Monday, January 28

A ESFERA

Estava num quarto. Da porta eu pude ver uma esfera do tamanho de uma maça. Ela tinha duas pernas pequeninas também feitas de ferro. Ela me viu e veio em minha direção. Eu corri e deitei numa cama que estava encostada numa outra mais alta. Cobri a cabeça com o cobertor. Nisto a tal bola veio e ficou tentando pular em cima da cama e não conseguia. Então eu subi para a cama mais alta, rapidamente. A tal bola ficou pulando e baixo da cama. Ai eu fiquei pensando se ela era uma bomba e poderia me explodir. Fiquei com a cabeça coberta.

Saturday, January 26

RONALDINHO GAÚCHO CANTA A GLÓRIA MARIA


Estava num local, parecido com uma cidade. Só que esta cidade era virtual, mas eu a via como de verdade. Nisto, um homem que eu não via o rosto me chamou para mostrar algo. Ele me levou para uma parte alta, onde havia uma grande construção, parecendo um ginásio coberto. Nisto encontramos com um outro homem. Este homem que eu não via o rosto pediu ao outro para abrir uma porta. Este usou uma chave de uma penca que ele carregava. Lá dentro havia uma mala muito grande. Em volta dela voava muitas moscas. Ele abriu esta mala e tirou dois pedaços de carne podre, que eu não sei que bicho era. Um pedaço ele me deu e ficou com outro. Depois este homem me levou num grande lago e disse que era para alimentar os peixes. Eu joguei meu pedaço lá dentro, porque estava com nojo. Ele então me perguntou pelo meu pedaço e eu disse que já tinha jogado aos peixes. Ele jogou o dele. Nisto vi ali em volta desta lagoa, o jogador Ronaldinho Gaúcho e a apresentadora do fantástico, a Glória Maria. Então o Ronaldinho Gaúcho cantou a Glória Maria e esta disse não a ele. Ele ficou sem graça e saiu.

Thursday, January 24

O DOENTE

Estava num quarto. Havia outras pessoas lá também. Eu segurava algo na mão e, ficava mexendo nisto o tempo todo. Havia uma pessoa na cama deste quarto, que estava doente. As pessoas ali tentavam ajudá-la. Esta pessoa que estava doente, respirava com dificuldades e se debatia muito. Então eu disse para aquelas pessoas ali que não adiantava nada, porque não iriam conseguir salvar a vida daquela pessoa.

Wednesday, January 23

A DONA DA PRAIA

Estava numa praia, deitado na areia. Estava anoitecendo. Eu não via ninguém por ali. Nisto, de repente apareceu uma mulher, que usava um biquini fio dental, vermelho. Ele era bonitona, tinha um corpo escultural e uma bunda muito bem feita. Ela chegou perto de mim e ficou me olhando. Não dizia nada, apenas me olhava. Eu perguntei o que ela queria. Ela então me disse para sair dali, porque aquela praia era dela.

Tuesday, January 22

FUGINDO DA MULHER FANTASMA

Era noite. Estava bem escuro. Eu andava pela rua, quando uma mulher veio e grudou em mim, de costas. Nós ficamos grudados pela bunda. Eu tentava tirar ela e não conseguia de jeito nenhum. Nisto eu entrei numa porta de um edifício e ela se soltou. Fui para meu quarto. Minha cama estava do lado oposto e havia outra cama lá. Eu olhei pela janela e vi no alto de um edifício a tal mulher, e ela estava me procurando. Eu abaixei rapidamente, para que ela não visse onde eu morava. Então deitei na cama e vi um cobertor jogado no chão ao lado da outra cama. Eu assustei, porque quando entrei, ele não estava ali. Então imaginei que fosse alguém que já morreu. Sai correndo lá para fora e então já estava ao lado da casa da minha mãe no esplanada. Eu estava encostado no muro. Havia duas crianças brincando em frente a casa da Gláucia e várias outras em frente a casa da minha mãe. Nisto ouvi um barulho de algo caindo perto de mim. Não vi nada. Depois ouvi outro barulho e vi uma largata grande, destas que dão em coqueiro. Sai dali rapidamente, temendo que alguma caísse na minha cabeça. Fui para perto de onde estavam brincando aquelas crianças. Eu sentia muito frio, porque estava ventando muito.

A RECEITA PARA FAZER CAFÉ

Estava num local, parecendo uma rua. Nisto chegou a Iara e me pediu para fazer um café. Eu disse que iria fazer e usar 4 colheres de sopa de pó de café. Ela então me disse que a mãe dela usava 7 colheres de sopa. Eu então disse que eu fazia café conforme uma receita que eu tinha. Depois fiquei pensando se era 4 ou 7 colheres que eu deveria usar.

Saturday, January 19

A CADEIRA MÁGICA

Estava num quarto, sentado numa cadeira que estava ao lado de uma cama. Eu assistia à televisão. A Rita estava deitada na cama, vendo tv também. O quarto tinha uma parede de vidro. Nisto eu vi o José Alique chegando numa porta e a dona Judit conversando com ele. Depois ele e a dona Judit entraram no quarto onde eu estava. Nisto a cadeira onde eu estava sentado saiu sozinha, indo parar perto do José Alique e da dona Judit. Eu estava sentado nela. Nisto o José Alique perguntou porque eu fiz aquilo. Eu disse que a cadeira tinha ido sozinha. Ele não acreditou. Eu coloquei a cadeira novamente na frente da tv, levantei os pés e coloquei minha mão na frente do rosto, para ele ver que não era eu. Minha perna foi ficando cansada de ficar no ar. Mas ai a cadeira saiu sozinha novamente e foi para perde dele de novo. Ele olhou assustado pelo fato da cadeira se mover sozinha. Então ele disse que aquilo era um truque meu.

Friday, January 18

CAPOTANDO O CARRO COM GALVÃO BUENO E CASAGRANDE

Estava dirigindo um carro em alta velocidade. Estava chovendo muito. Eu derrapava na pista, mas continuava dirigindo em alta velocidade. Atras de mim estava um carro com o Galvão Bueno dirigindo e ao seu lado o Casagrande. Então, numa curva eu derrapei e capotei o carro. Nisto eu vi o Galvão Bueno dizer ao Casagrande que não iria tentar me socorrer, porque eu estava correndo de propósito. Então o Casagrande disse que deveria me salvar sim, porque eu poderia ter caído em uma grande poça de a água e estar me afogando. Então eu me imaginei me afogando. Mas o carro do Galvão Bueno continuou e não parou para me socorrer. Consegui sair dali e fui ate uma concessionaria e peguei um carro novo que eu tinha comprado. Estava indo para a praia. Nisto, a Estrada terminou numa casa. Eu não sabia para onde ir. Uma pessoa que estava ali me disse que a estrada passava dentro da casa e continuava do outro lado. Eu entrei na casa, para ver onde estava a estrada,. Ela passava por debaixo da casa. Então eu disse que nem uma criança de colo conseguiria passar ali, quanto mais um carro. Nisto chegou outra pessoa, e me disse que a estrada continuava no outro quarteirão. Sai com o carro e encontrei a estrada. Nisto eu lembrei que eu deveria estar trabalhando. Nisto lembrei que eu havia dito para mim mesmo, que ia aproveitar e vida e não me importaria com o trabalho. Sai dirigindo o carro ate que encontrei a Rita e a Nathalia. A Rita disse que eu não podia ir para a praia, que eu não conseguiria dirigir o carro até lá. Então eu disse que iria pedir ao grilo que me levasse até lá, viesse no carro de volta e depois me buscasse. Então lembrei que meu carro era zero quilômetro e desisti de pedir ao Grilo para me levar.

Tuesday, January 15

ANDANDO NOS BURACOS

Estava num local, que parecia um passeio, só que era bem largo e comprido. Eu andava por este passeio, que tinha vários buracos pequenos. Eu ia andando e pisando exatamente nestes buracos. Mas os buracos iam ficando cada vez mais longe um do outro. Eu tinha que dar um passo bem comprido. Depois eu dava um pulo e deslocava uns 10 metros no ar. Caia no buraco seguinte. Ate que o passeio terminou numa rua toda feita de espelho. Eu via meu reflexo lá, só que não era eu.

Saturday, January 12

DIRIGINDO DENTRO DA VALA, PEGANDO O HELICÓPTERO

Eu estava num restaurante a beira de uma estrada. Eu estava dentro do restaurante, sentado numa mesa, usando um short jeans e uma camiseta. Não havia ninguém lá dentro. Lá fora havia três mesas com um homem sentado em cada mesa. Eu então fui saindo do restaurante, me escondendo atrás de algumas árvores que tinha ali, para que aquelas pessoas não me vissem. Fui ate uma vala que tinha uns 50 centímetros de fundura, por 3 metros de largura e uns 10 metros de comprimento. O carro em que eu estava, o Gueds tinha estacionado ali. Achei que não poderia pegar o carro, porque o Gueds tinha fechado ele. Depois vi que a janela estava aberta. Abri o carro e sentei no lado do carona. Vi que a chave estava na ignição. Liguei o carro. Sai dirigindo ele dentro da vala, estando do lado do carona. Quando chegou no final da vala, o carro não subiu o pequeno barranco e bateu de frente. Nisto chegou um homem e disse que era preciso que o Gueds esteja ali para que o carro saísse.
Nisto veio um helicóptero e me levou. Saímos voando, eu e mais uma outra pessoa que não lembro quem era. O helicóptero passava por entre vários fios de alta tensão que cruzavam o céu. Não sei de onde vinham nem para onde iam. Ele fez isto três vezes. Na terceira vez, passando por entre os fios, eu fiquei imaginando se o piloto errasse e batesse nos fios. Ai iria morrer todos. Nisto o helicóptero me deixou no quintal da casa da dona Judit. Lá estavam o grilo e o Israel. Eu disse a eles que não ia mais de helicóptero porque podia cair. Nisto o grilo pegou uma fralda descartável e disse que era a única coisa que o Israel comprava. Então eu disse ao Israel, que nada melhor que ser solteiríssimo, porque não precisava gastar dinheiro. Na cozinha da dona Judit, estava à cama onde o Israel dormia.

Friday, January 11

FAZENDO ALONGAMENTO NO CAIXA ELETRONICO

Estava no bairro esplanada, ali no inicio da praça. Estava dentro de uma loja na esquina, que tinha três caixas eletrônicos de um banco. Eu entrei e num dos caixas estava o Serjão, que trabalhou comigo na RFFS/A, e hoje trabalha de técnico meio ambiente na prefeitura. Ele tentava desgrampear alguns papeis. Nisto eu vi que era da EMA, uma empresa concorrente da que eu trabalho. Era o laudo de uma medição da qualidade do ar. Nisto eu pedi ao Serjão, que da próxima vez, contratasse a empresa que eu trabalho, para fazer medições, que era para dar preferência para mim. Ele falou que nos chamaria sim. Nisto entrou no outro caixa, o Nenéi, meu irmão. Eu falei para o Serjão de como o Nenéi estava diferente. Ele estava todo sarado, super forte. Ele usava uma camiseta sem manga e ficou fazendo alongamento na frente do caixa eletrônico.

Wednesday, January 9

GRAVANDO NOVELA COM STENIO GARCIA

Era noite. Eu estava indo pela rua Goiás. Quando passava em frente ali, onde era o cine Arte, havia dois homens parados. Quando fui passar atrás de um deles, ele me empurrou junto a parede e ficou me segurando ali. O outro veio e ficou me empurrando também. Eu imaginei que fosse um assalto e fiquei gritando por socorro. Mas ninguém aparecia. Eu continuava gritando. Mas os tais homens não tentavam me roubar nada, apenas me espremiam junto a parede. Me levaram para uma rua que terminava num grande portão de ferro. Nisto veio correndo, só de cueca, o ator Stenio Garcia, da Rede Globo, gravando uma cena de novela. Atrás dele vinha uma mulher. Quando ele foi abrir o portão e dizendo alguma coisa. Ele começou a rir, dizendo que tinha errado fala. A tal mulher também ficou rindo. Então ele falou que ia grava tudo novamente.

Tuesday, January 8

SALTO COM PLACA DE TRANSITO

Estava andando por uma rua de Divinópolis. Eu carregava uma placa de transito, destas que ficam fincadas nas esquinas. Ela estava presa ou cano que eles usam para fincá-las ao chão. Eu corria, batia o cano no chão e me atirava ao ar, tipo aqueles salto com varas em olimpíadas. Eu vinha fazendo isto pelas ruas. Não via ninguém. Quando cheguei na rua da antiga feira, atrás do ABC, três pessoas caminhavam no meio da rua. Eu passei por elas pulando com a tal placa. Elas me olharam. Eu continuei e quando cheguei na esquina da Vinte e Um de Abril com a Sergipe, eu encostei a placa na parede. Vi então que a placa indicava um quebra-molas. Entrei numa sorveteria que tinha ali. Quando entrei, vi a maquina de fazer sorvete e percebi que era uma sorveteria que eu já tinha estado antes e o sorvete ali era muito ruim. Então rapidamente sai empurrando uma cortina de tiras de pano que tinha na porta. Sai dizendo que não tomava aquele sorvete ali de jeito nenhum. Nisto eu me vi dentro de um lote grande, todo murado. Eu tentava dar um pulo bem alto por cima do muro, mas não conseguia. Nisto, lembrei que se eu me imaginasse do outro lado, eu me transportaria para lá. Então comecei a me imaginar do outro lado. Fiz um esforço grande e acabei do outro lado.

Sunday, January 6

A ÁRVORE DOS OBJETOS

Estava em baixo de uma árvore, juntamente com um homem, que ficava mexendo em um objeto no qual segurava. Esta árvore tinha três coisas penduradas. Eram do tamanho de uma manga, mas não era fruta. Estes três objetos estavam embrulhados num papel de pão. Eu sabia que aqueles objetos eram meus. Nisto chegou a Jaqueline e este homem pediu a ela para colher os três objetos. Eu então fui saindo sem que a Jaqueline me visse. Quando eu caminhava, a Jaqueline já estava me esperando um pouco a frente. Ela então me perguntou porque eu não disse que aqueles objetos eram meus. Eu disse que era para ela não ficar com raiva e dizer coisas que se arrependeria depois, por isto não tinha dito. Então eu a chamei para ir ate uma outra árvore, onde estavam tudo que ela tinha me dado, porque eu iria devolver tudo para ela.

Saturday, January 5

NA FILA DOS CAIXAS ELETRONICOS

Estava num local, parecido com um grande parque ecológico. Era todo gramado, com algumas árvores por todo este local. Havia muitas pessoas lá. Bem no centro deste local gramado, havia dois caixas eletrônicos de banco. Havia uma fila de pessoas num caixa e outra fila no outro caixa. Eu estava na fila de um deles, A gente estava esperando uma pessoa abrir os caixas para a gente poder sacar o dinheiro, nisto chegou uma mulher para abrir os caixas. Mas as pessoas acabaram espremendo esta mulher, que teve dificuldade para abrir os caixa. Depois, as pessoas que estavam na fila comigo, ficaram conversando, quando olhei para o caixa, vi que a gente estava muito longe dele. A uns 20 metros. Eu não entendia como fomos parar ali, fiquei pensando que ao ficar conversando, a gente fui movimentando e se afastando. Quando a pessoa que estava na minha frente foi ate o caixa, eu decidi e ver o que estava acontecendo lá, e porque a gente estava tão longe. Chegando lá, vi que não havia mais ninguém, que todos já ti nhá recebido e que a gente estava na fila sem motivos.

Thursday, January 3

AS SEMENTES

Estava num local, parecia um quintal de uma casa. Estava bem escuro. Havia dois canteiros, um ao lado do outro. Ambos cercados por um murinho de uns 10 centímetros de altura. Estes canteiros tinham uns 2 metros quadrados. Eu então peguei algumas sementes, que não sei de que era, e semeei no canteiro que estava a minha direita. Depois peguei outras sementes, que também não sei que era, e semeia no canteiro a minha esquerda. Então eu disse para alguém que estava ao meu lado, que não sei quem era, que as sementes da minha esquerda, eram do mal.

Wednesday, January 2

LIGUE 190

Estava em minha casa. Era um apartamento rodeado por uma varanda. Eu olhei para a varanda e vi um homem pulando dentro dela. Então eu disse a uma pessoa que estava na sala comigo, que era o ladrão que já tinha estado ali duas vezes. Eu corri por outra varanda, para cerca o ladrão. Nisto cruzei com duas mulheres. Eu então me perguntei o que aquelas mulheres faziam ali. Nisto consegui pegar o ladrão. Eu o joguei ao chão e ajoelhei em cima dele, para ele não fugir. Então gritei para a pessoa que estava comigo, que era para discar 190 e chamar a policia. Nisto olhei para o ladrão no chão, e vi que era o Fernando. Ele ficava quieto e não se mexia. Então fiquei na duvida se era o Fernando ou alguém que tinha o rosto igual ao dele.

Tuesday, January 1

OS ESBARRÕES NA RUA

Estava andando na rua da casa da minha mãe. Eu estava usando calça jeans branca, camisa branca de malha e tênis branco também. Nisto, o filho do Hugo Torres, passou por mim e me esbarrou, me empurrando para fora do passeio. Eu voltei para o passeio, mas ele nem olhou para trás, nisto veio outro ferroviário e me empurrou também. Então eu atravessei a rua para o outro lado.