Thursday, February 14

A BRIGA

Estava num local, onde havia dois homens. Um deles começou a brigar comigo. Eu me defendia, me afastando dele. Até que ele, com uma faca não mão, tentou me acertar. Eu fui me afastando, tentando segurar a mão dele. Nisto ele conseguiu enfiar a ponta da faca na minha barriga, Fez isto uma cinco vezes. Então eu fiquei pensando que iria morrer naquele momento, pois não tinha como me defender mais.

Wednesday, February 13

NA PRAIA DE NOVA VIÇOSA


Estava numa praia, acho que era em Nova Viçosa, na Bahia. Eu caminhava na praia. Usava uma sunga verde. Não via ninguém na praia. Depois que andei um pouco, vi um grupo de pessoas sentadas na beira d’água, olhando o horizonte. Eu passei por elas, mas não reconheci nenhuma. Elas também nem olharem para mim. Continuavam olhando o horizonte. Eu olhei, para ver o que tanto olhavam, mas nada via além de céu e mar.

Monday, February 11

ANDANDO NA RUA ESBURACADA

Estava na rua da casa da minha mãe. Era noite. A rua estava sendo reformada. Não havia asfalto. Eram muitos buracos e muita terra por todo lado, que ia da casa da minha mãe ate a linha da rede ferroviária. Eu andava por entre estes montes de terra. Perto da linha havia um homem num trator. Ele estava pendurado no trator e começou a me xingar por estar andando ali.

Sunday, February 10

DIRIGINDO DE OLHOS FECHADOS

Sai de um local e entrei em um carro. No momento em que sai dirigindo, não conseguia abrir os olhos. Estava com muito sono. Na saída passei por cima de uma divisão que tinha no meio da rua. O carro saiu em disparada. Eu pisei no freio, para evitar bater o carro. O carro saia derrapando, mas não parava. Eu fazia força para abrir os olhos, mas não conseguia de jeito nenhum. Eu cansava, tirava o pé do freio. Depois pisava novamente. Mas o carro não parava. Fiz isto quatro vezes. Por mais que eu tentasse, meus olhos não abriam, de tanto sono. Depois com muito esforço, abri um pouco os olhos e vi uma oficina aberta. Virei o carro, pisando no freio e entrei nesta oficina. Puxei o freio de mão e o carro parou. Fiquei pensando da sorte de não ter batido em ninguém.

SENTADO A BEIRA DO CAMINHO



Eu andava por uma estrada de terra. Não sei onde estava. Eu estava sem camisa e usando sunga de praia. Eu andava descalço; Eu sabia que tinha que encontrar algo, mas não lembrava o que era. Depois cheguei num entroncamento, e não sabia por qual estrada seguir. Fiquei para ali olhando o horizonte. Sentei e fiquei por ali mesmo.

O ABRAÇO

Estava na casa do Sr. Ary. Era um casarão com muitos quartos. Eu tinha dormido lá. Nisto eu fui para um quartinho nos fundos, para tirar uma camisa alaranjada, de seda. Quando fui trocar de camisa, o Sr. Ary apareceu. Depois ele saiu. Eu tirei a camisa alaranjada e coloquei outra. Coloquei a camisa no bolso da bermuda e fui guardá-la no quarto. Dentro da casa, havia várias portas de quarto e eu não achava o quarto que eu tinha dormido. Nisto a Rita me disse que a Iara estava me chamando. Eu passei na porta do quarto onde a Iara estava, mas queria guardar a camisa antes. Entrei em dois quartos, pensando ser o que eu tinha dormido e não eram. Entrei em outro pensando ser o que tinha dormido, e quando abri uma gaveta, vi que não era o meu. Então fui ate a Iara assim mesmo, para que ela não reclamasse que eu demorava muito. Ela estava sentada na cama dobrando roupa. Então eu percebi que tinha dormido ali, com a Iara. Ela me mandou eu sentar na cama porque queria falar comigo. Eu sentei, ela me abraçou.

TROCANDO A BLUZA PARA VIAJAR


Estava num local, onde entrei num ônibus que ia para Belo Horizonte. Eu sentei na frente e fui conversando com o motorista. Nisto o ônibus parou numa esquina, o motorista desceu e eu desci com ele. Saímos conversando. Eu dizia a ele que meu plano de saúde era o do Plansfer, que era muito bom e a gente não pagava nada. Ele dizia que não tinha plano de saúde. Nisto olhei para trás e vi que o ônibus estava saído. Então percebi que havia trocado o motorista e era para eu não ter descido. Nisto percebi que eu estava usando uma de dormir. Então pensei que eu tinha me esquecido de trocar de roupa antes de sair. Então percebi que eu estava no bairro Danilo Passos. Sai andando procurando um local para trocar de blusa, sem que ninguém visse. Eu andava por umas ruas estreitas, algumas pessoas passavam por mim, mas ninguém reparava nada. Nisto cheguei num beco onde coloquei uma camisa vermelha. Sai andando e percebi que aquela camisa era minha, e que tinha sumido há muito tempo. Quando eu andava, uma criança veio e foi andando ao meu lado. Eu procurava um jeito de voltar para casa, mas não achava a saída do bairro.

SER PAI / SER MÃE

Estava num local, parecendo um quarto, mas sem paredes. Nisto passaram duas crianças engatinhando. Logo depois veio a Rita dizendo que eu não servia para ser o pai delas. Então eu ia dizer que ela também não era a mãe. Mas lembrei que ela tinha adotado as crianças e isto a fazia a mãe verdadeira.

CABEÇA DE PÊRA

Estava num local meio escuro. Nisto chegou perto de mim, uma pessoa, que só tinha a cabeça em forma de pêra e do tamanho de uma melancia. Esta pessoa tinha dois pequenos braços e mãos pequenas também. Ela chegou perto de mim para me agradecer por algo que não sei o que era. Eu abaixei e pequei na mão dela para cumprimentá-la.