Friday, November 30

O BANHO DO PREFEITO DE CARRO PIPA

Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito ficar jogando água. Depois fui para avenida Antonio Olímpio, juntamente com o Mauri, que foi meu chefe na Rede ferroviária. Na esquina com rua Goiás, veio um carro pequeno, branco, e ao virar na Antonio Olímpio, foi até a contra mão. Nisto ele foi de encontro a dois carros que vinham. Só que não bateu neles, ele passou por eles. Eu e o Mauri viramos na rua Goiás e eu fiquei imaginando aquela cena, até que lembrei que já tinha visto aquele carro antes, e vi que ele já tinha passado dentro de outro carro. Depois que andamos um pouco, eu disse para o Mauri que eu precisava falar com ele. Então eu disse que tinha visto um carro fantasma. O Mauri então começou a me enforcar. Ele dizia que então eu tinha visto o que não devia. Eu com dificuldades de falar, pois quase não respirava, disse que além de ver o carro, eu via o rosto de um homem, olhando para mim, toda vez que eu olhava num espelho. Ele então me enforcava mais ainda. Eu então perguntei se ele iria me matar só porque eu tinha visto o carro fantasma. Ele então me soltou dizendo que "hoje não

Thursday, November 29

ATLÉTICO OU AMÉRICA MINEIRO?

Estava num local, parecendo uma rua. Estava meio escuro. Alguém me disse que eu tinha que usar a camisa do Atlético mineiro. Eu dizia que só usaria a do América Mineiro. Eu dizia que não mudaria nada a camisa que eu estivesse usando. Esta pessoa então foi embora. Eu fui indo e quando percebi, estava com uma camisa do Atlético mineiro.

Wednesday, November 28

NA PICINA DO HOSPITAL

Estava num local, parecendo o terrero da casa da minha mãe. Eu lavava o meu braço num balde com água, e após eu lavar, a água ficava vermelha, pois meu braço estava cheio de sangue. Eu fiz isto umas três vezes. Depois peguei o balde com a água e joguei no chão. Com uma vassoura, fui empurrando a água. Nisto cheguei perto do Paulinho e perguntei a ele se queria ir à piscina municipal, que ficava no hospital São João de Deus. Ele disse que não queria ir. Eu disse que não queria ir sozinho, porque tinha medo de deixar o carro estacionado lá e alguém roubá-lo. Ai eu fiquei me imaginando na piscina e alguém roubando meu carro.

Monday, November 26

BOMBRIL NO POTE DE SORVETE

Eu estava no meio de uma rua, sem camisa. Eu então disse a uma pessoa que estava perto de mim, que eu precisava entregar uma fita de vídeo game que eu havia alugado. Mas estava sem camisa e já estava quase na hora da loja fechar, se eu deixasse para outro dia, teria que pagar multa. Depois eu pensei e resolvi ir sem camisa mesmo, dizendo que não tinha problema nenhum. Sai correndo, até que cheguei num local, onde entrei numa casinha pequena que só tinha um quarto. Ali coloquei uma camisa sem manga. Saí correndo novamente para o centro da cidade, quando dei por mim, estava no bairro esplanada, em frente à casa da minha mãe. A tal loja que eu queria, ficava bem em frente à casa da minha mãe. Ela ficava dentro da rede Ferroviária, onde tinha sido o posto do banco Nacional. Mas ela estava fechada e o dono vinha andando pela rua, trazendo vários mapas enrolados, quase caindo. Eu mostrei a fita para ele, meio de longe. Ele então voltou para abrir a loja novamente. Eu cheguei perto dele com a fita na mão. Ele mandou eu colocar ela no bolso, porque podia aparecer algum policial e iria dar problemas. Ele abriu este portão lateral e entramos. Alguns funcionários da ferrovia começaram a entrar por ali também. Ele abriu a loja e não vi quase nada lá dentro. Estava meio escuro e então perguntei onde estavam as fitas, porque eu queria alugar outra. Ele me mostrou uma mesa velha. Ela estava em cima de algumas fitas empilhadas. Em baixo desta mesa que estavam as fitas. Só que elas estaria dentro de potes, tipo estes de sorvete de dois litros da Kibon. Eu peguei um pote deste, a mesa quase caiu. Nisto chegaram alguns caras para alugar fita também. Eu abri o pote e lá dentro tinha era bombril. Eu então falei para o dono, que não havia fitas ali, só bombril. Ele retirou o bombril lá de dentro, procurando a fita e nada de encontrá-la.

Sunday, November 25

EMBRULHANDO O FILTRO DE ISOCINÉTICA NO PAPEL CREPON

Eu tinha sido chamado pelo Henrique, para trabalhar com ele novamente. Então fomos eu, ele e mais 4 funcionários, para uma empresa, cujo terreno era bem grande, mas o galpão era bem pequeno e escuro. Eu vim conversado com o Henrique, mas não lembro o assunto, Quando cheguei no galpão e fui entrar, um dos funcionários do Henrique tinha brigado com outro. Um estava saindo xingando e o outro estava chorando dentro do galpão. O que saiu começou a chorar também. Nisto eu subi num local, onde o Henrique estava. Ele me deu um filtro para eu olhar. Eu desembrulhei o filtro, olhei e depois não conseguia embrulhá-lo de jeito nenhum. Ele estava num papel alumínio. Eu tentava e não conseguia e estava com receio de Henrique achar ruim. Nisto o Henrique viu, mandou que eu pegasse um pedaço da cortina que tinha ali, e era feita de papel crepom, para embrulhar o filtro. Eu rasguei a cortina e embrulhei o filtro. Nisto o Ziquinho, filho do Henrique estava ali brincando, dentro deste galpão. O Israel e os outros funcionários ficaram lá em baixo conversado e rindo.

Saturday, November 24

CAIXA ELETRONICO DE PONTO

Estava num local, que seria um banco. Mas era parecido com uma grande sala, e os caixas eletrônicos, estava na parede, um ao lado do outro e eram parecidos com relógio de ponto, no formato e tamanho. Havia uma fila e eu era o primeiro da fila. Era para pegar extrato, que era entregue por um funcionário deste banco. Quando ele chegou, eu fui ate ele para pegar o extrato, nisto uma moça entrou na minha frente. Mas ele nem olhou para a gente e saiu do outro lado. Eu então fui ate um caixa eletrônico. Deste que parecia relógio de ponto, e passei meu cartão, mas ali só dava o saldo.

WILLIAN BONER DEFENDE CHICO ANÍZIO

Estava num local, parecendo um passeio da rua. Nisto, começou a nascer uma árvore que crescia rapidamente. Enquanto esta árvore crescia, o Willian Boner, apresentador do jornal Nacional da Rede Globo, dizia que não iria permitir que fizessem imitações dos personagens do humorista Chico Anízio. Fui para um local, parecido com um pasto de gado. Mas havia ali algumas plantações de cana de açúcar. Eu então peguei o arame da cerca, e fui tentando mudar ele de lugar, para que os bois pudessem comer algumas canas de açúcar. Eu esticava e passava por entre algumas árvores, mas depois vi que os bois poderiam fugir para as plantações e voltei e coloquei o arame de volta onde ele estava. Depois estava conversando com um homem, sobre um financiamento de carro. Ele disse que poderia ate financiar, se tivesse alguma garantia. Ele então falou que podia comprar o carro no nome dele e assim que eu o pagasse transferiria para meu nome. O tal homem falava e eu não conseguia ouvi-lo. Meus olhos não conseguiam ficar aberto por mais que eu tentasse. Foram fechando ate que eu dormi.

Tuesday, November 20

EM OUTRO PLANETA

Estava num local, que eu dizia ser outro planeta. Não sei qual. Mas eu podia flutuar, e ir planando sem fazer esforço nenhum. Eu estava sozinho, ria muito, até que um vento forte começou a bater em meu rosto, me empurrando. Eu tentava sair dele e não conseguia. O vento fui me empurrando até chaegar numa janela que seria a do meu apartamento. Entrei pela janela e cai lentamente em minha cama e adormeci.

Sunday, November 18

O GALHO DA ÁRVORE

Estava num local onde havia algumas pessoas e várias árvores. Havia uma criança num galho de uma árvore. Eu então cheguei perto desta árvore e puxei um galho que era muito comprido. Eu fui descendo este galho, que deveria ter uns 20 metros, mas não estava preso na árvore. Ate que chegaram as folhas da ponta. Eu finquei balançando este galho e depois comecei a subir o galho novamente. Quando chegou o final na minha mão, eu coloquei este galho, na árvore onde o menino estava. Encaixei o galho ali e disse que o menino já podia subir nele. O menino foi subindo neste galho que era bem alto.

Saturday, November 17

A RODA GIGANTE E A PIRA OLÍMPICA

Estava num local, num campo aberto com algumas árvores. Havia muitas pessoas lá. Todos sentados, como se fossem num campo de futebol. Gritavam muito. Eu estava sentando á mesa juntamente com mais 3 pessoas. Havia um corredor de pequenas árvores num pequeno abismo, que ficava entre onde eu estava e a maioria das pessoas. Nisto um homem se aproximou de um portão redondo, parecido com rede de dormir, só que esticada. Nisto uma flecha atingiu este portão, ele pegou fogo e empurrou uma roda de uns 4 metros de diâmetro, que saiu rolando e sumiu. Nisto veio um pneu de carro rolando, pegando fogo, e bateu num painel que estava perto de mim. Nisto este painel se acedeu, como se fosse uma pira olímpica. Todos queriam saber o que aconteceu. Então, como se fosse uma tv, a cena se repetiu novamente, só que desta vez, eu via tudo que aconteceu, como se estivesse em cima de todos. Todos viam assim. A roda grande saiu, foi até um ferro velho, bateu nos entulhos que tinham ali, e caiu em cima de vários pneus de carro, um pegou fogo e saiu rolando ate chegar nesta espécie de pira olímpica. Nisto todos começaram a gritar, ovacionando o que aconteceu e dizendo que a Rede Globo era espetacular, já que foi os engenheiros dela que prepararam tudo. Então eu comentei com um homem que estava ao meu lado, de que esses engenheiros eram inteligentes demais. Então, alguém pegou o microfone e começou a falar que todos tinham que pagar o IPTU. As pessoas começar a rir dizendo que ele estava misturando as coisas. Mas ele então disse que o governador Antonio Garotinho, precisava do IPTU. Eu levantei e por uma fresta, vi o homem que falava no microfone, mas não vi seu rosto, pois ele estava de costas para mim. Então peguei uma toalha que estava pendurada ali e enxuguei meu rosto e minhas mãos. O dono da toalha ficou me olhando, mas não disse nada.

Thursday, November 15

RINDO DEMAIS E DE TUDO

Eu estava num local, discutia com alguma pessoa sobre algo que não lembro. Daí eu sai dali e me deitei ao lado do canteiro central que tem na rua da minha mãe. Nisto veio o Jorge e deitou perto de mim e ficava rindo de algo que eu tinha dito. Eu o empurrei com os pés, ele deu uma cambalhota e continuou rindo. Eu pedia a ele para parar.

Wednesday, November 14

PENDINDO A DEUS

Estava num local, parecendo uma igreja. Havia uma mulher fazendo pregações. Quando ela gritava para pedir alguma coisa a Deus, as pernas dela cresciam. Ela gritava e a perna crescia novamente. Ela já estava com uns 4 metros de altura. Eu então decidi sair dali, com medo de ela cair em cima da gente e nos machucar.

Tuesday, November 13

MEUS 12 ANOS

Estava no bairro esplanada, na casa onde minha tia morou. Eu entrei no quintal da casa e vi vários canteiros plantados com verduras. Eu andei por entre os canteiros e lembrei do tempo em que eu era menino e tinha uns 12 anos e ali quase todos os dias.

Monday, November 12

HOMEM COM ROSTO DE CRIANÇA

Estava num quarto, sentado numa cama e encostado na guarda da cama. Havia uma pessoa sentada na beira da cama também. Esta pessoa tinha corpo de adulto, mas o rosto era de uma criança de uns Cinco anos. Eu conversava com esta pessoa, até que o Fernando entrou no quarto. O Fernando tinha uns 2 metros de altura e era bem magrinho. O Fernando estava com umas roupas dele nas mãos. Então ele começou a jogar as roupas dele em cima de mim e desta outra pessoa com rosto de criança. A gente ria muito, e para me proteger, fiquei puxando o edredom. Mas a pessoas com rosto de criança estava em cima dele.

Saturday, November 10

NO HOTEL FAZENDA

Estava juntamente com várias pessoas, num local que parecia um acampamento. Ou um hotel fazenda, não sei bem. Nisto vimos ao longe, varias pessoas que pularam de para quedas e foram caindo um pouco distantes de nós. Pouco tempo depois, estas pessoas, que eram homens, mulheres e crianças, chegaram ate onde nós estávamos. Eles ficavam falando sempre “vai vai vai”. Mas eu percebi que eles vigiavam a gente e sempre que alguém queria sair um pouco mias longe, aparecia um e acabava por não deixar a gente ir. Então percebi que eles eram meios zumbi ou de uma religião que eu não conhecia. Nisto eles fizeram um churrasco e todos nós fomos para lá. As pessoas que estavam comigo no acampamento, quando comiam o churrasco, que eu não sei de que era, começava a falar com o cara que seria a o churrasco, da mesma forma que eles. Diziam para o cara “vai vai vai”. Então eu percebi que eles também estavam virando zumbi ou algo assim. Tentei ir embora, mas veio alguém e me cercou, dizendo que eu não podia sair dali.

Friday, November 9

SENTIDO PROIBIDO

Estava num local, parecendo um campo de futebol. A Fernandinha e o Ziquinho estavam lá. Eles me chamavam para pegar algo para eles, que não sei bem o que era. Eu tentava ir ao outro lado, mas não conseguia. Sempre que eu caminhava em direção a eles, eu chegava numa rua que não sei qual era.

Thursday, November 8

A PORTA DE PAPELÃO E O COPO DE CAFÉ

Estava num local, parecido com um campo aberto. Estava meio escuro. Eu e o Israel íamos viajar a trabalho para o Henrique. Nós estávamos arrumando o carro com os equipamentos. Nisto o Israel me perguntou se eu sabia onde ficava a cidade aonde a gente ia. Eu disse que não sabia, mas era só ir seguindo no sentido de Bom Despacho que a gente chegava lá. Eu sabia que a cidade era longe. Nisto eu sai de lá e já me vi na rua Tome de sousa no porto velho, eu fui seguindo esta rua e cheguei num local que não existe lá na realidade. Era um tipo de bifurcação em “Y”. Havia vários carros passando de um lado ao outro e ônibus também. Eu fiquei no meio desta bifurcação. Nisto uma mulher chegou perto de mim e disse que era para eu sair dali senão seria atropelado. Eu sai  daquele lugar e pouco depois já estava numa casa, que não sei de quem era. Nisto lembrei que tinha esquecido o copo de café que eu tinha ido buscar numa casa em que estive. Então eu disse para uma pessoa que estava do meu lado que eu ia pedir ao Israel, quando ele viesse trazer o carro, pegasse meu copo de café. Esta pessoa então me disse que o Israel já tinha saído e não tinha como falar com ele. Eu então sai dali e vi a Luizinha brincando perto de uma porta. Eu então fui tirar esta porta que tinha uns cinco metros de altura, para que não caísse em cima dela. Mas a porta parecia ser feita de papelão e ficava balançando muito, Eu não conseguia fazer ela parar de balançar. Nisto a porta se dobrou e ficou encostada numa parede.

Wednesday, November 7

267 BATATAS FRITAS

Estava num local parecido com um galpão. O Segundinho estava fritando batata palito. Ele colocava as batatas em pé, enfileiradas, em cima de um beiral que tinha no galpão encostando as mesmas na parede. Eu fui até lá, peguei três destas batas e sai comendo. O Segundinho então começou a reclamar dizendo que estava colocando as batatas ali e não era para comê-las, pois já tinha colocado 267 batatas fritas naquele beiral.

Monday, November 5

DE JOELHOS PELAS RUAS

Estava andando pela rua Goiás, indo em direção a avenida primeiro de Junho. Era noite. Eu andava bem rapidamente. Algumas pessoas também andavam pela rua. Nisto percebi que eu andava de joelhos. Mas andava tão rápido como se estive andando com os pés no chão. Nisto fiquei de pé e comecei a andar normal, e senti dor no joelho. Depois pensei que se andava de joelhos como de pé, podia continuar de joelhos. Então voltei a andar de joelhos novamente. Nisto uma bola bateu em mim. Eu então a joguei de volta para os meninos que estavam brincando com ela. A bola foi para o meio da rua e os meninos foram atrás. Mas não tinha carros passando. Depois eu vi um homem carregando um menino no colo. Eu andei rapidamente, de joelhos, e passei por ele, quando estávamos atravessando a avenida 21 de Abril. Ele subiu a 21 de Abril e eu segui pela rua Goiás.

Sunday, November 4

SENTINDO FRIO

Estava num local, tipo uma loja. Eu comprava uma roupa. A roupa que eu comprei, eu coloquei na hora. Era uma calça jeans e uma camisa de malha manga curta. Eu disse para a moça que me atendeu que eu queria manga curta porque fazia muito calor e eu queria que fizesse era frio. Então, quando sai desta loja, andando pela rua, eu senti muito frio. Eu então sai falando que era isto que eu queria, sentir frio. O vento batia forte no meu rosto.

Saturday, November 3

EU QUERIA ESTAR LÁ

Estava numa rua, era noite. Eu tinha que atravessar a rua. Não passava carro algum. Mas eu ficava olhando para ver se vinha carro. Depois que atravessei, voltei para onde eu estava. Nisto começaram a passar muitos carros. Queria atravessar novamente, mas não era possivel com tantos carros passando. Fiquei me perguntando porque eu tinha voltado para onde estava se queria estar do outro lado.

Friday, November 2

BUSCANDO OVOS ENTRE AS TELHAS

Estava saindo de um local, que não sei bem o que ra. Nisto veio um cachorro e mordeu na barra da minha camisa. Ele era pequeno. Eu girei na tentativa de pegá-lo e o cachorro ficou girando e eu também. Ele não soltava de minha camisa de jeito nenhum. Assim que consgui me soltar dele, fui para um local e tinha que ir buscar ovos. Era tipo um edifício. Era de difícil aceso. Eu fui subindo com cuidado. Nisto encontrei com três homens que vinha descendo com 3 caixas de ovos. Quase esbarrei neles derrubando os ovos. Depois cheguei num local que eu tinha de passar entre as telhas e a madeira que segurava o telhado. Eu olhei bem e achei que eu não caberia naquela estreita passagem. Mas lembrei que já tinha estado ali outras vezes para buscar ovos. Então ouvi pessoas conversando do outro lado da parede.

PRODUZINDO CRIANÇAS NO MICROONDAS

Estava num local meio escuro, parecia uma cozinha. Havia uma bancada em cima desta tinha um forno de microondas. Eu abri a porta do forno de microondas e uma criança bem pequena saiu lá de dentro. Lá dentro também tinha um cachorro que pegou a criança, assim como as cadelas fazem com seus filhotinhos. E a porta fechou novamente. Eu abri a porta de novo e a criança saiu mais uma vez. O cachorro a pegou de novo. Eu fiz isto umas quatro vezes. Eu imaginei que a criança que estava dentro do forno de microondas queria sair e o cachorro não queria deixar.