Tuesday, March 31

O FUSCA DA JANELA DO MEU AP

Estava na janela do meu quarto, que ficava no ultimo andar de um edifício muito alto. Olhava ao longe e vi que numa casa bem distante tinha um carro branco. Mas não sabia identificar qual carro seria. Fui até a gaveta do meu guarda-roupa, peguei um binóculo para olhar qual carro seria. Quando tentava ver com o binóculo, tudo ficava escuro e não conseguia ver nada. Tirava o binóculo e conseguia ver. Nisto o tal carro que eu via, começou a andar, saindo da garagem da tal casa. Saiu da garagem e veio em minha direção. Ele vinha como se a rua viesse direta de onde ele estava até a janela do meu apartamento. Quando ele veio se aproximando, vi que era um fusquinha branco. Fechei a janela, pois o mesmo ia bater diretamente nela.
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Monday, March 30

CIRCULANDO COM A LOCOMOTIVA

Estava dentro de um vagão de locomotiva. Estava bem lá atrás e via a locomotiva lá na frente, fazendo a curva para a direita. Olhava a paisagem e quando voltava a olhar a locomotiva, ela sempre estava fazendo a curva para a direita. Então percebi que era apenas um círculo. A locomotiva estava dando a volta em uma praça de forma circular. Quando quis descer, já estava era dentro de um ônibus. Este ônibus circulava a tal praça. Disse que queria descer, quando alguém que estava lá no fundo do ônibus disse que a gente só desceria quando chegasse no céu.
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Sunday, March 29

PULANDO NO ABISMO

Estava em uma rua, onde não havia ninguém e não passava nenhum carro. Caminhava com as mãos no bolso e olhando para o chão, como se procurasse alguma coisa. Depois de andar um pouco, cheguei à beira de um abismo muito fundo. Olhei e não conseguia ver o fundo do abismo. Então pensei que só saberia o que havia lá em baixo, indo até lá. Nisto eu pulei no abismo.
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Saturday, March 28

VOANDO DE COSTAS

Estava num local que parecia ser uma fábrica, ou usina. Estava num canto desta fábrica, fora do galpão, onde havia um corredor de uns 10 metros de comprimento por uns 3 de largura. Este corredor era formado por sucatas que estavam colocadas ali, e ficava a céu aberto. Eu estava em pé perto de uma carcaça que parecia ser a frente de um caminhão. Nisto o tempo começou a passar em alta velocidade. Mas não para mim. Era como se fosse filmagem de muito tempo e eles acelerassem e passassem tudo em minutos. Eu fui vendo a sucata sumindo, aparecendo outras no local. A carcaça que parecia ser a frente de caminhão, onde eu estava perto, indo enferrujando e esfarelando aos poucos. Até que esta aceleração parou. O corredor continuou o mesmo, só que desta vez, tinha era muita lenha em sua volta. Lenha esta que é comum usarem em caldeiras a lenha. Eu fui até a ponta deste corredor, sentei de costas para ele e forcei o corpo e sai voando de costas, a mais ou menos uns 30 centímetros do chão, até a outra extremidade deste corredor, onde caia sentado. Eu virava e forçava o corpo novamente e saia voando até o outro lado. Eu me esforçava para tentar voar bem alto, mas sempre voava perto do chão. Fiz isto algumas vezes até que numa das extremidades, eu olhei para o lado e vi que esta fabrica tinha ficado muito grande. Havia uma rua dentro desta fabrica que vinha até este corredor. Eu olhei e vi alguns homens carregando alguns equipamentos nas costas, mas estavam bem longe de mim. Quando fui tentar voar novamente, vi que na outra extremidade havia um homem e uma criança, jogando bolinha de gude. Eu então fiquei imaginando porque foram jogar logo ali, pois estava atrapalhando eu voar.
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Friday, March 27

RINDO EM CIMA DA MESA

 Estava numa espécie de floresta. Havia uma clareira. Nesta clareira havia uma mesa comprida. Havia duas mulheres sentadas à mesa, mais ou menos no meio desta. Numa das pontas estava deitado de lado nesta mesa, o sogro do Fernando de um lado e eu do outro. A gente estava conversando, Eu ria muito enquanto o sogro do Fernando falava. Não sei o que ele dizia, mas eu continuava rindo bastante. Até que estas duas mulheres me mandaram parar de rir, pois estava atrapalhando elas conversarem. Eu tentei para de rir, mas não consegui. Então desci da mesa e sai rindo por um caminho que tinha entre as árvores.
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Thursday, March 26

A FUMAÇA QUE PURIFICAVA

Estava em cima de o que seria um telhado de uma casa. Mas este telhado era feito de folha de zinco e era bem comprido. Deveria ter uns 10 metros de comprimento por uns 3 metros de largura. Numa das extremidades, mas do lado de fora deste teto, Havaí uma chaminé e saia muita fumaça cinza. O vento trazia esta fumaça em minha direção, eu estava do outro lado. Esta fumaça percorria toda a extensão deste telhado. Eu sabia que esta fumaça tinha que percorrer todo o telhado, pois ela estava purificando o mesmo.
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Wednesday, March 25

DISCURSANDO NA ONU

Estava na sede da ONU. Mas a sede não era nos EEUU, e sim aqui em Divinópolis. Parecia mais o Cine Alhambra que tem aqui. Havia presidente de vários países. Mas lembro apenas do presidente dos EEUU. Então alguém me chamou lá na frente, para eu dizer sobre minha descoberta. Então comecei a falar e disse que era possível que o dia tivesse 36 horas e não 24 como são no momento. Várias pessoas ficaram falando ao mesmo tempo até que alguém pediu silêncio. Esta pessoa que pediu silêncio me perguntou como isto seria possível. Disse a ela que era simples, bastava diminuir a velocidade com que a terra gira em torno dela mesma. Ouvi alguém dizer: é doido. 
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Tuesday, March 24

DESCENDO O ABISMO DE CARRO

Estava num carro. Só que este carro era retangular, de uns dois metros, por um de largura e um de altura. Na verdade, ele era um bloco todo fechado. A frente era um retângulo menor. A gente estava tentando sair de uma garagem de uma casa cuja saída era muito íngreme. Desci do carro para ver o que estava acontecendo. O carro ia subindo, depois não conseguia e voltava. Depois o motorista afastou mais que pode, acelerou e conseguiu sair. Ele saiu e não parou para eu subir. Ele foi dando a volta no quarteirão. Mas o quarteirão era apenas em volta daquela casa e em Forma de um triângulo. Fui acompanhando ele dar e volta e imaginando que ele não voltasse para me pegar. Mas ele voltou. Quando parou perto de mim, já tinha outra pessoa dirigindo. Neste retângulo pequeno que era a frente do carro, havia dois lugares, onde aquela pessoa que estava comigo estava sentada, e a uns 30 centímetros abaixo e um pouco mais a frente, havia outro, onde estava o motorista. Não havia capota nem nada, apenas os dois retângulos sobre rodas. Eu subi e o motorista saiu dirigindo. Não tinha volante, era tipo manche de avião. Ele acelerou muito, e como o quarteirão era muito pequeno, quando chegou na esquina não conseguiu parar. Então o carro começou a descer um abismo, que tinha atrás daquela casa. O abismo era profundo e totalmente vertical. Mas o tal carro foi descendo, como se estivesse numa estrada normal. Fiquei imaginando que se ele perdesse a aderência dos pneus com o chão, a gente morreria mesmo. Mas o carro continuava descendo, e quando tinha alguma árvore, o carro batia nela, ela caia e ele passava por cima sem problemas. O motorista e o que estava do meu lado ficavam apenas procurando por aonde ir, sempre dizendo é por aqui. O fundo nunca chegava e eu sempre temendo morrer. Até que chegamos ao fundo do abismo. Lá tinha um gramado grande, com vários círculos de cores diferentes, feitos na própria grama. Como em capo de futebol. Havia três círculos grandes e vários pequenos. Então os dois disseram que havia chegado. Percebi então que era ali que tínhamos que ir. Perguntei se ele fez aquilo de propósito e eles disseram que sim, pois se tivesse que dar a volta, pela estrada, seria mais de 400 quilômetros e levaria muitas horas, e eles tinham feito em cinco minutos. Depois o motorista disse que era para descarregarmos o carro e deixar tudo pronto, para quando os outros chegassem.
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Monday, March 23

PERSEGUIÇÃO


Estava num local onde Havia pouca luz. Nisto veio alguém e achei que ele estava me perseguindo. Dei a volta em um cômodo, passando por dentro dele, para sair do outro lado e ver quem queria me pegar. Quando cheguei de volta onde estava, não vi ninguém. Nisto esta tal pessoa chegou por trás de mim e eu assustei.

Saturday, March 21

MASCARADO QUE PARALIZA PESSOAS

Estava num quarto com mais duas pessoas. Um estava sentado ao computador, outro ao lado numa cadeira e eu também numa cadeira de frente a este computador. A pessoa que estava ao computador, estava fazendo uma pesquisa no Google. Ela então disse que não conseguia o que estava pedindo. Disse a ela que o Google sempre arquivava o que já havia pedido antes, que era só digitar uma palavra. Nisto pequei o fio de telefone, que leva internet ao computador e este quebrou na minha mão. Mostrei ao que estava do meu lado e disse que este era o motivo que o Google não fazia pesquisa. Disse que ia sair para comprar outro. Depois lembrei que era sábado já quase noite. Mas lembrei que algumas lojas que vendem este produto, ficavam abertas até tarde. Saímos nós três lá para fora. Estava no centro da cidade. Disse a eles que detestava sair de casa sábado e domingo, mas que iria comprar o cabo assim mesmo. Fui seguindo por uma rua, quando pouco tempo depois, cheguei numa rua descalça que se dividia em duas. Fui por uma destas ruas, porque era ali que tinha a tal loja. Andei um pouco e depois já estava de volta. (Não me lembro de ter comprado nada.) Andei um pouco e vi que estava perdido. Sai andando por uma rua estreita, cheia de árvores e passando vários carros ao meu lado. Nisto já não me via mais, era como se fosse apenas uma câmara filmando entre as árvores e carros. De repente apareceu alguém de máscara, voando e deu um toque no meu pescoço e cai no chão, não conseguindo mexer um músculo sequer. Esta pessoa me pegou por uma garra que ela tinha em suas mãos e saiu voando comigo, eu quase tocando o chão. Ela dizia que estava tentando me pegar a muito tempo e que agora tinha conseguido. Eu ouvia tudo mas não mexia nada, era como se estivesse paralisado. Fiquei pensando que tinha que arranjar um meio de escapar. Mas não conseguia.
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Friday, March 20

PERSEGUINDO NA ESTRADA

Estava em um carro branco, parecido com um Vectra. Não era eu quem dirigia. Havia outro carro na nossa frente, também branco, parecido com Vectra também. A gente ia bem rápido, mas não perseguia ninguém. Quando chegamos numa certa rua, o carro que ia a frente parou rapidamente perto de um homem meio gordinho. Paramos um pouco mais atrás, quando vi que tal homem tinha uma arma na mão e disse que ninguém iria levá-lo, e que ele mataria de qualquer jeito. Sai do carro e junto comigo uma mulher com uma criança no colo. Quando vi, estávamos era na rua da casa da minha mãe. Entramos na casa que seria do Sr. Vavá, demos a volta por trás da casa, e ficamos olhando o tal homem por uma fresta no muro. O tal homem queria matar a tal mulher. Ficamos ali olhando ele com a arma, andando de um lado para outro. Então fiquei pensando que se ele nos encontrasse, poderia atirar em mim também, e eu não queria morrer.
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Thursday, March 19

NO MEIO DO MATO

Estava no sítio da Jaqueline. Havia muito mato em volta da casa. O mato estava quase da altura da porta e tinha um estreito caminho, cercado por mato bem alto, que ia até a porta de entrada. Fui seguindo este caminho, até que cheguei à varanda da casa. Já não via aporta de entra mais. Na varando havia um carro vermelho. O carro seria do Henrique. Entrei no carro e sai dirigindo pelo mato afora. Não via para onde estava indo, apenas ia dirigindo sem saber o que tinha a minha frente, pois o mato não deixava ver nada.

Wednesday, March 18

VAZANDO ÁGUA NA MANGUEIRA

Estava numa casinha de alguma casa. Quando abri a torneira, saiu muita água por baixo da pia. O chão ficou cheio de água. Eu abaixei para olhar onde era o vazamento e vi vários pedaços de mangueira, servindo de cano, interligadas. Num destes encaixes estava vazando água. Eu forcei a mangueira, para que ele encaixasse melhor, mas ela quebrou em vários pedaços, pois estava ressecada. Então eu disse bem alto que estava vazando água. Era para o Fernando e Nathalia ouvirem lá da sala. Eles estavam jogando Vídeo Game. Fui par o outro lado da cozinha e o tanque de lavar roupas que tinha ali, ficava no alto. Abri a torneira, que ficava em baixo, e a água saia numa mangueira que vinha lá de fora e passava num buraco da parede. Fui puxar esta mangueira para jogar água mais em baixo, quando ela escapuliu de minha mão e passou pelo buraco da parede e caindo lá atrás, não sei onde. Então eu disse para o Fernando e Nathalia que não teríamos água ate o outro dia de manhã. Pois a mangueira tinha caído e eu que não ia à noite lá fora para tentar arrumar.
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Tuesday, March 17

NA ESTRADA RUMO A NADA

Estava num local, parecido com um campo aberto. Estava meio escuro. Eu e o Israel íamos viajar a trabalho para o Henrique. Nós estávamos arrumando o carro com os equipamentos. Nisto o Israel me perguntou se eu sabia onde ficava a cidade aonde à gente ia. Disse que não sabia, mas era só ir seguindo no sentido de Bom Despacho que a gente chegava lá. Sabia que a cidade era longe. Nisto eu sai de lá e já me vi na Rua Tome de Sousa no porto velho. Fui seguindo esta rua e cheguei num local que não existe lá na realidade. Era um tipo de bifurcação em “Y”. Havia vários carros passando de um lado ao outro e ônibus também. Fiquei no meio desta bifurcação. Nisto uma mulher chegou perto de mim e disse que era para eu sair dali senão seria atropelado. Sai daquele lugar e pouco depois já estava numa casa, que não sei de quem era. Nisto lembrei que tinha esquecido o copo de café que eu tinha ido buscar numa casa em que estive. Então eu disse para uma pessoa que estava do meu lado que ia pedir ao Israel, quando ele viesse trazer o carro, pegasse meu copo de café. Esta pessoa então me disse que o Israel já tinha saído e não tinha como falar com ele. Então sai dali e vi a Luisinha brincando perto de uma porta. Então fui tirar esta porta que tinha uns cinco metros de altura, para que não caísse em cima dela. Mas a porta parecia ser feita de papelão e ficava balançando muito, Eu não conseguia a fazer parar de balançar. Nisto a porta se dobrou e ficou encostada numa parede.
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Monday, March 16

CONVERSANDO NO BEIRAL


Estava num beiral de um prédio muito alto. O beiral era bem estreito, tinha uns 30 centímetros. Estava agachado e havia um homem em pé ao meu lado. Então começamos a conversar. Ele me perguntou:

_Eles mandaram a avó?
_mandaram.
_Porque?
_Porque disseram que ela estava boa.
_Mas não era para ter mandado. Pra onde mandaram?
_Pro asilo.
_Qual asilo?
_Vai sabê

Depois fui indo pela Rua Goiás, quando dei por mim, vi que estava sem o boné. Parei e pensei em voltar. Fiquei imaginando como fui esquecer o boné, se eu nunca saio na rua sem o boné. Decidi voltar para buscá-lo, pois não gostava de sair sem ele.
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Sunday, March 15

OS GUARDIÕES DA FLORESTA


Estava num local, que parecia um campo aberto, todo gramado. Havia árvores, mas bem longe de onde eu estava. Caminhava de cabeça baixa, parecendo que procurava algo, mas não sei o que era. Depois de andar um pouco, por uma estradinha de terra no meio deste gramado, cheguei onde havia duas grandes árvores. Quando fui passar entre elas, ambas abaixaram um galho, fechado a estrada. Então elas disseram que eu não podia passar por ali. Fiquei pensando que podia ser alguém falando, pois nunca tinha visto árvore falar. Então disse para as árvores que nunca tinha visto árvore que fala e nem que fecha estrada. Elas disseram então que nunca tinha visto gente andar e nem falar também. Depois elas disseram: __escuta aqui miniatura, aqui você não pode passar.__Então disse que era miniatura, mas elas eram velhas e cascudas. Elas então disseram que não eram velhas, só tinham 1.500 anos.
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Saturday, March 14

LENDO NO ESPELHO

Estava chegando na casa da minha mãe, quando vi dois homens da Cemig, cortando os fios que traz energia para as casas. Quando eles foram apara a casa da minha tia Glória, me encontraram no portão e perguntaram por que ali constava como sendo de Paulo Cortez, se eles já tinham desligado da casa deste Paulo Cortez ao lado. Então eu disse que eu morava nos fundos da casa da minha tia, e estava no nome do meu pai. Eles saíram para desligar os fios. Nisto veio minha prima, a Valéria me perguntando o que estava havendo. Disse que a Cemig estava desligando os fios, porque agora não haveria fios suspenso, todos seriam por baixo da terra. Depois disse a ela que tinha sonhado com ela. Ela perguntou o sonho. Disse que a substituição dos fios para baixo da terra, não era para embelezar a cidade. Era a prefeitura que tinha que alcançar uma meta e precisava que as pessoas economizassem energia na marra. Fui para  dentro de um quarto, onde havia um espelho pequeno, com algo escrito nele. Olhava o espelho de um anglo e via o que estava escrito nele. Saia um pouco daquele anglo e podia ver uma frase por trás da parede, que completava o que estava escrito no espelho. Era algo sobre Avançar sem medo numa direção. Não lembro a frase toda.
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Friday, March 13

OLHANDO PARA TRÁS

Estava a beira de um lago. Havia uma pessoa pescando neste lago. Eu apenas olhava. Depois peguei um pedaço de pano, deste feito de saco de farinha de trigo, e fui lavá-lo na beira deste lago. Ouvi alguém gritando, olhei para trás e não via ninguém, apenas mato e alguns bois que estavam parados no meio deste mato.

Thursday, March 12

MEUS BLOGS VIRTUAIS

Estava numa rua, que não sei qual era. Encostado num muro havia seis bolinhas, cada uma de uma cor. Só que estas bolinhas eram virtuais. Na frente destas bolinhas estavam os nomes dos seis blogs meus. Isto tudo virtual. Encostava-se a uma destas bolinhas, abria uma tela virtual, com o conteúdo do meu blog. Tudo isto virtual, como se fosse num filme de ficção científica. Fiquei ali, abrindo um blog de cada vez. Não havia ninguém por perto.

Tuesday, March 10

CAIXOTE VERMELHO GIGANTE

Estava vindo na Avenida primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. Quando cheguei perto do ABC da Avenida Primeiro de Junho, vi uma grande armação de ferro em volta dele, que deveria ter uns 20 metros de altura, alguns homens em cima desta armação, pregavam uns tapumes de cor vermelho. Algumas pessoas ainda entravam e saiam numa parte que eles ainda não tinham pregado este tapume. Então fiquei pensando que eles iam fechar tudo e ninguém poderia comprar ali mais. Eles realmente fecharam tudo. Ficou parecendo um caIxote vermelho gigante. Até o passeio foi fechado. Indo do outro lado da rua, fui caminhando olhando para trás, vendo alguns homens lá no alto, pregando os tapumes, estando eles amarrados em corda.
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Monday, March 9

COM O SOL EM MEU ROSTO

Estava em minha casa. Mas era ainda pequeno, deveria ter uns 10 anos. Estava sentado no chão do jardim. Alguém me chamava, eu olhava para trás, mas não conseguia ver, pois o sol estava batendo em meu rosto. Eu tentava colocar a mão sobre os olhos, para ver que chamava, mas não conseguia.
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Sunday, March 8

TELHADOS DE ZINCO

Estava no bairro esplanada, na rua da praça. Havia casas de um lado só, e todas eram cobertas com folhas de zinco. Todas tinham uma entrada para este telhado de zinco, que ficava mais ou menos no meio do telhado, e era um quadrado de uns 50x50. Nisto veio um carro pipa, com o prefeito jogando água nos telhados destas casas. Em algumas casas, havia homens nos telhados, que começaram a descer depressa para não molharem. Havia também um padre no telhado da igreja, que também era de zinco. O padre estava neste quadrado, só com parte do corpo para fora. Ele não desceu e ficou olhando o prefeito jogar água.
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Saturday, March 7

SEM RESPIRAR

Estava num quarto, onde além da cama, havia um tanque de lavar roupas. Peguei duas sacolas que tinham dentro algo que não sei. Dei um nó nas alças e as pendurei na torneira do tanque. Depois abri a torneira, a água foi entrando nas sacolas. Queria que elas enchessem de água. Deitei e comecei a dormir, quando as sacolas estavam muito cheias e tinha esticado tanto que vinham até meu rosto. Tentei levantar para e fechar a torneira, mas não consegui. Tentei rasgar a sacola, mas não conseguia também. As sacolas começaram a tampar meu rosto e eu já não conseguia respirar. 
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Friday, March 6

SOPRANDO UM VENTO FORTE

Caminhava por uma rua. Estava anoitecendo. Um vento muito forte batia e quase me impedia de andar. Mas o vento só soprava em mim. As árvores estavam como se não houvesse vento algum. De repente começou a sair do meu corpo um tipo de pó, de todas as cores que ficavam brilhando. Quando mais pó saia, menos força eu tinha, até que chegou num momento que não consegui andar. Ajoelhei no chão, fiquei encolhido, mas o vento não parava e nem o pó que saia do meu corpo. Perdi toda a foca e cai, como se estivesse morrendo.
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Thursday, March 5

PASSANDO PELO TÚNEL

Estava num local, que seria um vagão de trem. Só que ele estava passando por um túnel. Não conseguia ver praticamente nada. Depois de um tempo, passando o túnel, vi que estava era na carroceria de um caminhão. Havia muitas pessoas comigo ali. Parecia mesmo um pau de arara. Depois de andar um pouco o caminhão parou e todos nós descemos. Então o motorista disse que a partir dali, a gente tinha que ir a pé. Saímos andando não sei para onde.
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Tuesday, March 3

CASINHA NO MEIO DO MATO

Estava num local, dentro de um ônibus. O motorista era uma mulher. Havia só nos dois no ônibus. Ela tentou virar o ônibus numa rotatória, mas não conseguiu e o ônibus quase subiu no passeio. Nisto vimos uma estradinha de terra e então dissemos que tínhamos que ir por ali. Nós tínhamos que ir a um local, aonde há muito tempo já não íamos. Parece que era um local onde a gente tinha passado a infância. Chegando neste local, que era uma casa no meio do mato, fiquei desconfiado que alguém estivesse lá dentro. Esta mulher que era motorista, já não era mulher e sim um homem. Quando ele foi entrar na casa, alguém abriu a porta e perguntou o que a gente fazia ali. Tinha uma família morando lá. Então achei melhor a gente ir embora, para não criar confusão.
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Monday, March 2

MAZAROPE COM A CALÇA RASGADA

Estava num local, num corredor largo, todo cimentado, a céu aberto. Como se fosse um alpendre, entre duas casas. Nisto vi o “MAZAROPE” e outro homem, com as calças rasgadas na bunda, e os dois tampando com as mãos. Eles passaram por mim e desceram por uma rapa de cimento que tinha ali, dizendo que já terminado o filme. Olhei para um canto, onde tinha uma torneira e vi uma cueca minha jogada ali. Peguei-a e fui lavando a mesma, nesta torneira de jardim. Depois fui até uma janela, onde havia um homem, uma mulher, que estavam de costas para mim, e uma criança que estava voltada para minha direção. Comecei a brincar com esta criança, quando o homem olhou para trás e disse que eu não deveria ter tomado banho. Este tal homem era um ator da Rede Globo, que esta na novela das “8”. Disse a ele que não tinha tomando banho. Ele então disse que se eu estivesse tomado banho, não poderia sair.
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