Saturday, February 28

ANDANDO SOBRE A ÁGUA

Estava à beira de um grande lago. Havia algumas pessoas andando em volta deste lago. Sai andando pelo lago adentro só que não afundava. Fui andando em cima da água. Mas ninguém se importava de eu não afundar. Atravessei o lago e quando cheguei do outro lado, tinha uma floresta e uma trilha. Fui pela trilha e pouco depois, estava de volta onde comecei. Na beira do lago com algumas pessoas andando por ali. Então disse que faria tudo novamente.

Friday, February 27

PESQUISANDO NO GOOGLE

Estava num local parecido com um campo de futebol, só que não tinha grama. Era todo de terra. Havia algumas pessoas ali e três delas estavam disputando quem fazia a pesquisa mais rápida. Eles saiam correndo para pesquisar algo e quem chegasse primeiro marcava ponto. Fizeram isto varias vezes. Eu estava sentado ali e num certo momento perguntei o que eles pesquisam. Um respondeu que eles iam ao Google e faziam a pesquisa.
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Wednesday, February 25

CORRENDO COM OS BUGRES TOMANDO CAFÉ

Estava num local, onde havia várias pessoas. Havia dois carros, todos com muita gente dentro. Nisto veio um homem entrou em um deles e mandou seguir. Os carros era tipo Bugres, porém bem maior. Nisto entrou um homem em um deles e mandou seguir. Ele saiu rapidamente. Nisto, no outro carro, também com muita gente, subiu um homem na lateral e mandou que seguisse também. Ele também saiu em disparada. Nisto os dois carros iam um pouco à frente do outro, muito rápidos. O tal homem que estava em pé na lateral do carro ficava falando que o outro, que estava no outro carro, não podia estar ali, não tinha o direito de entrar no caro, pois era tudo para ele. Nisto o tal homem que tinha entrado no carro, viu o outro em pé na lateral e começou a gritar, dizendo que não sabia que ele estava ali, se soubesse, não tinha vindo. Os carros continuavam correndo muito, quase que lado a lado, em um local parecendo um deserto.  Fui para um local sentar em uma mesinha. Ao meu lado tinha uma mulher. Eu tomava café. Nisto esta mulher pediu licença para sair da mesa. Então levantei e percebi que não tinha oferecido café a ela. Então o fiz e ela aceitou. Fui em baixo de uma árvore, preparar o café, Como eu só fazia Nescafé, peguei um pote de Yogurt, e quando retirei o açúcar de uma vasilha , com uma colher, vi que estava misturado açúcar, arroz e feijão. Então sai dali e fui procurar outro açúcar. Cheguei num cômodo e fui colocar água quente dentro do pote de yogurt , mas este já tinha o tamanho de uma panela pequena. Coloquei água e formou uma grande espuma. Então pensei em dizer que seria café expresso. Sai carregando o pote com café, com as duas mãos, pois estava muito pesado, e fui levar para a tal mulher.
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Tuesday, February 24

COM EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO

Estava num local, que parecia um grande galpão de usina siderúrgica. Eu estava em baixo e segurava uma corda, que ia até em cima de uma plataforma. Havia uma mulher lá em cima, amarrando a bomba que usamos para medir a qualidade do ar, nesta corda, para eu trazê-la para baixo. Depois que ela amarrou lembrou que faltava a sonda de medir e foi amarrar os dois equipamentos juntos. Mas a sonda é muito comprida e a bomba bem pequena. Quando fui tentar ir descendo, a sonda estava atrapalhando. Esta mulher então pendurou na própria corda e saiu deslizando até lá. Chegando lá, já era o Arizinho e não a mulher. Ele ajeitou a sonsa eu fui descendo, quando já estava perto de mim, os dois equipamentos caíram no chão.
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Sunday, February 22

A CASA



Estava num local com algumas pessoas. Era noite. Nisto a Bete, juntamente com a Regina, passaram por mim e a Bete disse que não venderia a casa de jeito nenhum. Porque aquela casa era para o Geraldinho. Eu então disse que ela não tinha um filho só. Ela então disse: então, ela será de todos, por isto não vendo.

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Saturday, February 21

NO ALTO DE UM ANDAIME

Eu estava num local, que não sei bem o que era. Nisto eu, e mais algumas pessoas que estávamos ali, tínhamos que subir num andaime muito comprido, porém bem alto. Nós subimos quando chegamos lá em cima, tinha um bolo de aniversário. O Vitinho e mais algumas pessoas estavam lá. Ventava muito. O andaime começou a balançar. O Vitinho fazia uma espécie de oração para o bolo. Eu pedi para que andasse depressa, porque não precisava ficar tanto tempo rezando. Eu temia do andaime cair, e não escapar ninguém, pois estava muito alto e não parava de balançar. Nisto, depois de um forte balanço, ele começou a cair, caindo a parte de cima e a outra parte, acabou por encostar-se a uma pilastra de um grande galpão que tinha ali. Eu fiquei pendurado e procurei pelo Vitinho. Pensei que ele tivesse caído no chão. Mas ele estava pendurado nos canos que passavam naquela pilastra do galpão.

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Thursday, February 19

TENTANDO CONTAR DINHEIRO



Estava num local, onde acontecia uma festa. Nisto chegou o Henrique e me entregou algo, que não sei o que era. Eu coloquei no bolso e sai desta festa. Lá fora, quando retirei do bolso, vi que eram várias notas de vinte reais, enroladas numa gominha. Eu então fui contar o dinheiro. Eu passava as notas, mas não conseguia contá-las. Por mais que eu tentasse, não sabia quanto tinha ali.
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Tuesday, February 17

O NASCIMENTO DOS ALIENÍGENAS

Eu estava no terraço de um prédio. Havia vários canteiros lá em cima, e debaixo da terra, estavam sendo formados alienígenas. Eu estava perto de um. Nisto, nos outros canteiros começaram a nascerem os alienígenas, que mais pareciam dragões com cabeça de gente. O que estava nascendo perto de mim, apareceu somente à cabeça de gente e ele me perguntou como fazia para ficar bem forte muito rápido. Eu disse que era só misturar leite com chocolate. Mas o que dava mesmo energia era o chocolate. Ele então nasceu e não me atacou. Eu então imaginei que fosse porque eu havia lhe dito como ficar forte. Estes bichos saíram voando e foram para a rua perto do prédio. Nisto eu já estava ali naquela rua. Havia muitos policiais e pessoas correndo pra todo lado, sendo atacadas por estes bichos que voavam. Nisto, o que tinha nascido perto de mim, veio me perguntar novamente o que teria de comer. Eu disse que bastava chocolate e ele teria muita energia.
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Monday, February 16

BATIDA DE MOTO NA "JK"

Estava na “JK” com o Fernando, fazendo caminhada. Já estava escurecendo. Eu tirei a camisa porque estava sentindo calor. Nisto veio um carrinho bem pequeno, em cima do passeio onde a gente caminhava. Era um fusca vermelho, mas tinha o tamanho de um carrinho de pedreiro. Assim que passou por nós, correndo muito, ele rodou e capotou ali no passeio mesmo. Ele ficou de rodas pra cima. Nisto pela pequena janela, saiu o air beg. Eu fiquei na dúvida se tinha alguém lá dentro ou não. Mas passei pelo carro e continuei andando. Nisto alguém que estava em baixo do carro o empurrou e o desvirou. Era um homem. Ele levantou e fiquei imaginando como ele coube dentro daquele carro. Continuamos andando e quando estávamos no cruzamento da “JK” com a Rua do Teatro municipal, veio uma moto muito rápida e não consegui entra na rua do teatro e bateu num trilho que tinha fincado ali. O cara da moto caiu e começou a gritar. Nisto parou outro moto perto dele e o cara foi socorrê-lo. Eu e o Fernando continuamos a caminhada.
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CARREGANDO ARMAÇÕES



Estava carregando algumas armações de ferro, com vários fios enrolados. Eu cheguei num galpão, para entregar estas armações, às 18 horas. Eu entrei e fui para uma porta dos fundos, imaginando que já poderia estar fechada, pois eram 18 horas. Mas ela estava aberta. Eu entrei e perguntei a quem deveria entregar. Um homem chegou e disse que ele queria só os fios e que era para eu entregar o restante numa outra sala que tinha ali. Eu fui até esta sala e entreguei as peças. Nisto ouvi gritos. Eu, e a mulher que pegou aquelas peças, olhei em direção ao grito. Tinha uma piscina grande, mas toda cercada por um murinho. Eu tentava ver se era alguém se afogando, mas não conseguia ver nada.
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Saturday, February 14

COLOCANDO MATO TRITURADO E ÁGUA EM MEU SANGUE



Estava num local que não sei onde era. Eu estava dentro de um cômodo que tinha uma porta bem larga e estava aberta. Do lado de fora estava o Fernando e a Nathália, mas um bem distante do outro. Havia na minha frente, uma caixa retangular, do tamanho e parecida com um guarda-roupa, porem sem porta alguma. Esta peça retangular e grande era toda maleável e tinha uma pequena entrada, parecida que o ralo de uma pia. Eu pegava pequenas quantidades de mato que tinha do lado de fora deste cômodo, colocava na abertura desta peça retangular e parecia que ligava algo, que triturava todo o mato e descia uma água, enchendo aquela peça. Eu escolhia qual mato iria pegar e ficava pensando se aquele mato fosse tóxico, poderia até me matar. Pois depois que eu colocava o mato naquela peça e ele era triturado, tudo ia para o meu sangue. Então eu pensava como poderia saber se faria mal para mim ou não. Mas continuava colocando o mato. Nisto, a tal peça já estava pelo meio, com água e mato triturado, quando eu decidi arrastá-la para o canto. Nisto ela dobrou ao meio, como se fosse de borracha. E eu não conseguia consertá-la. Então gritei o Fernando e a Nathália para virem me ajudar. Eles vieram, mas a tal peça balançava muito de um lado para outro e a gente não conseguia colocá-la de pé certinha. Nisto ela balançou muito forte e caiu deitada no chão. Ai então eu disse que agora não tinha mais jeito, estava tudo perdido.
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Thursday, February 12

COM TRÊS PACOTES DE DINHEIRO



Estava na porta da agencia da Caixa E. Federal. Alguém chegou e me entregou três pacotes de dinheiro. Eram todas notas de vinte reais. Havia uma mesinha ali, eu coloquei os pacotes em cima desta mesa, e fui procurar uma sacola para colocá-los. Eu peguei uma sacola branca e quando coloquei o primeiro pacote, vi que uma pessoa tinha pegado um pacote e escondido atrás das costas. Eu olhei e pedi o pacote. Ela me entregou, mas disse que estava precisando de dinheiro. Então eu vi que era a vera, minha irmã, que já morreu a mais de 15 anos. Eu coloquei tudo dentro da sacola e disse que ia para minha casa, pela Rua Minas Gerais. Então vi que um homem me olhava e saiu no sentido que eu iria. Então eu desconfiei e chamei a Paula que estava no meio da rua, dizendo que eu iria com ela, pois tinha resolvido em ir pela Rua Goiás. Nós fomos indo pela Rua Goiás, e eu já carregava duas sacolas, uma com dinheiro e outra com pão.
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Wednesday, February 11

NA TRILHA DA CASA AZUL



Estava indo por uma estreita estrada, que seguia no meio de um gramado. De repente esta estrada ia por uma floresta adentro. Eu continuei andando por esta pequena estrada. Passava por muitas árvores até que vi ao longe, uma casa toda azul. Quanto mais próximo eu ficava da casa, mais ela ficava pequena. Quando cheguei perto, a casa tinha o tamanho da casa de cachorro. Era toda azul e não tinha nenhum cachorro lá. A estrada terminava nesta casinha.
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Tuesday, February 10

CORRENDO DE SUNGA A NOITE














Estava numa rua, onde a Iara estava sentada no chão e ficando cada vez mais redonda, de gorda. Eu olhei e vi que ela estava colocando pedaços de frango (peito, coxa, sobre e etc.) dentro da roupa. Eram muitos pedaços. Ela já estava parecendo alguém que tinha uns 200 quilos. Nisto ela me chamou para ir ao outro lado da rua, para tirar os pedaços de frango que havia colocado. Eu disse que não iria de jeito nenhum. Fui descendo a rua da casa do Sr. Ary, ali perto da casa dele. Era noite, e eu estava só de sunga, e vinha correndo. Eu passei por um homem e gritei que eu não iria parar. Ele então disse que não iria adiantar, porque não tinha energia na rua. Eu continuei gritando que não pararia, passei pelo segundinho e entrei na casa do Sr. Ary.


SEM FORÇAS PARA NADAR



Eu estava na beira de um dique. Havia mais duas pessoas comigo, que não sei quem eram. Eu tinha que pular lá dentro, para tirar uma viga de concreto que estava caída no meio dele. Eu pulei, mas não tinha forças para nadar. Por mais que eu tentasse, eu não conseguia nadar. Nisto pensei então que era melhor morrer, porque eu não ia conseguir mesmo. Então comecei a afundar, lentamente.
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Sunday, February 8

PROCURANDO PEÇAS NA SUCATA



Estava num local, que parecia o pátio da RFFS/A. Nisto vi dois homens numa pilha de peças de locomotivas, usadas. Eles pegaram duas peças e me perguntaram se aquelas podiam levar. Eu disse que não, pois aquelas válvulas foram compradas porque eles estavam precisando. Nisto eu deitei no chão e fiquei de olhos fechados. Quando abri os olhos, vi um homem, que seria o chefe, colocando algumas peças em cima de um pano aberto no chão. Eu então levantei e perguntei a ele se o pessoal que veio buscar as peças, podiam levar as válvulas. O chefe disse que já tinha conversado com eles. Nisto olhei e vi os dois ali parados.
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Saturday, February 7

CARREGANDO AS TRÊS SACOLAS DE PÃO

Estava chegando numa casa, que seria a minha. O Fernando e a Nathalia estavam lá dentro. Eu vinha da padaria e trazia três sacolas de pão. Eu atravessei a sala da casa e fui descendo para o porão, que era um apartamento também, por uma escada que ficava na porta desta sala. Quando ia chegando lá em baixo o Fernando me chamou e perguntou por que eu levava o pão para baixo. Eu voltei dizendo que pensava que fosse sábado, dia em que eu levava o pão para baixo.
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Friday, February 6

FUNDIÇÃO DE BARRIL, COM SILÍCIO, NA ANA MARIA BRAGA

Estava num local, onde a apresentadora “ANA MARIA BRAGA” fazia o programa dela. Eu via o programa como se estivesse lá. Ela então disse que barril (estes de petróleo) não podia ser usado, porque era feito de silício. De repente me vi frente a um auto-forno, este de fundição, só que todo limpo. Só tinha o auto-forno mesmo. Uma escada rolante levava o silício para dentro do forno, onde seria fabricado o barril. Eu via a escadinha rolante, mas não via fundindo os barris.
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Thursday, February 5

NA OFICINA MECÂNICA, SEM O BONÉ

Estava num galpão muito grande, parecendo de uma oficina mecânica. Eu tinha quatro pequenas peças na mão, que eram para eu consertar algo. Então eu coloquei estas quatro peças em cima da bancada, quando chegou alguém e pegou uma das peças. Eu queria a peça de volta, mas ele dizia que iria precisar que era para eu pegar outra. Eu disse que não tinha mais peça original e eu só trabalhava com original. Ele então disse que tinha jogado a peça fora. Sai pela oficina procurando a peça, mas não conseguia encontrar. Fui para um local, que seria uma construção. Nisto eu fui para onde eu deveria estar trabalhando. Passei por uns 10 funcionários, que deveriam estar na hora do almoço. Quando passe por eles, percebi que eu não estava usando o boné, que comumente uso. Fiquei pensando que eu deveria voltar para pegá-lo. Mas desiste e continuei. Subi por algumas escadas até que cheguei ao alto da construção. Nisto encontrei com o Ernani. Ele disse que o Henrique estava esperando a gente lá em baixo, porque a gente tinha feito o serviço errado.
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Wednesday, February 4

CORRENDO NO LABIRINTO

Estava indo por um local, quando cheguei à entrada de um labirinto. Havia uma mulher numa pequena janela deste labirinto. Ela então ficou dizendo para alguém me pegar. Sai correndo, entrei neste labirinto e depois que virei cheguei numa sala muito grande. Não havia ninguém lá. Então eu vi pela fresta de uma porta entreaberta, várias pessoas passando, usando uma roupa toda azul. Eu imaginei que ali poderia ser uma empresa e as pessoas estavam de uniforme.
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Tuesday, February 3

COLOCANDO A CRIANÇA NA CAIXA


Estava num local, com uma caixa de papelão coberta com um plástico, Eu fiz um buraco no plástico. Estava comigo uma criança que deveria ter uns 6 meses. Eu peguei esta criança e coloquei dentro desta caixa, duas vezes, tentando a fazer caber lá dentro. Esta criança brincava com algo que sempre levava a boca. Quando eu a peguei pela terceira vez, ela então disse que não cabia ali. Eu fiquei assustado, pois ela não tinha idade para falar. Então eu disse que só estava testando para saber o tamanho certo da caixa.
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Monday, February 2

COM O NÚMERO 14






Estava num local com mais duas pessoas. Nós três usávamos uma camisa que tinha um numero na frente, diferente um do outro. Nisto eu peguei uma caixa onde tinha várias bolinhas com números. Então eu disse que ia tirar uma bolinha, e quem tivesse a camisa com o número mais próximo, teria que ir embora. Eu tirei a bolinha e saiu o numero 14. Era o numero que estava na minha camisa. Então eu disse que partiria e não mais voltaria.

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Sunday, February 1

BRIGA DE CRIANÇAS

Estava no bairro esplanada, indo pela travessa Montese em direção a rua da casa da minha mãe. Quando cheguei à esquina, vi que o quarteirão da casa da minha mãe tinha como continuação o quarteirão da rua do meio. Como se estivesse trocado um quarteirão de lugar com a outra rua. Nisto vi o Fernando. Ele estava jogando pedra no Carlota. E no Fabrício. O Carlota e o Fabrício também jogavam pedras no Fernando. Eles estavam brigando. Eu então fui em direção ao Fernando, e quando ele me viu, entrou correndo para dentro da casa da minha mãe. Então fui correr atrás do Carlota e Fabrício. Quando cheguei perto deles, eles disseram que o Fernando tinha começado. Então o Fabrício me tacou uma pedra na minha perna. Eu fui pegar uma pedra para tacar nele também, e quando olhei ambos já tinham ido embora.
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