Sunday, June 29

OS CARTÕES FLUTUANTES


Estava num local, era todo aberto e estava de noite.
Eu tinha que avaliar algumas pessoas, pela cor de um cartão. Eu deitei no chão e em cima de mim havia cartões gigantes que estavam suspensos, não sei como. Eu pegava um cartão da mesma cor e levantava ele, nisto eu estava dando pontos para o cartão igual, que estava suspenso. Eu fiquei fazendo isto durante muito tempo. Havia várias pessoas ali. Quando terminei, um cartão atingiu 10 pontos, se tornou ganhador. Nisto o Nenê meu irmão chegou perto de mim e disse que comecei às 11 horas e só terminei uma da tarde, que tinha demorado demais. Eu disse que era para fazer diferente no ano seguinte, pois eu sabia de quem era o cartão, e assim poderia dar a vitoria a quem eu quisesse.

CHUVA COM VENTO MUITO FORTE


Estava escuro. Eu vinha pela Rua Rio de Janeiro, quando encontrei com o Tonhão, meu irmão, vindo da Antonio Olimpio. Nós no cumprimentamos rapidamente, com um aperto de mão. Ele disse que não me via a muito tempo, mas em tom de ironia, pois tinha nos visto no dia anterior. Eu segurava um pedaço de papel e duas moedas de cinco centavos nas mãos. Eu segurei tudo com uma das mãos, para cumprimentá-lo. Continuei descendo a Rua Rio de Janeiro, quando começou a fazer um barulho de pingos de chuva, muito forte. Eu corri, ventava muito. O vento me segurava. Então eu pensei que podia voar e não seria problema o vento. Nisto sai voando e tentando entrar na casa que seria minha, em frente ao estrela do oeste clube. Mas o vento não deixava eu entrar. Nisto eu já me vi voando no bairro esplanada. Eu fui empurrado pelo vento de encontro a umas plantas que tinham plantado em cima de um muro na casa do engenheiro. Então bati nas plantas e cai.

Monday, June 23

VIAJANDO A PÉ ATÉ ITABIRA

Eu estava indo por uma estrada. Eu carregava algo nas mãos. Eu estava indo de Divinópolis ate Itabira, a pé. Alguém estava indo comigo, acho que era o Cândido, meu irmão. Mas ele vinha mais atrás. Eu corria e nas curvas do asfalto, eu tentava cortar as curvas. Eu ficava pensando que era perigoso, pois se viesse um carro, eu podia ser atropelado. Nisto eu comecei a correr bem rápido, para chegar logo em Itabira. Então cheguei numa cidade onde a rodovia seguia em dois sentidos. Eu entrei na cidade seguindo uma terceira rodovia que era estreita. Vi algumas pessoas conversando e perguntei a elas qual caminho era para Itabira. Elas não sabiam. Nisto quem vinham atrás de mim, disse não sei de onde, só ouvi a voz dele, que era para eu pedir para arrumarem o banheiro, porque ele estava chegando. Nisto vi uma mulher dentro de um cômodo, sentada a mesa. Ele levantou e disse que tinha ouvido, Pegou um rolo de papel higiênico e foi colocar no banheiro. Depois ela sai e abriu uma porteira que tinha numa outra estrada. Eu imaginei que aquela estrada onde ela abriu a porteira, fosse me levar de volta na outra rodovia que seguia nos dois sentidos. Depois, com medo de errar o caminho, eu decidi esperar pela outra pessoa, assim a gente seguia junto.

Friday, June 20

CORRENDO ATE O APARTAMENTO

Eu tinha ido até a agência dos correios e comprei um short vermelho. Eu coloquei o short e sai pelas ruas carregando algo em uma sacola, que não sei o que era. Eu achei que as pessoas estavam me olhando muito, então voltei ate o correio para mudar de roupa novamente. Mas ele estava fechado. Eu então fui para minha casa. Fui correndo. Quando cheguei à esquina da minha casa, vi que tinham interditado a rua e ninguém podia passar. Mas eu passei assim mesmo e fui para o apartamento onde moro.

Tuesday, June 17

ATUANDO COMO EXTERMINADOR

Eu estava num local onde o astro americano dos filmes o exterminador do futuro estava. Ele então disse que era para eu ficar no lugar dele, porque ele ia embora. Ele pulou por uma janela e sumiu. Eu gritava dizendo que não sabia o que tinha que fazer.

O EMPRÉSTIMO EM DÓLARES

Eu estava no INSS. Lá estava a Rosangela. Que trabalhou comigo na Rede ferroviária. Ela pegou vários papeis azuis e disse que estava procurando o papel do empréstimo dela e que nem queria saber de procurar o meu. Ela disse que ali era tudo em dólares.

Friday, June 13

FUGINDO DO CACHORRO ATIRADOR

Eu estava num local, onde eu entrei numa espécie de corredor, que tinha uns 4 metros de largura e era muito comprido. Ele era coberto, mas eu não via nada dos lados. Fui ate o final do corredor e não tinha saída. Então fui voltando e aproximadamente na metade do corredor vi duas portas bem grande. Eram da Caixa Econômica Federal. Então vi algumas mulheres sentadas numa mesa tomando café. Eu tentei entrar na porta, mas não consegui abri-la. Chamei mas ninguém me atendei, Fui indo embora, quando cheguei num local fora do corredor, bem amplo e lá na frente tinha o portão de saída. Quando eu caminhava em direção ao portão, veio correndo em minha direção um cachorro pastor alemão, bem grande. Ele atirou uma esfera bem grande, em mim. Eu peguei um barril, destes pequenos, que eles cortam ao meio para faze de lixeira e me defendi. Eu tentava ir em direção ao portão de saída. O cachorro pegava a esfera e ativa em mim novamente. Eu me defendi segurando este barril na frente do rosto. Mas a esfera nunca me acertava. Até que a esfera caiu perto de mim e eu a peguei. Então o cachorro começou a tirar em mim uma espécie de pino. Mas não me acertou também. Então o cachorro tirou de uma maleta uma espécie de arma que atirava estes pinos. Ele então me disse que eu não sairia dali de jeito nenhum. Eu então disse a ele para parar, que eu me entregava, pois com aquela arma ele poderia me matar. O cachorro ficou de pé igual a um homem e começou a rir.

FAZENDO MEDIÇÕES EM CHAMINÉ

Estava indo com o Gueds, trabalhar. A gente estava indo de carro por um local, que não era estrada, parecia ser um matagal, mas não tinha mato. Nisto chegamos no local. Era uma espécie de pequeno galpão onde não tinha nenhuma cobertura, apenas o piso e outro piso um pouco mais baixo. O piso deveria ter uns 12 metros quadrados. Nisto o Gueds ficou na pequena parte de baixo deste piso, fazendo alguma coisa que não sei o que. Não havia nenhuma chaminé para a gente fazer medição. Nisto o Gueds ficou dizendo algo que eu não entendia. Então eu deitei no piso para ouvir o que ele dizia. Ele falava que alguma coisa, que não sei o que, era feito de chocolate. Eu procurava o que, mas não via nada. Nisto ele disse que já estava pronto e saímos dali. Ele então disse que ali tinha que medir sete chaminés. Eu então disse que era para a gente andar bem rápido. Quando a gente andava por aquele local e passamos atrás de uma pequena parede, ele disse que ali era outra. Eu então disse que me lembrava daquele lugar, pois já tinha estado ali com o Henrique medindo aquelas chaminés. Quando saímos do outro lado da parede, vimos uma varanda e a Jaqueline estava almoçando. Ela apenas riu para a gente. Havia também umas cinco crianças. O Ziquinho me puxou pela mão, pedindo para eu ir ver a TV. Eu fui com receio, pois não sabia o que ele queria. Entramos numa espécie de pequeno salão de uns 20 metros quadrados e havia li uma TV, no cantinho. Sentado do outro lado, havia um home e uma mulher. O Gueds disse que eles eram os donos dali. Eu tentei cumprimentá-los, mas eles não olhavam para mim. Nisto o Ziquinho perguntou a outro menino se já estava pronta a TV. Ele disse que sim e ligaram a TV. Na imagem da TV, aparecia eu, olhando atrás de uns canos, parecendo procurar alguma coisa. Nisto chegam duas meninas gritando que eram índios. Eu levava um susto e quase que batia a cabeça nos canos. Vendo estas imagens, todos riram muito. Eu então me lembrei de quando isto tinha acontecido. Sai dali, descendo uma rampa, imaginando fazer a sete chaminés. Nisto o Ziquinho que tinha ficado num local mais alto, perguntou se podia pular, se eu o pegaria; Eu disse que sim e ele pulou, mas pulou com medo de eu o deixar cair. Eu disse que era para ele pular sem medo que eu o segurava. Ele pulou três vezes, mas todas sem confiar que o o pegaria. Na quarta vez ele pulou e eu o segurei. Então eu disse para pararmos antes que ele se machucasse.

Wednesday, June 11

A GANG DO RIO

Estava num local, com o Fernando, a Nathália e a Iara. A gente estava dentro de um carro que não tinha capota. Íamos por uma estrada que cabia o corro certinho. De ambos os lados, tinha muita água, parecendo dois rios. A estrada era longa e reta. Eu estava em pé dentro do carro e disse que quando a gente tinha vindo à água não estava tão alta assim, quase cobrindo a estrada. Disse que talvez a gente não fosse conseguir chegar ao final, antes da água cobrir a estrada. O Fernando que estava dirigindo o carro, Nisto ele fez um zig-zag e o carro derrapou e ficou atravessado na estrada, com as rodas da frente na água deste suposto rio, de um lado da estrada e a de trás na água do outro lado. Eu disse que não precisava preocupar, dava para virar o carro e sair dali. Nisto apareceu uma gang, com umas cinco pessoas que vinham caminhando por cima deste rio, que já não era mais rio, e sim uma estrada, Nisto já nos vimos dentro de uma casa. Eu levei a Nathália e a Iara para dentro de um quarto e fui procurar o Fernando, que tinha sumido. Eu sabia que o pessoal da gang tinha pegado ele. Sai gritando pelo Fernando. Quando vi uma porta aberta, corri até ela. Alguém tentou fechá-la, mas eu impedi colocando o pé na soleira da porta. Forcei e entrei, mas lá estavam as duas mulheres da gang, que ficaram rindo. Saí e continuei gritando, quando vi outra porta e corri ate ela. Abri e lá dentro tinha umas 10 pessoas e o Fernando estava lá também. O Fernando estava conversando com alguém que ele dizia ser amigo dele. Eu achei que eles queriam era seqüestrar o Fernando. Ai, alguém deste grupo disse meu nome errado. Então eu disse que era Thymonthy. Eles começaram a rir.

Monday, June 9

EMPRÉSTIMO DE 317,50

Estava no passeio, em frente a um edifício. Eu estava debruçado num pedestal que tinha mais ou menos um metro de altura. Havia um homem encostado neste pedestal. Nisto alguém chegou, mexeu comigo e falou algo que não entendi. Começou a rir muito. Eu pensei em perguntar a ele como fazia para cancelar o desconto de 310 reais. Mas ele foi embora e eu não disse nada. Depois sai andando e ouvi um homem dizendo que o valor era de 317,50 reais. Continuei andando e vi um grupo de quatro pessoas. Dois ônibus que vinham no sentido contrário ao meu, viraram numa rua na minha frente. A rua era muito íngreme, uma descida muito forte. Uma senhora bem velhinha, que estava neste grupo de quatro pessoas, me perguntou se o ônibus dela tinha passado. Eu disse que não tinha visto qual era o ônibus que tinha virado ali. Ela segurou no meu braço e nós cinco fomos descendo o morro. Mas eu não queria ir naquela direção, mas estava sem jeito de dizer a velhinha que se apoiava em mim para andar. Nisto um dos homens que estavam no grupo perguntou para o que estava ao lado dela, como fazia o empréstimo. Então eu respondi que era só ir à Avenida Getúlio Vargas, no INSS, e fazer o pedido. O valor era de 317,50 e a gente pagava em 20 parcelas de 31. Nisto fiquei pensando em quando seria a parcela em 10 vezes.

Friday, June 6

CARREGANDO PANELA DE ÁGUA

Estava indo na praça de baixo do bairro Porto Velho. Eu carregava uma panela na mão esquerda e um copo com água com a mão direita. Quando esta no meio da praça, vi três homens conversando. Eu passei por trás deles. Mas teve um que me empurrou e eu quase derramei a água. Continuei andando, e este homem que me empurrou, veio atrás de mim e disse que ia me jogar no chão. Mas ele estava totalmente embriagado e não conseguia me alcançar. Um dos outros que ficaram disseram que eu ia bater a panela na cabeça dele, que era para ele ter cuidado. Eu virei à rua da casa da Dona Judit e no portão estavam o Segundinho e outro homem conversando com ele. Quando o homem embriagado me viu me aproximando do Segundinho, ele voltou. Eu cheguei e perguntei se a Rita estava lá. O Segundinho disse que sim, e que eu podia entrar. Eu fui abrindo o portão, depois desisti e pedi ao Segundinho para chamá-la para mim. Ele disse que era para eu entrar, não precisava avisar não. Mas eu não entrei.

Tuesday, June 3

A ESPERA DE UM MILAGRE

Estava no meu quarto, que estava bem diferente do que é realmente. Eu fui deitando na cama, quando vi uma barata passando atrás do guarda-roupa. Eu levantei rapidamente e disse que não dormiria com uma barata no meu quarto. Eu a vi passando por entre vários mosquitos pretos que estavam pousados na parede. Só que esta barata era bem pequena, pouco maior que um mosquito comum. Eu então fui matá-la com o dedo. Mas quando meu dedo chegava perto dela, ele desviava sozinho e não acertava a tal barata. Eu fiz isto três vezes e não consegui matar o tal bicho. Ate que na quarta vez, eu exprimi ela na parede. Depois fui subindo umas escadas e cheguei num cômodo onde tinha uma mesa bem grande, com alguns pratos espalhados. Alguns com restos de comida, pois várias pessoas tinham acabado de comer carne com mandioca. Eu olhei o prato da pontinha da mesa, era o prato do meu pai. Ele tinha deixado alguns pedaços de mandioca, e o caldo já tinha engrossado. Eu então pensei que não ia aproveitar prato de ninguém, que iria pegar um prato limpo. Havia vários outros pratos com pedaços de mandioca, nenhum com carne. Eu fui onde tinham vários pratos limpos, mas não achava um prato fundo. Procurei até que encontrei um. Quando fui abrir a panela, olhei para a janela e vi vários barcos num ancoradouro. Eu via só as velas. Ouvia também vozes de mulheres cantando: “abençoa, abençoa, abençoa, abençoa” “Senhor, Senhor, Senhor”, “amém, amém, amém”. Quando elas cantavam muito rapidamente, o mar agitava muito, e quando cantava calmamente, o mar ficava calmo. A voz principal me lembrava à voz da atriz da Rede Globo, que fez a mãe do Ferraço, na novela “duas Caras”, quando ela atuou na novela “A padroeira”. Eu sabia que elas estavam esperando um milagre de Nossa Senhora, que iria acontecer a qualquer momento.

Monday, June 2

O PONTILHÃO DO ESPLANADA/PORTO VELHO

Estava no bairro esplanada, e vinha na rua da igreja, como quem vinha da casa da minha irmã Regina. Eu andava com uma das mãos no bolso da calça jeans que eu usava. Quando atravessei uma rua, vi que o Sr, Firmino vinha logo atrás de mim. Eu continuei andando e então lembrei que eu devia dois reais para o Sr. Firmino. Olhei para trás e ele não vinha mais, pois tinha virado a rua. Então pensei que ele poderia pensar que eu não quisesse pagá-lo. Então percebi que a gente is encontrar no quarteirão de cima, pois eu teria que virar na outra rua, e assim iria pagá-lo. Eu virei à rua e entrei numa outra e então percebi que tinha entrado numa rua que não iria encontrar com o Sr. Firmino. Mas vi que aquela era a rua do Mauri, meu Ex chefe da RRFS/A. Então pensei que tinha que pagar ao Mauri mil reais. Então pediria a ele para entregar os dois reais ao Sr. Firmino. Corri para sair da frente de um carro, atravessando para o outro lado da rua. Continuei andando com a mão no bolso. Nisto vi um grande cachorro atrás de mi, outro deitado na frente. Vi que tinham várias pessoas sentadas na frente de suas casas, todas com cachorro. Eu fiquei com medo dos cachorros me atacarem. Eles ficavam só rosnando quando eu passava. Teve um que quis me atacar, mas o dono, que estava sentado no chão, não deixou. Eu continuei e quando cheguei à esquina da pontinha que liga o bairro Esplanada ao Porto velho, fiquei tranqüilo, porque ali passam as pessoas e os cachorros não vão lá.

PARA O TRABALHO, COLHENDO JABUTICABAS

Eu estava num local, que não sei onde, indo trabalhar. Eu sei que sempre passava por aquele lugar. Parecia um campo aberto, meio escuro e com algumas árvores. Nisto cheguei debaixo de alguns pés de jabuticabas. Havia algumas jabuticabas bem grandes. Eu fui tentar pegá-las, mas vi que estava todas furadas e já meio podres. Eu fiquei pensando como eu não tinha visto elas ali, se passava todos os dias no mesmo local. Depois, para pegar meu cartão de ponto, eu tinha que subir em algo que parecia um vagão de locomotiva. Eu subi, peguei meu cartão e pulei do outro lado. Depois fiquei pensando porque o cartão ficava em cima deste vagão.