Sunday, May 31

CORRENDO COM A VELA ACESA

Estava em uma rua, que não sei onde era. Corria com uma vela acesa na mão. Não via ninguém na rua, ia apenas eu. O sol brilhava forte no meu rosto e mesmo estando correndo, a vela não apagava. Nisto cheguei num local onde eu deveria acender um fogo. Vi uma churrasqueira, sem ninguém por perto. Joguei a vela dentro da churrasqueira e pegou fogo na madeira que tinha lá dentro. Então sai procurando a carne para assar naquela churrasqueira.

Saturday, May 30

ATRAPALHADO, SEM BONÉ E COM CRIANÇA DE COLO

Estava andando numa rua que não conhecia. Estava anoitecendo. Nisto passei a mão na cabeça e vi que não estava usando o boné. Fiquei pensando como eu fui esquecer o boné. Nisto passei perto de uma espécie de fundição. Então uma pessoa me viu e veio me cumprimentar, dizendo que não me via há muito tempo. Entrei na fundição, conversando com ele. Depois voltei e vi um monte de terra de fundição, com uma grande peça em cima. Bati o pé na peça, para ver se ela estava presa. Nisto esta peça veio escorregando, com toda a terra. Chegaram dois homens para impedir que a tal peça e a terra caísse toda. Eles seguraram e depois ficaram me dizendo que eu só fazia coisa errada e em tudo que eu encostava, atrapalhava. Então sai dizendo que eu era um azarado mesmo. Nada dava certo pra mim. Entrei num supermercado, com uma criança de uns dois anos no colo. Esta menina tinha o rosto da Ana, do BBB 9. Eu tentava tirar o dinheiro da carteira, segurando a menina e não conseguia. Depois sai dali, com esta menina no colo. Fui por umas ruas que tinha uns 2 metros de largura só. Tinha casa dos dois lados. Nisto passei perto de uma mulher com duas crianças. Esta mulher disse que se eu não quisesse a deixarela pegar, não tinha problema. Então voltei para entregar a menina que estava no meu colo, para esta mulher. Mas a criança começou a chorar, não querendo ir. Então eu disse a ela que aquela também era sua avó, só que por parte de pai, e a que tinha morrido, era por parte de mãe. Então ela foi ao colo desta mulher morena. Ela pegou a criança e ficava dançando com ela no colo. Depois colou ela sentada ao lado de outra que deveria ter uns 5anos. Nisto, esta criança maior, ficou tirando foto das duas, com um celular. Eu fui indo embora.

Friday, May 29

VAGÃO DE TREM NA GARAGEM

Estava numa casa onde havia várias pessoas. Havia uma garagem na lateral, onde tinha uma Belina estacionada. Nisto um homem tirou a Belina dali. Ai veio três homens empurrando um vagão de locomotiva, deste de passageiros, para colocar nesta garagem. Fui ajudar a empurrar este vagão. Após colocar ele na direção, demos um grande empurrão e ele foi garagem a adentro. Até que bateu na parede do fundo e fui voltando. Corremos para segurá-lo. E devagar o colocamos dentro da garagem. Nisto agachei perto de uma parede onde estava o Pulinho e a Bete. O Paulinho disse que meu irmão tinha mandado colocar o vagão ali, para que não colocassem mais a Belina na garagem dele. Então disse a ele, que meu irmão deveria falar com o dono da Belina, que não queria mais. Que eu não ficava “remoendo” por dentro por motivo nenhum. O que eu tinha que falar, falava logo e não deixava para depois. Sai dali e fui até uma casa, onde para entrar, tinha uma estreita passagem, descendo uma escada. Tinha um vaso de flores justamente nesta entrada. Comecei a reclamar de quem teria colocado aquele vaso ali, justamente onde eu entrava.

Thursday, May 28

CORRENDO DA ONÇA PINTADA

Estava anoitecendo. Vinha por uma rua, quando cheguei numa esquina, vi pessoas correndo. Olhei para a outra esquina, vi que vinha uma onça pintada. Ela vinha em minha direção. Sai correndo e passe por duas vacas. Continuei correndo e pensei então, que a onça pegaria a vaca e não correria mais atrás de mim. Depois fiquei pensando que se a vaca corresse também, a onça podia continuar correndo atrás da gente. Cheguei numa casa, que seria a casa do meu irmão. No portão, que era feito de grade fui entrando, quando veio do quintal da casa, uma onça pintada, só que menor, parecendo um filhote. Fechei o portão rapidamente. Ela ficava tentando me pegar, enfiando as patas pela grade. Nisto abriram a porta da casa e saíram duas crianças. Fiquei gritando para elas entrarem rapidamente, porque tinha uma onça ali. Mas elas não entraram. Nisto algumas grades do portão quebraram e a onça poderia sair. Mas nesta hora, a onça voltou e foi em direção das crianças. Gritei para elas correrem, mas elas ficaram paradas. Nisto a onça chegou perto delas, e as crianças começaram a brincar com a onça, como se ela fosse um gatinho. Fui para a casa do meu irmão, Vitinho. Lá comecei a contar o que tinha acontecido. Falei da onça que correu atrás de mim, das vacas que encontrei pelo caminho e da onça na casa com as crianças. O Vitinho começou a rir e disse que eu era um grande mentiroso.

Wednesday, May 27

LIVRO DOS PODERES MÁGICOS


Estava num local, onde havia outra pessoa, que não sei quem era. Esta pessoa estava pegando um livro para mim. Este livro me ensinaria a ter poderes mágicos. Mas quando ela pegava o livro, apareceram duas outras pessoas, para tentarem impedir que ela pegasse tal livro. Mas eu já sabia que estas pessoas apareceriam. Então eu já segurava uma espécie de controle remoto, que controlava estas duas pessoas. Só que este controle, só controlava uma de cada vez. Então fui controlando uma, até que ela entrasse em outro quarto. Voltei para controlar a outra, para que então a pessoa que me ajudava, pegasse o tal livro. Mas quando eu começava a controlar a outra, a pessoa que eu tinha deixado no quarto, já estava de volta e ficava impedindo de o livro ser pego. Eu não sei por que eu não ia ajudar, apenas e ficava no controle remoto e não conseguia o livro.

Tuesday, May 26

ANDANDO NA POÇA DE ÁGUA

Estava numa rua, que não sei qual era. Chovia muito. Estavam eu, a Nathalia e o Fernando. A Nathalia estava com uma sombrinha e eu e o Fernando em um guarda-chuva. Só que o Fernando tinha uns 3 anos e a Nathalia uns 6. O contrário do que é realmente.  Eu andava meio agachado, para ficar da altura do Fernando. Chegamos numa rua toda esburacada e os buracos estavam cheios de água. A Nathalia ia à frente e eu com o Fernando atrás. Nisto eu comecei a dizer para os dois, que eu riria trabalhar em junho, julho e agosto, em setembro, a firma ia fechar e eu perderia o emprego. Mas eu não conseguia dizer, porque quando ia dizendo, o Fernando ficava falando algumas coisas que eu não entendia. Beirando o passeio tinha um reguinho um pouco mais fundo, feito para correr a água da chuva. O Fernando então começou a andar dentro deste reguinho, enchendo o tênis que ele usava, de água. Eu pedia a ele para sair da água, mas ele continuava andando dentro da água que corria ali.

Sunday, May 24

CONVERSANDO COM MEU PAI

Estava sentado num sofá, e outra pessoa estava sentada em outro ao lado. Na minha frente tinha uma TV. Na TV um homem dizia que era hora de dizer alguma coisa ao pai. E disse que era minha vez. Nisto apareceu a foto de meu pai na TV com o narrado dizendo que era minha hora de falar com meu pai, caso eu quisesse. Então comecei falando que gostava dele, que tudo que eu era de bom, foi graças a ele que me ensinou, principalmente a honestidade e caráter. Disse que apesar das desavenças que houve entre a gente, eu pedia perdão e perdoaria ele, se tivesse algo a perdoar. Depois disse que se quisesse ter um novo pai, queria ele novamente.

Saturday, May 23

NAS PAREDES COM LUIZ ROBERTO

Estava num local, tipo uma construção, onde só havia as paredes, formando vários cômodos de 1 metro e meio por dois e meio, mais ou menos. Eles não eram muito fundos. Nisto vi o narrador esportivo da Rede Globo, Luiz Roberto, em cima de uma dessas paredes, olhando por cima de outra. Ele me disse que tinham esquecido um tatame ali. Disse a ele para pegá-lo então. Sai dali, dei a volta com dificuldade, para não cair da parede e quando voltei estava lá o Luiz Roberto e o Ricardo. Eu perguntei a ele se tinha pegado o tatame. Ele disse que sim e me mostrou ele. Vi que era apenas uma lona preta toda dobrada. Mas ele disse que precisava eliminar todo o conteúdo, para funcionar. Sai para eliminar este conteúdo. Desci desta parede e numa caixa, tirei um saco e joguei o conteúdo num buraco de esgoto. Mas ele disse que não tinha aberto ainda a tal passagem secreta. Então procurei pelo chão e achei um pedacinho do tamanho de um grão de feijão, de espuma. Apertei-a nos dedos e fui levá-la para ele, para que pudesse eliminá-la. Depois de sair pulando com dificuldades e com medo de cair das paredes, cheguei até ele com aquele pedacinho e espuma e disse que só podia ser aquele pedaço que faltava eliminar. Entreguei a ele e sentei numa espécie de caixote que tinha ali, que deveria ter um metro de altura por uns 3 de cumprimento e era bem fino, devia ter uma 30 centímetros. Quando sentei, ele começou a balançar e então deixei que ele caísse, pois assim ele taparia o buraco que havia entre as paredes. Quando ele caiu o Ricardo disse que aquilo era produto químico e que não podia balançar. Então o Ricardo me ajudou e colocamos a tal caixa, que era feita de ferro, de volta ao lugar. Mas ao fazer isto, apareceu debaixo dele um monte de papel picado e saiu uma barata de lá, voando. Logo depois foram saindo várias baratas e elas saiam voando velozmente. Eu não tinha como correr. Apenas esperei que fossem embora.

Friday, May 22

PLANTANDO GOIABEIRA

Estava num local que seria a nossa casa. Peguei um pé de goiabeira de mais ou menos uns 3 metros de altura e fui cortando seus galhos próximos ao tronco. Depois de cortar todos, eu fui fazer um buraco no chão para plantá-lo. Quando fui fazendo o buraco, ia retirando muitos tijolos que estavam enterrados ali. Nisto chegou alguém perto de mim e disse que não era para plantar ali, e sim em outro lugar. Mas, mostrei a ele uma faixa do telhado que não tinha telhas e que ficava bem em cima de onde eu plantava, Disse que ali o sol passava e batia na goiabeira e assim, ele cresceria melhor. Fui para um local onde tinha trabalhado na Rede Ferroviária. Era a antiga escolinha. Tinha várias pessoas ali, inclusive o Vitinho. No centro deste local, estava a cozinha da casa da minha mãe. Nisto o chefe passou e disse que quatro precisavam ficar depois do expediente, trabalhando. Eu disse para o Vitinho que eu não ficaria. Nisto o chefe passou novamente, dizendo que quatro precisavam ficar depois dói expediente. Entrei na cozinha da minha mãe. Ela me disse que eu tinha que ficar depois do expediente. Então disse a ela que eu não precisava trabalhar e por isto não iria ficar. Peguei alguns pequenos galhos de árvores e quando o pessoal ia saindo para ir embora, eu coloquei estes galhos na frente do rosto, para que o chefe não me visse e fui saindo em direção ao local onde se marcava o cartão de ponto para ir embora. Uma pessoa ia ao meu lado, mas não lembro quem era. Fui saindo olhando para o chefe que estava sentado um pouco distante, cortando unha do pé. Ele não me viu e fui embora.

Thursday, May 21

NO TELHADO DA MINHA CASA

Estava no telhado da casa da minha mãe. Estava sentado soltando papagaio. Minha mãe gritava lá de baixo que eu iria quebrar as telhas e que ia chover dentro da casa. Mas eu continuava soltando papagaio. Estava com o tomador na mão, dando linha, mas não via o papagaio. Olhava para cima e imaginei que o papagaio estava acima das nuvens, porque não conseguia vê-lo.

Wednesday, May 20

CORRENDO PARA A RUA QUE NUNCA CHEGAVA

Estava na Avenida Antonio Olímpio de Morais, correndo para ir ao algum lugar, que ficava entre a Rua Paraíba e João Notini. Corria bastante e quando dei por mim, eu estava correndo na direção errada. Então parei e comecei a correr para o outro lado. Corria muito, mas nunca chegava à Rua Rio de Janeiro, que era a rua antes da Paraíba. Eu não entendia porque não conseguia chegar. Nisto já me vi correndo numa ruazinha de terra com um grande buraco no meio, em toda sua extensão. Esta rua ficava no meio do mato.

Tuesday, May 19

COMPRANDO SALGADOS NA FARMÁCIA E COM O "PELÉ"



Estava chegando em frente ao Santuário, quando encontrei o Ricardo. Ele perguntou aonde eu ia. Disse que ia ao banco pagar conta. Ele disse que ia pedir para eu pagar uma conta para ele. Mas ele saiu em direção ao Santuário e eu fui em direção a farmácia que tem ali. Nisto percebi que estava usando uma bermuda feita de calça jeans cortada, toda desfiada na barra. E com a camisa para dentro desta bermuda. Fiquei pensando com sai de casa daquele jeito, totalmente ridículo. Mas continuei e ao chegar à farmácia, esta tinha uma pequena entrada, diferente do que é realmente. Entrei lá e fui até um freezer, e peguei um pacote de cigarrete congelados, para comprar. Quando fui pegar um pacote de outro salgadinho, o Cláudio, que Ra porteiro da Rede ferroviária chegou e disse que os outros já estavam vendidos. Sai da farmácia, mas já não estava com o pacote de cigarrete. Descendo a Rua São Paulo, pouco depois da farmácia, vi o marido da Vanuza, deitado de costas, com a s mãos e pés abertos. Ele morava ali, numa casa que era um bequinho. Comecei a conversar com ele, perguntando como estava tudo. Ele disse que não ia nada bem, as coisas estavam ruins demais e ele nem queria ir trabalhar. Nisto vi numa pequena prateleira, um prato com arroz, feijão e um ovo frito. Enquanto o Zé, marido da Vanuza falava, eu fui comendo o ovo frito. Depois percebi que aquilo era o almoço do Ze. Então disse a ele que tinha comido o ovo, mas que ia até a farmácia, comprar um bife para ele. Perguntei qual ele preferia, de boi acebolado, de porco ou frango. Ele disse que não precisava, mas eu insistia, dizendo que a farmácia era ali pertinho e eu tinha comido o ovo frito, do almoço dele. Mas não fui para a farmácia, entrei na casa e lá, a sala já parecia com uma sala destas casas de fazenda. Havia duas pessoas sentadas uma ou lado da outra. As duas olhavam para o mesmo local, que não sei o que era. Nisto peguei um roupão e disse que ia dormir. O roupão era comprido demais e eia enrolando em meus pés, dificultando eu andar e fazendo com que eu fosse aos tropeços. Depois resolvi voltar, porque queria fazer xixi. Fui com o roupão se arrastando e aos tropeços, até que cheguei perto da porta do banheiro e vi que não tinha tirado o roupão antes de entrar no banheiro. Nisto ouvi um barulho e vi que alguém vinha vindo. Imaginei que este alguém quisesse ir ao banheiro também e resolvi esperar. Nisto apareceu o Pelé (rei do futebol), sem camisa e com short de jogar bola. Ele apareceu rindo, como ele fica mesmo, e foi andando rindo, sem dizer nada. Mas quando chegou perto do banheiro, ele entrou por um corredor. Então imaginei que o banheiro de gente famosa era em outro local. Fui com dificuldade, por causa do roupão, até uma mesa, onde tirei o roupão para colocar em cima da mesa. Nisto o roupão esbarrou num canto que tinha ali e veio cheio de teia de aranha agarrado nele, com pequenos pedaços de madeira e lixo de papel. Coloquei-o na mesa e fiquei tentando tirar as teias de aranha. Nisto o Pelé voltou. Só que já não era mais o Pelé, era outro homem. Ele olhou para mim e perguntou por que a televisão ainda não estava ligada. Disse que não sabia. Ele então disse que já estava amanhecendo e o programa já tinha começado. Nisto, ele foi até um armário que tinha ali e ligou uma pequena TV que tinha em cima dele.

Monday, May 18

VOLTANDO NO TEMPO

Estava chegando à Nova Viçosa, na Bahia, só que era por volta de 1950. Não havia nenhuma casa. Só um imenso terreno de terra batida. Eu, a Jaqueline, o Sr. Ary e um menino por volta de 12 anos. A gente estava em uma barraca. Várias pessoas iam chegando, parando o carro ao lado, desciam do carro e começavam a dançar. Eram assim que elas demarcavam seus lotes, onde iam construir suas casas. Foi só chegando gente de todo tipo, tinha até chinês, Todos na frente do lote dançando e todos com um carro, só nós que estávamos em uma barraca. Então disse para a Jaqueline que era melhor estar na barraca mesmo, pois se chovesse a gente não molhava. Depois pensei e disse que dentro do carro também não chovia. Lá fora, vi um pouco distante, um barzinho, que já estava cheio de gente e era o único local que se vendia alguma coisa. Então sai para ir até lá, comprar um doce. Nisto vi este menino de 12 anos, escovando os dentes numa pia que tinha ali, no meio daquele terreno de terra batida. Perguntei a Jaqueline quem era ele. Ela disse que era o futuro namorado da Iara, que não era eu. Então disse a Jaqueline, que ela podia tirar um retrato meu ali, para no futuro eles verem e saber que era eu. Ela disse que não adiantaria, pois estava ali comigo e saberia. Então disse a ela, para a gente voltar no passado, ela tira uma foto minha e no futuro ficariam perguntando quem seria eu. Mas ela disse que não iria para o passado comigo.

Sunday, May 17

VIAJANDO DE TREM NO FUNDO DO MAR

Estava viajando de trem, só que indo do Brasil para o Japão. Este trem andava por baixo da terra. Havia várias pessoas dentro do vagão onde eu estava. Nisto alguém disse que a gente naquele momento, estava passando por baixo do mar. Então coloquei a cabeça para fora da janela do trem, olhei para cima e vi o fundo do mar, ou seja, vi o mar de baixo para cima. Continuei olhando e pude ver os peixes nadando no fundo do mar. Só que eu vi só a barriga dos peixes. Nisto alguém mandou que eu parasse de olhar, senão o mar podia cair em cima da gente.

Saturday, May 16

CORRENDO PELA ESTRADA

Vinha por um caminho no meio de um descampado. Estava anoitecendo. Este caminho passava num lamaçal. Quando fui atravessar o lamaçal, vi que tinha alguém me seguindo. Então corri e atravesse este lamaçal e do outro lado tinha alguém que também queria me pegar. Sai correndo por este caminho e as duas pessoas correndo atrás de mim. Foi ficando muito escuro e eu já não conseguia ver nada.

Friday, May 15

CORRENDO PELAS RUAS

Estava participando de uma corrida. Havia várias pessoas. Eu estava pulando, fazendo aquecimento. Usava uma roupa de corrida de cor vermelha. Todos usavam da mesma cor. Nisto as pessoas saíram correndo e eu fiquei pulando, não vi que já tinha dado a largada. Quando vi, sai correndo, mas as pessoas já iam bem à frente e aos poucos eu já não as via. Continuei correndo e percebi que eu corria sozinho, pois todos já tinham terminado a corrida. De repente eu já estava na rua da casa da minha mãe, correndo, mas usando uma calça jeans e camisa de malha. Parei e vi que várias pessoas estavam me olhando correr e eu não sabia por que estava correndo. Então comecei a andar normalmente e entrei na casa da minha mãe.

Thursday, May 14

USANDO O TELETRANSPORTE

Estava num local que não sei onde era. Tinha outras pessoas ali. Havia um painel onde aparecia o nome de várias coisas minha e das pessoas que estavam ali também. Caso eu tocasse em uma coisa minha, eu me teletransportava para algum lugar e voltava novamente. Eu disputava com uma mulher, que não sei quem era, quem se teletransportava mais. A lista minha era grande, mas a dela também. Até que restou somente o meu nome. Então eu disse a tal mulher que ela podia apertar meu nome e teletransportar em meu lugar, porque eu não importava se ela ganhasse.

Wednesday, May 13

O BLOG "SALANDRA", DE ARLETE SALES

Estava num local onde a atriz da Rede Globo, Arlete Sales, do programa “Toma lá da cá”, dizia sobre o seu blog que se chamava “Salandra”. Ela dizia que o blog dela era o melhor que existia e todos tentavam copiá-lo, mas nunca ficava igual. Então eu disse que tinha um blog muito bom e que podia ser melhor que o dela. Ela ria e dizia que o meu não dava nem para o cheiro. Então fiquei pensando que só porque ela era atriz se julgava melhor em tudo. Como ela não parava de falar que o blog dela era o melhor, sai dali e fui embora.

Monday, May 11

NA ESQUINA DE RUA

Estava numa esquina de uma rua muito movimentada. Nisto passou o Israel com a Milena. Eu fiz sinal de positivo para eles. Eles pararam um pouco mais adiante e nisto desceu o Fernando que veio correndo em minha direção. Ele veio me abraçou e eu continuei fazendo sinal para o Israel e Milena irem embora. Mas eles continuavam no carro, olhando para mim pelo vidro traseiro.

Sunday, May 10

CAMALEÃO X LACRAIA

Estava desentupindo um lavatório de banheiro. Estava deitado no chão. Tirei um pedaço do cano e vi que havia pedaços de frutas tapando o buraco. Tentei tiras os pedaços e eles não saiam. Joguei água com uma mangueira que estava ali e fui tudo pelo cano. Nisto de dentro do cano saiu uma lacraia. Sabia que era venenosa, então risquei um fósforo e joguei em cima dela. Ela ficou preta, mas não morreu. Nisto apareceu um camaleão em miniatura, pouco menos que a palma de uma mão. A tal lacrai pulou em cima dele e tentou matá-lo. Mas ele saiu e entrou num buraco que tinha ali do outro lado onde eu estava. Então pensei que não podia deixar aquele bicho ali. Antes que ele se escondesse todo, consegui puxá-lo com um pedaço de pau. Quando ele saiu totalmente para fora, bate na cabeça dele várias vezes, ate que ele não mexeu mais.

Saturday, May 9

CORRENDO NAS POÇAS D'ÁGUA

Estava com o Israel em uma rua descalça, cheia de buracos e muita poça d’água. Vieram alguns carros muito rápidos, passando pelas poças d’água e espirrando água para todo lado. Eu e o Israel saímos correndo, para evitar que os carros espirrassem água na gente. Corríamos muito, mas mesmo assim eles passavam e jogavam água na gente. Nisto paramos a beira de um barranco, um pouco afastado da rua, e ficamos vendo os carros passarem nas poças de água.

Friday, May 8

NA ÁGUA, COMPRANDO CARNE, CORRENDO DA VACA

Estava deitado em uma cama. Esta cama estada dentro d'água. O colchão ficava no nível da água. Nisto chegou o Cândido pedindo para eu ir a algum lugar, que não lembro onde. Eu disse que não iria sair dali, porque estava sentindo frio. Me enrolei no edredom e a água estava quase na minha boca.
Depois sai dali e fui com outra pessoa, que não sei quem era, num carrinho com dois lugares. Este carrinho era a conta de caber nos dois. Ele tinha só mesmo o lugar da gente sentar e mais nada. Mas a pessoa que estava do meu lado era quem dirigia. Nisto saímos descendo uma ladeira em alta velocidade. Depois que saímos da ladeira, o tal carrinho saiu voando baixo e quase acertou cinco homens que estavam parados ao lado de uma cerca. O que dirigia desviou e quase acertou na cerca, que era feita de tábuas fincadas em pé. Depois quase acertamos uma vaca que ia passando. Não sei como, mas chegamos ao inicio novamente e começamos a descer de novo. Aconteceu tudo como antes. Quase acertamos os cinco homens, depois a tábuas da cerca, só que desta vez, a gente ia acertando a vaca. Mas ela saiu correndo ao nosso lado. Ela estava bem ao meu lado. O carrinho ia à alta velocidade e a vaca também.
Depois cheguei num açougue. Havia algumas pessoas lá. Havia uma mulher que arrumava uma carne e ela não parava de falar. Eu não entendia o que ela estava dizendo. Depois ela chegou perto de mim e perguntou o que eu queira. Fiquei tentando dizer o nome da carne que queria, mas não conseguia. Nisto ela estava com um embrulho de carne na mão. Então ela me disse para levar aquela carne moída, e quando lembrasse o que eu queria, voltasse para comprar.

Wednesday, May 6

ENGARRAFAMENTO ENGARRAFADO

Estava numa rodovia, dentro de um carro conversível. Ao meu lado, em outro carro conversível estava alguém que eu conhecia, mas não lembro quem era. Tinha um engarrafamento e estava tudo parado. A fila de carros era muito grande. Então eu disse para meu amigo que eu iria entrar a esquerda, fazer a volta e conseguiria sair dali. E assim o fiz. Só que neste caso, eu voltaria para a mesma rodovia. Mas fazendo isto, havia um fila de carros, mas em movimento. Eu segui esta fila, voltei para a mesma rodovia, só que ai, ela não tinha carro nenhum e eu pude seguir em frente.

Tuesday, May 5

A FORTALEZA

Estava na carroceria de um caminhão. O Fernando era quem estava dirigindo. Mas ele dirigia da carroceria também. Ele ia à alta velocidade. Meu cabelo estava muito grande e o vento o deixava em meu rosto. Eu tirava o cabelo mais ele voltava e quase não me deixa ver. Então eu disse ao Fernando que era capaz das pessoas não estar lá, aonde à gente ia. Lembrava-me que eles tinham saindo. Nisto chegamos numa casa grande. Havia algumas pessoas. Depois entrei num quarto e um homem queria me bater. Segurei a maçaneta da porta tentando impedir que ele a abrisse. Mas a maçaneta se soltou, ficando eu com uma parte e ele com a outra. Sai deste quarto, lutando com ele como se a maçaneta fosse espada. Só que a maçaneta estava já bem grande, do tamanho de uma espada mesmo. Tentei enfiar a ponta da maçaneta na barriga dela, ele sai da frente e esta ponta se encaixou numa peça de ferro que tinha na parede, Ao encaixar lá, fez esta peça girar e começou um barulho estranho do lado de fora. Abrimos a porta e vimos paredes laterais, em volta da casa, subindo e fechando toda a casa. Um Homem que estava ali, disse que aquela casa era uma fortaleza, e por isto tinha aquelas parede de proteção.

Monday, May 4

CRUZAMENTOS

Estava na esquina da rua da minha mãe com a rua dos ferroviários, no esplanada. Só que ali havia o cruzamento de oito ruas. Tinha um passeio central, que era redondo. Tinha dois muros que dividia este passeio ao meio nos dois sentidos, formando 4 partes. Estava ali e ao meu lado chegou um homem com uma criança. A gente esperava os carros passarem e íamos atravessando uma rua de cada vez, até que atravessamos as oito e voltamos para a rua que estava na nossa frente a principio. Nisto ele foi com esta criança por esta rua e fui também. Depois de andar um pouco me dei conta que estava na rua errada. Nisto este homem com a criança veio me dizer que dois moradores ali já tinham o livro meu. Eu disse que não era possível, pois eu ainda não tinha lançado o livro. Ele então disse que já tinham pirateado meu livro.

Sunday, May 3

ANDANDO DE CAMINHÃO

Estava na carroceria de um caminhão. Este ia por uma estrada. Estava sentado lá trás, bem encostado na cabine. Então percebi que a estrada não ia ficando para trás, mas sim, vinha em nossa direção. Daí, percebi que o caminhão estava indo era de marcha à ré. Mas a velocidade ia aumentando muito. Nisto chegou num abismo e o caminhão caiu nele. A medida que o caminhão foi caindo,fui imaginando meu fim

Saturday, May 2

ANDANDO DE SKATE

Estava numa rua, onde ao lado ao lado do passeio, havia uma faixa desta rua, de aproximadamente uns 2 metros, que havia sido rebaixada. Tinha uns 50 centímetros de fundura. Estava nesta rua andando de skate. Vinha vagarosamente, tentando me equilibrar em cima deste skate. A rua era plana e o skate custava a andar. Fui passando em frente às casas e as pessoas olhavam como se estivesse ocorrendo uma competição. Então percebi que estava mesmo e eu era o último e ainda mal tinha saído da largada.

Friday, May 1

TOMANDO BANHO EM CIMA DA CAMA

Estava no meu quarto em cima de minha cama. Vi um bicho se escondendo debaixo de uma roupa que estava ali. Peguei a roupa e sacudi no chão. Cai uma barata pequena. Desci da cama para matar a barata, mas ela passou por debaixo da porta do quarto, que estava fechada. Então deixei para quem a visse do outro lado a matasse. Subi na cama, fiquei em pé a abri uma torneira que tinha ali na parede. Era uma torneira do chuveiro. Comecei a tomar banho em cima da cama.