Friday, October 31

ESCORREGANDO DE BUNDA


Estava num local, que parecia uma cozinha, mas não tinha nenhum móvel lá.
Havia várias caixinhas de ovos, e cada uma tinha quatro ovos. Eu peguei uma destas caixinhas e saí dali. Cheguei num local, peguei uma vasilha e quebrei os quatro ovos lá dentro. Depois fui para outro local. Daí, eu percebi que um ovo ficou boiando nos demais. Eu olhei e vi que ele estava podre. Então eu fui voltando para o local onde tinha pagado os quatro ovos, para pegar outro. No caminho eu fiquei pensando que não tinha pagado os quatro primeiros ovos que tinha pegado. Então eu não podia pegar mais. Daí, eu fiquei pensando que eu pagaria depois, porque não tinha ninguém lá para receber. Fui para um local, que parecia um terreno sem construção nenhuma. Eu estava no alto de um pequeno morro e havia duas pessoas comigo. Estas duas pessoas desceram este morro, por um caminho que era bem difícil de descer, porque era quase um paredão. Eu então procurei outro local para descer. Fui caminhando ate que achei um aceso mais fácil e fui descendo por ele. Mesmo sendo mais fácil, eu escorreguei, cai e fui descendo escorregando de bunda. Cai num local bem grande, parecendo uma cozinha muito grande. Tinha uma mesa bem grande e sentada à mesa, havia várias mulheres. Elas falavam do trabalho voluntário que faziam para arrecadar dinheiro para os pobres. Elas vendiam rapadura. Elas estavam comendo alguma coisa. Eu fiquei pensando que elas nem me ofereceram algo para comer. Depois imaginei que deveria ser o jeito delas, de não oferecer nada a ninguém. Nisto veio a Nathalia e deu um cutucão nas minhas costas. Eu levei um susto e fiquei com as costas doendo. A Nathalia ficou rindo.

Thursday, October 30

FORMANDO NA 4ª SÉRIE


Sentei orgulhoso na mesa da professora, para tirar esta foto. Tinha dez anos, estudava no Grupo Escolar Padre Matias Lobato. Primeira escola de Divinópolis, construída em 1917. Eu estava na 4ª série. No final deste ano, ganhei da minha professora Clarisse Amaral, um álbum de figurinhas com as figurinhas encartadas no centro do álbum, claro. Rsrsrsrsrsr. Era só destacar e colar. Ganhei devido ao bom comportamento que tive durante o ano. Eu era estudioso. Rsrsrsrsrsr. Na verdade ela deu um álbum igual para uns 20 alunos, mas, importante que eu ganhei. Neste mesmo ano, me formei na 4ª série, com a média “5”, que era o mínimo para aprovação. Importante que formei. rsrsrsrsrsr.

Wednesday, October 29

PULAR PARA VOAR E CAIR LENTAMENTE

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.

Sunday, October 26

ANDANDO 1.200 QUILOMETROS


Estava numa rua de uma cidade. Havia várias pessoas passando por ali. Eu estava de bermuda e sem camisa. Eu carregava uma prancha de surf. Eu procurava pelo mar. Quando perguntei a uma pessoa que passava, para onde estava o mar, ela me disse que ficava a 1.200 quilômetros dali, e que eu deveria andar muito ate chegar lá. Esta pessoa então me mostrou uma estradinha e disse que era para eu seguir por aquela estrada que chegaria lá. Eu fui indo pela estrada, e pouco depois cheguei ao alto da subida da estrada e vi o mar lá em baixo. Fiquei pensando, se já tinha andando 1.200 quilômetros.

Saturday, October 25

FLUTUANDO COM A BARRA NA MÃO

Eu estava num local, onde havia uma montagem com barras de ferro, formando um retângulo grande. Havia dentro deste retângulo, algumas barra de ferro, de um metro mais ou menos. Havia um menino que estava numa destas barras, de cabeça para baixo. Os pés dele ficavam na barra, como se fosse uma ima. Numa outra barra um pouco maior, havia de um lado dela, escrito a palavra “children”. Eu segurei a barra e uma criança segurou do lado que estava escrito children. Então nós saímos flutuando. Mas não fomos muito alto, parecia que estava pesado demais. Eu disse para esta criança, que aquela barra fazia a gente flutuar, mas não estava conseguindo com nos dois. Depois de flutuar um pouco, voltamos até a armação, aonde chegou um homem e pegou a barra e saiu com ela, dizendo que ele iria voar.

Friday, October 24

A CHUVA. OS CEM REAIS E A GOSTOSA DA JAQUELINE

Estava no bairro esplanada. Na rua da casa da minha mãe. Nisto começou a chover muito forte, todos saíram correndo. Mas a enxurrada virou um rio na rua. Uns bichos grandes que passavam neste rio tentavam morder a gente, que estava nadando, tentando chegar às grades das casas.
Tinha duas pessoas jogando baralho. Eu fui até o caixa para pagar algo. O homem do caixa disse que eram 20 reais. Quando abri a carteira ele tirou o dinheiro de dentro dela. Ele pegou duas notas de cem reais e deixou cair uma de vinte. Eu então disse: “O companheiro, olha direito ai”. Ele então me devolveu as duas notas de 100 reais e pegou a de 20 reais que tinha caído. Nisto eu fui para trás de um tapume e vi um rolo grande fios elétricos. Então eu disse para uma pessoa que estava ali, que era só ligar, porque com certeza estava tudo funcionando.
Nisto veio a Jaqueline. Eu então pedi para ela assinar o cheque que ela tinha me passado, porque tinha se esquecido de assiná-lo. Enquanto ela assinava, fiquei olhando-a, porque ela tinha feito lipoaspiração e colocado silicone. Eu queria ver ser ela tinha ficado “gostosa” mesmo. Depois ela assinou o cheque e saiu. Então fiquei pensando se ela não estivesse ali também, como eu pagaria as compras com um cheque sem assinatura. Depois eu fui para um local, onde tinha um papagaio. Eu tentei pegá-lo e ele tentou me bicar.

Thursday, October 23

QUADRADO DENTRO DO QUADRADO


Estava num local, que era uma construção quadrada, bem grande. Havia uma rampa que descia dentro destro quadrado. Lá dentro, havia várias divisões também quadradas. E havia uma rampa em cada uma destas divisões. Tinha dois andares cada uma destas divisões. Eu estava na rampa que descia aos quadrados menores. Estes quadrados menores havia dentro deles água bem suja de barro, tipo água de rio depois de chover muito. No centro de cada quadrado havia uma haste que terminava dentro desta água e fazia-a girar. No andar de cima, vi algumas crianças. Uma mulher chegou ao meu lado e me explicou que aquelas crianças trabalhavam ali. E que na parte de baixo, trabalhava homens. Nisto as crianças começaram a subir a rampa, deixando o local onde estavam. Esta água suja começou a subir e encobriu até o local onde as crianças trabalhavam. Eu então perguntei a tal mulher, se os homens que trabalhavam lá em baixo não iam subir, para que não se afogassem. Ela então me disse que não precisavam, eles seguravam o fôlego até a água baixar novamente. Mas estava demorando muito para água baixar, então eu disse a tal mulher, que era impossível eles ficarem segurando o fôlego tanto tempo. Mas ela me disse que eles já estavam acostumados.

Monday, October 20

ACHANDO DINHEIRO EM CASA

Estava num local, que parecia o quintal de uma casa. Nisto chegou o Ricardo, irmão do Eduardo, e me disse que tinham ligado do SPC, me procurando, dizendo que era algo a respeito da GE. Eu então disse que não sabia de nada sobre GE, e que quando ligassem novamente, era para dizer que eu não morava mais ali. Pois eu não morava mesmo. Nisto ele me levou até o fundo da casa, onde tinha várias caixas de papelão empilhadas. Nós fomos subindo nestas caixas, pois ele iria pegar algo para me mostrar. Tinha um poste de luz que ficava ali ao lado das caixas. Eu então disse para o Ricardo, que era só imaginar que a gente estava numa escada que ela aparecia. Nisto eu imaginei uma escada no poste e então ela apareceu e eu estava nela. Era uma escada feita de galhos de árvores. Ela ficava balançando muito. Depois fui para o centro e depois para o bairro Esplanada. Estava anoitecendo. Quando atravessei a linha, vi que um homem vinha me seguindo. Eu andava bem rápido, para chegar logo na casa da minha mãe. Pois estava com medo de ser assaltante. Mas ele vinha mais rápido que eu. Então vi que ele estava de patins. Sai correndo e atravessei a rua. Ele atravessou também e quando ia se aproximando de mim, entrei na casa da minha mãe. Ele passou direto. Sai e entrei numa casa. Que parecia casa desta que tem na roça. Toda cheia de planta em volta. Eu estava no quintal desta casa, e tirei dos bolsos um monte de nota de 20 e 50 reais. Eu contava as notas, pois precisava de 386 reais para depositar, pois o cheque iria entrar no dia seguinte. Mas vi que não seria suficiente o que eu tinha. Então disse para a dona Judit, que teria que ir buscar mais. Ela ficou com medo de eu ir sozinho e disse que iria ficar me olhando. Eu segui por trás da casa, onde tinha plantas dos dois lados. Nisto passei pelo Israel, que estava jogando Golfe. Cheguei num local onde tinha quatro bichos, tipo este que ficam na folha de couve, que eram de ouro. Quando fui pegar, um deles começou a mexer. Então eu lembrei que alguém havia dito que eles se transformam em bicos de verdade, quando ficam jogados no chão. Então decidi não pegá-los e fui embora.

Sunday, October 19

NA LAJE COM OS CACHORROS


Eu estava subindo em uma laje, juntamente com uma pessoa. A laje da casa vizinha era um pouco mais baixa de um lado de onde estávamos subindo. E mais alta do outro. Quando acabei de subir, dois cachorros pequenos que estavam na laje vizinha, vieram latindo em nossa direção, Saímos andando Pela laje, mas os cachorros, ao invés de subirem na nossa laje, vieram andando pela laje de onde estavam; sempre vindo em nossa direção. Daí, quando parei perto de uma torneira que tinha ali, os cachorros ficaram tentando subir na nossa laje, mas ali era alto e eles não conseguiam. Então eu peguei uma garrafa pet de 2 litros, só que ela tinha uns 50 centímetros de comprimento. Comecei a enchê-la de água e vi que ela estava furada. Então disse para a pessoa que estava ao meu lado, que tinha que ir buscar outra, sem deixar o cachorro pegar a gente.

Friday, October 17

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.

Thursday, October 16

O FANTASMA DO PRÉDIO


Estava no apartamento que já morei há muito tempo. Era noite e estava chovendo. Eu estava dormindo e acordei com o vento batendo a janela do quarto do Fernando. Então eu fui fechar a janela, e quando cheguei lá à janela estava fechada. O Fernando dormia no berço. Voltei e disse para a Iara que os fantasmas do prédio tinham fechado as janelas. Deitei novamente, mas continuava sentindo o vento e chuva lá de fora, que entrava por alguma janela e me atingia. Então, quando fui levantar, para fechar a tal janela.

Tuesday, October 14

PEIXE COM CARA DE JACARÉ QUE NADAM NO AR

Estava na rua da casa da minha mãe. Numa bicicleta. Minha mãe estava na garupa. Atrás de nós vinha um peixe que nadava no ar. Era como se fosse o cachorro seguindo a gente. Eu ia em direção ao Divinópolis Clube. De repente, a gente estava nesta mesma rua, só que era debaixo d’água. Mas a gente respirava normalmente. Nisto vimos dois peixes grandes com cabeça de jacaré. Eu fiquei com medo deles atacarem a gente. Eles vinham no sentido contrário, mas passaram por nós sem fazer nada. Mais adiante vi outro peixe igual, só que este veio tentando nos atacar. Eu pedalava a bicicleta o mais rápido que podia. Mas não conseguia me afastar muito do peixe jacaré. Sai da água numa rodovia, carregando nas costas o painel que eu uso no trabalho, para medir a qualidade do ar. Eu deslizava rapidamente pela rodovia, como se tivesse patins nos pés. Quando passei por uma casinha, sabia que era ali que eu tinha que ir, mas não consegui parar. Depois vi dois homens na beira de um rio e um monte de areia. Então fui em direção ao monte de areia, para poder parar. Parei. Voltei até aquela casa, que era onde eu deveria fazer a medição da qualidade do ar. Nisto meu chefe chegou e disse que me acompanharia no trabalho. O dono da casa ligou para uma pessoa, para saber se já estava na data de fazer a medição. Eu disse a ele que seria dezembro, mas as empresas estavam adiantando, para poder diminuir as despesas de dezembro. Ele conversou no telefone e depois me mandou fazer a medição. Na entrada da casa, tinha dois telhados pequenos de um lado e doutro da porta. A entrada da porta mesmo, eles não cobriam. Tinha uma escadinha ali, que eu deveria subir e acessar um dos telhados. Eu subi. Mas não dava altura suficiente e uma mulher que estava em cima deste telhado, ficava puxando meu braço, para eu subir, Mas eu temia cair e não conseguia tirar os pés da escada.

Monday, October 13

MORDIDA NA BUNDA


Estava em meu quarto. Estava chovendo e ventando muito. Eu fechei a janela, mas deixei um pouco aberta, para ventilar. Mas o vento soprava muito o cobertor que eu tinha como cortina. Nisto entrou a Nathália e outras duas pessoas. Eu disse que estava só de cueca, mas entraram assim mesmo. Eu então peguei um cordão amarrei no cobertor e depois amarrei a outra ponta numa bicicleta que estava ali, para que o vento não o tirasse da janela. Depois sai, mas ai já estava com calça e camisa. Fui indo pela Rua do Porto Velho que sai no pontilhão do bairro Esplanada. Um menino chutou uma bola na minha frente, Ela pegou no paralelepípedo na minha frente, voltou e bateu no paralelepípedo do outro lado. E foi ficando assim umas quatro vezes, lá e cá, bem na minha frente. Nisto um menino pegou a bola. Eu cheguei ao pontilhão, quando estava atravessando o mesmo, cruzei com um casal. O homem trazia um cachorro em uma coleira e outro pequeno que os acompanhavam. Quando passei por eles, o cachorro que estava na coleira, voltou tentando me morder. O homem não conseguiu segurá-lo e ele mordeu minha bunda. Mas mordeu foi o bolso da calça jeans. Eu não conseguia tirá-lo dali. Nisto pensei em chegar de costas na beirada do pontilhão, assim o cachorro ficava pendurado e cairia lá em baixo.

Sunday, October 12

O PÁSSARO E A MAÇA

Eu estava num local cheio de árvores, Havia um pássaro voando por entre estas árvores. Este pássaro tinha o tamanho de uma criança de uns dois anos. Ele voava com uma maça no bico e cantava uma musica que não lembro qual era. Nisto eu peguei um arco e flecha, e atirei em direção a este pássaro. A flecha pegou na maça, arrancando-a do bico dele e trouxe a maça ate mim. Eu peguei a maça para comê-la. Nisto o tal pássaro desceu e começou a me xingar, por eu ter pego a maça. Só que ele xingava cantando também. Nisto chegou uma mulher que seria minha mãe. (na verdade era uma pessoa que nunca vi). Ela começou a gritar comigo, me mandando devolver a maça ao pássaro. Eu devolvi. Nisto chegou outras três mulheres e as quatro começaram a dançar o “cam cam”

Saturday, October 11

PASSANDO ROUPAS NO CANTO DA LINHA


Estava numa casa, que ficava no bairro Esplanada. Eu e mais algumas pessoas. A gente estava almoçando. Nisto saímos para o canto da linha, e fomos de carro. Mas era só atravessar a rua. Levamos uma mesa e alguém disse que a Vanessa (que não imagino quem seja) levaria o resto. Eu então disse que iria passar roupas ali, usando aquela mesa. Havia dois homens, que eram gêmeos. Eles ficaram de trazer a roupa, mas iam colocar no carro. Então eles vieram de carro. Só atravessaram a rua, porque a gente estava do outro lado da rua, no canto da linha. Eu pedi para parar o carro perto da mesa, porque assim ficava mais fácil para mim.

Friday, October 10

ENGATINHANDO NOS CACOS DE VIDRO



















Eu e o Gueds estávamos andando por uma rua. Eu ia andando como criança, de gatinho. (Engatinhando) Nisto passamos por uma loja cuja porta de vidro estava toda quebrada. Eu continuei andando por cima dos cacos de vidro. Quando chegamos numa esquina, eu fiquei pensando porque até ali tinha vidros. Nisto um pedaço de vidro entrou no meu dedo. Eu não senti dor. Fui então e retirei o pedaço. Mas ficou um pedaço dentro do dedo. O Gueds então puxou e saiu um pedaço de vidro de um centímetro mais ou menos. Sai limpando o dedo, que não saiu sangue.

Thursday, October 9

LAVANDO O PASSEIO COM UMA MANGUEIRA DE ÁGUA.

Eu estava numa rua, lavando o passeio com uma mangueira de água. O passeio estava cheio de folhas e eu ia jogando água para tirar as folhas. Nisto, quando cheguei numa esquina, a mangueira não vinha mais. Quando olhei, ela estava presa nos fios da Cemig. Alguém pegou um bambu e fui tirar a mangueira dos fios. Eu fiquei olhando e esperando ele terminar de tirá-la.

Wednesday, October 8

EM CIMA DE UM ÔNIBUS, DESTE BEM ANTIGO.

Estava em cima de um ônibus, deste bem antigo. Ele estava parado em cima dos trilhos da ferrovia que divide o Centro da Esplanada. Em cima deste ônibus tinha uma grade alta de proteção, contornando todo ele. Eu estava pendurado, balançando nesta grade. Não passava carro e nem pessoas. Nisto a Rita chegou com uma criança de uns dois anos. Ela me deu um envelope e disse que era o dinheiro que ela estava me devendo. Eu disse que nem lembrava mais daquele dinheiro que seria para eu pagar o aluguel. Nisto o ônibus começou a andar, saindo de cima dos trilhos. Eu disse para a Rita que aquele ônibus andava no sentido contrário, que ele iria pela Rua Sergipe e passava em frente à casa dela, na Rua Mato grosso. (Na verdade, ela mora no Porto Velho). Nisto a criança desceu do ônibus e começou correndo, subindo a Avenida Antonio Olímpio. A Rita desceu e foi atrás dela. O ônibus fez a manobra e parou naquela ruazinha que vai dar em baixo da ponte que liga o bairro Esplanada ao centro. O Motorista desceu e disse que só iria sair no horário correto. Eu continuei pendurado na grade, em cima do ônibus, balançando.

Tuesday, October 7

ENTÃO VI UMA MULHER DE VESTIDO LONGO E VERMELHO

 Eu estava no bairro esplanada. Só que numa espécie de praça bem grande e redonda, onde não havia nada e o chão estava coberto de folhas. Eu estava de bruço neste chão e andava muito rápido, usando apenas as pontas dos dedos das mãos e dos pés. Era bem rápido mesmo. Eu ia de um lado a outro em segundos. Depois eu olhava para cima, via onde não tivesse fios de eletricidade e dava um pulo, tentando voar. Mas eu subia só uns cinco metros e caia novamente no chão. Continuava andando daquele jeito. Nisto vi minha avó, mão de minha mãe. Fui até ela. Ela começou a me bater com o cabo do guarda chuva que carregava nas mãos. Eu a peguei pelos pés e joguei-a para cima, para que ela voasse. Ela deve ter ido a uns 10 metros de altura e desceu lentamente onde eu estava. Eu fui tentar jogá-la novamente e ela começou a me bater novamente, com o guarda chuva. Sai dali e fui embora. Andei um pouco e pude ver o sol se ponto no horizonte. Então vi uma mulher de vestido longo e vermelho. Ela jogava os cabelos de um alado a outro do pescoço. Eu fui até lá para vê-la de perto. Quando cheguei perto, vi que era um holograma de uma mulher. Tinha ela do tamanho natural, e várias outras pequenininhas, como se fossem retratos.

Monday, October 6

CAINDO NO MONTE DE TERRA


Eu estava num trabalhando num local onde havia dois montes, bem alto, de terra e duas lagoas de lama. Eu estava entre os dois montes de terra. Sai andando dali e não conseguia abrir os olhos direito, porque o sol estava batendo direto neles. Quando vi eu estava andando sobre um lamaçal. Eu tentava ver se ninguém estava me olhando. Sai para procurar meu armário na empresa, para trocar a botina. Mas eu não conseguia ver direto. Nisto cheguei ao galpão onde ficaria meu armário. Uma rua estreita passava ao lado dele. Nisto veio um carro e algumas pessoas que estava ali começaram a dizer que ele estava na contra mão. Mas ele seguiu assim mesmo. Eu então segui o carro que subia esta rua que era bem íngreme. Chegando lá em cima, eu peguei outra ruazinha à esquerda e logo adiante vi um homem e uma mulher ao lado de alguém que estava em uma moto, em cima do passeio. Eu olhei o tal homem e lembrei que ele tinha atirado em alguém e a policia não prendia ele, eu não sabia por quê. Quando fui passando por eles, vi que na beira do passeio tinha uma arma de fogo. Imaginei que fosse deste homem e que, ele sabendo que eu tinha visto, poderia querer atirar em mim. Fui rapidamente e virei na primeira rua à esquerda. A rua era uma descida muito forte. Eu comecei a descer, sem que andasse, fui escorregando como se estive de patins. Então ouvi uma mulher gritar “assassino”. Depois ouvi um tiro e outra pessoa dizendo “covarde”. Eu descia aquela rua rapidamente, olhando para trás, com medo de o tal homem me seguir. Nisto veio o final da rua e não conseguia parar. Então passei do final e sai no ar e vi lá em baixo, os dois montes de terra e as duas lagoas de lama, onde eu estava trabalhando. Eu fui caindo muito rapidamente e cai no monte de terra. Bati os pés primeiro e ele esparramou terra pra todo lado. Eu fiquei sentado e pensei se eu estava vivo ou tinha morrido na queda. Depois fiquei mexendo os pés, para ver se não tinha quebrado a coluna. Então, coloquei as mãos para trás, apoiando-a na terra e fiquei ali parado.

Sunday, October 5

CARRINHO DE MÃO NO PEDÁGIO

Estava deitado num banco, tipo este de praça. Nisto veio um carrinho de mão, deste de pedreiro e aproximou-se de mim. Ele andava sozinho e fazia movimentos como se pudesse ver. Ele ficou tentado me tirar do banco onde eu estava. Eu fiquei em pé no banco e o carrinho foi embora. Eu sabia que aquele carrinho era do Bart Simpson (do desenho da TV). Sai dali e fui até uma lanchonete, que ficava num local onde não havia nada. Eu queria saber da moça que atendia, se eu podia comprar três sanduíches para pagar com o cartão, só no dia 11. A moça ia de um lado a outro, mas não me atendia. Nisto chegou a Nathalia me pendido também um sanduíche. Depois apareceram umas quatro pessoas. A moça foi atendê-los, mas não vinham falar comigo. Os sanduíches eram para eu levar para o trabalho. Fui embora dali e encontrei o Gueds. Chegamos numa cidade a trabalho. Ficamos num hotel que parecia uma casa destas da roça, onde a terra era batida. Saímos dali e fomos numa casa vizinha. Nisto uma mulher chegou perto de mim e começou a me abraçar e beijar. Deitamos no sofá. Isto na sala e na frente dos pais dela. Eu fiquei a beijando até que ela começou a tirar a roupa. Eu me recusei a tirar a roupa na frente dos pais dela. Ela disse que eles não importavam com isto. Mas eu não quis. Então saímos dali para um quarto. Então pensei que aquilo poderia ser um golpe para ela me processar e pedir indenização. Decidi ir embora. Ela pegava terra no chão e jogava em mim e xingava muito. Quando cheguei ao hotel, que era ali do lado, o Gueds já estava lá, sentado numa escada. Pedi a ele para irmos embora logo, senão eu poderia ter problemas com a tal mulher. Ela continuava atrás de mim e me jogando terra. Fui indo embora, atravessando a rodovia, em direção a um pedágio que tinha ali. Era a Rita que tomava conta do pedágio. Veio um carro da polícia e mandou-me sair da pista. Eu segui andando pela lateral e vi a cancela do pedágio fechando. Quando ela fechava, não cobrava pedágio. Ela abria aleatoriamente. Mas um carro passou com a cancela fechada, na pista onde se pagava o pedágio, e não na outra. Eu pensei que a Rita nem teria visto mesmo, pois ela é muito desligada. Nisto, indo por trás do pedágio, cheguei num pequeno galpão Lá tinha um fogão e uma pequena caldeira. Tinha umas quatro pessoas lá dentro. Eu perguntei onde era ali. Um homem me disse que era o Bairro, Santos Dumont. Eu então disse que o bairro, Santos Dumont, ficava do outro lado da cidade. Ele disse que ali também era, Santos Dumont. Ele disse que o bairro era muito pobre e ninguém tinha nada. A água quente para tomar banho vinha dali e a comida de todos do bairro também, A energia não tinha. Nisto veio uma pessoa da empreiteira da rodovia, levando um carrinho de massa de concreto, que eram para aumentar o fogão, e assim eles fariam mais comida. Ele colocava a massa dentro de um saco plástico e o tal homem colocava esta dentro da estrutura do fogão, fazendo assim os buracos do fogão a lenha. Nisto chegou um colega meu, que trabalhou comigo na Rede Ferroviária. Ele entregou algo para um menino, que deveria ser o filho dele. Disse que era para ajudar na casa. Eu fiquei pensando que aquele colega meu, tinha aposentado e ganhava muito bem, e como ele foi para ali, onde tudo era tão pobre. Nisto dei thyal para o pessoal e fui para a cabine de pedágio, pois eu precisava falar com a Rita. Desci um morro bem forte e fui para a cabine, pelo outro lado.

Saturday, October 4

PREENCHENDO O CHEQUE


Estava num salão onde estava sendo preparado para uma festa. Eu estava ao lado de uma mesa grande, onde uma mulher estava arrumando os doces na mesa. Eu tinha que pagar a esta mulher 45 reais. Eu abri minha carteira e só tinha uma nota de cem reais. Eu fui até o Cândido que estava sentado num sofá, e pedi a ele para trocar para mim. Ele me deu uma folha de cheque. Eu coloquei no bolso da minha camisa, fui até um quarto e me deitei. Quando estava quase dormindo levantei assustado porque não tinha pagado a tal mulher. Quando sai do quarto, eu tropecei e o cheque caiu de minha mão. Caído no chão, fui tentar pegá-lo, mas passou alguém e sem perceber chutou o cheque. Ele foi para no monte de lixo. Uma mulher passou e quase chutou ele novamente. Eu pensei que se ele se misturasse ao lixo, eu não o acharia mais. Mas consegui pegá-lo. Voltei ate aquela mesa, fui preencher o cheque. O Cândido ficou ao meu lado. No lugar onde eu deveria colocar o valor numérico do cheque, coloquei a letra “Q”. Eu comecei a escrever o extenso no lugar do valor. Eu despistei, porque o Cândido estava olhando, como se fosse a caneta que não estivesse escrevendo direito. Sai dali e fui para a Rua Rio Grande do Sul, onde moro, até que cheguei à porta da Casa do fazendeiro. Havia ali uma moto de quatro rodas, Eu lembrei que já tinha visto aquela moto andando de ré pela rua. Nisto o motoqueiro subiu nela e saiu em disparada, de ré, rente ao canteiro central da Rua Goiás. (Na verdade, a Rua Goiás tem canteiro central só mais acima) Ele ia muito rente e de repente a roda pegou no canteiro central e a moto capotou indo parar do outro lado. As pessoas que estavam na porta da Casa do Fazendeiro, só ficaram olhando, e nada fizeram. Eu também só fiquei olhando. Nisto um disse que ele tinha capotado em frente ao carro de polícia que estava parado ali. Eu olhei e vi o carro da policia. Mas os policiais não saíram do carro e eu não vi o motoqueiro se levantando também. Fui para uma outra rua, que seria a rua da casa da minha mãe, mas estava um pouco diferente. Havia algumas mulheres que estavam forrando a rua com os tais “santinhos” de propagando política. Elas já tinham coberto quase toda a rua, Eu andava por cima destes panfletos, quando senti que um bicho andava em meu rosto. Limpei o rosto e ele voltou a andar novamente. Tirei os óculos de sol que eu usava, para limpar melhor o rosto. Nisto a claridade não me deixava abrir os olhos.

Friday, October 3

JORNAL DO JÓ SOARES

Eu estava no passeio de uma rua que não sei qual era. A rua era bem larga. Estava meio escuro. Havia uma banca de revistas ao meu lado. Eu peguei um jornal, que era do Jô Soares, entrevistador da Rede Globo. Eu cheguei numa página onde havia vários banners parecidos com de propaganda, só que eram notas sociais. Olhei rapidamente e vi que um tinha meu nome. Foi ler com mais atenção, e vi que o nome era Thimonti, (o meu escreve Thymonthy) e este era um médico, e o Jô dava os parabéns a ele por alguma coisa que não lembro mais o que estava escrito. Nisto alguém passou e tirou o jornal de minha mão e começou a lê-lo. Eu não disse nada, só fiquei pensando que as pessoas deveriam pedir, por favor, de vez em quando.

Wednesday, October 1

NOTAS DE 500,00 E 100,00 REAIS


Estava na casa do Sr. Ary. Estava deitado no chão. Sentado perto de mim estava o Arizinho e um pouco adiante o Israel. Havia outras pessoas por lá também que não sei quem eram. Nisto chegou o Henrique e sentou perto do Arizinho. Ele entregou ao Arizinho 700,00 reais. Uma nota de 500,00 reais e duas de 100,00 reais. O Arizinho perguntou para que fosse aquele dinheiro. Ele disse que era para comprar “REUNITE”. (nem imagino que seja isto). Então lembrei que eu tinha colocado este nome na lista de coisas que o Henrique tinha mandado comprar, mas aquilo era para mim e não para o Henrique, mas ele quis dar o dinheiro assim mesmo. O Arizinho me entregou o dinheiro. Eu fiquei pensando porque o Henrique tinha feito aquilo, já que a gente não se falava ha muito tempo, devido uma briga. Depois eu deitei no sofá e fiquei pensando o que eu fazia ali na casa do Sr. Ary, já que eu tinha prometido que jamais voltaria ali novamente. Nisto o Israel me chamou para ajudá-lo a colocar uma peça em outra, que não sei o que era. Eu fui ajudá-lo e fiquei pensando porque eu o estava ajudando, já que nós dois tínhamos brigando e não nos falávamos ha muito tempo.