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Showing posts from June, 2009

A SOMBRA QUE QUERIA ME PEGAR

Vinha de trás da casa, para o terreiro da casa da minha mãe. Só que estava tudo invertido. O corredor atrás da casa da minha mãe fica a direita de quem entra, mas ali estava a esquerda. A casa estava do lado ao contrário. Estava meio escuro. Saindo de trás da casa e chegando ao terreiro, vi um objeto redondo com uma imagem de um monstro no centro. Nisto uma sombra saiu deste objeto e veio em minha direção dizendo que iria se grudar na minha sombra e nunca mais sairia dali. Quando ela se aproximou dos meus pés, peguei uma faca que estava ali no chão, e finquei-a no chão, em cima da sombra. Esta sombra ficou presa, tentando sai. Sai correndo e fui para trás da casa, onde encontrei o Carlos Magrelo, que trabalhou comigo na Rede. Disse a ele que uma sombra queria me pegar. Ele começou a rir e disse que ia ver o que era. Eu disse que ele podia ir, porque eu iria embora, porque minha sombra ela não pegava. E fui para o jardim da casa da minha mãe.

TENTANDO RESPIRAR DENTRO D'ÁGUA

Estava numa sala, onde havia dois homens. Um sentado a mesa e outro numa cadeira de frente a esta. Eu estava sentado do lado. Eu fazia um seguro, mas não sei de que. O homem sentado a mesa preenchia meus dados. Depois o homem que estava sentado de frente, pegou uma mini calculadora e a colocou dentro de outra maior. Esperou um pouco e disse que meu cadastro tinha dado algumas restrições. Mas disse que achava que não atrapalharia eu fazer o seguro. Nisto já me vi no meio de uma inundação, juntamente com aqueles dois homens. Um deles jogou uma bolsa preta dentro d’água, dizendo que era uma doação. A bolsa afundou. Eu disse que doações deveriam ser feitas pessoalmente, enviadas via água, podiam não chegar. A inundação em que a gente estava acontecia na rua do posto central, que ia até os ex-combatentes. Eu boiava deitado de barriga para cima, e só com o rosto fora d’água. Fazia muito esforço para respirar. A água chegava aos meus ouvidos e deixando mesmo só o nariz e olhos fora d’água. T…

PROCURANDO MEU LOCAL DE TRABALHO

Estava no pátio de uma empresa. Nesta parte do pátio, parecia uma fundição. Estavam ali algumas pessoas e uma delas era meu chefe da Ecomed. Sai andando dali e fui parar numa outra parte da empresa. Onde tudo era mais limpo e parecia um pátio de escola. Havia várias pessoas andando por ali. Fiquei com sede e fui procurar um bebedouro. Via várias mulheres e homens, mas não perguntava a eles onde ficava este bebedouro. Depois de ficar andando por ali, vi o tal bebedouro. Chegando nele, tinha uma mulher bebendo água. Quando ela terminou, comecei a beber água, quando um homem parou do meu lado, esperando eu terminar para beber água também. Não gostei de ele estar ali, porque não gosto de beber água, com alguém esperando eu terminar. Então parei de beber água e fui procurar o caminho por onde eu voltaria para meu local de trabalho. Mas eu não encontrava de jeito nenhum. Andei bastante de um lado a outro, passei por várias mulheres rindo. Mas não perguntava a ninguém qual seria o caminho. D…

COMPRANDO PASTEIS A 11 REAIS. UMA OBRA DE ARTE

Estava numa pastelaria. Pedi à mulher que me atendeu, para arrumar para eu levar, 6 pastéis. Ela pegou dois saquinhos pequenos, e com as mãos, pegou três pasteis e tentou colocá-los em um saquinho. Como não cabia, ela amassou os três e os colocou neste saquinho. Fez o mesmo com os outros três. Mandou que eu pagasse no caixa. Fui ao caixa, que ficava um pouco distante de onde se comprava os pasteis. Quando fui tirar minha carteira no bolso da calça, não a encontrei. Então voltei ate onde comprei os pasteis para ver se não havia deixado cair lá. Nisto vi minha carteira, ao lado da massa de pastel que uma mulher estava abrindo no cilindro. Então pedi a ela a carteira. Ela me entregou e fui ao caixa pagar. Perguntei quanto era. A moça do caixa disse ser 11 reais. Tirei da carteira uma nota de cinco e três de dois reais. Ficou apenas uma de vinte reais. Depois que paguei a moça e sai, fiquei pensando se eu só terei aquele dinheiro mesmo. Se a tal mulher não teria pegado alguma nota minha. …

NUVEM AMARELA NO BEIRAL PARA TELETRANSPORTAR

Estava numa rua, andando, quando olhei para o céu, e entre várias nuvens brancas, tinha uma bem amarela. Ela tinha o formato de um retângulo. Nisto esta nuvem amarela começou a se mover rapidamente. Então percebi que era um objeto voador não identificado. Pensei que seriam seres de outro planeta. A tal nuvem ia de um lado a outro e depois veio meio que rasante, em direção onde eu e outras pessoas estávamos. Saímos correndo q quando ela passou, vimos que era apenas um avião, que passou e sumiu no horizonte. Fui me arrastando num beiral de um prédio de dois andares, Este prédio tinha uma cobertura de telha e uma pequena canaleta onde terminava o telhado, junto ao beiral. Eu me arrastava neste beiral, com um dos pés dentro desta canaleta. Tinha um aparelho na mão. O tal beiral deste prédio, era bem íngreme. Quando ia chegando em uma das pontas, comecei a escorregar, voltando tudo que eu já tinha arrastado. Tentei frear com o pé que estava na canaleta, mas não conseguia. Quando consegui …

NO CORREDOR PARA FAZER CÁLCULOS

Estava numa casa que não sei qual era. Nisto o Sr. Ary me pediu para fazer uns cálculos de sua aposentadoria. Nisto vi o LULA com outra pessoa. O LULA disse que já tinha mandado sua equipe não permitir que se cortasse nada dos aposentados. Que ele tinha ficado sabendo que todo mês, se fazia um desconto nas aposentadorias e ele não queria que isto acontecesse. Eu disse para o Sr. Ary que ia pegar algo para fazer isto para ele. Entrei num corredor bem largo, bem comprido e que havia apenas uma mesinha. Nesta mesinha peguei um bloquinho e coloquei no bolso. Voltei até a casa e não vi o Sr. Ary ali. Então vi a Rita e perguntei pelo pai dela. Ela então disse que ia colocar meu almoço numa vasilha, para eu levar e almoçar na minha casa. Então fiquei pensando se ia aceitar, porque eu não gostava de favor dos outros. Nisto a Rita saiu chamando o pai dela, só que ela gritava chamando “presidente” “presidente” cadê você? Nisto vi a Jaqueline fazendo almoço. A Jaqueline então, pegou um aparelho …

NO PORTAL DA CHINA

Estava num local que parecia um imenso salão. Gigante mesmo. Havia muitas pessoas. Parecia que estava havendo uma grande festa. Eu estava deitado num gramado, e perto de mim havia vários cd. Nisto, numa mesa ao lado, alguém estava distribuindo estes dc para os convidados. Fiquei pensando se eu iria ganhar um. Mas não ganhei. Nisto um homem chegou e disse que estava na hora de ir embora. Então se formou uma fila imensa, de três a quatro pessoas, que se perdia de vista. Cada um levava o que lhe pertencia. Eu carregava, juntamente com outra pessoa, a cabeceira de uma cama, toda de madeira e toda trabalhada. Era muito pesada. A gente estava era saindo da China. Quando fui aproximando, vi que a entrada e saída da China, era um portão de madeira, que deveria ter uns 20 metros de altura e uns 10 metros de largura. Havia alguns homens vestidos igual a Buda, sentados no chão. Eles impediam algumas pessoas de sair dali. As pessoas que eles impediam de sair, ficariam ali para sempre. Quando me a…

VENDO DIVINÓPOLIS NO PLANETA

Estava num local meio esquisito. Só que não me via ali, via apenas a imagem que vinha a minha frente. Como uma câmera de TV filmando de um helicóptero em vôo rasante. Ia aparecendo o caminho por aonde ia esta possível câmera de TV que não existia. Eu via as imagens e depois ela começou indo muito rápido. Nisto entrou num abismo muito fundo. Quando ia caindo, a imagem do fundo do abismo se transformou no planeta terra, quando visto do espaço. Foi aproximando, e invés de aparecer os continentes, como são no planeta, foi aparecendo o mapa da cidade de Divinópolis, como se toda a terra fosse apenas Divinópolis. A imagem foi descendo até que chegou no chão novamente.

ALGUÉM CANTANDO BEM ALTO

Estava numa casa, que não sei qual era. Havia várias pessoas lá. Nisto um menino pegou uma vassoura, e fazendo o cabo dela de microfone, começou a cantar. Mas o som saia de um alto falante, que não sei onde estava, e estava alto demais. As pessoas da casa começaram a falar ao mesmo tempo. E tudo parecia que saia deste alto falante. Eu já não entendia nada. Então resolvi ir embora. Quando sai da casa, ao lado desta tinha um barzinho. Era lá que estava o alto falante. Fiquei pensando porque o alto falante ali. Continuei andando e depois de andar um pouco, ainda assim ouvia o som do menino cantando.

VOANDO ACIMA DA CASA DA MINHA MÃE

Estava na porta da casa da minha mãe. Havia várias pessoas, saindo da Rede. Nisto sai correndo e dei um grande pulo, tentando voar. Mas cai logo adiante. Corri novamente e dei outro pulo, fui mais longe um pouco, mas cai logo depois. Depois corri no sentido contrário que vinha os trabalhadores da rede, passei no meio deles correndo e dei outro pulo. Nisto senti meu corpo arrepiando e sai voando. Fiquei voando bem acima da casa da minha mãe. Ficava olhando as pessoas andando lá em baixo. Eu ia de um lado ao outro, mas sempre por ali. Nisto senti meu corpo arrepiando novamente e fui descendo, mesmo sem querer. Depois fui caindo rapidamente, mas quando me aproximei do chão, me corpo arrepiou de novo, e terminei de descer, muito lentamente, como se fosse em câmera lenta. Então quis voar novamente. Fiquei correndo de um lado a outro. Mas meu corpo não arrepiava e eu não conseguia voar.

APOSTANDO CORRIDAS

Estava numa rua, onde havia uma tábua cercando várias pessoas, inclusive eu. Era ali a partida para uma corrida. Quando a tábua caísse, todos deveriam correr. Assim que a tábua caiu, todos saíram correndo. Mas eu não fui. Nisto chegou um homem e perguntou por que eu não estava correndo. Disse a ele que não queria e também, quem vencesse a corrida, não ia ganhar nada. E que eu não ia correr.

NA SALA DE AULA COM CASAMENTO DOS IRMÃOS

Estava numa sala de aula. Havia três fileiras de cadeiras. Cada fileira havia três cadeiras. Eu estava sentada na fileira do meio, na cadeira do meio. Bem no meio da sala. Duas pessoas sentavam ao meu lado, um homem e uma mulher. A professora entrou na sala e disse que ia fazer as perguntas. Então eu disse para a pessoa que estava ao meu lado, que já sabia o que a professora iria perguntar e sabia também a resposta. Que seria 1972. A pessoa ao meu lado perguntou qual seria a pergunta. Disse a ela que seria o ano em que a União Soviética, deixou de ser União Soviética. Estava numa vila, onde havia uma espécie de altar. Havia dois lugares para duas pessoas se casarem ao mesmo tempo. O padre ficava andando de um lado para outro. Nisto chegaram dois homens e ficaram ao lado destes dois pequenos altares. Eles eram irmãos. Então eu perguntei pela noiva e alguém disse que não era noiva e sim noivo. Perguntei como assim, e a pessoa disser que aqueles dois irmãos, iriam se casar com outros do…

PÁSSAROS NO FIO

Estava deitado numa cama, bem e, frente a uma janela. Passava bem a frente desta janela, um fio da Cemig. Estava pousado ali um pássaro bem grande, do tamanho de uma galinha. Nisto chegou um pombo e pousou ali também. Nisto o pombo começou a bater naquele passar maior. Fiquei pensando como aquele pássaro deixava o pequeno lhe bater. Nisto o grande voou e foi embora. O pombo ficou ali. Então coloquei meu pé para fora da janela. Com meus dedos fui abaixando e fio. O pombo não voava, ficava apenas me olhando. Depois que o fio ficou bem esticado, eu soltei. O pombo saiu que nem um foguete para cima, como se fosse uma fecha. Eu fiquei rindo pra caramba.

DE CAMINHONETE RUMO A BRASÍLIA

Estava num local onde havia várias pessoas. Nisto chegou o Silvério, de carro, e me chamou para ir ajudá-lo num serviço na cidade de Cláudio. Eles esta numa caminhonete muito grande, que mais parecia um caminhão. Eu perguntei pra que um carro daquele tamanho. Ele disse que os equipamentos eram muitos. Quando fui subir na caminhonete, ele pediu que eu fosse dirigindo. Então sai dirigindo a caminhonete, soque não fui em direção à Cláudio, e sim em direção a Itauna. Então perguntei a ele para qual praia a gente estava indo. Ele disse que não ia para praia e sim, para Brasília, pois tinha uma reunião com o presidente LULA. Eu perguntei se ele conhecia o LULA, ele disse que não, mas ia assim mesmo.

MARCANDO PONTOS EM DISPUTA

Estava num quarto, onde havia um homem bem gordo em uma cama. Havia uma mulher, que seria uma repórter. Eu terei que fazer o tal homem gordo, sair da cama, estando eu em cima da cama também. Então comecei a fazer cosquinhas no tal homem, para ver se ele saísse da cama. Ele ria muito, mas não saia da cama. Nisto chegou dois homens e subiram em cima de um guarda-roupa que tinha ali e disseram que iam pular em cima de mim. A tal mulher disse que não valia assim. Estava deitado e coberto com um edredom, até o pescoço. Acordei assustado com esta mulher me chamando. Ela disse que a competição iria continuar. Então disse que ninguém tinha aparecido, por isto fui dormir. Ela disse que agora, o tal homem gordo é que teria que me fazer sair da cama, sem me puxar para fora dela. Este homem então pulou em cima de cima e eu me senti esmagado e quase não conseguia respirar. A tal mulher disse que estava marcando. Cada segundo que eu ficava ali considerava mais um ponto e que eu já estava com 360 po…

LISTA DE NOMES

Estava num local que parecia ser um galpão de uma oficina. Nisto um homem chegou perto de mim, com cadernos na mão. Abriu o caderno e disse que era para eu passar os nomes de quem estudou comigo na escola, que ele iria mandar uma carta para cada um. Eu não lembrava os nomes de quem estudou comigo e então comecei a falar os nomes das pessoas que trabalharam comigo. Comecei dizendo: Weber J. Pereira. Disse a ele que Weber era com “W”. Francisco J. Pereira. Mauri Martins. Depois perguntei porque ele anotava cada nome em uma folha. Ele disse que escreveria a carta abaixo de cada nome. Fiquei tentando lembrar mais nomes que trabalharam comigo. Eu trabalhei com umas 300 pessoas na Rede Ferroviária. Tentei lembrar por turma. Disse então: Donizete Tavares. Depois, por mais que eu tentasse, não conseguia lembrar nome de nenhum outro.

DESCENDO A RUA CORRENDO

Um homem descia a Rua Pernambuco, correndo, parecendo que fugia de alguém. Sempre olhando para trás. Mas não havia ninguém na rua. Somente ele. Eu estava parado em frente a cooperativa da rede, quando ele passou por mim e pediu para que eu o seguisse. Ele continuou correndo, mas não o segui. Chegando à primeiro de junho, ele foi em direção a catedral. Nisto sai andando, para ver aonde ele ia. Quando cheguei na esquina da primeiro de junho, ele estava sentado na beira do passeio. Perguntei o que ele queria comigo. Ele disse que nada, nunca tinha me visto. Que eu estava ficando doido. Continuei subindo a primeiro de junho e fui até a caixa federal. Quando entrei, o tal homem que vinha correndo, já estava lá, usando o uniforme de guarda da caixa. Eu fiquei por entender como ele tinha chegado primeiro que eu. Ao passar por ele, ele me perguntou se eu tinha corrido muito. Então disse que não tinha corrido. Ele então falou que eu corri sim, pois eu tinha descido a Rua Pernambuco correndo. A…

COMPRANDO TV DE 42 POLEGADAS

Estava na internet, e comprei em três lojas diferentes, três TV de LCD, de 42 polegadas. Usando o cartão de crédito. Depois sai pelo centro da cidade, quando uma mulher de uma loja me parou, dizendo que a compra da TV que eu tinha feito, tinha sido autorizada pelo cartão de crédito e que iria entregar a TV naquele dia. Continuei andando e outra pessoas, que não sei quem, de outra loja, disse a mesma coisa. Então fiquei imaginando como eu iria tanta televisão e porque eu tinha comprado três.

CORRENDO COM SABÃO EM PÓ

Estava num local, que não sei onde era. Eu carregava uma caixa de sabão em pó. Sai correndo. A caixa estava aberta em cima. Ao correr, ficou caindo sabão em pó pelo caminho. Eu estava levando o sabão em pó para lavar roupa. Nisto cheguei num terreiro de uma casa, onde havia um tanquinho de lavar roupas, daqueles feitos de cimento. Ele estava cheio de água. Fui jogar o sabão em pó lá. Mas vi que a caixa estava vazia. Então fiquei pensando que eu tinha comprado uma caixa vazia de sabão em pó.

BOI E FOCA COM CARA CE CACHORRO E LÍNGUA DE CAVALO

Estava sentado no vão de uma janela, quando alguém gritou que tinha sorvete. Sai correndo. Cheguei numa cozinha e vi uma vasilha, Dentro dela tinha algumas folhas de árvore. Virei à vasilha de boca para baixo, para cair as folhas. Ficou no fundo, um pouco de sorvete. Então comecei a comê-lo. Nisto chegou duas crianças, querendo sorvete também. Disse a elas que tinha só um pouquinho e que só dava para mim. Fui para dentro de uma sala de uma casa. Do lado de fora havia um boi querendo entrar em alguma casa. Eu queria sair, mas ficava pensando se daria tempo de fechar a porta, caso o boi estivesse ali perto. Mas sai assim mesmo. Vi o boi um pouco adiante, com um homem o segurando pelo chifre. Sai andando, quando veio em minha direção uma foca, que tinha a cara de cachorro pastor alemão e uma língua de cavalo. A língua ficava do lado de fora da boca, porque era muito grande. Ele veio em minha direção e sai correndo para o outro lado.

INDO PARA CARAPÍCUÍBA

Estava caminhando por uma estrada, quando um homem chegou perto de mim e perguntou-me para onde ia. Disse que estava indo para Carapicuíba. Ele perguntou o que eu iria fazer lá. Disse que não sabia, ma sabia que tinha que ir até lá. Então ele perguntou se eu sabia onde ficava este local. Disse a ele que não sabia onde era. Sabia que era uma cidade, mas não sabia onde ficava. O que eu sabia, era que tinha que ir para Carapicuíba.

BATIDA DE CARRO E ÔNIBUS

Estava dirigindo um carro esportivo e conversível. Nisto veio um ônibus em sentido contrário. Eu dirigia no meio da rua e o ônibus também vinha no meio da rua. Pisei no freio parei o carro. O ônibus veio freando e foi parando devagar e quando parou, chegou a encostar-se ao meu carro e fazendo um pequeno barulho. Sai do carro xingando, dizendo que tinha amassado meu carro e que queria outro. O motorista do ônibus veio dizendo que se encostou à placa e que não tinha acontecido nada. Nisto comecei a rir, dizendo que eu estava brincando e só dizendo aquilo para assustá-lo.

TRABALHANDO NO TELHADO

Estava indo trabalhar na cooperativa de Divinópolis. Chegando lá, mandaram-me subir no telhado para arrumar um vazamento numa tubulação. Eu andava em cima do telhado, como se estivesse no chão. Algumas pessoas que estavam ali ficaram gritando para mim, que eu iria cair. Mas eu não importava e ficava andando de um lado para outro e nada fazia.

COMENDO BOLO ENTRE AS TUBULAÇÕES

Estava num pátio de uma siderurgia, junto com o “Queijinho”. A gente passava por entre uma tubulação toda pintada de verde. Disse a ele que a gente podia organizar uma corrida. Ele falou então que já ia marcar. Disse que não era assim, que eu teria que fazer uma pesquisa, me informar de como tudo acontece. Mas ele insistia que queria fazer logo. Então perguntei se ele tinha visto a corrida dos inconfidentes na TV. Ele disse que não. Continuamos andando por entre aquela tubulação. Fui explicando a ele como foi a corrida dos inconfidentes.
Estava indo para a casa da minha mãe, carregando um bolo de aniversário. Eu já estava perto da casa dela\, mas nunca chegava lá. Quanto mais eu andava, mais distante a casa ficava. Então sentei no chão, cruzando as pernas igual índio faz, e fui comendo o bolo.

NO SUPERMERCADO, VENDO REDE TV NA GLOBO

Estava num supermercado, onde a frente dele era toda aberta e tinha o tamanho do Carrefour mais ou menos. Estavam sentados ao meu lado, duas pessoas. Nisto alguém chegou e disse que as pessoas pensavam que em supermercados pequenos, os preços eram menores, e estavam enganadas. Então saímos dali, eu e uma mulher, pegamos uma cesta para fazer compras e um homem pegou um carrinho. Eu e a mulher fomos até uma pilha de leite de caixinha. Havia duas marcas. Uma marca a caixinha era quadrada e a outra no formato tradicional. A tradicional custava 2,38 (dois reais e trinta e oito centavos) Fiquei procurando o preço da outra marca e não achava. Queria levar uma caixa de cada marca. Então pensei que o preço seria mais ou menos o mesmo e calculei em 4,80 as duas. Imaginei que ira arredondar para ficar melhor para calcular quanto eu ia gastar. Vi um balde de água, cuja espuma do sabão, estava transbordando. Fui lavar as mãos nesta espuma, quando as roupas começaram e inchar e começaram a sair do …

ANDANDO NA LAJE, COM BICO DE GARRAFA NO OUVIDO E DE BICICLETA

Estava em cima de uma laje. Só que esta laje, tinha um grande buraco no meio. Na verdade, ela tinha apenas as laterais, que deveriam ter mais ou menos um 50 centímetros. Eu andava por este espaço estreito, quando vi que lá em baixo havia um imenso caldeirão, tipo estes de bruxa, cheio de água, só que da cor alaranjado. Então fiquei pensando que se eu caísse lá dentro, iria cair de cabeça para baixo e teria que ser salvo rapidamente, do contrário poderia morrer afogado. Enquanto andava por esta laje, fiquei imaginando quanto tempo eu conseguiria ficar sem respirar até que alguém me salvasse. Fui para uma sala, que parecia ser um escritório, mas estava cheio de peças de alguma coisa. Eu usava um microfone, deste tipo de telefonista, e conversava com o Eduardo, meu ex-chefe. Mas para eu ouvir, tinha que colocar o bico de uma garrafa pet de 2 litros, no ouvido. Depois que conversei com ele, eu joguei este bico de garrafa pet no chão. Depois lembrei que tinha que lhe perguntar algo e falei…