Wednesday, December 31

VOANDO COMO SE FOSSE UMA CÂMARA


Eu estava como se fosse uma filmadora. Eu voava bem rasante sobre vários locais e ia muito rapidamente. Eu não me via. Via apenas o que estava a minha frente. Eu decidia por aonde ir. Assim, eu percorri vários vales, passei por rios, florestas e ficava como se fosse uma cena filmada de um avião passando bem rasante. Então percebi que eu não estava totalmente dormindo. Eu podia ouvir os sons da rua. Percebi que eu não dormia totalmente e então podia fazer o que eu quisesse com o sonho. Então, como se estivesse acelerando, fui a alta velocidade, pois eu queria dar a volta ao mundo. Mas quando eu decidia o que fazer ai eu fui despertando totalmente e não conseguia sonhar mais.

Monday, December 29

BATIDA DE CARROS NA ESQUINA



Estava com o Fernando, andando numa rua do centro da cidade. Eu carregava uma sacola pesada em cada mão. Nisto o Fernando pediu para irmos até o final da Rua Minas Gerais, porque ele queria comprar uma moto. Nós fomos descendo a Rua Minas Gerais até que chegamos ao sinal, onde um carro bateu em outro. Nós passamos pelos carros batidos, e fomos até uma casa. Entramos nesta casa, demos a volta e quando fomos sair pelo outro lado, estava fechado. Havia uma mulher e um homem dentro de um quartinho, tipo uma guarita. Eu disse que queria sair, pois eu tinha pago os três reais. A tal mulher então disse que iria consultar se eu tinha pago mesmo.

Saturday, December 27

NO CARRO COM A ATRIZ CLÁUDIA ABREU


Estava num local, que seria uma praça, sem planta alguma. Ficava numa cidade que desconheço qual seja. Nisto chegou a atriz da rede Globo, Cláudia Abreu, que estava num carro e dentro deste estava uma criança que seria seu filho. Eu entrei neste carro e ela saiu dirigindo muito rápido. Ela dizia para o filho que ali seria a melhor cidade para eles morarem. Eu então disse que aquela cidade, que seria a cidade de Cláudio, foi considerada a mais bonita do mundo. E mostrei os enormes paredões de pedra que cercava toda a cidade. Eles eram muito altos. Nisto eu disse para a Cláudia Abreu que eu não morava para o lado que ela estava indo e que só estava dentro do carro, para passear mesmo. Nisto ele virou na esquina na mesma velocidade que vinha e não pisava no freio de jeito nenhum. Foi me levando de volta. Eu olhei para trás e vi as marcas do zig-zag que ela fazia com o carro. Ela então me perguntou onde eu morava. Eu disse que era ali mesmo, onde eu tinha entrado no carro dela. onde havia aquele grande galpão e um descampado muito grande. Havia muitas pessoas dentro do galpão e inúmeras outras, fora dele, neste descampado. Eu estava na entrada deste galpão. Onde eu olhava as pessoas dentro e fora dele. Nisto as pessoas de fora começaram a dançar e falaram para eu dançar também. Eu disse que não sabia, mas com o ritmo da musica comecei a dançar dentro do galpão. As pessoas de dentro do galpão ficavam rindo de mim. Nisto as pessoas de fora foram trazendo umas grandes bacias, cheias de sanduíches. Então todos se reunirão lá fora, para irmos comer os sanduíches.
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Friday, December 26

ABORDAGEM POLICIAL


Estava indo por uma rua, quando cheguei numa praça. Havia alguns policiais lá. Um fez sinal para eu parar, como se faz para carro. Eu parei. Então ele me disse que eu tinha que responder a 20 perguntas, que era para saber se eu era criminoso. Havia uma mesa redonda com cadeiras em volta, e tinha duas pessoas sentadas já respondendo a estas perguntas. Eu sentei. Nisto o policial chegou e disse que tinha que me revistar. Eu levantei e quando percebi, estava em outro local, parecendo os fundos de um restaurante. Eu estava com as mãos para cima e o policial me revistando.

Thursday, December 25

"HOJE O TEMPO VOA AMOR, ESCORRE PELAS MÃOS"

Eu estava andando por uma rua, onde do lado onde eu andava, não passava ninguém, e do outro lado, circulavam pessoas. Estava bem escuro e eu quase não via ninguém. Esta rua era longa e reta. Eu ia cantando uma música que tinha o refrão: “HOJE O TEMPO VÔA AMOR, ESCORRE PELAS MÃOS, MESMO SEM SE SENTIR, NÃO HÁ TEMPO QUE VOLTE AMOR, VAMOS VIVER TUDO QUE HÁ PRA VIVER, VAMOS NOS PERMITIR”. Eu a cantava inúmeras vezes, até que fiquei pensando que as pessoas poderiam querer que eu virasse um cantor.

Monday, December 22

USANDO A COBRA COMO CONTROLE REMOTO

Estava numa cidade e era noite. Eu então bati os braços, como se fossem asas, e sai voando. Quanto mais eu batia, mais alto eu ia. Eu voei por cima de alguns prédios e vi algumas pessoas lá em baixo. Então fui batendo os braços mais devagar e fui descendo. Nisto cheguei ao alto de um prédio, que devia ter uns 10 metros. Então pensei que era só pular, bater os braços, eu não cairia. Então me atirei de lá de cima e fui batendo os braços e fui descendo bem devagar. Algumas pessoas estavam ali andando, mas nenhuma se importou de me ver voando. Depois de andar um pouco, bati os braços novamente e sai voando de novo, e fui embora.
Encontrei uma cobra que deveria ter uns 10 metros. Eu peguei o rabo da cobra e com ela, como se fosse um controle remoto, fui guiando um carrinho de brinquedo. A cobra ficava toda esticada e o carrinho ia à sua frente. Teve um momento que a cobra quis se enrolar numa árvore. Eu ficava tentando puxá-la, mas ela não vinha. O Carrinho estava parado. Quando consegui puxá-la da árvore, continuei guiando o carrinho. Ai a cobra tentou novamente ir para um matagal. Eu então a soltei e deixei-a ir embora. Fui até o carrinho e vi que era um jipe em miniatura.
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Sunday, December 21

CHUTANDO FILHOTE NA PAREDE



Estava num cômodo, que seria uma sala, onde por falta de luz, não era iluminada há muito tempo. Nisto a luz voltou e então eu pude ver um montão de formigas reunidas em volta de alguma coisa. Eu corri para pisar em cima delas, mas elas eram rápidas demais. Elas se deslocavam juntinhas, como fazem um cardume de peixes no mar. Eu corria atrás, mas não conseguia pisar nelas. Nisto elas entraram por baixo de uma porta e sumiram. Depois eu vi num canto, uma  formiga. Então pensei que teria que dedetizar o cômodo que deveria estar infestado de insetos. Quanto fui pisar na formiga, ela também saiu em disparada e eu não conseguia acertá-la. Quanto ela ficou num canto da sala, eu fui pisar nela, ela pulou como pulga, e foi para numa parede alta que tinha ali. Nesta parede havia muitos filhotes de formiga, bem pequenos que tinha o formato de pulga. Esta formiga então chegava perto dos filhotes e dava um chute neles, mandando os mesmo para o alto da parede, para que eu não pudesse matá-los. Ela chutou uns 10 filhotes, até que eu cheguei perto e a formiga pulou e sumiu.
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Monday, December 15

PRA CIMA É UM DEUS NUS ACUDA


Estava dentro de um carro, com outra pessoa dirigindo. A gente ia por uma rua de terra, quando chegamos num cruzamento, havia três caminhos. Eu disse para a pessoa que dirigia o carro, que pegasse o caminho do meio, porque eu tinha que pegar algo. Nisto ela foi indo, até que depois, chegamos numa ruazinha muita estreita e toda cheia de buracos. Nisto, já era eu quem estava dirigindo. Eu subi por um morro muito íngreme e cheio de buracos. Nisto o carro já não subia, eu que subia a pé e carregava o carro, que era bem pequeno. Eu jogava o carro na minha frente, andava um pouco, pegava o carro e o jogava novamente morro acima. Parei meu carro numa vaga que tinha visto ali. Havia muita gente ali conversando. Então eu entrei numa casa e vi no chão, dobrada, uma nota de vinte reais. Eu peguei a nota e ela era toda vermelha. Eu sabia que aquela nota era da minha mãe. Nisto chegou alguém perto de mim dizendo que o dinheiro era da mamãe. Sai dali e fui até o carro para trocar de camisa.
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Sunday, December 14

O CASAMENTO





Estava numa casa de campo. Havia algumas pessoas lá que não sei quem eram. Eu saí da casa, usando uma sunga, dizendo que ia nadar no riacho que passava ali perto. Só que era noite e quando eu saí, quase não vi nada. Mas continuei assim mesmo. Depois de andar um pouco, eu cheguei numa casa. Quando entrei, vi que era a casa de onde eu tinha saído. Só que eu já estava vestido com terno e gravata. Alguém chegou e disse que já estávamos atrasados para o casamento.


CORRENDO DE ASSALTANTES

Estava em minha casa, era noite. peguei um pedaço de papel e fui escrever algo, que não lembro. O papel tinha muita coisa escrita, então escrevi num cantinho do papel. Sai dali e quando cheguei à esquina da Rua Minas Gerais com Vinte e Hum de Abril, vi que eu estava carregando um pano de prato na mão, e não o papel que eu tinha escrito algo. Enfiei a mão em meu bolso para procurar o papel e vi que tinha outro pano de prato em meu bolso, mas o papel estava lá também. Nisto percebi que vinha duas pessoas atrás de mim. Eu pensei que fossem assaltantes, então voltei correndo, passando por eles. Ao correr, vi que tinha outro homem um pouco mais a frente. Passei correndo por ele também, só que ele veio correndo atrás de mim. Quando eu atravessei a rua, ele ja não me seguia.

Friday, December 12

INFINITAMENTE


Estava indo por um caminho, que era reto e totalmente plano. Ele sumia no horizonte. Fui indo por este caminho, até que encontrei uma pessoa que vinha no sentido contrário. Paramos um perto do outro, perguntei porque ele voltava. Ele disse que não voltava, estava era indo mesmo. Disse a ele que eu estava indo. Perguntei de onde ele vinha. Ele disse que não sabia, porque ja estava na estrada. Disse que eu também.nisto passou outra pessoa caminhando e disse que a gente ia caminhar infinitamente.

Wednesday, December 10

ANDANDO DE CANOA


Estava dentro de uma canoa. Eu remava esta canoa e a Iara estava sentada dentro da canoa de frente para mim. Ela falava algo que não sei bem o que era. Eu ficava pensando que sabia o que ela tinha. Que ela estava muito doente, mas não podia dizer nada. Ela falava de algo que iria fazer e eu ficava pensando se falava ou não para ela o que estava acontecendo.

HOMEM COM ROSTO DE CRIANÇA


Estava num quarto, sentado numa cama e encostado na guarda da cama. Havia uma pessoa sentada na beira da cama também. Esta pessoa tinha corpo de adulto, mas o rosto era de uma criança de uns Cinco anos. Eu conversava com esta pessoa, até que o Fernando entrou no quarto. O Fernando tinha uns 2 metros de altura e era bem magrinho. O Fernando estava com umas roupas dele nas mãos. Então ele começou a jogar as roupas dele em cima de mim e desta outra pessoa com rosto de criança. A gente ria muito, e para me proteger, fiquei puxando o edredom. Mas a pessoa com rosto de criança estava em cima dele.

Monday, December 8

EVITANDO O POSSIVEL PROCESSO

Estava num local, onde havia várias ruas estreitas. Estava meio escuro. Eu segurava um pano de prato na mão. Daí eu fui andando por um passeio bem estreito, indo em direção um tanque de cimento, onde eu deveria lavar o pano de prato. Nisto entrou na minha frente uma menina carregando alguns cadernos na mão, provavelmente vindo de alguma escola. Nisto eu tossi. Então a menina virou para mim e disse que era para eu para de dizer que ela era feia. Eu disse que não tinha dito nada. Ela insistia que eu tinha dito. Um pouco a frente, sentado em cadeiras, havia um homem, uma mulher e em pé, ao lado deles, Havia um rapaz. Então imaginei que aquelas pessoas seriam os pais da menina e se ele dissesse que eu estava rindo da feiura dela, eles podia querer me processar. A menina parou ali e começou a falar sobre algo da escola. Eu segui andando rapidamente, porque se ela falasse depois, eu já estaria longe. Quando cheguei ao tanque, joguei o pano de prato lá dentro e sai correndo por outra ruazinha, para fugir do possível ataque da família da menina.

Saturday, December 6

OS TRÊS ZUMBIS.


Era noite. Eu andava por um passeio, e havia apenas um poste da Cemig ali. Nisto vi que vinham três pessoas. Elas eram zumbis. Elas não tinham rosto, havia faixas enroladas em volta da cabeça. Não diziam nada, mas vinham me seguindo. Eu comecei a correr e estas três pessoas começaram também. Quando eu virei uma esquina, já era dia e tinha sol. Andei um pouco, olhei para trás e vi três pessoas passando. Mas estas eram normais e não tinha nada no rosto. Eu não conhecia nenhuma delas. Então fui embora. Quando virei outra esquina, ficou noite novamente. Eu então pensei que ia começar tudo novamente.

Friday, December 5

A CASA NO DESERTO



Estava dentro de uma casa que estava num local, que parecia um deserto. Ela estava sozinha neste deserto, que não era de areia. Esta casa era grande e estava numa esquina de duas longas estradas que ali cruzavam. Esta casa era toda murada. Sai de dentro desta casa, caminhei beirando o muro e quando cheguei à esquina, não vi nada, alem de um enorme campo vazio. Quando voltei, vi nuvens negras de chuva, que estava vindo em direção a casa. Elas vinham baixas e rapidamente. Eu corri para dentro da casa.

Wednesday, December 3

BANDEIRA BRANCA DA RENDIÇÃO

Estava num local que parecia a área interna de um prédio. A gente estava em guerra. Eu não conhecia ninguém que estava do meu lado e nem quem eram os inimigos. Eu não atirava e nem tinha arma, só ficava correndo para me esconder. Mas as pessoas que estavam ali atirava e matava uns aos outros. Eu não sei como, mas eu já sabia em qual momento e onde os inimigos iam surgir, parecendo que eu já tinha vivido aquela situação muitas vezes. Nisto eu dizia às pessoas que estariam do meu lado onde eles surgiriam. Assim eles atiravam na hora em que surgissem. Porem, antes de eles matarem o inimigo, este sempre matava um ou dois que estavam do meu lado. Tinha muita gente caindo morta, eles atiravam na cabeça. Nisto a pessoa que seria o nosso chefe ou líder, deitou no chão e balançou a bandeira branca se entregando. Eu estava escondido atrás de uma pilastra. Mas depois que ele se entregou, dois dos nossos se aproximou deles e mesmo assim eles mataram os dois. Eu fiquei pensando que ia morrer também. Mas o líder do que ganhou mandou parar de matar. Nisto eu sai de trás da pilastra e disse: Perdemos de novo.

Monday, December 1

FAZENDO BAGUNÇA NA COZINHA


Estava num cômodo de uma casa. Havia uma TV em cima de uma bancada. Eu liguei a TV e o que estava na imagem, que era um morango, se projetou em cima da mesa, do outro lado, em tamanho maior. Eu chamei a Nathalia e o Fernando para verem. Quando eles chegaram, estava saindo faíscas na ligação da tomada da TV. Então eu a desliguei, para evitar que fechasse curto. Nisto vi que as faíscas estavam saindo do fio terra e isto não teria problemas. Saí da casa, para pegar um arroz para fazer. Eu peguei este arroz e coloquei numa panela e coloquei água e coloquei para cozinhar. Nesta cozinha estava a Nathalia e outra mulher. Então eu disse que ia fazer a projeção novamente. A Nathalia disse que não queria ver, pois tinha medo de fantasma. Então, quando fui mexer o arroz, vi que estava cheio de cavacos de madeira e muito capim. Então lembrei que eu não tinha catado o arroz. Eu fui jogá-lo fora. Nisto o arroz estava dentro de um cabrito pequeno, que estava vivo. Eu virei o cabrito para derramar o arroz, mas ele não ficava quieto. Nisto o cabrito virou um pato que gritava muito. Mas o arroz caiu das costas dele. Eu o soltei e ele saiu em disparada, gritando.