Sunday, November 30

O FENO, A BICICLETA E O BONÉ

 Estava numa casa, que tinha uma rampa para acesso ao andar de cima, parecido com rampa do hospital são João de Deus. Eu desci esta rampa e cheguei num quarto, onde havia vários pedaços de capim, daqueles de feno, espalhado. Nisto vi que tinha aberto a balança. Esta balança era do tipo que fica no chão, para pesar grandes volumes. Eu então encostei esta balança num canto do quarto da Nathalia. O Fernando ficava descendo e subindo a rampa o tempo todo. Eu subi a rampa novamente e lá em cima vi a balança que eu tinha acabado de montar lá em baixo. Só que ela estava quebrada. Eu então fui arrumar a balança e chingando o Fernando, dizendo ter sido ele que a quebrou. Depois fui para um local, que parecia uma casa de sítio. Nisto minha mãe me pediu para ir comprar um guaraná para ela. Eu disse que iria, mas precisava do carrinho. Então o Ricardo foi montando o carrinho, que parecia um patinete. Então sai procurando meu boné. Eu não conseguia achar o boné e dizia que só iria se fosse de boné. Minha mãe disse que era ali na Avenida Antonio Olimpio de Morais e não era longe. Quando voltei para pegar o carrinho, vi que era uma bicicleta para crianças. Então eu disse que não iria naquela bicicleta tão pequena. Minha mãe disse que era para eu ir empurrando a bicicleta. Quando fui sair, vi que estava sem o boné. Então entrei num cômodo para procurá-lo e vi ali jogando baralho, meu pai, o Tonhão, o Vitinho e o Ricardo. Eu falei que eles tinham escondido meu boné e eu o queria para sair. Eles riram muito e juraram que não tinha sido eles. Sai procurando o boné num corredor grande e largo que tinha trás desta casa. Havia algo comprido no meio deste corredor, que o dividia em dois. Fui até o final e quando fui voltando, vi várias galinhas. De cada um dos lados deste corredor, vinha um galo muito grande, do tamanho de um peru. Eles vinham correndo em minha direção. Eu fiquei com medo deles me atacarem e corri em direção a eles, para assustá-los. E assim sai do outro lado. Os dois galos se encontrar e começaram a brigar. Eu fiquei vendo aquela briga até que eles pararam. Sai e fui embora dali.

Saturday, November 29

MUITO DINHEIRO NO BOLSO


Estava numa sala grande, onde havia várias pessoas. Esta sala ficava onde é hoje o escritório da FCA no bairro esplanada. A gente estava ali para receber um dinheiro. Era um acerto, mas não lembro de que. Quando chegou a minha vez, o homem que estava sentado à mesa perguntou meu sobrenome de família. Eu disse que era Cortez. Então ele começou a conversar com uma mulher que estava ali, dizendo que conhecia minha família. Nisto eu fui tirar a carteira do bolso, para pegar minha CI e vi que estava sem a carteira, Então lembrei que eu estava deitado na cama na casa da minha mãe, que fica ali perto, e ela deve ter caído do meu bolso e eu não tinha visto. Eu queria pedir alguém que estava ali, se ia até a casa da minha mãe pegar a carteira, para eu não perder meu lugar. Mas o tal homem da mesa, disse que não precisava, pois ele conhecia minha família e sabia que era eu mesmo. Então ele me deu um cheque no valor de onze mil reais. Eu fui guardar o cheque dentro de uma pasta grande que eu carregava. Fui esconder o cheque entre os papeis e vi que ali tinha oitocentos reais em dinheiro. Era uma nota de quinhentos reais e três de cem reais. Então fiquei pensando como aquele dinheiro apareceu ali. Nisto olhei para as pessoas que estavam ali e vi meu irmão, o Ricardo. Então percebi que foi ele quem trouxe o dinheiro para mim.

Friday, November 28

TABULEIRO DE PÃES


Estava numa casa, com várias pessoas. Eu entrei num quarto, que estava meio escuro. Olhei pela fresta da janela e vi na sacada de um apartamento três pessoas conversando. Uma delas era o Guida. Ele deveria estar no quinto andar mais ou menos. Nisto chegaram neste quarto o Segundinho e outra pessoa. Nós saímos para uma varanda desta casa e as pessoas que estavam no apartamento nos cumprimentaram. Nisto apareceu o Ciririca e eu fui cumprimentá-lo, visto que eu tinha muito tempo que o não via. Nós ficamos rindo ali, até que alguém, de dentro de um cômodo jogou para esta varanda, o que seria um tabuleiro de assar pães, em padaria. Só que este tabuleiro era comprido e fininho. Depois jogou outro com pães menores. Eu contei os pães maiores e deu 60. Então fiquei conversando com o Ciririca como deveria ser o forno que cabiam aqueles tabuleiros.

Tuesday, November 25

CRIANÇAS EM MINIATURA


Estava num local, onde havia várias caixas, desta de carregar verduras no Ceasa. Dentro das caixas havia muita palha e em cima desta, havia várias crianças em miniatura. Cada caixa deveria ter umas 10 crianças e na última havia uma só. Estas crianças tinham um palmo de altura e vestiam roupas todas coloridas. As caixas andavam por uma esteira muito lentamente. As crianças estavam em pé. Nisto as caixas viraram bem devagar e despejaram as crianças com as palhas no chão. Depois começou vindo, não sei de onde, ovos de codorna e acertando estas crianças. Um ovo acertou a ultima criança, que estava na caixa sozinha. Ela caiu sentada. A Nathalia estava bem atrás desta criança, rindo, quando um ovo acertou bem na sua testa.

Monday, November 24

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

Sunday, November 23

EU TENTEI CORRER DO URSO, MAS CAI.

Eu estava num local meio escuro. Parecia no meio de uma selva, mas este local onde eu estava era todo cimentado. Nisto apareceu um urso pardo que devia ter uns 3 metros de altura. Eu tentei correr, mas cai. Nisto o tal urso pulou em cima de mim. Ele estava me esmagando, quando lembrei que eu podia voar. Fiz um esforço bem grande e dei um salto para cima, indo eu e o urso. Tentei voar, mas o urso estava em cima da minha barriga, eu não consegui e fui caindo novamente. Quando cheguei perto do chão

EU OLHEI NO RELÓGIO DO CELULAR E VI QUE ERAM TRÊS HORAS.


Estava dormindo, quando tocou a companhia. Nisto a Nathalia abriu a porta. Só que a porta da rua era também a porta do meu quarto. Eu sentei na cama, ainda coberto com o Ededron, e vi ali uma pessoa que procurava por alguém chamado Pedro. Eu disse que ali não morava ninguém com este nome. Ele então disse ter errado de apartamento. Eu olhei no relógio do celular e vi que eram três horas. Então eu disse para a Nathalia que nunca vi ninguém chamar na casa dos outros de madrugada.

Thursday, November 20

A REBELIÃO DOS RÁDIOS DE DOIS PEN-DRIVE

Estava em um quarto, onde havia um equipamento, parecendo um rádio, que havia adquirido vontade própria. Ele começou a falar comigo e dizer que ele iria dominar todos ali. Eu então fiquei procurando a tomada, para desligá-lo, mas me enrolei todo e não consegui achá-la. Sai correndo dali e fui até outro quarto, para pedir ajuda. Sentei na cama e uma mulher veio e disse que estava a serviço do rádio que tinha adquirido vida e que estava ali para me levar até ele. Eu então corri até outro cômodo desta casa, entrei e fechei a porta, segurando-a para que a tal mulher não abrisse. Ela tentou e foi embora. Mas a porta, mesmo que fechada, deixava uma abertura na lateral que dava para passar uma pessoa. Nisto veio meu pai e entrou por esta abertura. Eu abri a porta e veio chegando a Vanuza com uma criança de colo, num carrinho. Ela me pediu para vigiar a criança. Eu disse que não vigiava filho dos outros. Nisto chegou um homem e disse que a gente tinha que destruir o rádio. Fomos até o quarto e a porta estava fechada. Fomos abrindo a porta e sempre que abríamos uma, aparecia outra e nunca terminava. Então o tal homem deu um chute na porta e esta rasgou, pois era feita de cartolina. Eu disse que não iria entrar, pois o quarto estava mal assombrando. Mas acabei entrando e quando chegamos lá, o tal homem disse que iria usar os dois pen drive. O vermelho e o azul. Então eu gritei dizendo que se ele usasse os dois, o tal rádio dominaria o mundo. Ele disse que iria usar assim mesmo. Então sai correndo dali.

Wednesday, November 19

COMENDO COUVE COM CAPIM

Eu estava com o Fernando na casa da Dona Judit. Mas só que a casa da Dona Judit ficava na casa da Dona Maria, no bairro Esplanada, e não no porto velho. Eu fazia algo na coberta do quintal da casa. Nisto o Fernando foi para dentro da casa e eu fiquei desembaraçando algo, que parecia um carregador do vídeo game Nintendo DS. Eu deixei este carregador cair e fiquei olhando se não tinha quebrado. Depois resolvi ir embora e quando passei em baixo da janela do quarto, ouvi a voz da dona Judit conversando com alguém. Eu não disse nada e fui embora. Nisto me vi chegando à casa da minha mãe, no bairro Esplanada também. Quando entrei na casa, lembrei que havia deixado o Fernando na casa da dona Judit. Voltei então para buscá-lo. Na porta da casa da minha mãe, encostado no muro, havia várias pequenas árvores que foram arrancadas pela raiz. Eu peguei uma destas pequenas árvores e fui comendo a raiz misturada com capim. Nisto senti um cheiro forte de couve. Olhei e vi que eu estava com um pé de couve nas mãos e comia as folhas. (Eu, na realidade, detesto couve e qualquer outra verdura) estava escuro e eu fiquei pensando que o Fernando poderia estar vindo sozinho e estar com medo. Havia várias pessoas andando na rua da minha mãe. Então corri, carregando o pé de couve e comendo suas folhas. Quando cheguei à esquina da FCA e virei em direção à praça dos ferroviários, não vi mais ninguém. Então fiquei com medo e sai correndo. Eu já não carregava mais o pé de couve. Por mais que eu tentasse corre, eu ia sempre devagar. Nisto vi minha sombra no chão, fazendo um esforça muito grande para correr e não conseguia. Eu fiquei com medo de ser assaltado e ao ouvi um barulho, olhei para trás e vinha três homens correndo em minha direção, um na frente e dois logo atrás. Eles gritaram que era um assalto. Eu levantei meu pé para bater no peito do primeiro que estava chegando e me arrepiei todo.

Tuesday, November 18

SORRIA, VOCE ESTA SENDO FILMADO

Estava indo com o Fernando para nossa casa. O Fernando não queria ir. A gente carregava umas sacolas. Eu não conhecia a rua em que a gente estava. Nisto eu disse que ia passar numa loja, pegar as meias soquetes. O Fernando disse que as meias, sempre ficavam para a vendedora. Eu disse que não iria deixar e reclamaria na empresa, se ela não me entregasse às meias. Chegando lá, a vendedora me entregou as meias e junto trouxe uma folha de papel grande, onde tirou um pedaço, dizendo que meu limite tinha aumentado em dois mil reais. Saímos dali e o Fernando continuava não querendo ir para casa. Então fiquei pensando se o limite tinha aumentado, eu podia pegar muito mais coisas. Aquele limite era um vale calçado que a empresa dava todo o mês. Sai dali e ja  estava dirigindo um carro, só que embora eu estivesse no volante, eu também estava um pouco atrás do carro, no ar. Como se eu fosse à câmara que filmava o carro. Nisto, eu não conseguia ter a visão de um motorista, pois só via em linha reta. Ao virar numa rua, o carro virava e só depois eu via o que tinha lá na frente. Nisto eu quase batia o carro, virava na contra mão. Depois peguei uma estrada em linha reta e não vi mais carros.

Monday, November 17

ERRANDO DE RUA ONDE TRABALHAR

Estava com o Gueds, no jardim de uma casa que ficava na Av. Rio Grande do Sul, entre as Ruas Pernambuco e Sergipe. Nós estávamos trabalhando em algo que não lembro. Era noite e estava bem escuro. Sai dali para ir até a Rua Pernambuco. Nisto ao colocar as mãos no bolso da minha calça, vi que tinha ali algumas cartas e algumas notas de dois reais. Então pensei que se tratava das cartas que eu tinha recebido alguns dias atrás e esqueci-me de abri-las. Então decidi voltar. Como tinha uma mulher perto de mim, me olhando, eu cismei que ela quisesse me assaltar. Fui indo embora rapidamente. Nisto percebi que eu já estava chegando ao final da Rua Rio Grande do Sul. Fiquei pensando como eu poderia ter passado direto de onde o Gueds estava sem tê-lo visto. Fui voltando rapidamente, com medo de ser assaltado, quando ouvi uma musica. Lembrei que estava ouvindo aquela musica quando estava na casa com o Gueds. Fui indo rapidamente até que percebi que estava na Av. Vinte e Hum de Abril, e não na Rua Rio Grande do Sul. Não conseguia imaginar como eu tinha ido para a outra rua, se eu tinha andado apenas na rua onde eu estava. Sai correndo e quando cheguei à Rua Ceará, imaginei que subindo ela, chegaria a Rio grande do Sul.

Sunday, November 16

IMITANDO O PRESIDENTE "LULA"

Estava num quarto, onde o humorista do programa “Casseta e Planeta” imitava o presidente “lula”. O “Lula” estava lá também e ria muito vendo ele fazer aquilo. Eu então disse ao presidente “Lula” que ele deveria deixar o comediante do Casseta ir para o palácio do Planalto, que ninguém perceberia que não era o presidente mesmo. O “Lula” ria muito. Depois deitou numa cama que tinha ali, e disse que precisava fazer exercícios, pois tinha muitas dores nas costas. Depois ele disse que já tinha até diminuído a barriga, com os exercícios que fazia. Depois vi algumas pessoas passando por um caminho onde tinha muitos obstáculos. Então percebi que o caminho antigo, tinha sido destruído e só tinha como passar naquele ali. Então fui seguindo aquelas pessoas e passando com dificuldades. Nisto chegamos numa espécie de escada, onde não tinha os degraus. Todos subiram colocando o joelho na suposta escada e puxando com as mãos. Eu fiz isto também e foi até fácil. Nisto começamos a andar na beirada de um paredão de ferro, que teria mais ou menos uns 50 metros de altura. Muito alta mesmo. Nesta parede de ferro, era como se fossem várias portas uma ao lado da outra, mas era só aparência. Nisto chegamos num local, onde havia outras pessoas. Eu fui até uma sala que tinha ali, onde estavam os seguranças. Eu carregava um papel na mão, com um número. Eu perguntei ao segurança onde eu deveria ir. Ele me perguntou se eu tinha estudado ali. Eu disse que não. Ele então disse que eu não podia entrar em nenhum lugar. Mas eu insisti dizendo que tinham me mandado ali. Ele então foi até aquele paredão e lá em cima, com um pedaço de ferro, ele tentava abrir uma daquelas portas entalhadas. Depois ele disse que uma daquelas simulações de porta, era porta de verdade, mas ele não sabia qual. Era por ela que eu deveria passar. Então voltamos para a sala dos seguranças. Lá ele me disse que eu deveria voltar.

Wednesday, November 12

SOLTANDO PAPAGAIO


Estava numa sala bem grande. Eu estava usando um computador, para transformar o texto que eu tinha escrito, num livro. Só que este computador era tipo uma prancheta de desenhista. Havia outra pessoa na sala. Nisto, o livro saiu pronto de uma máquina de Xerox. Fui por uma Rua do Porto velho. Ao passar perto de uma casa, algumas pessoas ficaram perguntando o que eu estava fazendo ali. Eu continuei, até que me vi montado num cavalo branco, indo em disparada. Eu tinha que abrir uma loja para uma pessoa. Eu seguia a cavalo no alto de um morro e procurava um caminho para descer até a tal loja. Nisto vi o forno de uma siderurgia e percebi que tinha passado do caminho. Então voltei e desci numa estradinha, pois sabia que a tal loja ficava em frente a esta siderurgia. Mas lá em baixo havia muitas coisas espalhadas, tipo ferro velho. O cavalo pulava algumas e passava em baixo de outras. Nisto ouvi alguém perguntando a outra pessoa se eu tinha caído com o cavalo. Este alguém disse que não. Então ele disse que teria que montar a armadilha novamente. Ele queria que eu caísse do cavalo. Entrei num edificio e fiquei tomando café na janela num andar muito alto. Numa sala ao lado, tinha três pessoas sentadas numa mesa. Nisto vi um avião, descendo entre os prédios. Ele parecia um avião a jato misturado com um helicóptero. Era roxo e listras vermelhas e pretas. Mas não tinha as hélices do helicóptero. Nisto ele foi rodopiando. Eu comecei a gritar que o avião estava caindo. Eu o vi indo descendo rodopiando indo muito baixo, e já estava bem longe, pois eu estava num prédio muito alto mesmo. Olhei para as três pessoas sentadas na mesa, mas elas não se importaram de eu dizer que o avião estava caindo. Nisto olhei novamente, e o tal avião vinha subindo de novo. Então percebi que era só um papagaio que alguém estava soltando. Então fiquei imaginado que se alguém dos outros prédios estivessem ouvido iam xingar porque era mentira. Nisto olhei pela janela novamente, e já estava num prédio não tão alto. Era mais ou menos da altura dos que tem aqui, uns 20 andares. Nisto vi um estacionamento que tinha num lote, lá em baixo. Vi algumas pessoas descarregando algo de um caminhão. Fiquei pensando que poderia ser algum contrabando.

Tuesday, November 11

LEMBRANÇAS DOS MEUS 12 ANOS

Estava no bairro esplanada, na casa onde minha tia morou. Ali na esquina da praça dos ferroviários. (A casa foi demolida e tem um bar hoje lá) Eu entrei no quintal da casa e vi vários canteiros plantados com verduras. Eu andei por entre os canteiros e lembrei-me do tempo em que eu era menino e tinha uns 12 anos e ia ali quase todos os dias. Lembrei que eu ficava correndo em volta da casa, depois fiquei preso dentro da casa até que apareceu uma mulher e abriu a porta para eu sair. Fiquei lembrando tudo que passei ali quando tinha meus 12 anos mais ou menos.

Sunday, November 9

DE REPENTE EU ESTAVA ANDANDO A CAVALO.


Estava num sítio. O dono do sítio insistiu que eu deveria andar a cavalo, mas eu não queria de jeito nenhum. De repente eu estava andando a cavalo. Ele saiu em disparada e não queria parar de jeito nenhum. Ele corria por uma estradinha e quando chegou numa porteira, ele parou de repente e eu fui jogado para o outro lado da porteira. Quando cai no chão, eu estava numa rua da cidade.

Saturday, November 8

CAMINHÕES DE TODOS OS TIPOS, COM DEBORA SECO

Estava trabalhando na porta de um estabelecimento, que ficava na Av. Antonio Olimpio de Morais, quase esquina com Rua Goiás. Eu montava uns painéis elétricos. Nisto sai dali, virei à esquerda na Rua Goiás, nos sentido da Av. Vinte e Hum de Abril e pouco depois do Foto Ásia, tinha uma casa grande. Eu entrei e lá estava a Débora Secco, atriz da rede Globo. Nós pegamos lama e começamos a esfregar lama um no outro. A gente ria bastante. Depois saímos juntos e andando pela Rua Goiás. Eu fiquei pensando que morar no interior era bom, porque ela sendo famosa, saía pelas ruas e ninguém ficava rodeando ela. Nisto ela cumprimentou alguém dentro de uma loja e foi em direção a esta pessoa. Eu continuei e voltei para onde eu estava trabalhando. Nisto vi que já estava anoitecendo e resolvi deixar para terminar o serviço no outro dia. Entrei dentro da loja para dizer ao chefe. O balcão ficava bem no fundo da loja. Havia três homens lá. Eu disse que voltaria no outro dia e terminaria os painéis. O homem do meio disse que estava ok. Mas o que estava à direita dele, disse que eu não conseguiria, porque além de fazer os painéis, eu teria que fazer 30 notas fiscais, uma para cada painel. Sai dali e no corredor da loja, veio uma criança que deveria ter uns cinco anos, chutando uma bola furada e murcha. Ele chutou a bola na minha direção e eu a devolvi para ele. Ficamos brincando um pouco, até que a Débora Seco apareceu, procurando pelo menino, que era o sobrinho dela. Sai dali e fui para um local, que era um descampado bem grande. Havia caminhões de todos os tipos, jeito e tamanho, estacionados de um lado em duas fileiras e, fazendo um corredor no meio. Eles estavam de frente um para o outro. Nisto o caminhão maior, saiu e entrou por um caminho que tinha entre os caminhões parados. Depois todos os outros foram saindo também, seguindo o mesmo caminho. Alguns caminhões faziam manobra para pegar o tal caminho. Quando um fazia esta manobra, veio uma caminhonete e bateu na lateral deste caminhão, passando aos pedaços por baixo dele. O caminho que era dirigido por um velhinho de boné azul, não parou e seguiu normalmente. Sai dali e atrás de onde estes caminhões estavam, tinha uma estradinha que dava numa casinha bem longe. Havia ali uma lambreta, de três rodas. Ela estava coberta de teia de aranha. Nisto veio uma mulher e parou ao meu lado. Eu disse que iria pegar a lambreta e sair dali. Ela disse que viria comigo. Então perguntei se ela sabia dirigir. Ela tirou a teia de aranha da porta e olhou o painel. Depois abriu a tampa do motor e mexeu em algo, dizendo que era para ligar a lambreta. Eu tirei as teias de aranha que cobriam minha porta e entramos na lambreta. Ela deu a partido e quando fomos sair, veio uma mulher correndo e um homem um pouco atrás dela. Nós saímos, mas a tal mulher nos alcançou e subiu na lambreta, ao meu lado. O tal homem que vinha atrás, parou e gritou que ela podia ir embora, pois ela era a herdeira da lambreta. Saímos e fomos seguindo os caminhões. Depois fui para um quarto, bem pequeno. Havia duas camas de solteiro. Uma onde eu dormia e na outra, outra pessoa que não sei quem era. Nisto vieram vários pernilongos atacando a gente. A gente tentava bater neles, mas não conseguia acertá-los. Num certo momento eu acertei em um e ele caiu na minha cama, sujando todo o lençol de sangue.

Friday, November 7

SEM CAMISA, LEVANDO A FITA DE GAME

Estava no meio de uma rua, sem camisa. Eu então disse a uma pessoa que estava perto de mim, que eu precisava entregar uma fita de vídeo game que eu havia alugado. Mas estava sem camisa e já estava quase na hora da loja fechar, se eu deixasse para outro dia, teria que pagar multa. Depois eu pensei e resolvi ir sem camisa mesmo, dizendo que não tinha problema nenhum. Sai correndo, até que cheguei num local, onde entrei numa casinha pequena que só tinha um quarto. Ali coloquei uma camisa sem manga. Saí correndo novamente para o centro da cidade, quando dei por mim, estava no bairro esplanada, em frente à casa da minha mãe. A tal loja que eu queria, ficava bem em frente à casa da minha mãe. Ela ficava dentro da rede Ferroviária, onde tinha sido o posto do banco Nacional. Mas ela estava fechada e o dono vinha andando pela rua, trazendo vários mapas enrolados, quase caindo. Eu mostrei a fita para ele, meio de longe. Ele então voltou para abrir a loja novamente. Eu cheguei perto dele com a fita na mão. Ele me mandou colocar ela no bolso, porque podia aparecer algum policial e iria dar problemas. Ele abriu este portão lateral e entramos. Alguns funcionários da ferrovia começaram a entrar por ali também. Ele abriu a loja e não vi quase nada lá dentro. Estava meio escuro e então perguntei onde estavam as fitas, porque eu queria alugar outra. Ele me mostrou uma mesa velha. Ela estava em cima de algumas fitas empilhadas. Em baixo desta mesa que estavam às fitas. Só que elas estariam dentro de potes, tipo estes de sorvete de dois litros da Kibon. Eu peguei um pote deste, a mesa quase caiu. Nisto chegaram alguns caras para alugar fita também. Eu abri o pote e lá dentro tinha era Bombril. Eu então falei para o dono, que não havia fitas ali, só Bombril. Ele retirou o pacote de Bombril lá de dentro, procurando a fita e nada de encontrá-la.

Thursday, November 6

EU FUI BEM ALTO E FIQUEI COM OS BRAÇOS ABERTOS,

Eu estava no alto de um morro. Então saí correndo tentado voar. Eu corria, pulava, mas não conseguia voar. Depois de tentar algumas vezes, eu saí voando. Eu fui bem alto e fiquei com os braços abertos, como se estivesse planando no ar. Eu olhava para o horizonte e só via montanhas e matas. Eu fiquei admirado de ver o morro lá de cima. Eu não via nenhuma casa nem cidade, apenas o morro e muitas árvores.

Wednesday, November 5

AO LADO DE DUAS MULHERES

Estava dentro de um ônibus em Itauna. ESTAVA SENTADO AO LADO DE DUAS MULHERES. Eu estava com muito sono e ficava tentando manter os olhos abertos e quase não conseguia. Nisto vi que o motorista, ao invés de usar a rua, passou por um terreno, para chegar à outra rua. Eu então perguntei o que estava acontecendo e porque ele tinha feito aquilo. A mulher do meu lado disse que na esquina tinha problemas. Nisto o ônibus parou e as duas mulheres desceram. Eu desci atrás delas. Uma das mulheres entrou numa casinha, parecendo uma guarita, que ficava a uma altura de 2 metros mais ou menos e tinha uma escada para chegar lá. A outra sentou nesta escada e eu também sentei. Ela então me falou que não era para eu ter descido do ônibus, porque elas foram ali, só para pegar um documento. Eu disse que ia esperar as duas. Quando a outra mulher saiu desta guarita, fomos até o ônibus, mas ele já tinha ido embora. Então esta mulher que estava do meu lado, de repente era a Rita. Ela me falou que ia me levar ate a rodoviária para eu pegar outro ônibus. Mas a Rita não sabia onde era a rodoviária. Saímos perguntando as pessoas, mas elas também não sabiam onde ficava. Andamos um pouco e a Rita então me mostrou a rodoviária logo à frente. Eu então saí andando para pegar o ônibus. Chegando lá, o motorista não me deixou entrar no ônibus, dizendo que aquele não era o ônibus em que eu estava procurando.

Monday, November 3

DESERTO VERDE


Estava indo para a cidade de Nova Viçosa, na Bahia. Eu ia dirigindo a Belina amarela. (Ela nem existe mais, foi vendida para um ferro velho). Durante toda a viagem, nas margens da rodovia, em toda sua extensão, havia árvores de eucalipto plantadas, enfileiradas. Não havia subida e nem curva. Era uma linha reta e plana. Havia pessoas comigo no carro, mas só lembro que estava ali o Sr. Ary e Dona Judit. O Sr. Ary disse que achava aqueles eucaliptos muito bonitos, mas eu disse que não passava de um deserto verde.

Sunday, November 2

GATO, GRANDE E PELUDO


Estava num apartamento, que seria onde eu morava. (mas era bem diferente do que moro atualmente). Eu estava num cômodo, onde de frente para mim, havia outro pequeno, que seria o cômodo de despejo. Nisto vi pela porta entreaberta, umas caixas mexendo. Abri a porta bem devagar e vi um gato grande e peludo. Ao ver-me, o gato deu um pulo e se escondeu. Nisto vi alguns gatinhos, do tamanho de um camundongo. Então fui até a cozinha, peguei uma vassoura, para espantar o gato dali. Abri a janela deste cômodo onde eu estava, para que o gato pudesse pular por ela. Quanto bati a vassoura nas caixas, o gato saiu em disparada, mas não foi pela janela, saiu casa adentro. Sai atrás e encontrei com o Fernando e a Nathalia. Perguntei se tinham visto um gato, eles disseram que ele tinha saído pela grade da porta da frente. Então eu disse que não podia deixar nada aberto, pois ele já tinha acostumado a dormir ali e não iria querer ir embora.

Saturday, November 1

BEBEDOUROS PARA ENVIAR E-MAIL


Estava num local que parecia um salão onde acontecia uma festa. Havia várias pessoas em pé e sentada à mesa. Havia dois bebedouros de água, um era verde e outro vermelho. Mas os bebedouros não eram para beber água, e sim para enviar e-mail. Eu estava em frente ao bebedouro verde e disse para um homem que estava perto de mim, que ia passar um e-mail para o INSS, e que o bebedouro verde era usado quando o assunto fosse dinheiro. O vermelho seria para outros assuntos. Nisto este homem saiu e disse que tinha que ir até a cobertura. Eu fui atrás dele. Nisto chegamos num cômodo onde havia várias caixas de papelão. Este homem começou a tirar as caixas. Eu disse que já havia subido ali e que não precisa tirar as caixas. Então fui subindo nas caixas, até chegar ao teto onde havia uma passagem para a cobertura.