Thursday, April 30

SARVETE NA LATA DE SARDINHA

Estava em uma casa, que seria a minha. O Fernando estava em um quarto e a Nathalia na cozinha. O Fernando estava vendo TV, sentado na cama deste quarto que ficava ao lado da cozinha. Passei pelo quarto, olhei o Fernando lá dentro e fui em direção da Nathalia que vinha com uma lata de sardinha cheia de sorvete, que tinha uma camada marrom em cima. Em cima de tudo uma colherzinha. Ela disse que o sorvete estava com gosto de rapadura. Eu disse que não tinha açúcar, por isto coloquei rapadura nele. Peguei o sorvete e disse que iria arrumá-lo. Desci uma escada e fui até a rua. Chegando à rua eu comecei a comer o que estava na lata de sardinha, só que não era sorvete e sim farofa de ovo. Fui comendo pensando em algo, que não lembro que era. Voltei a esta casa e quando percebi tinha comido quase toda a farofa. Entrei na casa e a Nathalia veio em minha direção. Disse a ela que tinha tirado tudo e só sobrou aquele pouquinho. Ela pegou. Nisto o Fernando disse que as portas do guarda roupa estavam abrindo e fechando sozinhas. Disse que isto não era possível. Nisto vi uma porta abrindo e fechando e vi outra abrindo. Então, com o pensamento desejei que a porta fechasse, dizendo que ali eu decidia tudo. Fiquei pensando na porta fechando e ela fechou. Fui até a cozinha pensando que ali eu mandava e não tinha fantasma nenhum que faria o que eu não quisesse.

Tuesday, April 28

ESTACIONAMENTO DE CARROS E CAMINHÕES

Estava num local, que parecia ser um grande estacionamento. Só que ele era todo de terra. Havia vários carros, caminhões e ônibus parados lá. Nisto vinham vários caminhões e ônibus e passavam no meio destes veículos estacionados, em alta velocidade, e não abriam. Eram vários e eles também, depois de andarem um pouco entre os carros, estacionavam também. Eu estava com uma pessoa do meu lado e ficava comentando com ela o fininho que as carretas tiravam nos carros parados.

Monday, April 27

BEIJANDO A ANA MARIA BRAGA

Estava no jardim de uma mansão. O jardim era imenso. Havia várias pessoas por lá. Vi a Ana Maria Braga e fui até ela e pedi para tirar uma foto ao lado dela. Pedi a um homem que estava ali, para tirar a foto. Nisto coloquei a mão no ombro da Ana Maria. O tal homem disse que o sol estava atrapalhando e mandou a gente mudar de lugar. Nisto abaixei a mão e fiquei segurando a cintura da Ana Maria Braga. O sol batia em meu rosto e mudamos de lugar novamente. Depois saímos andando e o homem com a câmara nos acompanhando, tirando as fotos. Quando chegamos perto de um montinho de terra, eu subi no monte para ficar da altura da Ana Maria e comecei a beijá-la na boca. Fiquei beijando-a e o tal homem tirando fotos. Tentei enfiar minha língua na boca da Ana Maria, mas ela não deixava. Nisto vi numa janela do casarão, a atriz Rosa Maria Murtinho nos olhando. Ela então disse: __pouca vergonha!

Sunday, April 26

CORRENDO COM UVAS

Estava na rua da casa da minha mãe. Peguei quatro uvas tipo aquelas rubi, só que bem maiores, e saí correndo. Nisto uma mulher de bicicleta veio atrás de mim, pata impedir que eu fugisse, não sei bem de que. Ela veio muito rápida, então virei na travessa Montese, imaginando que ela não me visse. Ela ia passando direto, mas me viu e virou atrás de mim. Eu corria muito, mas ela conseguiu me alcançar. Eu corria pelo passeio. Quando ela se aproximou, fui tacando as uvas nela, pedindo que ela fosse embora, mas ela conseguiu pegar na gola da minha camisa. Segurando-me.

Saturday, April 25

CORRENDO DA ENCHENTE

Estava na Rua São Paulo, em frente ao Banco do Brasil. Havia algumas pessoas lá. Estava acontecendo uma enchente e a água estava na minha canela. Sai correndo pela Av. Getúlio Vargas, em direção a Rua Goiás. Quando cheguei perto da Rua Goiás, vi dois homens nadando em direção a Rua Pernambuco. Percebi que eram lutadores de Box e por isto eles conseguiam nadar. Virei a Rua Goiás em Direção a Avenida primeiro de Junho e percebi que mesmo eu estando subindo a rua, a água continuava na minha canela. Então percebi que a enchente acompanhava o nível da rua, não importava em que altura estava. Então imaginei que não adiantava eu ir para a catedral, que era mais alto, porque a água estaria lá também. Continuei correndo e fui para minha casa, buscar um bote salva vidas, que assim poderia ficar eu, o Fernando e a Nathália, salvos.

Friday, April 24

DISPUTA COM RONALDO FENÔMENO

Estava no jardim da casa da minha mãe. Havia algumas pessoas lá. Tinha uma arquibancada no jardim e nesta arquibancada, além de algumas pessoas, estava o jogador Ronaldo Fenômeno. No corredor atrás da casa da minha mãe estava o tesoureiro do Internacional. O fenômeno disputava com este tesoureiro alguma coisa, que não sei o que era. Alguém fazia uma pergunta e Ronaldo respondia verbalmente. Já o tesoureiro escrevia num quadro que tinha ao seu lado. No canto da linha, enfrente a casa da minha mãe, tinha um placar bem grande, onde constavam as respostas certas dada pelo Ronaldo. Um pouco mais distante estava outro placar com as resposta do tesoureiro do Internacional de Porto Alegre. Toda vez que o Ronaldo respondia algumas pessoas, que eu não via, começavam a gritar. Os dois placar eu também podia ver.
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Thursday, April 23

O ATAQUE DA LIBÉLULA

Estava em uma casa, num cômodo onde havia um buraco pequeno na parede. Este buraco não vazava. Dentro deste buraco havia uma libélula vermelha, atacando um lagarto verde, deste de folha de couve. A libélula mordia o lagarto. Peguei meu chinelo e taquei neles. Mas o chinelo não acertou, mas fez com que a libélula voasse. Eu peguei o chinelo e fiquei tacando na libélula, mas não acertava ele de jeito nenhum. Nisto ele veio voando em minha direção. Sai correndo pensando que se ela me aferroasse eu ficaria paralisado.
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Wednesday, April 22

O PADRE QUE RECLAMAVA DE TUDO


Estava em uma igreja. Estava sentado num banco que ficava no meio da igreja, mas todos os outros bancos estavam distantes deste. Estava sentado eu e um padre. Este padre reclama de tudo. Do jeito que eu estava sentado, dizia que eu falava muito. Reclama da celebração da missa, dizendo que estava errado. Quando chegou a hora da consagração, alguém saiu com uma bandeja, cheia de pequenos pedaços de churrasco, distribuindo para as pessoas que assistiam a missa. Quando este alguém chegou perto da gente, este padre disse que os pedaços de carne estavam muito grandes, que era para voltar e cortar em pedaços menores. Nisto fui saindo da igreja e o padre reclamando ao meu lado. Ele saiu dizendo que eu não fazia nada certo.
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Tuesday, April 21

ANIVERSÁRIO SEM FESTA



Estava na casa da minha mãe. Era aniversário de algum irmão meu, que não lembro qual. Havia bastante gente. Na mesa tinha só um bolo e nada mais. Todos estavam com copos de guaraná na mão, mas ninguém comia nada. O que tinha para comer, era só o bolo. Minha mãe então disse que só tinha e bolo e que ela não iria partir o mesmo. Que iria guardar para comer no dia seguinte e que todos já podiam ir embora. As pessoas foram saindo. Ninguém dizia nada, como se aquilo fosse normal. Eu fui saindo, era noite e já me vi na rua da minha casa, vindo do supermercado.
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Monday, April 20

NO TEATRO DE VIDRO



Estava dentro das oficinas da RFFS/A e lá havia um cômodo grande, todo cercado de vidros. Estava lá dentro e comigo várias pessoas. Eu estava segurando uma sacola do ABC, não sei o que havia lá dentro, ao lado de um homem que conversava com uma mulher, que seria a responsável por aquele cômodo, que na verdade era um teatro. Ela disse a ele que a capacidade era para trinta pessoas. Que ele podia fazer sim. Saímos dali e na rua da casa da minha mãe, fui dizendo a ele que eu tinha apresentado uma peça naquele teatro e que tinha sido aplaudido e teve até gritos de incentivo. Que era para ele não desanimar. Fui para um local, onde havia um grande portão, havia três mulheres do outro lado e um homem. Eu fui entrar neste portão e ele caiu, quase atingindo este homem. Disse para a mulher que estava sentada ao lado deste portão, que deveria ter um aviso que ele estava quebrado. Entrei e cheguei num cômodo onde havia duas mulheres atrás de um balcão. Então perguntei a uma delas, se ainda tinha merenda para vender. Elas ficavam conversando e não me respondia.
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Sunday, April 19

RASTROS NA AREIA

Estava numa praia. Caminhava ao longo da praia e estava começando a anoitecer. Depois de andar um pouco, olhei para trás e vi o rastro de minhas pegadas. Então voltei e fui pisando no meu próprio rastro. Depois de caminha um pouco olhei para trás e não vi rastro nenhum. Fiquei pensando porque só ficava rastro quando eu ia para um lado e outro não. Imaginei que deveria ser o vento. Sai da praia e já me vi caminhando por uma ruazinha estreita, comprida e sem nenhuma casa de qualquer lado. Escureceu rapidamente então via mais nada.
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Saturday, April 18

MEDINDO A QUALIDADE DO AR

Estava num local, que não sei bem onde era. Estava fazendo uma medição da qualidade do Ar. O Gueds me ajudava. Havia uma chaminé, de um forno de siderurgia. Só que esta chaminé era bem pequena e tinha uns 50 centímetros de altura. Eu coloquei o filtro, na ponta desta chaminé, para ele absolver a poluição. O Gueds ficou tirando o líquido poluente de outro local. Quando o filtro estava muito sujo, eu o tirei da chaminé e bati-o no chão, para retirar uma casca que havia formado sobre ele. O Gueds veio com o líquido que havia pegado. Este líquido era vermelho. Eu coloquei o filtro dentro deste líquido e o liquido ficou vermelho muito escuro. Então eu disse ao Gueds que daria um resultado muito alto.
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Thursday, April 16

FAZENDO EMPRÉSTIMO NO BMG

Estava numa agencia do banco BMG. Estava com a Paula. Ela estava fazendo um empréstimo. Eu também já tinha estado lá, para verificar quanto eu podia tirar. A moça tinha pedido para eu voltar depois. Nisto, enquanto a Paulo fazia o empréstimo, veio uma moça e disse que iria fazer os cálculos de quanto eu podia tirar, naquele momento. Eu tentava dizer que era para não fazer na frente da minha irmã, sem que minha irmã me visse dizendo isto. Mas ela não entendeu meus gestos e foi fazendo os cálculos. Nisto outra funcionária do BMG foi atrás do computador e através de uma telinha, tipo de celular, disse que já estava ali o quanto eu podia tirar. Ela espantou e disse que era muito dinheiro. Eu fui olhar e estava lá 30.160,00. (trinta mil cento e sessenta reais) Eu fiquei rindo de ver aquela quantia e disse que daria mil reais para minha mãe.
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Wednesday, April 15

NA SIDERÚRGICA GERDAU

Estava dentro da Gerdau. O antigo carro do Henrique estava lá, a Belina. Estava perto da Belina. A Jaqueline estava ao lado dela. Nisto chegou o Henrique dizendo que tinham mudado tudo ali. Então eu olhei em volta e vi apenas um terreno vazio. Então disse que tinha sido o Orlando que tinha mandado mudar tudo. Depois lembrei que o Orlando tinha aposentado e fiquei tentando lembrar o nome do novo chefe e não conseguia.

Tuesday, April 14

A LUZ DA MANHÃ

Estava andando por uma rua, e vinham por esta rua, várias motos enfileiradas, andando bem devagar. Elas começaram a passar por mim e o sol batia no espelho retrovisor e refletia bem em meus olhos. Assim que uma passava vinha a outra e acontecia a mesma coisa. Já não conseguia abrir os olhos e então fiquei parado. Mas as motos continuavam vindo e o sol refletido no retrovisor continuava em meus olhos.

Monday, April 13

NA IGREJA SEM BONÉ

Estava indo para missa, numa igreja que não sei onde era. Quando cheguei na porta, vi que não estava com o boné, que costumo usar. Parei ali na porta, e ao meu lado tinha alguém, que não sei quem era, com um tabuleiro, vendendo algo. Nisto chegou a Nathalia, vindo de dentro da igreja. Disse a ela que fosse até em casa, pegar meu boné. Ela não queria ir, mas depois saiu.
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Sunday, April 12

PEDRA ALIENÍGENA

Estava num local, onde não sei bem onde era. Estava escurecendo. Nisto vi uma pedra do tamanho de uma mão, marrom. Eu peguei a pedra e uma pessoa que passava disse que aquela pedra era um alienígena. Peguei a pedra e fui até um quarto, onde havia apenas uma porta e uma cama no canto deste quarto. Deitei na cama, segurando a pedra e me cobri até o pescoço, dizendo que ninguém iria tirar aquela pedra de mim. Fiquei olhando para a luz que passava por debaixo da porta e vi, pela sombra, movimentos do outro lado. Levantei quando abri a porta, o Sr. Ary estava com o Fernando e segurando duas facas. Ele disse que uma faca era para mim e a outra para o Fernando, caso eu não o entregasse aquele alienígena. Eu puxei o Fernando para o meu lado e disse que não entregaria a pedra. Ele então me tacou uma faca. Mas a tacou, como se a estivesse jogando-a para mim. A faca caiu perto de mim. Sai correndo com o Fernando, passando por ele. Ele veio atrás, dizendo que iria tacar a outra faca no Fernando. Saímos correndo pela rua e não o vi me seguindo.
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Saturday, April 11

SONHANDO QUE ESTA DORMINDO

Estava numa espécie de sala, de uma casa que não sei qual era. Havia ali um quadrado tipo caixa de água de cimento, com uns 3 metros por 3. Estava cheia de água e havia em duas de sua beirada, uma tábua, sendo que estava do lado de dentro do tanque. Havia duas pessoas, um homem e uma mulher que diziam não ter ninguém que conseguisse que precisavam encontrar alguém, nas não conseguiam encontrar. Algumas pessoas deitavam nestas tábuas e depois caiam na água. Então este homem e mulher diziam que não tinham conseguido. Eu deitei em uma das tábuas e foi ficando com muito sono e dormi. Nisto a mulher veio e me empurrou dentro da água. Eu tentava nadar e ia afundando, pois ainda estava sonolento. Mas consegui chegar na beira deste tanque. Então este homem e mulher, me pegaram pelo braço e disseram que eu tinha conseguido e que eu era quem eles estavam procurando. Foram me levando pelo braço, para outra sala muito grande. Então eu disse que não me lembrava de nada, pois estava dormindo.
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Friday, April 10

COLHENDO JABUTICABAS SEM PERMISSÃO

Estava na casa da minha mãe, quando ouvimos um barulho no terreiro. Estava anoitecendo. Saímos para ver o que era. E lá tinha um homem em cima do pé de jabuticabas, colhendo as mesmas. Eu comecei a gritar com ele, dizendo que aquelas jabuticabas eram minhas. Ele não se importava, continuava colhendo e colocando dentro de uma balde que estava pendurado num galho. Nisto ele desceu do pé de jabuticabas, saiu andando e deixou o balde. Eu subi para pegar o balde, e quando cheguei lá em cima, vi que o balde estava preso ao galho. Fiquei pensando como aquilo seria possível. A não ser que alguém tivesse colocado o balde ali, quando o galho foi nascendo e ele acabou por ficar preso. Olhei o balde e ele não tinha nenhuma jabuticabas dentro. Fiquei pensando como ele conseguiu sair com toda aquelas jabuticabas, sem a gente ver.

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Wednesday, April 8

AMÉRICA MINEIRO

Andava pela Rua Goiás, procurando uma camisa verde, para comprar. Queria uma com o escudo do América Mineiro. Mas nenhuma loja tinha a camisa do América. Depois entrei numa loja e a moça me disse que só tinha calça jeans do América Mineiro. Achei estranho, pois nunca tinha ouvido falar que fabricavam calça jeans de clube. Pedi para ver a calça e a moça me trouxe uma calça jeans verde. Perguntei a ela como sabia que aquela calça era do América, ela me respondeu dizendo que era pela cor verde.
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Tuesday, April 7

SEM NUMERO NA BOLA


Estava num local, que não sei bem onde era. Estava escurecendo. Estava ali, além de mi, mais quatro pessoas. Todas elas tinham uma bola tipo de sinuca, na mão, cada uma com um número. Lembro só do numero 5. Eu estava com uma bola também, mas esta não tinha numero nenhum. Parece que a gente estava ali para participar de uma competição. Começaria com a bola numero 1. Então disse que não sabia qual hora seria minha vez, pois minha bola não tinha numero nenhum. Então alguém disse que eu já estava fora do jogo.
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Monday, April 6

SOLTANDO "PUM"

Estava num corredor de supermercado. Só que este corredor era estreito e só passava uma pessoa. Havia outros corredores e todos eram estreitos. Eu ia por um destes corredores, até que vi uma pessoa que eu conhecia e tinha o apelido de “BONECO”. Ele trabalhava no supermercado e sua função era soltar “PUM”. Ele tinha algo nas mãos, que jogava em direção a gente e saia um som igual ao “pum” e o cheiro também. Ele estava jogando nas pessoas que vinha em corredores na direção que estava. Quando ele me viu, jogou este “pum” em mim. Sai correndo e ele veio correndo atrás de mim, jogando o tal “pum”. As pessoas que estavam ali saíram correndo também.
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Saturday, April 4

CARROS DE FORMULA 1

Estava numa rua muito larga. Tinha umas seis pistas. Não passava nenhum carro e havia algumas pessoas conversando, sempre em grupo de três. De repente, vieram vários carros de corrida d formula 1. Eles passavam por entre a gente em alta velocidade. Mas as pessoas, assim como eu, não saiam do lugar. Ficavam como se nada estivesse acontecendo. Passaram várias vezes, mas todos os carros eram brancos. Depois todos eles pararam um pouco afastados da gente, como se estivessem preparando para a largada. Fiquei olhando aqueles carros enfileirados e me perguntando qual serio o do Rubinho.
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Friday, April 3

CONVERSANDO NO SALÃO

Estava num salão grande, conversando com uma pessoa. Neste salão não havia nenhum móvel. Tinha um homem, que toda vez que alguém falava algo, uma voz que não sei de onde vinha. Ele saia correndo. Era como se recebesse um comando e fosse executar. Ele fez isto umas quatro vezes. Eu continuava conversando, mas não ouvia minha voz, apenas a voz que mandava este homem fazer alguma coisa. Mas eu não entendia o que a voz dizia.
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Thursday, April 2

NESTA LONGA ESTRADA DA VIDA

Estava em um local, que não sei onde era. Estava dentro de um carro. Dirigia por uma estrada reta e plana, que parecia não ter fim. Via o céu no horizonte, se encontrando com esta estrada, tão longa e plana que era. Quanto mais eu dirigia, mas a estrada parecia crescer. Até que esta estrada chegou num cruzamento com outra estrada, que também era reta, plana e longa. Tinha quatro opções, seguir em frente, voltar, ir para esquerda ou direita. Fiquei parado no cruzamento, não via carros, nem pessoas e nenhuma planta. Era como se fosse um deserto.
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Wednesday, April 1

PENSAMENTO POSITIVO

Estava numa sala, que seria de minha casa. Estava eu, a Nathalia e o Fernando. Vi que a sala estava toda bagunçada e disse que a gente tinha que arrumar aquela bagunça, e que era fácil, bastava usar a força do pensamento. Então fechamos os olhos e fiquei dizendo para pensarem na sala arrumada. Quando abrimos os olhos, a sala estava toda arrumada e com móveis novos. Porém, o vaso sanitário tinha ficado no meio da sala. Só que era um vaso quadrado e a caixa de água que fica em cima era quadrada também e ele era todo branco. Tipo aquele de antigamente. Então eu disse que precisamos pensar novamente, porque o banheiro tinha misturado com a sala. Pensamos novamente e quando abrimos os olhos, tinha mudado todos os móveis e a sala estava arrumada. Só que o vaso tinha ficado no corredor de frente a sala. Então disse que assim não dava. Alguém ali estava com dor de barriga e só pensava em banheiro. Pedi para que a gente tentasse novamente. Fechei os olhos, fiz uma força muito grande, e quando abri, eu estava na área de serviço, ao lado do tanque de lavar roupas e o tal do vaso, do meu lado, Percebi então que era eu que queria ir ao banheiro.
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