Saturday, January 31

COM 1.170,00 REAIS


Estava na agencia lotérica que fica em frente ao “Ponto frio”. Havia algumas pessoas lá. Eu estava com uma pessoa que não sei quem era. Nisto chegou um homem e entregou um pacote com dinheiro e um pedaço de papel de pão, escrito algo. Ele entregou ao homem que estava comigo, para ele me entregasse. Então saímos da lotérica. Eu tirei minha carteira do bolso, para colocar o dinheiro. Dentro de minha carteira tinha vários pedaços de papel de pão. Então, este homem que estava comigo, disse que eram 1.170,00 reais. Depois disse que não sabia como eu tinha conseguido, e o que estava escrito no papel, não tinha como provar. Ele me entregou o dinheiro e o papel. Eu coloquei tudo dentro da minha carteira. Fui até a esquina de acesso ao pontilhão que liga o bairro esplanada ao porto velho. Estavam eu, uma mulher e um homem. Nisto este homem disse que a água chegaria até ali. Eu medi que o palmo de minha mão, para saber até onde iria. Depois eu e esta mulher, descemos um pouco e num galpão que tinha ali, fomos retira várias peças, parecidas com forno de fogão a lenha, só que maiores e estavam cheios de água. A tal mulher começou a mexer com outras coisas. Então eu disse que a gente tinha que primeiro tirar aqueles fornos, porque eram muitos e só depois pegar outras coisas. Ela então veio me ajudar. Eu carregava dois fornos de cada vez e colocava bem ali, onde eu tinha marcado com o palmo de minha mão.
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Friday, January 30

ANDANDO NA RUA DO MEIO


Estava indo pela rua do meio, do bairro esplanada. Nisto vi que numa casa da esquina, na varanda desta casa, que ocupava toda sua frente, era a loja da “Ricardo Eletro”. Bem em frente, na outra casa, funcionava a loja do “Magazine Luiza”. Eu fiquei pensando como eles podiam montar a loja ali, se o bairro esplanada era tão pequeno e conseqüentemente poucos moradores. E como montavam uma em frente à outra. As duas lojas estavam vazias. Na loja do “Ricardo Eletro”, havia um homem amarrando enfeites de carnaval. Eu continuei andando pela rua do meio.
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Thursday, January 29

LEVITANDO PELA VIA EXPRESSA "JK"


Estava indo pela via expressa JK aqui em Divinópolis. Eu estava deitado de lado, com uma das mãos para as costas, segurando uma máquina fotográfica. Eu ia pela JK como se fosse um carro. Eu estava deitado de lado e deslizando pela via, sem tocar no asfalto, mas muito próximo a ele. Eu não fazia força alguma, apenas ia, Quando cheguei à altura da Rodoviária, a JK estava muito diferente, tinha várias pistas, todas muito largas. Ali eu fiz o retorno. Tinha muita gente. Então fiquei pensando que se alguém quisesse roubar minha máquina, era só puxar que eu nem via. Eu a segurava pela alça, com um dedo só. Então imaginei que se alguém quisesse mesmo roubar, arrancaria até o meu dedo, mas não deixava de levá-la. Nisto cheguei num local onde tinha uma pista lateral. Então esperei dois carros cruzarem a minha frente e peguei esta pista lateral. Alguns carros iam ali também. Depois de andar um pouco, vi que aquela pista tinha muito lixo espalhado e que não dava para ninguém passar. Então quando percebi, os carros que vinham atrás de mim, tinham voltado. Eu continuei e quando fui passar por muito lixo, fiquei de pé. Fiquei de pé sem fazer força, meu corpo fazia tudo sozinho. Mas eu não tocava o chão, passei por cima de tudo e quando cheguei numa pequena entrada, meu corpo deitou novamente de lado, como estava antes. Era um posto de gasolina, e eu tinha entrado pelos fundos do posto. Nisto alguém olhava aquela pista cheia de lixo e dizia que não tinha mais como recuperá-la. Que ela estava perdida. Eu fiquei ali parado, deitado de lado, segurando a máquina fotográfica o ouvindo falar.
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Wednesday, January 28

NO CARRO COM A PRISCILA DO BBB 9

Estava num local, que não sei onde era. Eu tinha que ir para uma casa, eu sabia onde era, mas era muito longe. Nisto parou ao meu lado um táxi. Eu entrei e pedi para me levar até minha casa. Este homem que dirigia o táxi, disse saber onde era e sai correndo muito. Era noite. Depois de dirigir um pouco, este taxista entrou por uma trilha em um canavial. Eu disse que não conhecia aquele caminho. Ele disse que tinha uma surpresa para mim. Depois de andar por entre o canavial um pouco, ele disse que ali não tinha nenhum vigia. Parou o carro, desceu. Nisto entrou no carro aquela morena, linda e gostosíssima, participante do BBB 9, a Priscila. Ela veio logo me beijando. O banco do carro deitou e começamos a nos beijar. Então o taxista entrou com outra mulher e ficaram no banco do motorista. Nisto começamos a tirar a roupa e eu via a Priscila nua.

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NA BEIRA DO LAGO


Estava num local, que parecia uma casa, só que ela tinha apenas um cômodo, quadrado, mas muito grande. Havia várias pessoas ali, conversando e todas seguravam um copo, pois estavam bebendo alguma coisa. Eu fui andando até que cheguei num pequeno lago, que deveria ter uns 2 metros de diâmetro. Fiquei perto do lago, até que lá de dentro veio saindo um jacaré. Eu então corri para aquela casa. Quando cheguei lá. Não havia ninguém. Então fiquei pensando como eu ia voltar para casa, se eu não sabia onde eu estava.
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Monday, January 26

VOANDO COM O CARRO

Estava dirigindo um carro que o Sr. Ary tinha comprado. O carro parecia com estes de formula 1. Só que ele era todo verde. Eu ia por uma estrada, onde não cruzava com nenhum carro. O Sr. Ary estava comigo. Nisto comecei a acelerar e fui indo em alta velocidade. Nisto, numa curva, eu não consegui controlar o carro e ele passou direto. Era um abismo muito profundo. Mas o carro não caiu. Saiu voando tipo o carro do filme “DE VOLTA PARA O FUTURO”. Eu e o Sr. Ary olhávamos para baixo e via a estrada bem lá em baixo, cheia de curvas. Então o Sr. Ary me mostrou para onde eu devia ir. Era a cidade de Nova Viçosa, na Bahia.
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Saturday, January 24

CHUVA DE SOL NA CHUVOSA PRAIA

Estava numa praia, deitado na beira de um barranco, com a cabeça em um tronco de árvore. Eu segurava um livro. Nisto vi algumas pessoas passando, provavelmente fazendo caminha na praia. Eu olhei para o céu e vi que as nuvens vinham muito rapidamente e de brancas ficavam escuras, indicando que ia chover. Nisto começou a chover nesta praia, mas onde eu estava não chovia. Vi as pessoas correndo, para se esconderem da chuva. Então levantei e percebi que o sol batia em mim, e só em mim, como se fosse um deste holofote de palco de teatro. Então comecei a andar e este sol me acompanhava. À medida que eu andava a chuva sempre parava aonde eu ia e a areia secava imediatamente. De repente a chuva parou e o sol tomou conta de toda a praia. Nisto percebi que já não estava numa praia, e sim, numa praça. E não tinha livro em minhas mãos, mas uma mochila.
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Thursday, January 22

NOS TRILHOS DA FERROVIA


Eu estava caminhando por entre os trilhos de uma ferrovia. Eu usava uma roupa toda branca e era menor que sou realmente. Deveria ter no máximo um metro de altura. Esta linha de trem parecia não ter fim. Era em linha reta e quanto mais o eu olhava, mais trilhos eu via a minha frente.

Wednesday, January 21

UMA IGREJA VAZIA



Estava numa sala, e quando sai desta, entrei num salão grande e comprido. Eu estava todo enrolado num pano branco. Andei por este salão, até que entrei em uma porta à esquerda. Era uma igreja. Era comprida e com muitos bancos. Mas não havia ninguém lá. Só no fundo da igreja, que tinha um homem tocando órgão. Mas não saia som nenhum. Eu perguntei por que não ia haver missa, mas ele não respondeu. No fundo desta igreja, onde este homem tocava órgão, tinha uma sacada. Eu fui até a sacada. Lá tinha uma mulher. Ela então me disse que não haveria missa, porque estava chovendo. Esta sacada esta a uma altura de uns 10 metros da rua. Eu olhei para a rua, estava chovendo forte, mas tinha algumas pessoas andando na chuva como se este não existisse.
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Tuesday, January 20

FAZENDO COMPRAS NO PÁTIO DA RFFS/A



Estava num local, que seria o pátio da RFFS/A. Havia algumas pessoas ali. Todos estavam fazendo compras, pois em algumas prateleiras espalhadas por este pátio, tinha mantimentos. Em cima de um caixote, tinha algumas latas de conservas e óleo, que eu já tinha pego para comprar e estava separando. Nisto um colega meu, se aproximou de mim, dizendo que ia fazer compras também. Neste momento chegou a Suélem, namorada do Criz, da V GAMES, dizendo que eu e meu colega só podíamos gastar no máximo 250 reais. Então nos fomos pegar logo o arroz. Mas já tinha alguém com um carrinho, pegando os saquinhos de 5 kg de arroz. Quando ele terminou, só sobrou saco de milho. Então eu disse que ia esperar eles reporem o arroz e depois pegaria uns dois saquinhos, que era para durar um mês. Meu colega perguntou quem tinha pegado todo o arroz. Eu fui tentando dizer a ele quem era, pois esta pessoa já tinha trabalhado com a gente. Mas por mais que eu tentasse, eu não conseguia dizer o nome dele.
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DE BRAÇOS ABERTOS


Estava deitado em minha cama, com a barriga para cima e os braços e pernas abertos. Nisto entraram no quarto o Fernando e a Nathalia. Eles se aproximaram de mim, me deram um beijo no rosto, disseram que já estava indo e me deram boa noite. Eu não conseguia me mexer e nada falei.
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Sunday, January 18

ANDANDO NO AR

Eu caminhava, não sei onde. Estava totalmente escuro. Eu não via absolutamente nada. Mas continuava andando como se estivesse numa rua qualquer. De repente eu fui subindo como se estivesse levitando. Eu ia subindo no ar. Mas continuava movimentando os pés como se estivesse andando na rua. Fui assim até chegar no bairro esplanada, na casa da minha mãe. Quando quiz entrar na casa da minha mãe, não conseguia colocar o pés no chão, para poder entrar na porta.
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Saturday, January 17

APOSTANDO CORRIDA COM EU MESMO

Estava num local, com algumas pessoas, onde numa parede a minha frente, havia um mapa muito grande. Nele tinha uma estradinha, bem fininha, com mato dos lados, cheia de curvas bem fechadas. Havia duas pessoas apostando uma corrida de bicicleta, nesta estradinha. No mapa estas pessoas de bicicletas eram miniaturas e a gente os via andando pela estradinha. O que estava atrás, perdendo a corrida, era eu. As pessoas da sala ficaram dizendo que eu não ganharia nunca. Então sai correndo e entrei no mapa, nesta estradinha, para me ajudar a ganhar. Mas eu corri muito e passei por mim. Quando a pessoa que estava na frente me viu correndo, pedalou o mais rápido que pode, para que eu não o passasse. Quando eu me aproximava dele, chegando numa curva bem fechada, ele começou a se distanciar de mim. Então eu parei bem cansado. Ai eu disse para as pessoas que estavam nesta sala com o mapa, que o cara que ganhou estava de bicicleta, e eu estava a pé. Não tinha como ganhar mesmo.
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Thursday, January 15

AJUDANDO MARCO NANINI A ANDAR

Estava num local, que não sei bem onde era. Era numa esquina. Estava eu, a Nathalia, o Fernando e mais algumas pessoas. Havia uma sala nesta esquina com uma porta de vidro. Dentro desta sala tinha algumas pessoas, dentre elas, a atriz que faz o papel de dona do jornal, chefe do Zé Bob na novela Favorita. O Fernando queria entrar nesta sala. Mas o acesso a ela, era feita por um buraco que tinha no chão, de uns 2 metros quadros. Só que este buraco estava cheio de água. Eu então pedi a esta atriz que esvaziasse o buraco para o Fernando entrar. Ela então gritou lá de dentro, que a Nathalia tinha combinado de entrar lá só depois das 10 horas, e não tinha como esvaziar o buraco, pois estava lavando tudo ali. Nisto eu fui andando um pouco e encontrei com o Lineu, personagem de Marco Nanini de A grande família. Ele estava tremendo, andava com dificuldades e mal conseguia falar. Ele tinha sofrido um derrame. Eu então fui ajudando ele a andar, abraçado com ele. Quando passei em frente aquela sala, eu mostrei a atriz da novela A Favorita e disse que a estava esperando para gravar um comercial. O Lineu não conseguia falar direito e eu não entendia muito bem. Continuamos andando, até que ele disse que era para eu ligar para ele, quando fosse fazer o comercial. Então ele começou a dizer, com dificuldades, o numero do celular dele. Eu disse que ele não devia passar o numero pessoal, que passasse outro. Ele então disse que era para eu ligar para o jornal, que lá tinha um número. Depois eu mandaria uma mensagem para este numero e ele ficaria sabendo meu numero e me ligaria. Quando chegamos à outra esquina, paramos e eu vi que segurava um pedaço de carne cozida. Eu joguei aquela carne fora, continuei segurando o marco Nanini e fomos andando dali.
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Sunday, January 11

ENROLADOS EM TEIA DE ARANHA

Eu estava dentro de um cômodo, vigiando a porta, me escondendo de algo. Abri a porta um pouco e pude ver algumas pessoas enroladas em teias de aranha, penduradas no teto. Elas tentavam dizer alguma coisa, mas a teia que as enrolavam, iam até a boca e não as deixavam falar. Eu fiquei olhando pela porta entre aberta, até que vi cair uma criança enrolada na teia. Então eu disse que a matança já tinha começado. E começaram a cair outras pessoas, todas mortas. Eu sabia que era um bicho que estava fazendo aquela matança, mas eu não conseguia ver qual era.
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Saturday, January 10

ELE LIGOU DE SUA CASA, MAS ESTAVA NA MINHA.

Eu estava em uma casa onde havia várias pessoas andando de um Lado para outro. Não sei quem eram. Eu sentei num sofá e ao meu lado tinha uma mesinha onde uma pessoa passou e deixou dois celulares em cima de um caderno. Um era o da Nathalia e o outro era o meu. Nisto um celular tocou e eu o atendi. Quando o fiz, a voz do outro lado era do Ziquinho perguntando se podia ficar em minha casa. Eu disse que a Nathalia não estava ali. Ele desligou. Então vi que eu tinha atendido ao telefone da Nathalia. O meu estava ao lado. Então percebi que não estava em minha casa. Peguei meu celular para ligar na casa do Ziquinho e dizer que eu não estava em casa e não sabia se a Nathalia estava lá. Nisto eu vi minha mãe com o Ziquinho ali e mais algumas crianças. Minha mãe estava levando todos para dançar quadrilha. Então liguei para casa do Henrique. Quem atendeu foi a empregada. Eu tentava dizer a ela que o Ziquinho estava ali, mas não conseguia, então pedi a ela para chamar o Henrique. Ele atendeu. Eu ficava tentando dizer, mas não conseguia. Do outro lado, ele conversava com outra pessoa e eu ouvia a conversa.
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Friday, January 9

CRUZEIRO, SÃO PAULO OU AMÉRICA MINEIRO?

Estava indo por uma rua com o Fernando. Nisto veio um homem de moto, andando bem devagar. Ele estava comemorando a vitória do Cruzeiro. Ele parou perto de nós e começou a comemorar. Este homem tinha tatuagens por toda parte. No rosto, nos braços e na perna. Eu perguntei ao Fernando se ele não iria comemorar a vitória do cruzeiro. O Fernando disse que não ia pagar mico nenhum. Fui para dentro do quintal de uma casa, que seria a nossa. Nos tijolos que cercava os canteiros dali, estavam pintados de três cores, que seria a cores do time do São Paulo. Estavam ali o Paulinho e o Vitinho. Eu passei e comecei a rir, perguntando qual era o bobão que torcia para o São Paulo. O Paulinho disse que era ele e que o São Paulo era o melhor time do mundo. Eu continuei a rindo e sai por um portão de garagem. Logo em frente desta casa tinha uma praça. Nisto, quando eu atravessava a rua em direção a praça, ouvi o Paulinho dizendo que era para eu deixar de ser bobo e me jogou água, lá de dentro da casa, com uma mangueira de jardim. Eu corri, mas ele continuava me acertando. Eu então fiquei pensando como que do outro lado do muro, ele sabia exatamente onde eu estava. (Um detalhe, eu torço exclusivamente para o time do América Mineiro)
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Thursday, January 8

QUASE UM "INDIANA JONES"

Eu estava num local, num campo aberto com algumas árvores. Havia muitas pessoas lá. Todos sentados, como se fossem num campo de futebol. Gritavam muito. Eu estava sentando á mesa juntamente com mais 3 pessoas. Havia um corredor de pequenas árvores num pequeno abismo, que ficava entre onde eu estava e a maioria das pessoas. Nisto um homem se aproximou de um portão redondo, parecido com rede de dormir, só que esticada. Nisto uma flecha atingiu este portão, ele pegou fogo e empurrou uma roda de uns 4 metros de diâmetro, que saiu rolando e sumiu. Nisto veio um pneu de carro rolando, pegando fogo, e bateu num painel que estava perto de mim. Nisto este painel se acedeu como se fosse uma pira olímpica. Todos queriam saber o que aconteceu. Então, como se fosse uma tv, a cena se repetiu novamente, só que desta vez, eu via tudo que aconteceu como se estivesse em cima de todos. Todos viam assim. A roda grande saiu, foi até um ferro velho, bateu nos entulhos que tinham ali, e caiu em cima de vários pneus de carro, um pegou fogo e saiu rolando ate chegar nesta espécie de pira olímpica. Nisto todos começaram a gritar, ovacionando o que aconteceu e dizendo que a Rede Globo era espetacular, já que foi os engenheiros dela que prepararam tudo. Então eu comentei com um homem que estava ao meu lado, de que esses engenheiros eram inteligentes demais. Então, alguém pegou o microfone e começou a falar que todos tinham que pagar o IPTU. As pessoas começar a rir dizendo que ele estava misturando as coisas. Mas ele então disse que o governador Antonio Garotinho, precisava do IPTU. Eu levantei e por uma fresta, vi o homem que falava no microfone, mas não vi seu rosto, pois ele estava de costas para mim. Então peguei uma toalha que estava pendurada ali e enxuguei meu rosto e minhas mãos. O dono da toalha ficou me olhando, mas não disse nada.
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Tuesday, January 6

INDO TRABALHAR EM MARABÁ, NO PARÁ

Eu e o Gueds estávamos chegando numa firma que fica em Marabá, no Pará. Quando chegamos, a gente já não estava de carro e sim um carrinho feito de ferro e com todo o equipamento dentro. A gente foi passando por um corredor, onde algumas pessoas trabalhavam. Fomos até o escritório, Nisto o Gueds disse para um homem ali, que era para ir preparando o local para vistoriar o material que estava entrando. Depois pegou um carrinho do tipo usando em fundição e pediu para eu ir buscar o equipamento, porque o outro carrinho de ferro onde eles estavam não passava neste corredor devido às imperfeições do terreno. Quando fui voltando, vi o Paulinho, meu irmão, trabalhando lá. Eu parei para conversar com ele. Eu perguntei se ele estava gostando de trabalhar ali, já que estava muito longe de casa. Ele disse que sim. Nisto vi que estava pingando, do alto, ferro gusa derretido, bem entre onde as pessoas estavam neste corredor aberto. Eu então fui passando e um pingo caiu nas minhas costas, mas ardeu só um pouco. Então um homem ali disse que o ferro gusa não queimava, devido à ação do vento sobre ele, enquanto caia. Eu fui até o equipamento e comecei a colocá-lo neste carrinho de fundição. Eu fui colocando de qualquer jeito e o equipamento não coube todo e ficou meio que caindo. Ainda assim sobrou uma caixa bem grande com o restante do equipamento. Nisto o Gueds chegou para ajudar a levar o equipamento para a vistoria. Ele saiu puxando o carrinho e deixou a caixa para eu levar.
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Monday, January 5

CORPO DE CAMARÃO, PINÇA DE CARANGUEJO E ESPINHO NAS COSTAS

Eu estava em meu quarto. A porta estava fechada. Nisto vi que tinha um rato dentro do quarto. Ele era pequeno e branco. Sai batendo o chinelo, tentando acertá-lo. Mas ele corria bem rápido e se escondeu. Depois vi que ele estava na porta, tentando sair. Eu sabia que ele já tinha estado ali antes, só não sabia como ele entrava, pois eu morava no quinto andar. Fui tentar acertá-lo e ele correu novamente. Eu o vi na janela. Eu pensei que ele iria pular, mas ele retornou e se escondeu debaixo de um pano de chão que estava li. Eu fiquei batendo com o chinelo no pano, para acertá-lo. Depois tirei o pano e vi que era um bicho diferente. Abaixei e olhei melhor e vi que era um camarão, com aquela garra de caranguejo e tinha um espinho nas costas. Então percebi que era um tipo diferente de escorpião. Peguei-o com os dois chinelos, porque estava com medo dele ainda estar vivo, e fui atirá-lo pela janela. Mas ai, achei que alguém poderia pisar nele e então o joguei em cima de uma mesa. Nisto senti uma dor no tornozelo. Quando vi que a Nathalia estava entrando no quarto. Então eu disse a ela que tinha matado um escorpião, que ele tinha me ferroado. Eu fui mostrar a ela o escorpião e fui dizendo que eu ia morrer, pois estava sentindo muito frio, e o frio só estava aumentando. Que isto era sinal que eu já era que ia morrer mesmo. A Nathália ficou rindo, dizendo que eu tinha sido picado apenas por um pernilongo.
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Sunday, January 4

SONHANDO QUE ESTA SONHANDO

Estava deitado numa cama. Eu não dizia nada. Nisto começou a aparecer na parede do quarto, várias imagens, que mudavam rapidamente. Eu então percebi que eu estava sonhando. Então pensei que, se eu sabia que estava sonhando, podia sonhar do jeito que eu quisesse. Então comecei a querer que aparecesse a imagem que eu quisesse. E assim foi. Eu pensava na imagem e ela aparecia na parede. Então comecei a ouvir ruídos vindos do lado de fora. Eu sabia que eram pessoas que passavam em baixo da janela do meu quarto. Eu sonhava e podia saber o que acontecia na realidade, ao mesmo tempo. Fui para um local, que seria uma escola. Havia uma sala de aula com uma professora e várias pessoas fazendo uma prova. Eu estava numa espécie de ante-sala. Havia uma mulher sentada numa mesa que tinha ali no canto. Esta mulher disse que tinha chegado atrasada e que não poderia mais fazer o vestibular. Eu disse que tinha chegado as 19 e 30 e a prova de português era as 19. Mas a professora tinha dito que a gente poderia fazer as outras provas. Que em janeiro haveria outro vestibular e a gente só faria a prova de português, que estava devendo. E assim valeria. Então eu fui até esta mulher e comecei a beijá-la. Ela foi se afastando e eu a segurei. Ela disse que as pessoas estavam olhando. Então eu disse que era bom, assim saberiam que ela já tinha namorado.
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Thursday, January 1

DE VOLTA ONDE NUNCA ESTEVE


Eu estava andando pelas ruas de um bairro. Eu não sei qual bairro era e nem de que cidade. Mas sabia que já tinha estado ali tempos atrás. Eu andava pelas ruas e lembrava sempre de onde eu passava. Havia algumas pessoas andando por ali. Eu sabia que tinha que ir até uma casa. Eu e fui andando até que cheguei nesta casa. Eu tentei entrar, mas a porta não abria. Nisto, em baixo dos meus pés, tinha uma espécie de tampão de alguma passagem. Este tampão começou a se desfazer. Sai rapidamente, para não cair no buraco que se formava. Sai dali, andando pelas ruas novamente, e vindo em minha mente que aquilo tudo eu já tinha vivido antes, e eu só estava repetindo tudo novamente.