Monday, September 29

EU PASSAVA VOANDO ENTRE ELES

Eu estava num galpão que tinha vários cômodos fechados. Uma parte deste galpão era mais alta que a outra uns 20 centímetros. Ali era uma agencia dos correios. Eu procurava alguma informação, mas os carteiros andavam rapidamente de um lado para outro, entravam nestes cômodos e saiam sempre rapidamente. Eu tentava falar com eles, mas eles nada respondiam. Num canto deste galpão tinha umas 20 pessoas paradas, que também esperavam algo. Eu encostei o pé na parede fiz força e sai voando dentro deste galpão. Eu passava voando perto das cabeças das pessoas que estavam ali. Eu passava voando e dizia a elas que ninguém iria atender a gente, e que era melhor todos saírem voando. Depois fiquei pensando que não podia ensinar ninguém a voar, do contrário, seria uma confusão danada.



Sunday, September 28

VAMOS LÁ GENTE

__Podem perguntar o que quizer. Qualquer coisa. Não importa o assunto. Vamos lá gente, não tenham vergonha.
__Eu pergunto!
__Pergunte então.
__O que voce faria se tivesse que contar a coisa mais importante do mundo, sabendo que ninguém acreditaria?
__Me diga primeiro o que VOCE faria.!
__Eu tentaria. Nunca se sabe no que podem acreditar.
__Bom, mas, o que voce que dizer com tudo isto?
__Se voce não sabe todas as respostas, não deveria permitir que te façam qualquer pergunta.



Saturday, September 27

ASPIRANDO FOLHAS DE ÁRVORES

Estava numa rua, usando um aspirador de pó. Eu estava aspirando às folhas de árvores que estavam espalhadas pelo chão. Mas o aspirador não conseguia puxar. Nisto uma mulher da casa vizinha, pediu-me para aspirar o lixo que tinha no jardim da casa dela. Eu fui com o aspirador e ele não aspirava nada. Fiquei um tempo tentando pegar uma folha, mas o aspirador só fazia barulho e não puxava nada.

Friday, September 26

VAGÕES BATENDO E O NARIZ SANGRANDO

Estava num local, onde havia um tanque grande, quadrado, feito de tijolos. Este tanque tinha uma torneira, onde eu lavava meu nariz, porque ele estava saindo muito sangue. Eu olhei para o lado e vi uma poça de sangue. Sabia que aquele sangue era do meu nariz e estava com medo dele não parar de sair. Fui embora dali e entrei numa ruazinha que ficava ao lado de um muro muito alto. Tinha várias pessoas comigo. Nisto veio vagões de trem se chocando com esta parede. Todos nós ali saímos correndo, mas à medida que a gente passava, vinham outros vagões e batia na parede, mas não acertava a gente. Tinha uns vinte vagões batidos na parede. Quando cheguemos num local que não tinha mais saída, os vagões pararam de bater.

Thursday, September 25

FUGINDO DA GARRA

Estava na Rua Bahia, entre Minas gerais e Goiás. Nisto, no meio da rua, a uma altura de uns 4 metros, veio uma garra bem grande, parecendo destas pás carregadeiras, que se usa para abrir buraco no chão, Eu não via onde ela estava presa. Ela ficava andando por toda a extensão da Rua Bahia. Quando passou por mim, ela parou e veio em minha direção no passeio. Sai correndo até a Rua Goiás e entrei na Rua Goiás. Esta tal garra deslocava muito lentamente e demorou um pouco para chegar à Rua Goiás. Ela passou direto. Eu então sabia que aquelas garras, pegavam aposentados para pedir informações. Eu voltei para o mesmo lugar em que estava. A Nathalia estava ali me esperando. A tal garra veio vindo novamente e me surpreendeu saindo de trás das folhagens de uma árvore. Mas eu consegui correr e voltei para a Rua Goiás. Era noite.

Wednesday, September 24

SEM SAIDA DO CAMPO DE FUTEBOL

Estava num local, que não sei onde era. Havia algumas pessoas por lá. Era um campo aberto. Nisto veio duas pessoas correndo em minha direção. Sai correndo, pensando que eles queriam me pegar. Mas eles correram mais que eu. Quando chegaram perto de mim, eles pararam de correr. Eu continuei correndo e parei um pouco mais adiante. Quando percebi, eu estava dentro de um campo de futebol, no meio do campo. Eu olhei e não vi ninguém. Nisto começou a chover forte. Eu corria pelo campo e não encontrava a saída. Estava anoitecendo.

Tuesday, September 23

INVESTIGANDO O INVESTIGADOR

Estava na porta da casa do Henrique. Eu pegava o equipamento para fazer a medição da qualidade do ar. Eu colocava o equipamento no carro e vi que a caixa com os impingers esta ao lado de uma criança, brincando com um carrinho. Eu olhei a caixa e disse a mim mesmo que eu não poderia esquecer a caixa ali. Sai de carro e fui até a cidade do Rio de janeiro. Eu trabalhava numa firma que investigava uma mulher. Eu fui até a casa desta mulher. A casa era uma mansão. A tal mulher estava deitada num sofá, onde ao lado deste, tinha uma espécie de canteiro bem fundo. Lá no fundo, tinha muito jornal embolado. Esta mulher pegou um fósforo, ascendeu e jogou ele para trás, caindo nos jornais velhos, Começou a pegar fogo. Eu tentei soprar, mas o fogo aumentava. Nisto a tal mulher levantou e disse que sabia que a gente estava investigando ela, e que na verdade, era ela que estava investigando a empresa que eu trabalho. Peguei uma panela que tinha ali e fui lá fora encher ela de água para apagar o fogo. Quando sai lá fora, chovia muito. A tal mulher já estava lá também. Ela disse que o fogo já tinha sido apagado. Nisto eu imaginei que o Silvério vinha no carro naquela chuva e que iria derrapar com o carro na rodovia. Eu tinha que avisar a ele, para ele não sofrer acidente.

Sunday, September 21

SUAS DESCULPAS, NÃO FORAM ACEITAS

Estava numa esquina, de duas ruas bem largas. Estava meio escuro. Havia algumas pessoas lá. Entre elas estavam o Sr. Ary, o filho e filha dele. E outras que não conheço. Nisto o filho do Sr. Ary veio até mim, para pedir desculpas por algo. Eu não aceitei as desculpas dele. O Sr. Ary então começou a me recriminar. Eu não dei importância ao que ele falava. Ele foi indo embora com os filhos, reclamando bastante.

Saturday, September 20

CACHORRO MINIATURA

Estava descendo a Avenida Antonio Olímpio, em direção à esplanada. Perto da Casa Nova locadora, veio um cachorro miniatura, do tamanho de uma caixa de fósforos, e tentava morder meu dedo do pé. Latindo muito. Eu continuei andando e ele continuou atrás de mim. Então, passei o pé por baixo dele e mandei-o longe. Ele caiu em cima de um muro e ficou latindo por lá. Quando cheguei à esquina, tinha outro cachorro, só que do tamanho normal. Ele também ficou tentando morder minha perna. Sai correndo atrás dele, ele fugiu pela Rua Pernambuco.

Friday, September 19

MIGUEL FALABELA VENDENDO LOTES

Estava nos trilhos da ferrovia, no bairro Niterói. Só que estava totalmente diferente do que é realmente. Tinha uma pessoa comigo. Ele disse que a gente iria comprar um terreno para construir casa. Saímos andando pela linha, até que vi uma rua estreita, toda cheia de lixo espalhado por quase toda ela. Fomos descendo aquela rua, e a pessoa que estava comigo, disse que os lotes eram ali. Eu disse que ali, era longe do centro. Fomos descendo a rua, até que chegamos num cruzamento onde saía uma rua à direita, já que a esquerda, era só mato. Sentado no meio fio daquela rua esta o ator da Rede Globo, Miguel Falabella. A tal pessoa que estava comigo disse que era o Miguel Falabella que estava vendendo os lotes. Fomos até o final da rua com lixo, que não tinha saída. Então esta pessoa me disse que compraria o lote ali. Eu disse por ali, tinha saída para o centro e era bem perto. O terreno era estreito, deveria ter uns 5 metros, mas o comprimento poderia ser o tamanho que a gente quisesse, pois ele era a própria rua com lixo. Eu perguntei quanto custaria. Ele disse que eram trinta mil reais. Eu afastei um pouco, para poder ver melhor o terreno e vi que no fundo tinha mato e passava o rio.

Thursday, September 18

PEGANDO ALMOÇO NO TRAILER


Estava numa rua do bairro Porto velho. As portas das lojas estavam fechadas com cimento. Eu vi quatro pessoas. Eu tentava correr e só conseguia ir bem devagar. Eu tinha no bolso da camisa, cartão de telefone, cartão de credito e outros documentos. Eu temia ser roubado por eles. Mas eles não me seguiam. Ainda assim eu tentava fugir, sem conseguir correr. Meu celular tocou. Eu não conseguia atender, a imagem da tela mudava todo instante. Eu consegui ver quem chamava. Era Gueds vip. Eu não conseguia ligar de volta. Eu tentei usar a calculadora do celular e não consegui. Depois eu estava num local, perto de um trailer. O Fernando estava lá dentro, para pegar o almoço. O dono do trailer perguntou para quem era. Depois ele me ligou. Eu o via e o Fernando pela janela do trailer. Ele me perguntou quem estava falando. Eu disse que era Thymonthy Becker. Ele disse que eu teria que tirar uma foto, para ter certeza que era eu. Nisto vi um pequeno galpão aberto, onde tinha uma mesa e uma pessoa com uma câmara fotográfica. Eu sentei na cadeira da mesa, para tirar a foto. Então pedi ao Fernando que pegasse meu boné, porque queria tirar a foto de boné.

Wednesday, September 17

MORANDO NO CARRO ESTACIONADO PARA APARECER


Eu estava numa esquina de uma rua, onde havia várias árvores no passeio, e estava meio escuro. Havia várias pessoas comigo, uma delas era o “Tarzan” que trabalhou comigo na RFFS/A. Nisto veio passando uma pessoa que trabalhava comigo e disse que era para eu ir lá fazer o jantar. Eu disse que não iria, pois a empresa não me pagava para fazer jantar de ninguém. Ele então disse que ia ficar sem comer nada. Nisto o Tarzan perguntou por que eu não iria. Eu disse que este colega meu, morava dentro do carro, que ficava estacionado em frente à casa dos pais dele. Então eu gritei para este meu colega, que já ia um pouco distante, que era para trazer o carro ate minha casa, e lá eu faria o jantar. Ele disse que não tirava o carro de lá. O Tarzan me perguntou por que ele morava no carro e não na casa dos pais. Eu disse que ele gostava de “aparecer”. fui para a casa da Dona Judit. Só que o quintal da casa estava diferente. Era grande e todo de terra batida. Eu estava no fundo deste quintal. Fui até um tanque grande que tinha lá. Ele era redondo e todo feito de tijolos. Estava com um palmo de água mais ou menos. Eu coloquei uma camisa e uma calça jeans lá dentro, para lavar. Depois sai e fui procurar um cabide. Voltei com o cabide até o tanque, peguei a camisa e sai procurando um local com sol, para ela secar. Tinha apenas um pequeno local que ainda batia sol. Eu peguei uma vassoura, coloquei dentro de uma lata de vinte litros, para ela ficar em pé, e pendurei na ponta o cabide. Nisto pensei que ate à hora de eu ir embora, a camisa estaria seca. Daí eu lembrei que a calça não daria tempo de secar. Fui ao tanque e peguei a calça jeans, mas ela estava toda molhada. Larguei-a lá e fui até a Dona Judit e perguntei se ela não tinha uma Bermuda para me emprestar, para eu poder ir embora. Ela disse que nenhum dos filhos dela tinha bermuda.

Tuesday, September 16

OS DESVIOS DO CAMINHO

Eu estava no centro da cidade e fui até o Santuário. Entrei no Santuário e sai do outro lado, como a gente faz comumente. Só que ao sair do outro lado, não tinha cidade. Era um descampado imenso, todo coberto por uma fina graminha e uma estradinha longa que perdia de vista. Eu segui por esta estradinha que parecia não ter fim. Quando cheguei ao alto de um morro, a estradinha virava à esquerda. Eu virei e já me encontrara na Rua Goiás perto da Cincal. Eu fui até o Santuário novamente, e lá na escadaria tinha quatro padres celebrando a missa. Eu parei ali e fiquei tentando entender como eu fui parar ali.

Monday, September 15

TESTE DE SABOR

Estava dentro de uma empresa. Havia uma mesa no centro do galpão. Estavam eu e o Gueds, Quem estava sentando a mesa era o Arizinho. Eu e o Gueds estávamos pegando um documento para conseguir um emprego numa outra firma. O Arizinho me pediu para preencher com meus dados pessoais. Eu disse que não tinha nada ali. Nisto chegou do meu lado, o Arizinho. Era dois. O que chegou do meu lado me perguntou sobre o emprego que eu fiquei de arrumar para ele. Eu disse que já estava com os papeis na mão, era só ele preencher tudo. Derramei em cima de uma mesa, várias coisas. Leite, leite moça, chocolate e outras que não lembro. Nisto eu fiquei passando o dedo, lambendo, para saber que gosto tinha a mistura. Havia uma mulher que estava lavando algo na pia. Ela me perguntou que porcaria eu estava fazendo ali. Eu disse que era teste de sabor.

Sunday, September 14

DIRIGINDO NA RUA GOIÁS

Estava indo pelo lado esquerdo da Rua Goiás, no sentido ao Porto Velho. Eu sabia que era a Rua Goiás, mas estava tudo diferente. As casas e comercio não eram como são atualmente. Eu subia o morro do Porto Velho quando veio descendo correndo um homem e atrás dele vinha outro correndo também. Eles passaram por mim. Eu procurava algo para comprar, mas não encontrava a loja. Quando cheguei à praça de cima, entrei à esquerda e de repente ficou noite e eu fui por uma ruazinha bem escura. Eu tentei voltar, mas não encontrava a Rua Goiás.

Saturday, September 13

BRIGA NA PORTA DA EMPRESA

Havia uma mesa grande, ao lado da entrada do portão de uma empresa. Eu e várias pessoas estávamos almoçando nesta mesa. Nisto chegou uma pessoa e começou a chamar meu irmão, o Tonhão, para uma briga. O Tonhão saiu da mesa e fui brigar com ele. Os dois davam murros um no outro, mas não acertavam, pois sempre se desviavam. Nisto eles foram entrando pelo portão desta empresa. Alguém disse que não podia entrar para brigar lá dentro. Mas eles continuaram e foram cada vez mais pra dentro da empresa. Chegaram na ETA, da Pains, onde eu já tinha trabalhado, quando tinha 17 anos. Era noite. Uma mulher me pediu para pegar uma amostra para ela no pavimento de baixo da ETA. Eu fui indo por um dos corredores do lado de fora, que tem lá. Quando cheguei à ponta de um destes corredores, vi um homem e um menino lá em baixo. Então o tal home começou a gritar “é ele” “é ele”. E começou a me atirar pedras. Sai correndo, dizendo que não era eu. Mas ele continuou a tacar pedras em mim. Nenhuma me acertava. Então desci uma escada tipo marinheiro, fui para o pavimento de baixo e fui procurar a entrada principal da ETA. Na frente da ETA, eu não conseguia ver qual caminho deveria seguir, pois tinha muitas árvores e ficava um pouco distante da entrada. Havia várias pessoas passando por ali. Eu fui indo, até que cheguei numa rua onde tinha um tijolo de cerâmica, em pé, no meio da rua. Nisto ouvi um estalo e o tijolo caiu. Sai correndo dali e desconfiei que pudesse ter sido um tiro. Nisto vi o caminho que dava ate a entrada da ETA. Quando fui seguir por este caminho, ouvi uma voz que eu já conhecia e não gostava de ouvir. Não entendia o que estava sendo dito. Olhei para o lado e vi um homem vestido tipo caubói, com bota, chapéu e dois revolveres na mão. Percebi que aquela voz era do homem que queria me matar. Sai correndo para dentro da ETA. Quando entrei disse para a moça que estava lá, que tinha um homem atirando em mim. Ela disse que sabia quem era e me perguntou se eu tinha trago à amostra que ela pediu. Eu procurei e a amostra estava no bolso da minha camisa. Eu entreguei a ela a amostra e fui ate a porta, abri devagarzinho, para ver se o tal homem tinha ido embora. Quando abri um pouquinho, ele deu outro tiro, acertando o beiral da porta. Fechei a porta e disse para a tal mulher, que ali ele não me acertava.

Thursday, September 11

UMA MULHER

Estava num quarto, que não sei onde era. Havia uma cama e uma mulher, que também não conheço. Nisto veio entrando três pessoas. Eu então abracei a tal mulher e caímos na cama. Eu fiquei por cima dela, escondendo o rosto dela para que as pessoas que entraram não a vissem. Nisto eles entrara e saíram por outra porta. Um disse que aquilo estava parecendo um motel.

VOZES NA MADRUGADA

Eu estava num local, que parecia um grande jardim na entrada de uma empresa. Era todo murado. Havia apenas o portão de entrada, mas não havia portão, só o vão deste. Eu estava ali dentro, usando apenas uma cueca boxer amarela. Era de madrugada. Eu ouvia vozes. Então fui até lá fora, ver se tinha alguém ali. Vi um orelhão do outro lado da rua, debaixo de um poste de luz, que era a única luz que havia ali. Eu segurava algo não mão, que parecia um papel dobrado. Tive a sensação que uma mulher estava perto do orelhão. Mas não a vi. Fiquei com medo de ter algum assaltante ali, e pensar que em minha mão tinha dinheiro. Sai andando na frente deste jardim, quando por traz do muro, vi que ao lado deste, tinha uma espécie de quadra de futebol de salão. Era dali que saía às vozes. Mas não vi ninguém. Imaginei que fossem as pessoas que estavam esperando o dia amanhecer para vir procurar emprego. Fiquei com medo de serem ladrões também. Então voltei para o jardim de onde estava. Quando passei pelo portão, não consegui andar. Cai de joelhos e fui andando de joelhos muito lentamente. Fui tentando me afastar o máximo do portão e me escondi atrás da primeira árvore que tinha ali.

Tuesday, September 9

ATAQUE DAS VACAS NA LOJA DE ROUPA

Eu estava no centro da cidade. Havia algumas pessoas andando para um lado e outra. Nisto vieram correndo algumas vacas. Elas começaram a atacar as lojas de roupas. As pessoas começaram a fechar as lojas, mas as vacas derrubavam as portas e batiam com a cabeça nas prateleiras derrubando as roupas. Sai correndo dali, fugindo das vacas. Nisto cheguei à minha casa e fui ate a cozinha. Havia algumas vasilhas em cima da pedra da pia. Então vi que três mosquitos andavam por entre as vasilhas. Eu então bati neles para matá-los. Mas eu não os vi para onde foram. Depois vi os três andando novamente. Eu peguei um copo com água para jogar neles. Quando joguei a água, parecia que eu tinha jogado um balde grande, de água. A água bateu na parede, encheu a pia e a quantidade foi tanta, que retornou e molhou meus pés.

Monday, September 8

VENDO DE OLHOS FECHADOS

Estava no computador que fica na copa. Nisto ouvi alguém abrindo a porta de entrada. Eu fui ver quem era. Mas meus olhos não abriam de jeito nenhum. Eu fazia muita força e não conseguia abri-los. Eu sabia que a Nathalia estava vendo TV. Então escondi meu rosto atrás da tela do computador, para que não visse que eu estava cochilando, pois não conseguia abrir os olhos. Depois tente mais uma vez, ver que tinha entrado. Fiz muita força, mas não via nada. Daí eu consegui ver com os olhos fechados, através das pálpebras, Vi o Fernando tirando a carteira do bolso e a Nathalia sentado no sofá. Eu fiquei pensando porque o Fernando tinha voltado. Fiquei fazendo força para abrir os olhos, até que consegui.  Fui para o bairro esplanada. Havia muita gente lá. Nisto veio a Denize, madrinha de meu filho, e me deu um abraço, dizendo que tinha acabado tudo. Ao abraçá-la, eu a apertei junto ao meu corpo. Ela se afastou dizendo que eu estava querendo me aproveitar dela. Eu disse que uns abraços não faziam mal algum. Ela saiu e foi embora.

Sunday, September 7

BATENDO CARRO NA POEIRA

Estava num local, que não sei bem onde era. Havia duas pessoas do meu lado. Nisto eu sai correndo e estava neste caminho, sentado, o Henrique, marido da Jaqueline. Eu e ele não nos falamos. Quando eu passei por ele, ele me cumprimentou e disse que eu estava certo no que fazia. Mas ai, já não era o Henrique e sim, o Vitinho, meu irmão mais velho. Eu não disse nada, passei por ele e continuei andando. Depois peguei  um carro e sai por umas ruas que não sei onde ficam. Parecia um bairro que estava sendo formado, pois não havia casas, apenas as ruas. Eu dirigia indo de uma rua à outra. Fazia muita poeira, pois eu corria bastante. Nisto, ao entrar na poeira que eu mesmo tinha feito, não vi nada e o carro saiu da rua e bateu numa árvore que tinha no terreno ali. Sai lá de dentro rindo, não tinha sentido nada. Não havia ninguém por perto.

Saturday, September 6

BICHOS QUE EXPLODEM

Estava num local, que não sei onde era. Estava eu e mais duas pessoas. Nisto começou a nascer do chão, alguns bichos estranhos. Eles tinham corpos de todas as formas. Assim que iam nascendo, eles atacavam a gente e tentavam nos morder. Nós saímos correndo de um lado para outro, pois não vimos porta nem janelas. Eles continuavam a nascer e correr atrás da gente. Quando eu pisei em um deles, explodiu debaixo de meu pé. Queimou e doia muito.

Friday, September 5

O MAIOR "MICO" DO MUNDO

Eu estava andando por uma rua. Minha mão estava torta. Ai sai correndo e mexendo com as mãos, para que as pessoas vissem que eu não tinha nada na mão. Cheguei à casa da minha mãe. Fui até o quarto dela. Meu pai, minha mãe e mais uma pessoa, estavam deitados no chão. Era noite. A gente ia mudar e meu pai já tinha adiantado e desmontado sua cama. Alguns de meus irmãos estavam em pé no quarto conversando. Eu perguntei se alguém queria adiantar e desmontar a cama também. Eles disseram que ia levar ela montada mesmo. A gente fazia a mudança a pé. Então eu disse que era preciso dois para carregar a cama. Imaginei eu e outro carregando a cama pela rua. pensei que seria o maior "mico" do mundo.

Thursday, September 4

SEM PORTAS NEM JANELAS

Estava eu e o Gueds, num local que seria uma empresa. Nós íamos fazer uma medição da qualidade do ar. Sai carregando o equipamento. Nisto cheguei perto de um túnel. Eu entrei neste túnel bem apertado, que era bem curto, Nisto sai numa sala grande onde não tinha nada. Eu já não carregava nenhum equipamento e sim, uma prancheta. Eu andei pela sala, olhando as paredes. Depois de dar a volta, não vi mais a porta de saída. Eu estava fechado dentro daquela sala que não tinha porta nem janelas. Nisto então imaginei que alguém tinha me seqüestrado e me prendido ali.

Tuesday, September 2

APRESENTANDO O FLIT

Estava em uma casa. Havia algumas pessoas numa sala. A Nathália veio com uma garrafa de suco de uva e ofereceu para meu colega de serviço, o negão. Nisto veio uma pessoa e me perguntou se eu iria apresentar o flit. (Não tenho idéia do que seja isto). Eu disse que não daria tempo mais. Sai por uma porta e fui embora.

Monday, September 1

O TÚNEL BRANCO

Estava num local, que pareciam túneis que tinham a largura de um metro mais ou menos, era todo branco. Eu andava em pé neste túnel, que deveria ter uns dois metros de altura. Devido ele ser todo branco, estava bem clarinho. Eu andava por ele, quando ele se dividiu em dois e eu fiquei na duvida qual seguir. Resolvi pegar o da esquerda. Ele foi ficando cada vez mais branco, eu já quase não conseguia ver.