso esperar o portão reiniciar para eu poder pegá-la. Nisto o portão parou de andar. Então eu disse para a criança subir logo, porque o portão estava reiniciando.

PEDALANDO NA MOTO

Estava numa moto. Mas para ela andar, eu tinha que ir pedalando como numa bicicleta. Fui pedalando rapidamente por uma rua. Depois havia uma subida e eu não dei conta de pedalar. Quando desci da moto, vi que tinha alguém na garupa da moto. Então esta pessoa disse que se eu não dessa conta de subir o morro, podia deixar que ela fosse subir. Eu disse que dava conta sim. Subi novamente na moto e fui tentando pelar. Eu não estava cansado, apenas fazia muita força.

CORRENDO ATÉ A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Eu descia a rua Pernambuco correndo. Não sei de onde eu vinha. Virei na avenida Primeiro de Junho e entrei na caixa econômica federal. Quando eu descia a rua correndo, passei por várias pessoas que caminhavam normalmente e não repararam que eu corria rápido demais. Na Caixa Federal, entrei e sai logo em seguida. Voltando correndo da mesma forma que tinha vindo. Vi as mesmas pessoa que antes. Ia muito velozmente e por isto acho que as pessoas não conseguiam me ver.

EXPLOSÃO DA GALINHA

Eu estava num local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

DESLIZANDO DE BARRIGA

Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

AS MINI CIDADES

Estava numa espécie de caverna. Eu atravessava esta caverna e sai um lugar parecido com uma mini cidade. Eu voltava e saia em outra mini cidade. Eu encontrava com algumas pessoas que também atravessavam esta caverna. Depois eu lutei de espada com uma destas pessoas. mas sempre que encontrava uma saida, era sempre em uma mini cidade.

DE CAMISA RASGADA PELAS RUAS

Estava numa sala, parecendo consultório dentário. Tinha uma pessoa sentada na cadeira. Nisto chegou um homem de uns 60 anos mais ou menos, e me disse que tinha comprado a clinica. Eu então fiquei satisfeito, rindo muito e disse que gostava dele porque ele era assim, decidido. Então mostrei minha mão para o homem que estava sentado na cadeira. Minha mão estava retorcendo, parecendo que tinha câimbra nos dedos. Fui para uma cama, parecendo uma cama de hospital. Não tinha ninguém por perto. Eu levantei e não conseguia lembrar de como fui para ali. Sai andando e fui indo para casa. No caminho vi que eu estava usando uma camisa preta, florida. Esta camisa estava rasgada na lateral, de cima ate embaixo do braço. Eu então pensei que eu deveria ter tido um enfarte ou derrame e por isto me levaram para o hospital. Então voltei lá, para saber o que tinha ocorrido. Quando ia pelo corredor, para entrar na ala dos quartos, tinham três vigias. Eu então disse a um deles que eu estava internado ali. …

FLUTUANDO NA RUA DE GRAMA

Eu estava num local, onde a rua era toda de grama, e bem comprida. Não tinha passeio e sim, árvores plantadas em toda extensão da rua, de um lado e do outro. Depois das árvores, não tinham casa, e sim, terreno parecendo pasto de gado. Eu e mais algumas pessoas ficávamos a um metro do chão. A gente ia de um lado a outro, não voando, mas simplesmente flutuando. Não importava se nós estávamos deitados, em pé, como se estivesse sentado. A gente ia de um lado a outro se fazer nenhum esforço. Acima da gente, a uns 2 metros do chão. Ficavam as crianças, que também deslizavam de um lado a outro, brincando. A gente flutuava numa altura, conforme a idade que tinha.

O ESCUDO INVISÍVEL

Era noite, e eu estava voando pela rua Pernambuco em direção à Esplanada. Eu voava baixo, quase tocando o chão. Vi que passei por uma pessoa que ia andando com as mãos no bolso, como quem sentia frio. Fui voando até a casa da minha mãe. Eu tentei entrar na casa da minha mãe, mas não conseguia. Parecia que havia um escudo invisível que me impedia de entrar na casa da minha mãe. então resolvi voltar a pé. fui subindo a Rua Pernambuco, qunanod fui passando pela pessoa que vi com as mãos no bolso. Ela comentou que tinha visto uma pessoa voando. Disse que era impossível alguém voar. Mas esta pessoa insistia em dizer que tinha visto alguém voando ali. Continuei meu caminho, prometendo a mim mesmo, tomar mais cuidado quando estiver voando, para que ninguém, veja.

NA PRAÇA, PULANDO

Estava numa praça. Eu estava num parapeito e abaixo deste, estavam deitados a Antonieta e o marido dela, o Petrônio. Eu pulava sobre eles, dava e volta e depois pulava novamente. Quando fui pular a terceira vez, pensei que eles penderiam achar ruim e dei volta.

NA SALA DE AULA

Eu estava num local, parecido com uma sala de aula de uma escola. A Nathalia me pediu para ir buscar algo para ela, que não sei o que era. Ela disse que era para entregar a uma mulher que queria casar comigo. Mas eu só ia conhecer esta mulher se eu buscasse o que ela queria. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

PERDENDO O ONIBUS INDO SOLTAR PAPAGAIOS

Estava dentro de um ônibus em Itauna. Estava sentado ao lado de duas mulheres. Eu estava com muito sono e ficava tentando manter os olhos abertos e quase não conseguia. Nisto vi que o motorista, ao invés de usar a rua, passou por um terreno, para chegar à outra rua. Eu então perguntei o que estava acontecendo e porque ele tinha feito aquilo. A mulher do meu lado disse que na esquina tinha problemas. Nisto o ônibus parou e as duas mulheres desceram. Eu desci atrás delas. Uma das mulheres entrou numa casinha, parecendo uma guarita, que ficava a uma altura de 2 metros mais ou menos e tinha uma escada para chegar lá. A outra sentou nesta escada e eu também sentei. Ela então me falou que não era para eu ter descido do ônibus, porque elas foram ali só para pegar um documento. Eu disse que ia esperar as duas. Quando a outra mulher saiu desta guarita, fomos até o ônibus, mas ele já tinha ido embora. Então esta mulher que estava do meu lado, de repente era a Rita. Ela me falou que ia me levar …

ABRINDO AS PORTAS

Estava na esquina da rua Rio Grande do Sul com a Pernambuco. Do outro lado da esqüina, havia três pessoas, uma em cada porta de três lojas, que estavam fechadas. Estas três pessoas colocavam uma chave na fechadura da porta e depois colocavam uma ima parecida com um uma bolacha. Este ima fazia a chave girar e abria a porta. Eles não tiravam nada de dentro da loja. Apenas faziam elas abrirem, depois fechava e abriam novamente. Eu então fiquei pensando se chamava a policia. Havia um orelhão ali perto de mim. Mas depois pensei que ate a policia chegar, eles já teriam ido embora. Então fui embora para minha casa, que era ali perto. Mas não fui para minha casa, fui para um local, tipo um cômodo. Estava eu e o Israel, irmão da Iara. A gente ia medir a qualidade do ar no hospital São João de Deus. Nisto chegou o Doutor Elair chamando um de nós, para mostrar o que deveríamos fazer. O Israel foi e eu fiquei desembrulhando o equipamento. Depois eles voltaram e o doutor Elair veio falar comigo.…

DE PIJAMA NA ESTRADA

Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.

AS CURVAS DA ESTRADA DO GALPÃO

Estava num galpão muito largo e comprido. Era tão grande que não se via o final nem as laterais. Eu sabia que era na Gerdau. Estava eu e mais algumas pessoas. O galpão estava cheio de várias peças espalhadas e muitas outras coisas. Nós saímos andando por entre estas coisas, ate que chegamos num local do galpão onde havia muita lama. Saímos andando na lama, quando viram que eu estava usando chinelo e não botina, como é obrigatório. Eu então falei que não ia deixar ninguém ver que eu estava de chinelos. Continuamos andando e depois de um bom tempo chegamos numa construção, que estava sendo feita abaixo do nível do galpão. Diziam que era para as crianças, filhos dos funcionários. Havia funcionários da Gerdau lá, então eu fiquei tentando esconder meus pés, para que eles não vissem que eu estava de chinelos. Daí eu lembrei que já estive ali uma vez com o Gueds e quando fomos embora, fomos de carro e passando por uma estrada nos fundos deste galpão. Ai eu não entendi porque viemos a pé. Ni…

ÍCONE SAINDO DO COMPUTADOR PARA A PAREDE

Estava num quarto de uma casa bem grande. Estava eu e a Nathalia. Eu estava sentado na frente de um computador e a Nathalia em pé ao meu lado. Eu mostrei a Nathalia um ícone na área de trabalho, que eu tinha criado, para minha empresa. Nisto a seta do mouse, na tela do computador, foi empurrando o ícone, sem que eu mexesse no mouse. Este ícone então saiu da tela o computador e foi para a parede deste quarto. A Nathalia ficou tentando pegá-lo mas não conseguia. Eu então fui tentar pegá-lo na parede, mas ele corria pela parede e eu não conseguia. Nisto eu vi pela porta entre aberta, lá na cozinha da casa, um aquecedor central, só que ele ficava de fora na parede e não embutido como é de costume. Então eu pensei que aquela era uma casa de ricos, por isto tinha aquecedor central. Então eu vi o ator da Rede globo, Francisco Cuoco, conversando com algumas pessoas. Então eu disse que aquela era a casa dele.

BRIGANDO PELA CAMISA DO CLUBE

Estava num local, que parecia um descampado. Eu estava ao lado de um muro que tinha aproximadamente uns 3 metros de altura. E acima do muro havia uma cerca de arames que ia tão alto que eu não conseguia ver. Este muro tinha alguns intervalos que, no lugar do muro, tinha a tal cerca de arames, que ia de cima a baixo. Havia uma pessoa comigo, que não sei quem era. Eu usava uma camisa de algum clube de futebol, com um escudo no peito. Não sei qual clube era. Do outro lado do muro, havia dois homens que queria minha camisa. Eles me olhavam por esta cerca de arames. Eu corri bem rápido, acompanhando este muro, e eles me acompanhavam também. Eu voltei para onde eu estava e eles continuavam me olhando. Então eu tirei a camisa e pulei no alto do muro, segurando na cerca que tinha acima dele. Os dois homens também pularam e agarraram a camisa. Eu segurava de um lado e eles do outro. Então eu disse que daria a camisa a eles. Eu subi uma rampa e em cima estava a Rita. Ela segurava uma varinha n…