Sunday, March 30

O BIFE RETANGULAR




Estava sentado à mesa. Á minha frente estava sentado uma pessoa que não sei quem era. E na cabeceira da mesa, estava sentado o Henrique. Eu tinha um grande pedaço de carne no formado retangular. Eu tirei a parte com gordura e deixei a parte que tinha só carne. Então eu já comia o pedaço com gordura, que alguém tinha fritado. O Henrique começou a dizer algo que eu não entendia. Eu então percebi que ele queria voltar a conversar comigo novamente. Eu peguei o pedaço que tinha só carne, tirei alguns bifes e passei para ele. Ele sempre dizia algo que eu não consigo lembrar agora.

Saturday, March 29

ESCADA DE PERNA DE PAU




Eu estava numa usina siderúrgica. Eu subia no telhado onde havia uma chaminé. Eu ia medir o quanto ela estava poluindo. Eu tinha dificuldades de subir pela escada que eles tinham colocado para acessar o telhado. Eu subia com a sonda de medição na mão. Quando cheguei no alto da escada, ela se dividiu em duas e eu fiquei como quem estivessem usando perna de pau. Tentei equilibrar, mas não consegui e pulei do alto da escada. Uma pessoa veio até mim, então eu disse que precisavam consertar a escada, senão não daria para fazer o serviço.


Friday, March 28

JEITINHO BRAZILEIRO



Eu estava numa escadaria, subindo, carregando uma pasta de papel nas mãos. Alguém vinha comigo. Eu levava na pasta, o histórico escolar meu. Então eu disse para quem estava do meu lado, que faltava fazer as provas de química e física. Mas que isto eu faria depois. Ele então me disse que não se podia entrar na faculdade, sem ter feito todas as provas. Disse a ele que conhecia bem o jeitinho brasileiro e que tudo era possível  Ele riu e disse que só conhecia o jeitinho estrangeiro.

Wednesday, March 26

A CASA DE UM MILHÃO DE REAIS



Eu estava deitado num passeio, olhando para o céu. Estavam deitados comigo duas pessoas. Uma de cada lado. Uma eu conhecia, mas não lembro quem era. Outro era um lutador de vale tudo. Então este lutador de vale tudo disse que tinha comprado a casa da minha mãe. Eu disse que queria comprar a casa antes dele. Então ele disse que tinha comprado para me vender mesmo. Eu perguntei o preço e ele me disse que era um milhão de reais. Eu assustei e disse que não tinha como comprar, porque pensei que o preço era por volta de cem mil reais. Ele disse que era caro daquele jeito, porque ali podia construir um prédio.


SENTADO NA ESTRADA ESPERANDO O ÓNIBUS


Estava sentado à beira de uma estrada. Aguardava um ônibus. Eu coloquei um travesseiro que carregava, em cima de minha cabeça, pois o sol estava muito forte. Mas mesmo assim, o sol atravessava o travesseiro e atingia meu rosto. Ja cansado de esperar, vi o ônibus vindo ao longe. Mas ele estava lotado e passou direto, não parando para eu entrar.

Saturday, March 22

DORMINDO ACORDADO



Estava indo para a padaria. Mas eu ainda não estava dormindo totalmente. Eu podia ouvir o barulho que as pessoas do bar do Fernando faziam. Ai, eu então decidi mudar meu sonho. Então mudei de direção na rua e ia por onde eu quisesse, já que não estava dormindo totalmente ainda. decidi sair voando. mas ao tentar isto, ouvi alguém dizer que isto não podia. Só podia sair andando.




LIBERDADE, AINDA QUE POR INSTANTES

Estava viajando com o Gueds. A gente estava indo trabalhar numa cidade que ficava muito longe. Depois decidimos ir para uma praia. Eu coloquei a cabeça para fora da janela do carro e fui gritando “liberdade” várias vezes. A estrada onde a gente estava não passava nenhum carro. O Gueds corria muito. Gritei novamente "Liberdade". Quando chegamos no que seria a praia, era na verdade a filial da empresa onde a gente trabalhava. Então eu disse que a liberdade tinha durado pouco.

LANTERNA PARA VER TELEVISÃO

Estava numa casa, havia várias pessoas lá. Eu queria ir para meu quarto, mas eu não o encontrava. Nisto encontrei o quarto. Então fui arrumar minha cama. Percebi que tinha dois travesseiros a mais lá. Depois que arrumei e me deitei, vi que o Ricardo meu irmão, estava deitado nele também. Então eu disse que não dava para nós dois dormir ali, que era para ele ir para a cama dele. Ele disse que não, porque tinha que ver TV e a televisão ficava bem acima da minha cama. Eu olhei para cima e vi a TV pendurada numa altura de uns 10 metros. O telhado da casa, era como se fosse um alto galpão. O Ricardo então, com uma lanterna na mão, iluminava a TV para ele poder assistir.

PULANDO POR CINCO CENTAVOS

Estava em cima de um beiral de uma casa, que dava para o passeio da rua. Este beiral tinha uns 15 centímetros de largura só. Eu estava meio que agachado, em cima dele, bem encostado na parede, com medo de cair. Nisto, a metade deste beiral caiu, ficando apenas o pedaço onde eu estava. Eu fiquei tentado pular. Mas era bem alto e eu tinha medo de quebrar minhas pernas ao cair. Mas eu fechei os olhos e pulei. Quando abri os olhos, já estava lá em baixo, nem me vi pulando e não senti nada. Achei que deveria ser assim mesmo. Nisto vi uma pratinha de dez centavos e outra de cinco. Coloquei ambas no meu bolso, onde eu já tinha várias de um real. Fui indo embora, quando um homem veio atrás de mim, perguntando se eu tinha pegado o dinheiro do bar dele. Eu disse que não. Ele então ficou tentando enfiar a mão dele nos meus bolsos, para ver se o dinheiro estava lá. Eu tentava evitar, mas ele ficava tentando assim mesmo. Eu temia que se ele achasse os quinze centavos, poderia dizer que tinha sido eu. Então eu perguntei que dinheiro era. Ele me disse que alguém tinha assaltado o bar dele e levado todo o dinheiro, Ai eu disse que já tinha umas pratinhas de um real e que tinha achado só quinze centavos, e que ele podia levar as pratinhas.

TREMENDO COM O RAIO

Estava sentado ao computador. De repente o computador apagou tudo. Minha boca começou a tremer e eu quase não conseguia mexer. Eu olhei para o Fernando, que estava jogando vídeo game, e ele estava do mesmo jeito que eu. Então, com dificuldade e sem conseguir mexer, eu fiquei dizendo que era um raio que tinha caído. Comecei a melhorar, mas foi piorando novamente. Eu continuava dizendo que era um raio. Fui melhorando e piorei de novo.

Tuesday, March 11

ABRIR A PORTA E "PLAY"

Andava num passeio, que passava num local cheio de matos. Eu vi um cachorro bem grande. Então, desci do passeio para não acordar o cachorro que estava dormindo. Quando voltei ao passeio, o cachorro veio atrás de mim. Mas não era um cachorro e sim vários cachorrinhos. Eles tentavam morder meu pé. Continuei andando e eles continuavam tentando me morder.
Entrei numa casa, que seria a minha. O Vitinho e o Nenêi estavam lá também. Eu cheguei à porta da cozinha desci uns três degraus e disse aos dois, que era para abrir uma porta ali, que assim ficava mais fácil de ir para a horta, sem que ter de dar a volta. O Vitinho estava com uma enxada, capinando. Eu disse isto, imitando o personagem da Zorra Total, Juninho Play. Eu disse que era só abrir a porta e a gente “Play”.

Monday, March 10

PÓ VERDE GRUDENTO

Estava num local, havia uma espécie de tanque de cimento, quadrado. Lá centro eu misturei água com uma espécie de pó verde, Ficou tudo meio grudento. Nisto veio o Israel e pulou dentro deste tanque. Eu então fui tentando tirar aquela coisa verde e grudenta dele. Ficava limpando a roupa e ele ria muito.

PERSEGUIDO PELO CACHORRO / PROTEGIDO PELAS CRIANÇAS

Eu estava num local, que tinha um gramado parecido com um campo de futebol. Eu andei na lateral deste gramado, até chegar num muro com um portão. O portão estava aberto. Nisto veio um cachorro muito grande, que tinha um olho machucado e só via de um lado. Ele pulou em mim, eu desviei e ele bateu neste muro. Percebi que ele não via direito, por isto errava o pulo. Ele pulou duas vezes. Depois veio outro menor e ficou latindo, mas não chegava perto de mim. Nisto vi algumas crianças brincando. Fiquei perto delas, daí os cachorros não fizeram nada mais comigo. Deitaram num canto. Daí eu sai correndo imaginando que os cachorros não conseguiriam me alcançar. Mas veio correndo atrás de mim. Os meninos que estava ali, eram quatro, vieram correndo atrás de mim. Eu atravessei todo aquele gramado e entrei num portão, onde do outro lado só tinha mato, meio baixo. Mas vi que a minha direita, tinha um pequeno muro, eu me escondi lá atrás. Nisto o primeiro menino entrou no portão e foi para onde eu estava. Quando chegou perto de mim, eu lhe dei um susto e ao se assustar, nós começamos a rir muito.

COM A PANELA NA MÃO

Andava pela Rua Goiás, com uma panela não mão. Dentro da panela havia carne moída que estava crua. Eu misturava esta carne na panela. Sai andando normalmente, ate que fiquei com vergonha de estar com uma panela não mão. Então decidi voltar para casa.

A GALINHA QUE SAIU VOANDO

Eu estava numa garagem. Abri uma torneira que tinha ali, e começou a sair vários insetos por ela. Eu tentava fugir, mas não conseguia achar a saída da garagem. Nisto saiu da torneira uma galinha preta que saiu voando. Ela passou por uma pequena fresta que tinha ali. então decidi seguir a galinha. com dificuldades passei pela fresta também e fui embora. de onde eu ia, podia ver a galinha voando ao longe.

BATENDO O RECORD E NA PRAIA

Estava numa praia. Havia uma criança brincando com carrinhos de plástico. Nisto chegaram os pais dela e viram um carrinho dentro de um buraco na areia. Eu disse aos pais dele, que ele tinha batido o recorde de jogar carrinho dentro do buraco. Não levou nem um segundo, quando ele viu o buraco. Os pais dele saíram dali. Nós começamos a rir muito e este menino falava em inglês. Ele gritava no meu ouvido e eu no dele. A gente ria muito, depois o tal menino começou a falar em português. Ficamos deitados ali na praia rindo, gritando um no ouvido do outro. Mas quanto mais a gente gritava, mais eu não ouvia som nenhum. Havia uma espécie de bueiro quadrado que tinha uns 50 centímetros de largura. Ele estava entupido e com água quase na borda. Nisto um homem jogou uma espécie de granada, para explodir e desentupir o tal bueiro. Ela não explodiu, porque a água amorteceu a queda. Nisto chegou um homem de terno e gravata e ficou olhando dentro deste bueiro. Então o tal homem que tinha jogado a granada, jogou outra. Quando uma acertou a outra, ambas explodiram e espirrou água no tal homem de terno que saiu se limpando.

TROTE NA FADOM

Eu estava indo para a Faculdade. Era ali no frei orlando. Eu entrei e percebi que não tinha levado caderno nem caneta. Continuei assim mesmo. No corredor por onde eu passava, havia pendurado por um cordão, vários cubos de papel do tamanho de uma mão. Quando passei perto de algumas pessoas que conversam ali, uma bateu num destes cubos, tentando acertar meu rosto. Quase conseguiu. Então lembrei que aquele era o trote para quem estava iniciando. Encontrei um homem que ia à mesma direção minha e fui conversando com ele. Ele disse que era a primeira aula dele também. Eu disse que não levava cadernos e que na sala eu diria que estava indo só para conhecer como seria. Cheguei perto de uma escada, então lembrei que a sala que eu deveria ir, ficava no quarto andar. Após subir uns 10 degraus, cheguei numa mesa, que ficava bem no meio dos degraus, uma mulher estava sentada a mesa. Para eu passar, tive que subir na grade de proteção da escada. Quando fui fazer isto, minha mão acertou o rosto desta mulher, que me bateu no ombro com a revista que ela segurava.

PERSEGUIÇÃO DO BOI

Eu estava num local, que não sei onde era. Então sai correndo, dei um pulo e sai voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto possível, mas quase não subia muito. Bati nos fios de alta tensão e voltei ao chão. Fiz isto umas três vezes, e sempre batia nos fios. Depois olhei bem, esforcei para sair voando, fechei os olhos e fui voando. Eu fazia muita força para ir o mais alto que podia. Ventava muito. Voando um bom tempo, imaginei já estar bem alto no céu. Abri os olhos e vi que ainda estava bem baixinho. Nisto vi a Nathália lá em baixo e um boi vinha correndo na direção dela. Eu a peguei pelos ombros e tenteI sair voando. Mas não conseguia subir muito, O tal boi saiu correndo atrás de mim, Eu desviava dele, voando e segurando a Nathália pelos ombros, para que o boi não a pegasse. Depois a deixei em cima de um passeio e não vi mais o boi.

SUBINDO PELAS PAREDES

 Estava na Avenida 21 de abril, quase esquina com Pernambuco. Estava no passeio da Igreja Batista. Nisto parou um homem perto de mim e eu disse a ele que alguém estava fazendo muito barulho lá no prédio. Eu dizia que deveria estar vindo da igreja batista. Olhamos para cima e percebemos que o barulho vinha do terraço do prédio. Eu então dei um impulso e sai subindo pela parede da igreja, sem cair, e entrei pela janela do apartamento onde eu morava que ficava no quarto andar. Entrei e fui me deitar.

Sunday, March 9

ESPERANDO NA IGREJA

Estava indo a um local, que ficava afastado da cidade. Eu ia me encontrar com uma pessoa que eu tinha marcado um encontro pela internet. Eu estava com medo, pois era noite e o local não deveria ter muita gente por lá. Quando cheguei ao local, era uma igreja, que estava aberta e toda iluminada. Fiquei esperando ali, mas a pessoa não apareceu.

O SUSPEITO

Estava em casa, nisto chegaram três mulheres. Uma era filha de um senhor que morei perto da casa dele no Porto Velho. A filha deste homem me entregou o controle remoto da televisão. Mas ele estava sem as pilhas. Eu perguntei onde as pilhas estavam. Ela disse que não sabia e foi indo embora. Eu fui atrás dela e perguntei se ela não tinha pegado e estaria dizendo que não sabia só para ficar com as pilhas. Ela disse que não. Eu estava no apartamento da Rua Bahia. Fiquei pensando que a moça poderia dizer ao pai dela que eu estava dizendo que ela roubou as pilhas e poderia querer vir me matar. Fiquei andando de um lado para o outro, esperando que ele aparecesse. Daí eu imaginei ele entrando no apartamento, com uma arma, apontando para minha cabeça e me dando um tiro. Então imaginei que se isto acontecesse, eu fecharia os olhos e era o fim mesmo, não teria nada para fazer.

OS TRES QUE JA SE FORAM

Estava em minha casa, só que da sala para a copa, havia uma porta tipo estas de bar de bang bang. Eu entrei na capa, e vi que estava sentado à mesa, o Ratinho, que trabalhou comigo na Rede. Eu bati nas costas dele e perguntei como ele ia. Ele assustou, me olhou e espantou por ser eu. Nisto vi que nesta porta tipo de bar, estava numa cadeira de rodas, o homem surdo que morava em frente ao bar do Sr. Antonio. Depois vi a Vera atrás de mim, me perguntando se o preço da TV de plasma de 42 polegadas, que estavam fazendo propaganda, era muito cara. Eu disse que não.

PEGADOR


Estava num local onde havia muitas pessoas. Eu estava de barba. A Jaqueline chegou e passou a mão na minha barba, alisando meu rosto. Eu disse para uma pessoa que estava ao meu lado, que ela gostava de homem de barba e que eu e pegaria a hora que eu quisesse.

COM PREGOS NAS MÃOS

Estava num local, e na minha mão direita, havia três ferros atravessados nela. Parecia com pregos, só que mais largos e compridos. Eu não sentia dor. Nisto chegou alguém com um alicate e começou a puxar os tais ferros de minha mão. Depois que puxou todos, sai dali e vi que foi pingando sangue das minhas mãos. Olhei para tras e vi o rastro de sangue que tinha deixado.

SERVIÇO RUIM

Estava num local com o Henrique. Havia um grande passeio, que o Henrique havia pedido para cimentasse ele todo. Mas havia muitos buracos no passeio. Mas eu dizia ao Henrique, que estava bom. Alguém disse que eu estava só puxando saco do Henrique. O Henrique disse que não estava bom o serviço.

DANÇANDO SOZINHO

Estava num local, onde várias pessoas estavam dançando. Nisto chegou uma pessoa perto de mim e mandou que eu fosse dançar também. Eu disse que não tinha com quem dançar. Ele então disse que ia arrumar alguém para dançar comigo. Fiquei esperando mas ninguém apareceu