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Showing posts from July, 2008

O COGUMELO BICHO

Estava no centro da cidade, numa destas vilas de casa que tem por aqui. Esta vila tinha uma ruazinha muito estreita, que mal cabia um carro. Eu estava dirigindo um fusca branco. Meus pés mal conseguiam alcançar o acelerador e eu tinha que me abaixar no banco para acelerar. Nisto o fusca saiu andando. Esta ruazinha virada em “L” para a esquerda. Eu quase não consegui fazer a curva. Depois tentei frear, mas pisei foi no acelerador e o fusca saiu em disparada. Eu fechei os olhos para não o ver bater. Fiquei encostado no muro do jardim da casa da minha mãe. Na minha frente tinha um pouco de terra na forma de um monte, Vários insetos pequenos subiam e desciam este morro de terra. Tinha de todo tipo. Nisto vi ao meu lado um cogumelo amarelo. Ele tinha uns 10 centímetros de altura e a forma de um homem com os braços abertos. (Tipo um boneco de posto) Eu então arranquei o que seria a cabeça deste cogumelo, que tinha o tamanho de uma bola de ping-pong. Quando fui comer fiquei meio com nojo e a…

COBRA COM CABEÇA DE DINOSSAURO

Estava num local, que não sei onde era. Levava na mão um filhote de cobra, que tinha uns 40 centímetros. Eu cheguei num local, peguei um pedaço de madeira, quadrado. Que deveria ter uns 0,30 x 0,30 centímetros. Eu peguei o filhote de cobra e fui escrever algo nesta madeira. O filhote então soltou da minha mão e picou meu braço. Eu o peguei novamente e quando fui escrever de novo, ele soltou e picou minha mão. Eu o peguei de novo e fui escrevendo como se a cabeça deste filhote fosse caneta. Nisto este filhote espichou e ficou com uns 3 metros de comprimento, porém ficou seco, como se a cobra tivesse sido sécada ao sol. Então sai com ela por um caminho estreito de uma floresta. Nisto vi que a cabeça desta cobra tinha virado igual cabeça na forma de cabeça de dinossauro. Nisto vi na sombra do sol, refletida na estrada por onde eu andava que tinha cobra voando e com cabeça de dinossauro. Então imaginei que fossem parentes da cobra que eu levava que estavam me seguindo. Nisto vi que vinha…

O NOVO EMPREGADO

Estava num local onde eu trabalhava. A portaria era num local alto e para chegar onde eu trabalhava, tinha que descer uma estrada bem longa. Eu vinha subindo esta estrada em direção a portaria, quando um cachorro que tinha minha altura veio rosnando do meu lado. Eu olhei para o cachorro e disse a ele que eu trabalhava ali. O cachorro enfiou a cabeça entre dois ferros fincados no chão. Eu segui até a portaria. Nisto lembrei que eu já tinha feito aquilo três vezes e em todas às vezes, o cachorro fez a mesma coisa. Chegando à portaria uma mulher perguntou quem eu era. No mesmo instante ela mesma disse que eu era o novo empregado. Eu disse que sim. Ela então me mandou entrar.

AVENTURA COM LUCIANO RUCK

Estava dentro de um carro, que era da empresa do Henrique. Era uma ruazinha estreita e de terra batida. Havia um carro parado atravessado nesta rua e quase não dava para eu passar. Tinha uma mulher parada encostada na traseira deste carro parado, segurando algo nas mãos. Eu vim de marcha a ré, por aquela ruazinha e quando passei pelo carro, esbarrei um pouco nele. Ele deslocou um pouco em direção ao outro lado. Depois eu estava no mesmo local e fiz a manobra novamente. Vindo de ré esbarrando no carro. Na tercei vez, o carro encostou do outro lado. A mulher sempre ia junto com o carro. Quando olhei o carro do outro lado, a mulher estava era rezando. Nisto chegou à minha janela o apresentador da rede Globo, Luciano Ruck. Ele perguntou para onde eu estava indo. Ele segurava um microfone e falava ao microfone. Eu então disse que ia naquela ruazinha. Ele foi ao meu lado. Nisto vi alguns meninos brincando. Tinha um buraco bem grande na rua ao lado de um poste que estava no meio da rua. Eu t…

DESFILANDO NO CARRO DA BAND

Estava num local, que era no meio de mato. Havia uma estrada que terminava ali perto de onde eu estava. Havia uma pessoa comigo, acho que era o Gueds. Eu estava com os aparelhos para fazer a medição da qualidade do ar. Nisto veio chegando um carro naquela estradinha e parou um pouco adiante. Então o Gueds me disse que era o Henrique. Eu então disse para o Gueds que ele iria achar ruim de eu estar fazendo a medição. O Gueds disse que ele sabia que era eu. Eu fiquei na frente do painel fazendo as anotações. O Henrique chegou e perguntou se estava tudo certinho. Eu disse que sim. Ele ficou do meu lado e começou a conversar com o Gueds. Fui para dentro de uma espécie de terreno cercado por um muro muito alto. Havia outras pessoas comigo. Nisto terreno tinha uma chaminé bem alta, feita de ferro, parecendo àquelas chaminés de siderurgia. Nisto veio a Fernandinha, acompanhada de um cara, só que ela tinha quatro anos. Ela ficou olhando as coisas que tinham num armário. Perguntou-me se eram br…

NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Eu estava nos estados Unidos. Havia uma multidão reunida e todos falavam ao mesmo tempo. Eu segurava uma placa na mão, que não lembro o que estava escrito. Eu erguia a placa, mas não dizia nada. Todos gritavam.

NOS CORREDORES DE BRASILIA

Eu e mais uma pessoa, entramos numa grande loja, que acabava de abrir as portas, para uma grande liquidação. Ao entrar, vi que só nos dois tínhamos entrado. Vi os vendedores perto da porta, de mãos pra trás, esperando os clientes. Mas ninguém entrava. Eu fiquei com dó dos vendedores, pois daquele jeito não venderiam nada. Continuei andando e sai do outro lado da loja. Sai  num local, que seria a câmara dos deputados federais. Em Brasília. O presidente da república, que não era o Lula, andava por entre os deputados, mandando eles negociarem tudo. Nisto vi a Atriz Derci Gonçalves dizendo para a Marta Suplicy do PT, que queria cinco prestações de 40 milhões. A Marta dizia que cinco parcelas eram muitas, queria que fossem duas só. O Presidente passou esfregando as mãos, dizendo que só deveriam para quando chegassem num acordo. Eu então disse para a Marta Suplicy, que era melhor cinco parcelas, porque ela poderia ter pedido nove.

A GOIABEIRA CORTADA

Estava indo na rua da casa da minha mãe. Quando cheguei a frente à casa do meu tio “Tuniquinho”, vi que ele tinha cortado a goiabeira que meu irmão tinha plantado lá em frente. Fiquei pensando que motivo ele teria par fazer aquilo. Entrei na casa da minha mãe e disse a meu irmão que o “Tuniquinho” tinha cortado a goiabeira. Meu irmão não acreditou. Fomos lá fora e a Goiabeira estava plantada. Eu não entendi como tinha visto ela cortada no chão. Então percebi que tinha sonhado que tinham cortado ela.

TELETRANSPORTANDO BEBIDAS E SANDUICHES

Estava num local, onde havia duas caixas bem grandes, de madeira, e entro de uma havia algo parecido com sanduíches embalados, Na outra, havia bebidas, como garrafa de coca cola de dois litros, guaranás e outras. Eu tinha que levar parte destas bebidas e comidas para outro local. Então eu, com os pés, encostava um sanduíche no outro e eles ias sumindo vagarosamente e se teletransportavam para onde eu devia levá-los. Fiz isto com as bebidas também. Depois veio um homem e sentou na beira da caixa. Nisto umas dez garrafas se encostaram e foram sumindo e foram parar onde eu deveria levá-los. Então fiquei pensando que poderiam pensar que eu tinha pegado mais que deveria.

CORRENDO DO CAVALO, FUGINDO DA DONA JUDIT, INDO PARA VENEZA NA ITALIA

Estava num local, parecendo uma sala toda fechada, sem janelas. Havia apenas uma saída que era um labirinto. Havia outras pessoas ali. Havia uma pedra grande e em cima dela tinha um cavalo deitado que ficava batendo os cascos na pedra e mordendo a ponta da mesma. Na frente dele havia outra pedra pequena e em cima dela estava a Nathália. Então a Nathália disse para mim que o cavalo ficava daquele jeito depois que tomava injeção. Então eu disse para ela sair da frente dele, pois ele poderia sair correndo e passar por cima dela. Ela saiu. Eu estava na porta que dava para o labirinto. Alguém então bateu no cavalo e ele saiu em disparada na minha direção. Sai correndo pelo labirinto, até que vi uma pia de cozinha num canto. Então eu entrei debaixo da pia e pensei que ali o cavalo não me atropelaria. Fiquei ouvindo o galope do cavalo, cada vez mais se aproximando. Até que depois, parecia que ele estava se afastando. Sai dali e cheguei num local que não sei onde. Era o quintal de uma casa. …

NA FESTA, ATACADO PELO URSO

Estava na casa do Sr. Ary, Era uma festa que estava acontecendo lá. Só que do lado de dentro da casa, parecia uma rua com vários lotes, sem ninguém por lá. Eu estava ao lado do Segundinho. O Israel estava um pouco mais adiante. O dia estava claro. Nisto o pessoal começou a ir embora. Quando eu vi eles saindo, eu me dei conta que tinha prometido nunca mais ir na casa do Sr. Ary. Fiquei pensando no que tinha feito, e todos iam achar que eu só fui lá por causa da comida da festa. Fiquei chateado comigo mesmo. Eu pensei comigo que já tinha 12 anos que eu não ia lá. Então eu fui saindo também, tentando me afastar do Israel, para não ter que despedir dele. Despedi-me do Segundinho, do Sr. Ary e nisto o Israel chegou perto e eu tive que me despedir dele também. Sai chateado pensando porque eu tinha me esquecido de que não colocaria mais os pés ali. Quando atravessava a pracinha que tem ali perto, veio uns bichinhos pequenos, do tamanho de rato, mas a forma de cachorro e começaram a me atacar…

A QUEDA DOS HELICÓPTEROS

Eu, e muitas outras pessoas, estávamos num local perto das margens de um rio. Era um local gramado com algumas árvores um pouco mais adiante. A gente estava esperando chegar, dois jogadores de futebol. Um era do Cruzeiro e o outro do Ipatinga. Eles estavam apostando uma corrida até Divinópolis. Nisto vi dois helicópteros chegando e voando sobre o Rio. Assim ficamos sabendo que o dois jogadores estavam chegando. Estes helicópteros eram diferentes, Parecia um avião bimotor, só que sem asas, e as hélices eram na frente e bem grandonas. Um dos helicópteros voou pertinho do rio, e quando foi subindo, a hélice parou e ele caiu no barranco do outro lado do rio. Mas não pegou fogo nem explodiu. Nisto uma mulher desceu o barranco e foi tirando o piloto lá de dentro. Quando olhei para trás, vi que perto das árvores, tinha caído outro helicóptero. Também não explodiu e nem pegou fogo. Nisto chegaram duas pessoas e fui tirando o piloto lá de dentro. Eles os arrastavam pelo pé. Ele saiu segurando …

PARADO NA PISTA DE ROLAMENTO

Estava dentro de um carro com mais quatro pessoas. Uma mulher, que não sei quem era, dirigia o carro. Ela então entrou numa rodovia de mão dupla e parou no meio da pista, para esperar uma fila de caminhão que vinha no sentido contrario. Ela queria atravessar a pista. Eu fiquei pensando que se viessem algum carro no outro sentido, iria bater em nós. tentei dizer a ela, mas ela não me ouviu.

PAGANDO PARA SAIR

Estava num local, que não sei onde, com o Gueds e uma mulher alta. Depois fomos para a Rede Ferroviária. Ficamos na sala de relógio, que estava ao lado da portaria da Rede, onde não é na realidade. Nisto o Gueds ligou o painel de amostragem, Eu fiquei com medo da mulher ver que ele tinha ligado o painel, pois ela era nossa chefa. Nisto houve uma confusão e esta mulher foi ver o que era. Eu fui atrás. Havia muitas pessoas andando por ali de um lado a outro. Entrei num local onde havia três salas. Entrei nas três e não vi a tal mulher. Havia algumas pessoas dentro da sala. Sai dali pensando que para sair da Rede Ferroviária, a gente tinha que pagar 600 reais. Mas eu só tinha 510 reais. Então fiquei pensando que poderia pedir ao Gueds ou a minha mãe, se eles me deixassem ir lá pedir a ela. Pois ela morava pertinho da Rede. Quando olhei para a portaria, vi várias pessoas saindo. Parecia aluno saindo de escola. Então imaginei que não estavam cobrando os 600 reais. Fui até onde o Gueds est…

O CAFÉ QUADRADO

Estava na porta da casa da minha mãe. Eu tinha um quadrado de ferro, que tinha uma divisão que o dividia em quatro. Ele devia ter um metro quadrado por 5 centímetros de altura. Havia um pano forrando um deles. Havia várias pessoas sentadas por ali também. Nisto eu entrei no jardim da casa da minha mãe, e havia pessoas ali fazendo café. Uma mulher me ofereceu café, Eu disse que queria forte. Ela me deu uma vasilha grande cheia de café. Eu peguei este café e fui jogando no quadrado que tinha um pano forrando. Depois eu fiquei pensando que seria muito difícil para eu beber naquele quadrado.

CERCO AOS MOTOQUEIROS

Estava numa rua, onde eu podia ver o mar. Nisto uma pessoa pegou um peixe que deveria ter uns 80 centímetros de comprimento. Esta pessoa mirou o peixe, como se fosse uma arma de arco e flecha e atirou em direção a outra pessoa. Este peixe saiu como uma fecha e mordeu o braço da tal pessoa. Ela arrancou o peixe do braço e fez o mesmo, atirando ele em minha direção. Eu estava com uma pessoa do meu lado. Quando vi que o peixe vinha vindo, eu disse para esta pessoa ficar imóvel, assim o peixe não mordia agente. Mas o peixe veio e quase mordeu meu braço. Eu desviei na hora em que ele vinha me morder. Eu peguei o peixe. Passou um ônibus com várias pessoas dentro, olhando para mim. Assim que o ônibus passou, eu atirei o peixe em direção ao mar. O peixe caiu lá e foi embora. Depois comprei uma moto vermelha. E estava indo numa rua do bairro sidil. Só que o bairro sidil estava do lado oposto em que ele fica realmente. Era como se a gente estivesse olhando por um espelho. Quando chegou num morr…

AS ROUPAS NA CERCA DE ARAME FARPADO

Estava indo para a casa da minha mãe. (O caminho não é o que realmente leva a casa da minha mãe e nem a casa era dela) Chegando lá, vi que a roupa que eu tinha lavado estava pendurada na cerca, Era uma cerca de bambu com arame farpado. Só que esta estava molhando com uma chuva fina que só caia ali. Eu cheguei até a porta da casa da minha mãe, disse a ela que iria pegar a roupa que estava molhando. Ela disse que não tinha ninguém para pegar e que ela ia pegar a dela também. Eu fui tentar tirar a roupa da cerca, era uma camisa. Ela estava num cabide. Preso a ela tinha outro cabide e outro mais abaixo, fazendo um cordão de cabide. Eu não conseguia tira os cabides e então deixei eles na cerca e fui tentar pegar outra roupa.

O GALO NO BANHEIRO

Estava dentro de um Box de banheiro, tomando um banho. De repente olho para o canto do Box e vejo muitas penas de galinha. Olhei melhor e vi que era um galo preto, e que estava vivo. Ele estava todo molhado. Então imaginei que tinham comprado para fazê-lo no almoço.