Thursday, July 31

O COGUMELO BICHO


Estava no centro da cidade, numa destas vilas de casa que tem por aqui. Esta vila tinha uma ruazinha muito estreita, que mal cabia um carro. Eu estava dirigindo um fusca branco. Meus pés mal conseguiam alcançar o acelerador e eu tinha que me abaixar no banco para acelerar. Nisto o fusca saiu andando. Esta ruazinha virada em “L” para a esquerda. Eu quase não consegui fazer a curva. Depois tentei frear, mas pisei foi no acelerador e o fusca saiu em disparada. Eu fechei os olhos para não o ver bater. Fiquei encostado no muro do jardim da casa da minha mãe. Na minha frente tinha um pouco de terra na forma de um monte, Vários insetos pequenos subiam e desciam este morro de terra. Tinha de todo tipo. Nisto vi ao meu lado um cogumelo amarelo. Ele tinha uns 10 centímetros de altura e a forma de um homem com os braços abertos. (Tipo um boneco de posto) Eu então arranquei o que seria a cabeça deste cogumelo, que tinha o tamanho de uma bola de ping-pong. Quando fui comer fiquei meio com nojo e atirei-a por uma festa do muro. Ela caiu no passeio. Nisto eu então arranquei o restante dele, que tinha uma raiz muito comprida. Eu o joguei ali perto e suas raízes caíram neste monte de terra. Nisto os insetos e as formigas começaram a comer aquelas raízes. Então as raízes começaram a se mexerem, (tipo um inseto quando é atacado por formiga). Eu fiquei imaginando se aquele cogumelo era planta ou bicho, porque nunca tinha ouvido falar que planta sentisse dor e se mexesse quando fosse atacada. Depois fiquei pensando porque eu tinha arrancado ele. Deveria te-lo deixado ali.

Wednesday, July 30

COBRA COM CABEÇA DE DINOSSAURO


Estava num local, que não sei onde era. Levava na mão um filhote de cobra, que tinha uns 40 centímetros. Eu cheguei num local, peguei um pedaço de madeira, quadrado. Que deveria ter uns 0,30 x 0,30 centímetros. Eu peguei o filhote de cobra e fui escrever algo nesta madeira. O filhote então soltou da minha mão e picou meu braço. Eu o peguei novamente e quando fui escrever de novo, ele soltou e picou minha mão. Eu o peguei de novo e fui escrevendo como se a cabeça deste filhote fosse caneta. Nisto este filhote espichou e ficou com uns 3 metros de comprimento, porém ficou seco, como se a cobra tivesse sido sécada ao sol. Então sai com ela por um caminho estreito de uma floresta. Nisto vi que a cabeça desta cobra tinha virado igual cabeça na forma de cabeça de dinossauro. Nisto vi na sombra do sol, refletida na estrada por onde eu andava que tinha cobra voando e com cabeça de dinossauro. Então imaginei que fossem parentes da cobra que eu levava que estavam me seguindo. Nisto vi que vinha me seguindo um menino com uma caixa de isopor pendurada no pescoço, vendendo picolé. Ele passou por mim. Eu parei, vi um pequeno descampado e joguei a cobra atrás de uma árvore. Nisto vi que a cobra estava transformando em vários filhotes de cobra, todos com cabeça de dinossauro. Eu fiquei escondido olhando, evitando que os filhotes de vissem. Nisto o menino que vendia picolé saiu de trás desta árvore e veio caminhando na estrada novamente. Juntamente com o menino, fui embora dali.

O NOVO EMPREGADO


Estava num local onde eu trabalhava. A portaria era num local alto e para chegar onde eu trabalhava, tinha que descer uma estrada bem longa. Eu vinha subindo esta estrada em direção a portaria, quando um cachorro que tinha minha altura veio rosnando do meu lado. Eu olhei para o cachorro e disse a ele que eu trabalhava ali. O cachorro enfiou a cabeça entre dois ferros fincados no chão. Eu segui até a portaria. Nisto lembrei que eu já tinha feito aquilo três vezes e em todas às vezes, o cachorro fez a mesma coisa. Chegando à portaria uma mulher perguntou quem eu era. No mesmo instante ela mesma disse que eu era o novo empregado. Eu disse que sim. Ela então me mandou entrar.

Sunday, July 27

AVENTURA COM LUCIANO RUCK

Estava dentro de um carro, que era da empresa do Henrique. Era uma ruazinha estreita e de terra batida. Havia um carro parado atravessado nesta rua e quase não dava para eu passar. Tinha uma mulher parada encostada na traseira deste carro parado, segurando algo nas mãos. Eu vim de marcha a ré, por aquela ruazinha e quando passei pelo carro, esbarrei um pouco nele. Ele deslocou um pouco em direção ao outro lado. Depois eu estava no mesmo local e fiz a manobra novamente. Vindo de ré esbarrando no carro. Na tercei vez, o carro encostou do outro lado. A mulher sempre ia junto com o carro. Quando olhei o carro do outro lado, a mulher estava era rezando. Nisto chegou à minha janela o apresentador da rede Globo, Luciano Ruck. Ele perguntou para onde eu estava indo. Ele segurava um microfone e falava ao microfone. Eu então disse que ia naquela ruazinha. Ele foi ao meu lado. Nisto vi alguns meninos brincando. Tinha um buraco bem grande na rua ao lado de um poste que estava no meio da rua. Eu tentei passar com o carro entre o poste e o buraco. Então o Luciano Ruck me perguntou se era aquela rua mesmo que eu deveria estar. Olhei e vi que estava na rua errada. Sai procurando a rua. O Luciano ficava na janela do carro do lado de fora. Não sei como ele me acompanhava. Nisto chequei numa praça e vi uma igreja um pouco adiante. Então eu disse que não sabia onde eu estava e que tinha que sair procurando a tal rua. Sai andando numa rua, dando a mão ao Ziquinho, que tinha três anos. Nisto veio a meu lado três meninos. Só que estes meninos eram desenhos de crianças que acompanhava eu e o Ziquinho. Eu olhei e disse ao Ziquinho que era alguma filmagem que estava fazendo ali. Fui para um corredor de uma casa, tipo um alpendre. Havia três crianças, tentado tirar uma água com barro que estava ali. Elas me pediram para ajudar. Eu fui ajudar e ficava tentando tirar o barro. Nisto vi que a mãe das crianças tinha chegado. Eu olhei e vi que era a mulher que recentemente mudou para o apartamento 402 aqui do meu prédio. Ela é conhecida como uma mulher muita brava. Eu cheguei perto dela e disse que estava ajudando. Esperei que ela fosse xingar. Mas ela nada disse. Fui ate um carro, na esquina de uma rua do bairro Porto Velho. Eu o parei no meio da rua. Estava esperando algo, que não sei o que era. Nisto fui chamado ao antigo bar do Mário. Fui lá e quando voltei não vi o carro. Sai perguntando onde ele estava para algumas pessoas que vi por ali. Então me disseram que um homem queria passar com o carro e o meu estava no caminho e ele levou o carro. Fui ate este homem. Que ficava logo ali adiante. Ele estava na portaria de uma empresa, que ficava bem fundo desta portaria, bem distante mesmo e descendo uma ribanceira. Ele então me disse que tinha que atender 35 pacientes, que isto demorava e meu carro estava atrapalhando. Nisto ele pegou o celular e ficou falando com uma pessoa que estava lá na empresa, onde ele tinha deixando meu carro. Ele falava, mas não deixava ir lá buscar. Depois ele ficou falando algo que não entendi direito. Sai e fiquei sentado a beira de um balcão, onde estava do outro lado o amigo do Fernando, o Júlio e uma mulher. Eu dizia que tinha arrumado um emprego, onde eu só faria o que tinha combinado. Eu tinha falado com o chefe mesmo. Eu seria só estoquista. Falei também que um amigo meu tinha arrumado emprego na Drogasil e lá eles o mandavam fazer de tudo. E não só o combinado. A tal mulher disse que era assim mesmo que faziam. Nisto chegou alguém conversando com a tal mulher e eu fiquei falando com o Júlio, que a Vanuza, minha irmã, tinha me dado a casa dela de presente

Thursday, July 24

DESFILANDO NO CARRO DA BAND

Estava num local, que era no meio de mato. Havia uma estrada que terminava ali perto de onde eu estava. Havia uma pessoa comigo, acho que era o Gueds. Eu estava com os aparelhos para fazer a medição da qualidade do ar. Nisto veio chegando um carro naquela estradinha e parou um pouco adiante. Então o Gueds me disse que era o Henrique. Eu então disse para o Gueds que ele iria achar ruim de eu estar fazendo a medição. O Gueds disse que ele sabia que era eu. Eu fiquei na frente do painel fazendo as anotações. O Henrique chegou e perguntou se estava tudo certinho. Eu disse que sim. Ele ficou do meu lado e começou a conversar com o Gueds. Fui para dentro de uma espécie de terreno cercado por um muro muito alto. Havia outras pessoas comigo. Nisto terreno tinha uma chaminé bem alta, feita de ferro, parecendo àquelas chaminés de siderurgia. Nisto veio a Fernandinha, acompanhada de um cara, só que ela tinha quatro anos. Ela ficou olhando as coisas que tinham num armário. Perguntou-me se eram brinquedos. Eu disse que sim. Nisto ela foi para outro armário e pegou uma extensão elétrica que eu tinha. Ela era bem grande. De repente vi esta extensão colocada, uma ponta lá na plataforma que tinha no alto da chaminé e a outra esta na mão da Fernandinha lá em baixo. Eu imaginei que ela estivesse brincando de telefone e pensei como ela poderia ter colocado uma ponta da extensão lá em cima. Então percebi que foi o cara que veio com ela. Imaginei que se a extensão caísse iria quebrar. Depois pensei que não teria problemas, não era tão cara assim e eu compraria outra. Nisto ouvi certa gritaria do lado de fora do muro. Alguém lá dentro disse que era o enterro que ia começar, outro disse que era uma festa. Então eu fui subir nesta chaminé para ver do lado de fora. Eu subia as escadas com dificuldades, fazia muito força para subir e quase não conseguia. Quando pude olhar por cima do muro, vi várias pessoas andando, parece que seguiam algo. Eu não conseguia ver os rostos destas pessoas, Só via os vultos. Então descia e todos nós que estávamos dentro deste galpão, saímos num caminhão. Spo que este caminhão tinha a carroceria como as do Corpo de Bombeiros, quando leva alguma celebridade para desfilar. Eu então dizia que a gente tinha saído com o caminhão da Band. (Rede Bandeirantes de Televisão) Eu ficava repetindo que a gente estava no caminhão da Band e se eles vissem ia ser um problema. Depois eu disse que o Milton Neves, da TV bandeirante, que era o responsável pelo caminhão, não iria achar ruim. Nisto o caminhão virou à esquerda e neste instante a gente já estava a pé. Do meu lado estava minha mãe, e logo em seguida tinha uma mulher morena, que andava com dificuldade, Eu tinha a sensação que todos estavam muito tristes. Não via sorriso no rosto de ninguém. Continuamos andando e eu continuava com aquela sensação de tristeza profunda. Nisto um homem, também moreno veio de encontro a esta mulher que andava com dificuldades. Nisto minha mãe voltou. Então esta mulher disse para este homem que não era para ele ter pintado. O tal homem disse que já estava terminando. Eles saíram conversando e eu fiquei sozinho.

Wednesday, July 23

NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

 Eu estava nos estados Unidos. Havia uma multidão reunida e todos falavam ao mesmo tempo. Eu segurava uma placa na mão, que não lembro o que estava escrito. Eu erguia a placa, mas não dizia nada. Todos gritavam.

Monday, July 21

NOS CORREDORES DE BRASILIA

Eu e mais uma pessoa, entramos numa grande loja, que acabava de abrir as portas, para uma grande liquidação. Ao entrar, vi que só nos dois tínhamos entrado. Vi os vendedores perto da porta, de mãos pra trás, esperando os clientes. Mas ninguém entrava. Eu fiquei com dó dos vendedores, pois daquele jeito não venderiam nada. Continuei andando e sai do outro lado da loja. Sai  num local, que seria a câmara dos deputados federais. Em Brasília. O presidente da república, que não era o Lula, andava por entre os deputados, mandando eles negociarem tudo. Nisto vi a Atriz Derci Gonçalves dizendo para a Marta Suplicy do PT, que queria cinco prestações de 40 milhões. A Marta dizia que cinco parcelas eram muitas, queria que fossem duas só. O Presidente passou esfregando as mãos, dizendo que só deveriam para quando chegassem num acordo. Eu então disse para a Marta Suplicy, que era melhor cinco parcelas, porque ela poderia ter pedido nove.

Sunday, July 20

A GOIABEIRA CORTADA

Estava indo na rua da casa da minha mãe. Quando cheguei a frente à casa do meu tio “Tuniquinho”, vi que ele tinha cortado a goiabeira que meu irmão tinha plantado lá em frente. Fiquei pensando que motivo ele teria par fazer aquilo. Entrei na casa da minha mãe e disse a meu irmão que o “Tuniquinho” tinha cortado a goiabeira. Meu irmão não acreditou. Fomos lá fora e a Goiabeira estava plantada. Eu não entendi como tinha visto ela cortada no chão. Então percebi que tinha sonhado que tinham cortado ela.

Saturday, July 19

TELETRANSPORTANDO BEBIDAS E SANDUICHES


Estava num local, onde havia duas caixas bem grandes, de madeira, e entro de uma havia algo parecido com sanduíches embalados, Na outra, havia bebidas, como garrafa de coca cola de dois litros, guaranás e outras. Eu tinha que levar parte destas bebidas e comidas para outro local. Então eu, com os pés, encostava um sanduíche no outro e eles ias sumindo vagarosamente e se teletransportavam para onde eu devia levá-los. Fiz isto com as bebidas também. Depois veio um homem e sentou na beira da caixa. Nisto umas dez garrafas se encostaram e foram sumindo e foram parar onde eu deveria levá-los. Então fiquei pensando que poderiam pensar que eu tinha pegado mais que deveria.

Wednesday, July 16

CORRENDO DO CAVALO, FUGINDO DA DONA JUDIT, INDO PARA VENEZA NA ITALIA

Estava num local, parecendo uma sala toda fechada, sem janelas. Havia apenas uma saída que era um labirinto. Havia outras pessoas ali. Havia uma pedra grande e em cima dela tinha um cavalo deitado que ficava batendo os cascos na pedra e mordendo a ponta da mesma. Na frente dele havia outra pedra pequena e em cima dela estava a Nathália. Então a Nathália disse para mim que o cavalo ficava daquele jeito depois que tomava injeção. Então eu disse para ela sair da frente dele, pois ele poderia sair correndo e passar por cima dela. Ela saiu. Eu estava na porta que dava para o labirinto. Alguém então bateu no cavalo e ele saiu em disparada na minha direção. Sai correndo pelo labirinto, até que vi uma pia de cozinha num canto. Então eu entrei debaixo da pia e pensei que ali o cavalo não me atropelaria. Fiquei ouvindo o galope do cavalo, cada vez mais se aproximando. Até que depois, parecia que ele estava se afastando. Sai dali e cheguei num local que não sei onde. Era o quintal de uma casa. Tinha um rio muito largo, ou mesmo o mar, não sei ao certo. Eu arrumava alguma coisa neste rio. Não sei o que era. Não era barco. Depois sai dali e fui para a casa que tinha ali. Quando abri a porta, entrou junto comigo vários patinhos, pintinhos e alguns passarinhos. Eu tentei colocá-los para fora, mas alguns saíram e outros não. Então entrei e fechei a porta. Nisto vi que a porta tinha um buraco em baixo, por onde eles entravam. Dentro da casa estava cheio de pequenos passarinhos. Nisto vi um galo e uma galinha lá dentro e imaginando como eles conseguiram passar pelo buraco da porta, que não era grande. Nisto cheguei perto de um fogão a lenha, onde a Dona Judit estava sentada. Ela então começou a dizer sobre o dinheiro da Iara. Ela falava que se não tivesse gastado tudo, ainda teria muito dinheiro. Dizia que não sabia como eu tinha conseguido gastar tudo. Eu estava querendo sair dali, pois ela ficava repetindo a mesma coisa o tempo todo. Sai dali e fui para um local, que parecia ser um porto, só que de um rio. Este rio tinha construções bem rentes a ele, dos dois lados. Parecia aquele rio de Veneza, na Itália. Havia pessoas tocando o barco, como fazem lá em Veneza, só que os barcos ali, eram muito grandes, Alguns tinha dois andares. Nisto parou um perto de nós. Alguém subiu e depois ele saiu. A pessoa que tocava o barco ficava em pé atrás dele, e tocava o barco parecendo que estava numa prancha de surf. Eles quase se tocavam, mas não chagavam a se baterem.

Sunday, July 13

NA FESTA, ATACADO PELO URSO

Estava na casa do Sr. Ary, Era uma festa que estava acontecendo lá. Só que do lado de dentro da casa, parecia uma rua com vários lotes, sem ninguém por lá. Eu estava ao lado do Segundinho. O Israel estava um pouco mais adiante. O dia estava claro. Nisto o pessoal começou a ir embora. Quando eu vi eles saindo, eu me dei conta que tinha prometido nunca mais ir na casa do Sr. Ary. Fiquei pensando no que tinha feito, e todos iam achar que eu só fui lá por causa da comida da festa. Fiquei chateado comigo mesmo. Eu pensei comigo que já tinha 12 anos que eu não ia lá. Então eu fui saindo também, tentando me afastar do Israel, para não ter que despedir dele. Despedi-me do Segundinho, do Sr. Ary e nisto o Israel chegou perto e eu tive que me despedir dele também. Sai chateado pensando porque eu tinha me esquecido de que não colocaria mais os pés ali. Quando atravessava a pracinha que tem ali perto, veio uns bichinhos pequenos, do tamanho de rato, mas a forma de cachorro e começaram a me atacar, Eu sai correndo, mas só conseguia correr em câmara lenta. Quanto mais força eu fazia para correr, mais devagar eu ia. Nisto um destes bichos entrou por dentro da barra da minha calça e começou a me morder. peguei dois pedaços de pau, parecido com perna de pau, que os malabaristas usam. Nisto vi um urso passando por mim. Eu então pensei e passar bem devagar para não assustar o urso e ele me atacar. Mas o urso era do tamanho de um cachorro comum. Mas eu acabei esbarrando no urso e ele veio ferozmente em minha direção. Eu o segurava com as pernas de pau, sempre me protegendo das mordidas que ele tentava dar em mim. Mas teve um momento que ele mordeu o peito do meu pé. Eu dei um grito e peguei um dos paus que estavam na minha mão e finquei nas costas dele. Eu punha toda minha força, mas ele não soltava o meu pé.

Friday, July 11

A QUEDA DOS HELICÓPTEROS

Eu, e muitas outras pessoas, estávamos num local perto das margens de um rio. Era um local gramado com algumas árvores um pouco mais adiante. A gente estava esperando chegar, dois jogadores de futebol. Um era do Cruzeiro e o outro do Ipatinga. Eles estavam apostando uma corrida até Divinópolis. Nisto vi dois helicópteros chegando e voando sobre o Rio. Assim ficamos sabendo que o dois jogadores estavam chegando. Estes helicópteros eram diferentes, Parecia um avião bimotor, só que sem asas, e as hélices eram na frente e bem grandonas. Um dos helicópteros voou pertinho do rio, e quando foi subindo, a hélice parou e ele caiu no barranco do outro lado do rio. Mas não pegou fogo nem explodiu. Nisto uma mulher desceu o barranco e foi tirando o piloto lá de dentro. Quando olhei para trás, vi que perto das árvores, tinha caído outro helicóptero. Também não explodiu e nem pegou fogo. Nisto chegaram duas pessoas e fui tirando o piloto lá de dentro. Eles os arrastavam pelo pé. Ele saiu segurando um cigarro aceso nos dedos e fumando. Mesmo sendo arrastado pelos pés, ele vinham como se não tivesse acontecido nada. Sai dali e fui para a casa dos meus pais. Meu pai  estava deitado na cama com minha mãe. Algumas pessoas estavam contando para eles que o helicóptero tinha caído. Eu então cheguei e falei que o homem tinha saído com o cigarro aceso e fumando, depois da queda. Depois quando fui indo para meu quarto, vi que minha sunga de praia estava jogada no chão e quem passava a chutava. Eu reclamei dela estar ali. Peguei, coloquei na gaveta.

Thursday, July 10

PARADO NA PISTA DE ROLAMENTO


Estava dentro de um carro com mais quatro pessoas. Uma mulher, que não sei quem era, dirigia o carro. Ela então entrou numa rodovia de mão dupla e parou no meio da pista, para esperar uma fila de caminhão que vinha no sentido contrario. Ela queria atravessar a pista. Eu fiquei pensando que se viessem algum carro no outro sentido, iria bater em nós. tentei dizer a ela, mas ela não me ouviu.

Wednesday, July 9

PAGANDO PARA SAIR


Estava num local, que não sei onde, com o Gueds e uma mulher alta. Depois fomos para a Rede Ferroviária. Ficamos na sala de relógio, que estava ao lado da portaria da Rede, onde não é na realidade. Nisto o Gueds ligou o painel de amostragem, Eu fiquei com medo da mulher ver que ele tinha ligado o painel, pois ela era nossa chefa. Nisto houve uma confusão e esta mulher foi ver o que era. Eu fui atrás. Havia muitas pessoas andando por ali de um lado a outro. Entrei num local onde havia três salas. Entrei nas três e não vi a tal mulher. Havia algumas pessoas dentro da sala. Sai dali pensando que para sair da Rede Ferroviária, a gente tinha que pagar 600 reais. Mas eu só tinha 510 reais. Então fiquei pensando que poderia pedir ao Gueds ou a minha mãe, se eles me deixassem ir lá pedir a ela. Pois ela morava pertinho da Rede. Quando olhei para a portaria, vi várias pessoas saindo. Parecia aluno saindo de escola. Então imaginei que não estavam cobrando os 600 reais. Fui até onde o Gueds estava, para chamá-lo para irmos embora. Mas quando cheguei lá vi que ele já tinha ido embora e levado o painel. Então sai também. Logo que passei da casa da minha mãe, vi um caminhão fazendo manobras numa rampa bem alta que tinha na esquina. Nisto veio o Sávio, que foi meu chefe quando trabalhei na Gerdau, e me perguntou se eles tinham entregues as mercadorias que eu tinha pedido. Eu disse que sim. Ele disse que as dele não tinham sido entregues. Então eu disse que a moça passava depois perguntando quem recebeu e colocando um x no quadrinho.

Tuesday, July 8

O CAFÉ QUADRADO


Estava na porta da casa da minha mãe. Eu tinha um quadrado de ferro, que tinha uma divisão que o dividia em quatro. Ele devia ter um metro quadrado por 5 centímetros de altura. Havia um pano forrando um deles. Havia várias pessoas sentadas por ali também. Nisto eu entrei no jardim da casa da minha mãe, e havia pessoas ali fazendo café. Uma mulher me ofereceu café, Eu disse que queria forte. Ela me deu uma vasilha grande cheia de café. Eu peguei este café e fui jogando no quadrado que tinha um pano forrando. Depois eu fiquei pensando que seria muito difícil para eu beber naquele quadrado.

Monday, July 7

CERCO AOS MOTOQUEIROS


Estava numa rua, onde eu podia ver o mar. Nisto uma pessoa pegou um peixe que deveria ter uns 80 centímetros de comprimento. Esta pessoa mirou o peixe, como se fosse uma arma de arco e flecha e atirou em direção a outra pessoa. Este peixe saiu como uma fecha e mordeu o braço da tal pessoa. Ela arrancou o peixe do braço e fez o mesmo, atirando ele em minha direção. Eu estava com uma pessoa do meu lado. Quando vi que o peixe vinha vindo, eu disse para esta pessoa ficar imóvel, assim o peixe não mordia agente. Mas o peixe veio e quase mordeu meu braço. Eu desviei na hora em que ele vinha me morder. Eu peguei o peixe. Passou um ônibus com várias pessoas dentro, olhando para mim. Assim que o ônibus passou, eu atirei o peixe em direção ao mar. O peixe caiu lá e foi embora. Depois comprei uma moto vermelha. E estava indo numa rua do bairro sidil. Só que o bairro sidil estava do lado oposto em que ele fica realmente. Era como se a gente estivesse olhando por um espelho. Quando chegou num morro bem forte, eu decidi subir o morro e não virar a esquerda. Quando atravessei a rua, vi que se estivesse virado a esquerda, eu teria sido parado por um guarda que estava ali. Como minha carteira de motorista estava vencida, eu teria sido preso e a moto também. Fui tentando subir o morro, mas a moto não conseguia subir. Eu fui ajudando batendo os pés nos chão. Quando consegui subir o morro, vi a escola Roberto Carneiro. Os alunos estavam saindo. Eu entrei na escola, pelo portão da garagem, procurando uma saída do outro lado. Porque eu imaginei que poderia ter policial cercando os motoqueiros, já que ali estava cheio de motoqueiros que iam buscas os alunos. Não encontrei saída do outro lado. Então fui até onde os alunos saiam, desci da moto e fui tentar desligá-la. Mas eu não conseguia achar onde desligava a moto. Depois vi uma chave e a tocar nela, a moto desligou. Então eu pensei em sair empurrando a moto e se o policial me perguntasse alguma coisa, eu diria que a moto não era minha, que eu estava levando ela para o dono. Nisto parou uma moto perto da minha. Então vi que a moto minha eram bem pequena perto da outra. Nisto fiquei imaginando que deveria estar ridículo eu andando naquela motinha tão pequena.

Saturday, July 5

AS ROUPAS NA CERCA DE ARAME FARPADO


Estava indo para a casa da minha mãe. (O caminho não é o que realmente leva a casa da minha mãe e nem a casa era dela) Chegando lá, vi que a roupa que eu tinha lavado estava pendurada na cerca, Era uma cerca de bambu com arame farpado. Só que esta estava molhando com uma chuva fina que só caia ali. Eu cheguei até a porta da casa da minha mãe, disse a ela que iria pegar a roupa que estava molhando. Ela disse que não tinha ninguém para pegar e que ela ia pegar a dela também. Eu fui tentar tirar a roupa da cerca, era uma camisa. Ela estava num cabide. Preso a ela tinha outro cabide e outro mais abaixo, fazendo um cordão de cabide. Eu não conseguia tira os cabides e então deixei eles na cerca e fui tentar pegar outra roupa.

Tuesday, July 1

O GALO NO BANHEIRO


Estava dentro de um Box de banheiro, tomando um banho. De repente olho para o canto do Box e vejo muitas penas de galinha. Olhei melhor e vi que era um galo preto, e que estava vivo. Ele estava todo molhado. Então imaginei que tinham comprado para fazê-lo no almoço.