Tuesday, June 30

A SOMBRA QUE QUERIA ME PEGAR

Vinha de trás da casa, para o terreiro da casa da minha mãe. Só que estava tudo invertido. O corredor atrás da casa da minha mãe fica a direita de quem entra, mas ali estava a esquerda. A casa estava do lado ao contrário. Estava meio escuro. Saindo de trás da casa e chegando ao terreiro, vi um objeto redondo com uma imagem de um monstro no centro. Nisto uma sombra saiu deste objeto e veio em minha direção dizendo que iria se grudar na minha sombra e nunca mais sairia dali. Quando ela se aproximou dos meus pés, peguei uma faca que estava ali no chão, e finquei-a no chão, em cima da sombra. Esta sombra ficou presa, tentando sai. Sai correndo e fui para trás da casa, onde encontrei o Carlos Magrelo, que trabalhou comigo na Rede. Disse a ele que uma sombra queria me pegar. Ele começou a rir e disse que ia ver o que era. Eu disse que ele podia ir, porque eu iria embora, porque minha sombra ela não pegava. E fui para o jardim da casa da minha mãe.

Monday, June 29

TENTANDO RESPIRAR DENTRO D'ÁGUA

Estava numa sala, onde havia dois homens. Um sentado a mesa e outro numa cadeira de frente a esta. Eu estava sentado do lado. Eu fazia um seguro, mas não sei de que. O homem sentado a mesa preenchia meus dados. Depois o homem que estava sentado de frente, pegou uma mini calculadora e a colocou dentro de outra maior. Esperou um pouco e disse que meu cadastro tinha dado algumas restrições. Mas disse que achava que não atrapalharia eu fazer o seguro. Nisto já me vi no meio de uma inundação, juntamente com aqueles dois homens. Um deles jogou uma bolsa preta dentro d’água, dizendo que era uma doação. A bolsa afundou. Eu disse que doações deveriam ser feitas pessoalmente, enviadas via água, podiam não chegar. A inundação em que a gente estava acontecia na rua do posto central, que ia até os ex-combatentes. Eu boiava deitado de barriga para cima, e só com o rosto fora d’água. Fazia muito esforço para respirar. A água chegava aos meus ouvidos e deixando mesmo só o nariz e olhos fora d’água. Temia que a água cobrisse meu nariz e viesse a afogar. Fazia muito esforço para chegar ao posto dos ex-combatentes, onde daria pé. Respirando com muita dificuldade.

Saturday, June 27

PROCURANDO MEU LOCAL DE TRABALHO

Estava no pátio de uma empresa. Nesta parte do pátio, parecia uma fundição. Estavam ali algumas pessoas e uma delas era meu chefe da Ecomed. Sai andando dali e fui parar numa outra parte da empresa. Onde tudo era mais limpo e parecia um pátio de escola. Havia várias pessoas andando por ali. Fiquei com sede e fui procurar um bebedouro. Via várias mulheres e homens, mas não perguntava a eles onde ficava este bebedouro. Depois de ficar andando por ali, vi o tal bebedouro. Chegando nele, tinha uma mulher bebendo água. Quando ela terminou, comecei a beber água, quando um homem parou do meu lado, esperando eu terminar para beber água também. Não gostei de ele estar ali, porque não gosto de beber água, com alguém esperando eu terminar. Então parei de beber água e fui procurar o caminho por onde eu voltaria para meu local de trabalho. Mas eu não encontrava de jeito nenhum. Andei bastante de um lado a outro, passei por várias mulheres rindo. Mas não perguntava a ninguém qual seria o caminho. Depois cheguei num corredor, onde havia duas mulheres idosas fazendo comida. Então cheguei perto delas e disse: “oi meninas”. Elas responderam “oi”. Nisto vi uma portinha de ferro, que era justamente a entrada para o local onde eu trabalhava. Ao entrar ali, encontrei com a Jaqueline e seus dois filhos. A Fernanda, que tem 13 anos atualmente, tinha ali uns 5 anos e me cumprimentou: “oi Thymonthy”. Disse “oi Nandinha”. Depois vi o Ziquinho, que atualmente tem 6 anos, mas ali ele tinha uns 13 anos. Estava da minha altura. Ele me cumprimentou pegando na minha mão. Eu assustei com ele. Tinha a metade do rosto pintada de azul. Os dentes pintados de preto, cabelo tipo panque. Pirceg na boca, na orelha, no umbigo. Usava uma camisa que era meia camisa. Olhei para a Jaqueline, mãe deles e perguntei se o Ziquinho tinha virando Roqueiro. Ela apenas riu. Então fui pegar na mão dela. Ao pegar, vi que a mão estava toda enrugada. Então eu disse que ela estava com mão de velha. Ela riu e fez sinal para eu parar de falar. Nisto vi que atrás dela tinha uma velhinha, que tinha enfiando a mão por debaixo do braço da Jaqueline, e era a mão desta mulher que eu tinha pegado. Mas continuei falando que a mão era de velha. A Jaqueline ria e dizia que eu só falava besteira e não sabia ficar de boca fechada. Então disse a Jaqueline que eu queria pegar era na mão dela e não da velha. Ela ria muito e dizia que eu era bobo demais.

Friday, June 26

COMPRANDO PASTEIS A 11 REAIS. UMA OBRA DE ARTE

Estava numa pastelaria. Pedi à mulher que me atendeu, para arrumar para eu levar, 6 pastéis. Ela pegou dois saquinhos pequenos, e com as mãos, pegou três pasteis e tentou colocá-los em um saquinho. Como não cabia, ela amassou os três e os colocou neste saquinho. Fez o mesmo com os outros três. Mandou que eu pagasse no caixa. Fui ao caixa, que ficava um pouco distante de onde se comprava os pasteis. Quando fui tirar minha carteira no bolso da calça, não a encontrei. Então voltei ate onde comprei os pasteis para ver se não havia deixado cair lá. Nisto vi minha carteira, ao lado da massa de pastel que uma mulher estava abrindo no cilindro. Então pedi a ela a carteira. Ela me entregou e fui ao caixa pagar. Perguntei quanto era. A moça do caixa disse ser 11 reais. Tirei da carteira uma nota de cinco e três de dois reais. Ficou apenas uma de vinte reais. Depois que paguei a moça e sai, fiquei pensando se eu só terei aquele dinheiro mesmo. Se a tal mulher não teria pegado alguma nota minha. Mas como eu nunca sei quanto tenho na carteira, nunca conto antes. Fui embora imaginando se ela havia pegado ou não. Fui até um apartamento. Tinha duas crianças de uns 5 anos, que eu tomava conta. Perguntei a estas crianças, por uma terceira que eu não via ali. Elas me disseram que ele estava pendurado do lado de fora. Fui a te a janela e olhei para o lado e onde tinha uma sacada, estava um policial de pé, e a tal criança, agarrada na parede, quase no teto, como se fosse o homem aranha. Falei para ela descer, senão iria machucar. Sai da janela para ir até a tal sacada, para pegar o menino. Quando sai da sala, entrei num grande salão, onde havia um policial sentando á mesa. Outro estava em pé e o tal menino caído no chão. O policial que estava de pé, disse que o menino tinha desmaiado. Então disse a ele que aquele menino era meio doido mesmo, e fingia que desmaiava toda hora, só para a gente carregar ele. Nisto o peguei no colo. Ele tinha uns cinco anos, mas estava com a cabeça de homem adulto e com barba. Quando entrei na sala, carregando este menino, ele pulou dos meus braços e foi brincar com os outros dois que já estavam ali. Ao sair correndo, ele esbarrou numa mesinha que tinha ali, deixando cair uma peça, que seria uma obra de arte, que estava em cima desta mesa. A tal peça caiu e quebrou. Então comecei a dizer que a dona do apartamento iria chegar todo mundo, pela peça quebrada. Então fui colocar os pedaços da peça quebrada no lixo.

Thursday, June 25

NUVEM AMARELA NO BEIRAL PARA TELETRANSPORTAR

Estava numa rua, andando, quando olhei para o céu, e entre várias nuvens brancas, tinha uma bem amarela. Ela tinha o formato de um retângulo. Nisto esta nuvem amarela começou a se mover rapidamente. Então percebi que era um objeto voador não identificado. Pensei que seriam seres de outro planeta. A tal nuvem ia de um lado a outro e depois veio meio que rasante, em direção onde eu e outras pessoas estávamos. Saímos correndo q quando ela passou, vimos que era apenas um avião, que passou e sumiu no horizonte. Fui me arrastando num beiral de um prédio de dois andares, Este prédio tinha uma cobertura de telha e uma pequena canaleta onde terminava o telhado, junto ao beiral. Eu me arrastava neste beiral, com um dos pés dentro desta canaleta. Tinha um aparelho na mão. O tal beiral deste prédio, era bem íngreme. Quando ia chegando em uma das pontas, comecei a escorregar, voltando tudo que eu já tinha arrastado. Tentei frear com o pé que estava na canaleta, mas não conseguia. Quando consegui parar, fiquei pensando como eu iria descer se não sabia nem como subi ali. Nisto fiquei falando comigo mesmo, que eu precisava de um prédio de cinco andares, para poder fazer funcionar o aparelho que estava na minha mão, que me faria ir para outra era. Depois já no chão, encontrei o Cândido e disse a ele que para a gente viajar no tempo, iria precisar de um prédio mais alto.

Wednesday, June 24

NO CORREDOR PARA FAZER CÁLCULOS

Estava numa casa que não sei qual era. Nisto o Sr. Ary me pediu para fazer uns cálculos de sua aposentadoria. Nisto vi o LULA com outra pessoa. O LULA disse que já tinha mandado sua equipe não permitir que se cortasse nada dos aposentados. Que ele tinha ficado sabendo que todo mês, se fazia um desconto nas aposentadorias e ele não queria que isto acontecesse. Eu disse para o Sr. Ary que ia pegar algo para fazer isto para ele. Entrei num corredor bem largo, bem comprido e que havia apenas uma mesinha. Nesta mesinha peguei um bloquinho e coloquei no bolso. Voltei até a casa e não vi o Sr. Ary ali. Então vi a Rita e perguntei pelo pai dela. Ela então disse que ia colocar meu almoço numa vasilha, para eu levar e almoçar na minha casa. Então fiquei pensando se ia aceitar, porque eu não gostava de favor dos outros. Nisto a Rita saiu chamando o pai dela, só que ela gritava chamando “presidente” “presidente” cadê você? Nisto vi a Jaqueline fazendo almoço. A Jaqueline então, pegou um aparelho de som e ligou, deixando o som bem alto. A música que tocava era “brasileirinho”.

Tuesday, June 23

NO PORTAL DA CHINA

Estava num local que parecia um imenso salão. Gigante mesmo. Havia muitas pessoas. Parecia que estava havendo uma grande festa. Eu estava deitado num gramado, e perto de mim havia vários cd. Nisto, numa mesa ao lado, alguém estava distribuindo estes dc para os convidados. Fiquei pensando se eu iria ganhar um. Mas não ganhei. Nisto um homem chegou e disse que estava na hora de ir embora. Então se formou uma fila imensa, de três a quatro pessoas, que se perdia de vista. Cada um levava o que lhe pertencia. Eu carregava, juntamente com outra pessoa, a cabeceira de uma cama, toda de madeira e toda trabalhada. Era muito pesada. A gente estava era saindo da China. Quando fui aproximando, vi que a entrada e saída da China, era um portão de madeira, que deveria ter uns 20 metros de altura e uns 10 metros de largura. Havia alguns homens vestidos igual a Buda, sentados no chão. Eles impediam algumas pessoas de sair dali. As pessoas que eles impediam de sair, ficariam ali para sempre. Quando me aproximei desta imensa porta, que só abria uma banda parei, para descansar e fiquei olhando os tais homens vestidos de Buda. Eles ficavam sentados, de olhos fechados, como se estivessem meditando. Fui para uma casa, que seria a do Sr. Ary. Estava em cima de um quadrado todo feito de armação de ferro. Nisto chegou uma menina de uns 5 anos e me perguntou porque ela podia dormir depois das 11 horas e eu não podia. Mexendo numa armação pequena que tinha em cima deste quadrado, esta armação caiu e levou a menina junto. Mas ele caiu num local baixinho. Então pedi a tal menina para empurrar ele para cima, enquanto eu puxava, para colocar no lugar. Depois que ela me ajudou, saiu e foi embora. Quando fui descer, vi a dona Judit, sentada nesta armação. (A dona Judit já não está entre nós ha 7 anos) Ela começou a conversar comigo. Não lembro o que ela disse. Depois, quando eu olhava para ela falando, seu rosto virou uma luz e quando a luz sumiu, já era o rosto de outra pessoa que não sei quem era. Desci dali e quando cheguei lá em baixo, vi a tal menina. Então respondi a ela, o motivo que ela podia dormir as 11 horas e eu não, era porque ela não trabalhava ainda, e eu tinha sempre que trabalhar. Ela então respondeu, dizendo que ia dormir.

Monday, June 22

VENDO DIVINÓPOLIS NO PLANETA

Estava num local meio esquisito. Só que não me via ali, via apenas a imagem que vinha a minha frente. Como uma câmera de TV filmando de um helicóptero em vôo rasante. Ia aparecendo o caminho por aonde ia esta possível câmera de TV que não existia. Eu via as imagens e depois ela começou indo muito rápido. Nisto entrou num abismo muito fundo. Quando ia caindo, a imagem do fundo do abismo se transformou no planeta terra, quando visto do espaço. Foi aproximando, e invés de aparecer os continentes, como são no planeta, foi aparecendo o mapa da cidade de Divinópolis, como se toda a terra fosse apenas Divinópolis. A imagem foi descendo até que chegou no chão novamente.

Sunday, June 21

ALGUÉM CANTANDO BEM ALTO

Estava numa casa, que não sei qual era. Havia várias pessoas lá. Nisto um menino pegou uma vassoura, e fazendo o cabo dela de microfone, começou a cantar. Mas o som saia de um alto falante, que não sei onde estava, e estava alto demais. As pessoas da casa começaram a falar ao mesmo tempo. E tudo parecia que saia deste alto falante. Eu já não entendia nada. Então resolvi ir embora. Quando sai da casa, ao lado desta tinha um barzinho. Era lá que estava o alto falante. Fiquei pensando porque o alto falante ali. Continuei andando e depois de andar um pouco, ainda assim ouvia o som do menino cantando.

Saturday, June 20

VOANDO ACIMA DA CASA DA MINHA MÃE

Estava na porta da casa da minha mãe. Havia várias pessoas, saindo da Rede. Nisto sai correndo e dei um grande pulo, tentando voar. Mas cai logo adiante. Corri novamente e dei outro pulo, fui mais longe um pouco, mas cai logo depois. Depois corri no sentido contrário que vinha os trabalhadores da rede, passei no meio deles correndo e dei outro pulo. Nisto senti meu corpo arrepiando e sai voando. Fiquei voando bem acima da casa da minha mãe. Ficava olhando as pessoas andando lá em baixo. Eu ia de um lado ao outro, mas sempre por ali. Nisto senti meu corpo arrepiando novamente e fui descendo, mesmo sem querer. Depois fui caindo rapidamente, mas quando me aproximei do chão, me corpo arrepiou de novo, e terminei de descer, muito lentamente, como se fosse em câmera lenta. Então quis voar novamente. Fiquei correndo de um lado a outro. Mas meu corpo não arrepiava e eu não conseguia voar.

Thursday, June 18

APOSTANDO CORRIDAS

Estava numa rua, onde havia uma tábua cercando várias pessoas, inclusive eu. Era ali a partida para uma corrida. Quando a tábua caísse, todos deveriam correr. Assim que a tábua caiu, todos saíram correndo. Mas eu não fui. Nisto chegou um homem e perguntou por que eu não estava correndo. Disse a ele que não queria e também, quem vencesse a corrida, não ia ganhar nada. E que eu não ia correr.

Wednesday, June 17

NA SALA DE AULA COM CASAMENTO DOS IRMÃOS

Estava numa sala de aula. Havia três fileiras de cadeiras. Cada fileira havia três cadeiras. Eu estava sentada na fileira do meio, na cadeira do meio. Bem no meio da sala. Duas pessoas sentavam ao meu lado, um homem e uma mulher. A professora entrou na sala e disse que ia fazer as perguntas. Então eu disse para a pessoa que estava ao meu lado, que já sabia o que a professora iria perguntar e sabia também a resposta. Que seria 1972. A pessoa ao meu lado perguntou qual seria a pergunta. Disse a ela que seria o ano em que a União Soviética, deixou de ser União Soviética. Estava numa vila, onde havia uma espécie de altar. Havia dois lugares para duas pessoas se casarem ao mesmo tempo. O padre ficava andando de um lado para outro. Nisto chegaram dois homens e ficaram ao lado destes dois pequenos altares. Eles eram irmãos. Então eu perguntei pela noiva e alguém disse que não era noiva e sim noivo. Perguntei como assim, e a pessoa disser que aqueles dois irmãos, iriam se casar com outros dois irmãos, de outra família. Então disse: “Irmãos que casam com irmãos, tem 100 anos de duração. O padre olhou com uma cara ruim para mim. Nisto me vi numa das ruas desta vila, correndo. Quando passava perto de um homem e várias crianças, ele disse que não tinha sido convidado para o casamento. Então disse a ele que podiam ir sem problemas, que ninguém acharia ruim. Continuei correndo e quando virei, vi que estava na rua errada. Voltei e entrei na rua, onde seria o casamento dos irmãos.

Tuesday, June 16

PÁSSAROS NO FIO

Estava deitado numa cama, bem e, frente a uma janela. Passava bem a frente desta janela, um fio da Cemig. Estava pousado ali um pássaro bem grande, do tamanho de uma galinha. Nisto chegou um pombo e pousou ali também. Nisto o pombo começou a bater naquele passar maior. Fiquei pensando como aquele pássaro deixava o pequeno lhe bater. Nisto o grande voou e foi embora. O pombo ficou ali. Então coloquei meu pé para fora da janela. Com meus dedos fui abaixando e fio. O pombo não voava, ficava apenas me olhando. Depois que o fio ficou bem esticado, eu soltei. O pombo saiu que nem um foguete para cima, como se fosse uma fecha. Eu fiquei rindo pra caramba.

Sunday, June 14

DE CAMINHONETE RUMO A BRASÍLIA

Estava num local onde havia várias pessoas. Nisto chegou o Silvério, de carro, e me chamou para ir ajudá-lo num serviço na cidade de Cláudio. Eles esta numa caminhonete muito grande, que mais parecia um caminhão. Eu perguntei pra que um carro daquele tamanho. Ele disse que os equipamentos eram muitos. Quando fui subir na caminhonete, ele pediu que eu fosse dirigindo. Então sai dirigindo a caminhonete, soque não fui em direção à Cláudio, e sim em direção a Itauna. Então perguntei a ele para qual praia a gente estava indo. Ele disse que não ia para praia e sim, para Brasília, pois tinha uma reunião com o presidente LULA. Eu perguntei se ele conhecia o LULA, ele disse que não, mas ia assim mesmo.

Saturday, June 13

MARCANDO PONTOS EM DISPUTA

Estava num quarto, onde havia um homem bem gordo em uma cama. Havia uma mulher, que seria uma repórter. Eu terei que fazer o tal homem gordo, sair da cama, estando eu em cima da cama também. Então comecei a fazer cosquinhas no tal homem, para ver se ele saísse da cama. Ele ria muito, mas não saia da cama. Nisto chegou dois homens e subiram em cima de um guarda-roupa que tinha ali e disseram que iam pular em cima de mim. A tal mulher disse que não valia assim. Estava deitado e coberto com um edredom, até o pescoço. Acordei assustado com esta mulher me chamando. Ela disse que a competição iria continuar. Então disse que ninguém tinha aparecido, por isto fui dormir. Ela disse que agora, o tal homem gordo é que teria que me fazer sair da cama, sem me puxar para fora dela. Este homem então pulou em cima de cima e eu me senti esmagado e quase não conseguia respirar. A tal mulher disse que estava marcando. Cada segundo que eu ficava ali considerava mais um ponto e que eu já estava com 360 pontos. Olhei para um grande cronômetro que tinha ali e ele marca 110 segundos. Então imaginei que eu teria conseguindo 250 pontos quando tentava tirar o tal homem gordo da cama.

Friday, June 12

LISTA DE NOMES

Estava num local que parecia ser um galpão de uma oficina. Nisto um homem chegou perto de mim, com cadernos na mão. Abriu o caderno e disse que era para eu passar os nomes de quem estudou comigo na escola, que ele iria mandar uma carta para cada um. Eu não lembrava os nomes de quem estudou comigo e então comecei a falar os nomes das pessoas que trabalharam comigo. Comecei dizendo: Weber J. Pereira. Disse a ele que Weber era com “W”. Francisco J. Pereira. Mauri Martins. Depois perguntei porque ele anotava cada nome em uma folha. Ele disse que escreveria a carta abaixo de cada nome. Fiquei tentando lembrar mais nomes que trabalharam comigo. Eu trabalhei com umas 300 pessoas na Rede Ferroviária. Tentei lembrar por turma. Disse então: Donizete Tavares. Depois, por mais que eu tentasse, não conseguia lembrar nome de nenhum outro.

Thursday, June 11

DESCENDO A RUA CORRENDO

Um homem descia a Rua Pernambuco, correndo, parecendo que fugia de alguém. Sempre olhando para trás. Mas não havia ninguém na rua. Somente ele. Eu estava parado em frente a cooperativa da rede, quando ele passou por mim e pediu para que eu o seguisse. Ele continuou correndo, mas não o segui. Chegando à primeiro de junho, ele foi em direção a catedral. Nisto sai andando, para ver aonde ele ia. Quando cheguei na esquina da primeiro de junho, ele estava sentado na beira do passeio. Perguntei o que ele queria comigo. Ele disse que nada, nunca tinha me visto. Que eu estava ficando doido. Continuei subindo a primeiro de junho e fui até a caixa federal. Quando entrei, o tal homem que vinha correndo, já estava lá, usando o uniforme de guarda da caixa. Eu fiquei por entender como ele tinha chegado primeiro que eu. Ao passar por ele, ele me perguntou se eu tinha corrido muito. Então disse que não tinha corrido. Ele então falou que eu corri sim, pois eu tinha descido a Rua Pernambuco correndo. Achei que ele não fosse bom da cabeça e me afastei. Sai da caixa federal e fui em direção a casa da minha mãe. Quando estava chegando à casa da minha mãe, vi que tinha um homem no portão, vestindo uniforme de policia. Pensei que não iria lá de jeito nenhum, porque sabia que seria o tal homem da caixa federal.

Wednesday, June 10

COMPRANDO TV DE 42 POLEGADAS

Estava na internet, e comprei em três lojas diferentes, três TV de LCD, de 42 polegadas. Usando o cartão de crédito. Depois sai pelo centro da cidade, quando uma mulher de uma loja me parou, dizendo que a compra da TV que eu tinha feito, tinha sido autorizada pelo cartão de crédito e que iria entregar a TV naquele dia. Continuei andando e outra pessoas, que não sei quem, de outra loja, disse a mesma coisa. Então fiquei imaginando como eu iria tanta televisão e porque eu tinha comprado três.

Tuesday, June 9

CORRENDO COM SABÃO EM PÓ

Estava num local, que não sei onde era. Eu carregava uma caixa de sabão em pó. Sai correndo. A caixa estava aberta em cima. Ao correr, ficou caindo sabão em pó pelo caminho. Eu estava levando o sabão em pó para lavar roupa. Nisto cheguei num terreiro de uma casa, onde havia um tanquinho de lavar roupas, daqueles feitos de cimento. Ele estava cheio de água. Fui jogar o sabão em pó lá. Mas vi que a caixa estava vazia. Então fiquei pensando que eu tinha comprado uma caixa vazia de sabão em pó.

Monday, June 8

BOI E FOCA COM CARA CE CACHORRO E LÍNGUA DE CAVALO

Estava sentado no vão de uma janela, quando alguém gritou que tinha sorvete. Sai correndo. Cheguei numa cozinha e vi uma vasilha, Dentro dela tinha algumas folhas de árvore. Virei à vasilha de boca para baixo, para cair as folhas. Ficou no fundo, um pouco de sorvete. Então comecei a comê-lo. Nisto chegou duas crianças, querendo sorvete também. Disse a elas que tinha só um pouquinho e que só dava para mim. Fui para dentro de uma sala de uma casa. Do lado de fora havia um boi querendo entrar em alguma casa. Eu queria sair, mas ficava pensando se daria tempo de fechar a porta, caso o boi estivesse ali perto. Mas sai assim mesmo. Vi o boi um pouco adiante, com um homem o segurando pelo chifre. Sai andando, quando veio em minha direção uma foca, que tinha a cara de cachorro pastor alemão e uma língua de cavalo. A língua ficava do lado de fora da boca, porque era muito grande. Ele veio em minha direção e sai correndo para o outro lado.

Sunday, June 7

INDO PARA CARAPÍCUÍBA

Estava caminhando por uma estrada, quando um homem chegou perto de mim e perguntou-me para onde ia. Disse que estava indo para Carapicuíba. Ele perguntou o que eu iria fazer lá. Disse que não sabia, ma sabia que tinha que ir até lá. Então ele perguntou se eu sabia onde ficava este local. Disse a ele que não sabia onde era. Sabia que era uma cidade, mas não sabia onde ficava. O que eu sabia, era que tinha que ir para Carapicuíba.

Saturday, June 6

BATIDA DE CARRO E ÔNIBUS

Estava dirigindo um carro esportivo e conversível. Nisto veio um ônibus em sentido contrário. Eu dirigia no meio da rua e o ônibus também vinha no meio da rua. Pisei no freio parei o carro. O ônibus veio freando e foi parando devagar e quando parou, chegou a encostar-se ao meu carro e fazendo um pequeno barulho. Sai do carro xingando, dizendo que tinha amassado meu carro e que queria outro. O motorista do ônibus veio dizendo que se encostou à placa e que não tinha acontecido nada. Nisto comecei a rir, dizendo que eu estava brincando e só dizendo aquilo para assustá-lo.

TRABALHANDO NO TELHADO

Estava indo trabalhar na cooperativa de Divinópolis. Chegando lá, mandaram-me subir no telhado para arrumar um vazamento numa tubulação. Eu andava em cima do telhado, como se estivesse no chão. Algumas pessoas que estavam ali ficaram gritando para mim, que eu iria cair. Mas eu não importava e ficava andando de um lado para outro e nada fazia.

Thursday, June 4

COMENDO BOLO ENTRE AS TUBULAÇÕES

Estava num pátio de uma siderurgia, junto com o “Queijinho”. A gente passava por entre uma tubulação toda pintada de verde. Disse a ele que a gente podia organizar uma corrida. Ele falou então que já ia marcar. Disse que não era assim, que eu teria que fazer uma pesquisa, me informar de como tudo acontece. Mas ele insistia que queria fazer logo. Então perguntei se ele tinha visto a corrida dos inconfidentes na TV. Ele disse que não. Continuamos andando por entre aquela tubulação. Fui explicando a ele como foi a corrida dos inconfidentes.
Estava indo para a casa da minha mãe, carregando um bolo de aniversário. Eu já estava perto da casa dela\, mas nunca chegava lá. Quanto mais eu andava, mais distante a casa ficava. Então sentei no chão, cruzando as pernas igual índio faz, e fui comendo o bolo.

Tuesday, June 2

NO SUPERMERCADO, VENDO REDE TV NA GLOBO

Estava num supermercado, onde a frente dele era toda aberta e tinha o tamanho do Carrefour mais ou menos. Estavam sentados ao meu lado, duas pessoas. Nisto alguém chegou e disse que as pessoas pensavam que em supermercados pequenos, os preços eram menores, e estavam enganadas. Então saímos dali, eu e uma mulher, pegamos uma cesta para fazer compras e um homem pegou um carrinho. Eu e a mulher fomos até uma pilha de leite de caixinha. Havia duas marcas. Uma marca a caixinha era quadrada e a outra no formato tradicional. A tradicional custava 2,38 (dois reais e trinta e oito centavos) Fiquei procurando o preço da outra marca e não achava. Queria levar uma caixa de cada marca. Então pensei que o preço seria mais ou menos o mesmo e calculei em 4,80 as duas. Imaginei que ira arredondar para ficar melhor para calcular quanto eu ia gastar. Vi um balde de água, cuja espuma do sabão, estava transbordando. Fui lavar as mãos nesta espuma, quando as roupas começaram e inchar e começaram a sair do balde. Nisto ouvi o hino do Atlético Mineiro. Olhei para o canto e vi uma televisão. O narrador da rede TV, que narra jogos da segunda divisão, estava falando do troféu Globo Minas, que a rede Globo daqui presenteia aos melhores do campeonato mineiro. Fiquei pensando porque a Rede TV estava fazendo propaganda da globo. Fui olhar a imagem, tinha várias mesas cobertas com tolhas brancas. Um soldado co corpo de bombeiros, com uma mangueira, jogava água para cima, e esta ia caindo em cima das mesas. Então imaginei que seria apenas para dar um efeito de chuva. Nisto o narrador disse que ali aconteceria uma homenagem ao presidente do Atlético Mineiro, Alexandre Kalil. O Hino do Atlético Mineiro não parava de tocar.

Monday, June 1

ANDANDO NA LAJE, COM BICO DE GARRAFA NO OUVIDO E DE BICICLETA

Estava em cima de uma laje. Só que esta laje, tinha um grande buraco no meio. Na verdade, ela tinha apenas as laterais, que deveriam ter mais ou menos um 50 centímetros. Eu andava por este espaço estreito, quando vi que lá em baixo havia um imenso caldeirão, tipo estes de bruxa, cheio de água, só que da cor alaranjado. Então fiquei pensando que se eu caísse lá dentro, iria cair de cabeça para baixo e teria que ser salvo rapidamente, do contrário poderia morrer afogado. Enquanto andava por esta laje, fiquei imaginando quanto tempo eu conseguiria ficar sem respirar até que alguém me salvasse. Fui para uma sala, que parecia ser um escritório, mas estava cheio de peças de alguma coisa. Eu usava um microfone, deste tipo de telefonista, e conversava com o Eduardo, meu ex-chefe. Mas para eu ouvir, tinha que colocar o bico de uma garrafa pet de 2 litros, no ouvido. Depois que conversei com ele, eu joguei este bico de garrafa pet no chão. Depois lembrei que tinha que lhe perguntar algo e falei com ele, perguntando se ele queria que eu fosse até a empresa para ajudá-lo em algo. Mas eu não o ouvia. Nisto lembrei-me do bico da garrafa e o peguei e coloquei no ouvido novamente. Então ouvi ele dizer que queria que eu fosse lá sim. Então fui até uma mesa, que seria a minha, e vi o Gueds mexendo nela. Perguntei o que ele fazia ali. Ele disse que o mandaram trocar o cadeado e foi o que tinha feito. Olhei para uma gaveta muito grande, cheia de peças e vi o cadeado que ele tinha colocado ali, aberto. Disse a ele que eu estava com o cadeado e não precisa ter trocado. Nisto ele pegou uma peça dentro da gaveta, dizendo ser dele e foi embora. Peguei uma bicicleta, destas que artista de circo costuma usar, com a roda de trás pequena, e a da frente enorme. Estava parado em uma rotatória, onde tinha uma outra logo em seguida. Havia filas de carro em todos os sentidos da rotatória. Eu não vi sinal nenhum, mas a cada instante, andava a fila de uma das entradas da rotatória. Eu estava parado ao lado de um caminhão. Nisto o caminhão entrou na rotatória e eu, aproveitei e fazendo o caminhão de escudo, entrei também. Ao sai da rotatória, veio uma descida muito forte. Então eu sabia como não deixar a bicicleta correr muito. Fiquei com o pedal numa certa posição e assim ela foi devagar. Ao terminar a descida, havia vários caminhos por entre uma vegetação rasteira. Eu segui por um deles.