Friday, May 30

A MARQUISE

Estava num local. Eu estava numa espécie de marquise. Ela tinha uns dois metros de comprimento e uns 50 centímetros de largura. Era muita alta. Lá em baixo havia duas pessoas comprando algo. Eram uma mulher e um homem. Os trem que eles compravam, eram colocados dentro de uma espécie de caixa de água, redonda e comprida. Depois eles colocaram esta caixa em cima de uma barra de ferro fina e comprida, que ia ate onde eu estava. Eu segurei a ponta desta caixa d’água que estava equilibrada em cima desta barra de ferro. Mas ela começou a cair e eu com dificuldades, fui tentando equilibrá-la. Eu consegui, mas fiquei pensando que ela poderia cair e fui imaginando ela caindo e o estrago que faria. Lá em baixo a mulher discutia com o vendedor, dizendo que queria algo que enquadrasse no sistema de qualidade.

Sunday, May 25

REBOCANDO A PAREDE

Eu estava numa espécie de empresa. Mas não tinha nada lá. Só uma parede que deveria ter uns 6 metros de altura por uns 10 de comprimento. Alguém estava rebocando aquela parede. Havia outra parede pequena, de uns dois metros por dois, na lateral desta grande. Quando a pessoas acabou de rebocar, eu peguei uma mangueira e molhei o reboque, que era para ele não trincar. Depois eu vi que o reboque estava escorregando da parede. Depois ouvimos um barulho e o reboque começou a cair todo de uma vez. Eu corri e me escondi atrás daquela parede pequena. Fez um barulho e o reboque caiu todo. Espirrou um pouco na minha cabeça, Eu comecei a limpar a cabeça com uma toalha e fui conversando com o Cris. Eu disse a ele que tinha que chapiscar a parede antes, para depois rebocar. Pedi a ele que liberasse a verba, para eu chapiscar a parede. Ele dizia que não. Eu disse então para ele liberar a metade neste mês que estava acabando e a outra metade no mês seguinte, Ele dizia que não ia liberar verba nenhuma. Nisto ele se transformou numa pequena pedra de uns 2 centímetros quadrados e saiu pulando. Eu olhei e pendei que deveria ser muito bom poder ser transformar em qualquer coisa que quisesse. Nisto ele foi pulando e parou debaixo de uma plantinha que tinha ali. Eu fiquei pensando se alguém bicho poderia atacar ele na forma de pedra.

AJUDA MORADIA

Estava num local, que parecia ser um galpão gigante. Eu trabalhava ali. Eu tinha uma espécie de sacola de alças grandes, que eu carregava pendurada nos ombros. Nisto eu fui trabalhar em outro local. Havia muitas pessoas lá. Tinha uma espécie de trailer, onde ficava meu patrão lá dentro. Tudo que eu fazia era tirar um envelope de dentro desta bolsa que eu carregava e entregar ao meu chefe, neste tipo de trailer. As pessoas que ficavam em volta deste trailer, ficavam falando tempo todo. Eu entreguei o envelope ao meu chefe. Nisto veio um homem e começou a entregar um real para cada um dos que estavam ali, dizendo ser a ajuda moradia. Mas ele não entregou para mim. Eu então fiquei pensando que se tivesse na outra empresa, eu teria recebido a ajuda moradia.

Sunday, May 18

O REFLEXO DO ESPELHO

Estava numa estrada. Eu andava de carrinho de guia. (carrinho de rolimã). Vinha muito rápido, descendo por uma estrada. Nisto vi um espelho muito grande ao meu lado. Eu olhei para o espelho e me vi indo em direção contrária a que eu esta indo. Eu subia a estrada em alta velocidade. De repente eu parei, mas meu reflexo no espelho continuou correndo.

Tuesday, May 13

A RECEITA MÉDICA

Estava em casa, fazendo algo em volta da mesa da copa. Nisto o Fernando chegou e disse que já estava indo. Eu perguntei a ele aonde ele iria tão tarde. Ele disse que já eram seis horas da manhã. Eu assustei e falei que nem tinha reparado que tinha passado a noite toda ali, trabalhando. Olhei para a janela e vi que estava clareando. Eu então disse que ia comprar pão. Sai e fui subindo a Rua Goiás. Ela estava muito diferente do que é realmente. Estava clareando o dia ainda. Quando cheguei bem distante na Rua Goiás, eu virei à esquerda. Fui descendo a rua e quando fui saindo do centro para o bairro, vi que estava meio escuro. Então eu disse que tinha clareado o dia, só no centro, os bairros ainda estavam escuros. Então voltei, e quando cheguei à Rua Goiás novamente, para entrar nela, tinha um pequeno portãozinho, que passava uma pessoa somente. Eu passei e vi um quartinho onde havia três médicos. Eu perguntei ao primeiro, que estava deitado no chão, olhando para fora do quartinho, se ele me dava uma receita de um remédio que eu precisava comprar. Ele não me respondeu nada. Eu saí achando ele muito mal educado. Nisto parei em frente uma padaria, onde havia uma fila de gente, para comprar pão. Nisto parou ao meu lado, o tal médico, me perguntando que tipo de receita eu queria. Então imaginei que ele não era tão mal educado assim.

Sunday, May 11

DESCENDO O MORRO

Eu estava dirigindo um carro numa pequena estrada. O Fernando, meu filho, estava ao meu lado. Nisto eu tentei subi um morro bem íngreme, de uns 10 metros. Havia um portão no final deste morro. O portão não abril e o carro começou a voltar. Eu então voltei para esta estrada, que era em círculo, para tentar novamente. Nisto vi que um caminhão ia em direção a este portão. Eu então fui bem atrás do caminhão, pois assim que ele passasse, eu aproveitava e entrava também. Quando o caminhão aproximou do portão, ele virou para trás. O morro era tão elevado que ele passou por cima de mim e foi cair lá em baixo. Meu carro começou a voltar novamente como havia uma pedra, eu pensei que ele iria parar nesta pedra. Mas ele passou por cima da pedra e continuou descendo.

ANIMAIS DA FLORESTA

Eu cheguei à portaria de um hotel. Eu queria fazer uma prova de supletivo. Nisto o homem que me atendeu, disse que eu não podia passar por ali, tinha que seguir uma estradinha lateral. Ali não podia seguir quem não fosse muito rico. Eu peguei esta estradinha que ia ao mesmo sentido da entrada do hotel, já que da portaria do hotel até onde ficava a construção, tinha uma estrada larga. Eu cheguei numa construção, onde havia uma sala e tinha umas dez pessoas lá dentro. Eu perguntei a uma mulher se ali que estavam fazendo provas para o vestibular. Ela não respondeu ou não me ouviu. Então eu perguntei novamente. Então ela me disse que ali não era para vestibular, e sim para o supletivo. Então eu disse: É aqui mesmo que eu tenho que fazer. E entrei rindo para a sala. Depois fui até uma loja onde o Fernando trabalha. Chegando lá, estava fechada. Eu então fui por um corredor que tinha lateral, para entrar pelos fundos. Na porta dos fundos, estava um colega do Fernando me esperando, para entregar os desenhos que o irmão dele tinha feito para mim. Ele me deu uma pasta cheia de folhas. Eu fiquei satisfeito, porque estava esperando aqueles desenhos a muito tempo. Entrei na loja, eu brinquei com o pessoal que trabalha lá, que eles não queriam nada com a dureza, pois a loja estava fechada. Eles disseram que estavam dando balanço. Eu fui olhar os desenhos e vi o desenho de uma floresta e de uma centopéia. Não vi outros. Havia muitas folhas e todas haviam escrito algo. Então eu disse que ele contava a historia de Divinópolis. Depois eu fui indo embora, para colorir os desenhos em casa. Nisto fiquei pensando que não tinha visto nenhum outro desenho. Talvez a pessoa só tivesse feito dois para eu ver se ficou bom.

A BERMUDA AZUL

Eu estava dentro de um carro, o Fernando estava ao meu lado. Eu dirigia este carro, dentro da casa do Sr. Ary. Dirigia ao redor da casa. Quando contornava a casa, encontrei com duas bicicletas encostadas na parede. Com elas lá, não dava para eu passar com o carro. Eu desci e fui tirar as bicicletas. Eu fui levando as bicicletas para outro lado, quando vi o Sr. Ary. Havia uma rampa e lá em cima estavam o Israel e a Dona Judit. O Israel ficou dizendo para o pai dele, que eu só levava as coisas para o Paulinho, meu irmão. Eu dizia que não era verdade. Ele falava que eu só usava uma bermuda azul. Então eu disse para o Sr. Ary que era para ele ver se eu estava usando a tal bermuda.

Thursday, May 8

NA CASA DO SR. ARY

Eu chagava na casa do Sr. Ary. A casa não parecia ser a que ele mora e estava num local diferente. Na porta estava a Dona Judit e o Sr. Ary. Eu cumprimentei a Dona Judit e entrei, dizendo que ia tomar um banho. Dei a volta na casa e do outro lado vi o Fernando, que parecia ter 12 anos, jogando bolinha de gude com outra pessoa. Eu pedi a ele para ligar para a Iara, para saber se ela vinha tomar o remédio, ou se era para levar até ela. Ele disse que não ia parar de brincar. Eu entrei na casa, e entrei no banheiro, para tomar banho. A porta do banheiro era bem larga e aberta em cima e era com aquelas portas de bar do velho oeste. Eu tirei a roupa, abri o chuveiro e só depois percebi que tinha alguém dentro do banheiro também.

Tuesday, May 6

SUBINDO PARA A VIGA




Vinha numa rua, onde havia parecendo resto de construção por toda sua extensão. Havia algumas vigas de uns 10 centímetros de largura se interligando por toda extensão. Várias crianças de aproximadamente 10/12 anos passavam por estas vigas. Ai eu lembrei que já tinha passado por ali tempos atrás. Eu temia que alguma desequilibrasse e viesse a cair. Mas elas continuavam. Nisto cheguei num local onde tinha uma escada que dava acesso a uma das vigas, por onde todos subiam. Eu tinha que colocar o que seria meu filho, lá em cima, para ele seguir a turma. Ele tinha uns 12 anos. Ele era bem gordinho. Daí eu fui subindo a escada com ele, para ajudá-lo a chegar lá em cima. Mas a escada não ia até o fim da viga. Ela apoiava num ferro que passava a um metro abaixo da viga. Meu filho não conseguia subir na viga, porque ficava longe para ele. Eu fui tentando ajudá-lo e ele escorregou e quando foi caindo, eu o segurei pela mão. Coloquei-o de volta na escada. Mas a escada começou a envergar, devido a nosso peso. Nisto o Israel estava lá em cima e foi tentar ajudar, puxando ele para cima. Havia outras crianças lá em baixo, esperando a gente subir, para eles subirem também.

Monday, May 5

ME AFOGANDO NO MAR





Eu estava num local, que parecia ser a rua do “meio”, do bairro esplanada. No rio ao lado, que parecia um braço de mar muito agitado, havia um pequeno navio e algumas pessoas no mar se afogando. Nisto estas pessoas se agarraram numa peça do barco que estava dentro do mar. Esta peça era triangular e a parte mais larga que estava dentro do mar. À ponta do triângulo, era presa no barco. Havia uns 10 cabos de aço, amarrados na parte de baixo do triangulo e se juntavam nesta ponta. As pessoas que se afogavam se agarraram nestes cabos de aço e começaram a gritar. Alguém do barco acionou uma alavanca o triângulo foi subindo levando todos para dentro do barco. Nisto chegou perto de mim um homem e nós saímos andando pela rua do meio. Ele me disse que eu podia rezar de voz alta ou em silencio, que eu fizesse do jeito que achasse melhor. Ele foi rezando de voz alta e eu de voz baixa. A gente rezava o “Pai Nosso” ou a “Ave Maria”, não me lembro bem. Nisto eu pensei em ir para a primeira rua. De repente me vi dentro de uma canoa, num mar. O mar estava muito agitando, mas a canoa não se mexia. Nisto vi um barco mais longe de onde eu estava. Ele balançava muito. Algumas pessoas gritavam desesperadas pedindo ajuda, Estas pessoas se agarraram num triângulo parecido com o do barco anterior. Elas gritavam ate que alguém veio ver o que era e acionou novamente a tal alavanca e começou a puxá-los para dentro do mar. Nisto eu fiquei com falta de ar, fazia força para respirar e não conseguia. Eu fiquei meio desesperado dentro da canoa e disse que tinha que sair dali.



Sunday, May 4

RECEBENDO DO INSS




Estava num local, que não sei bem onde era. Havia uma criança andando na minha frente, me mostrando o caminho para onde eu queria ir. Nisto chegamos num rio, que era bem rasinho e dava para passar a pé. Eu estava calçado, mas passei assim mesmo. Quando acabamos de atravessar, vi a casa do Paulinho, meu irmão. Ele estava sentado lá fora junto com outra pessoa. A criança continuou e eu parei ali. Nisto meu irmão gritou para alguém pegar meu papel. Ele me entregou alguns papeis. Disse que o Geraldo Dionísio não quis assinar como testemunha para mim. Eu então disse que se ele tivesse assinado, eu ia receber um dinheiro atrasado do INSS e era muito dinheiro.


Saturday, May 3

SEGURANÇA POLICIAL




Eu estava dentro de uma loja que fica na rua Goiás. Ela estava fechada e havia muita gente lá fora esperando a loja abrir. Eu era o segurança da loja e estava vestido como um policial. Eu abri a porta da loja, ria muito e pedi para o pessoal fazer uma filha. Algumas pessoas ficavam rindo de ver eu vestido como policial. Eu ria muito também.