Friday, July 31

OS ANIMAIS COLORIDOS NO RIACHO DE FOLHAS E GALHOS


Estava num local, que seria a entrada de um supermercado. Havia várias portas de entrada. O estacionamento era ali na frente mesmo, mas era fechado. Havia um carro parado bem em frente a uma das portas. Este carro era o do Guida, que eu aguardava vir de dentro do supermercado. Um pouco mais a frente, havia outro carro parado. Nisto veio o Zé Alique e fui estacionar o carro dele entre os dois. Só que ao fazer isto, bateu no carro que estava á frente do carro do Guida. Ele então voltou e estacionou atrás do carro do Guida. Uma mulher saiu de dentro do carro que ele bateu, começou a chingar, mas depois saiu com o carro e foi embora. Então fui para dentro do supermercado, apressar o Guida, para a gente ir logo embora. Quando entrei, vi uma porta nos fundos do supermercado. Ao passar por esta porta, vi um riacho que passava nos fundos, cercado por uma mata. Havia um homem lavando as laterais deste riacho, com mangueira de água. Ao fazer isto, várias folhas e pequenos galhos de árvores, caiam no riacho, formando um tapete de folhas e galhos, deslizando riacho a baixo. Nisto vi que vários ratos passavam de um lado a outro do riacho, sempre por cima destes galhos e folhas. Estes ratos eram compridos e fininhos e tinha de cor vermelha, azul, verde e amarelo e marrom. Eles sempre estavam pulando. Então imaginei que o motivo seria de a água que estava sendo usada para lavar as laterais do riacho, deveria estar entrando nas tocas dos ratos, o que fez eles saírem de lá.

Thursday, July 30

ESPONJA DE PIA INDO EMBORA COM OS CALANGOS

Estava numa sala bem grande. Havia outras duas pessoas comigo. Nesta sala, as janelas eram feitas de ferro, toda quadriculada, com os vidros também quadrados de uns 20 x 20 centímetros. Cada vidro desta abria individualmente. Nisto entrou por uma abertura de um destes vidros, um calango, destes que ficam nas paredes de dentro da casa. Só que ele tinha uns 30 centímetros de comprimento. Ao contrario dos calangos normais que tem uns 5 centímetros só. Então eu pedi para uma pessoa que estava perto da janela, para fechar os vidros, para que os calangos não entrassem. Mas antes que ele fechasse, entrou outro. Sai correndo atrás deles, para que fosse para fora. Nisto vi no canto da sala, uma esponja de pia, amarela. Destas que usamos para lavar os pratos. Só que esta esponja estava andando com anda um lagarto, destes que ficam na folha de couve. Ia vagarosamente. Então. Achando aquilo estranho, perguntei para a pessoa que estava ao meu lado o que seria aquilo. Ele disse que era uma esponja de pia. Eu disse que sabia o que era só não entendia como ela estava andando. Ele então respondeu que eu a tinha jogado fora, então ela estava indo embora.

Wednesday, July 29

NAS CABINES DA CIDADE


Estava num campo onde havia um grande gramado. Havia uma grande parreira de uva. Estava sentado em baixo deste parreiral, juntamente com outras quatro pessoas. Nisto vimos ali vários ratos e sapos mortos. Saímos dali e quando olhei para trás, vi uma espécie de teias de aranha, que eram atiradas naqueles bichos mortos e puxados para cima, muito rapidamente. Fui andando até que cheguei num local onde havia várias cabines com mesa e pessoas sentadas à mesa. Estas cabines não tinham nada na frente nem no fundo. Eram apenas separadas entre si. Cada pessoa desta cabine tinha uma placa com o nome de uma cidade. Peguei várias agendas, que tinha um nome de cidade na capa e sai distribuindo pelas cabines. Eu pedia desculpas pelo atraso, mas falava muito baixo e as pessoas não ouviam. Depois que cheguei na ultima cabine, que era da cidade de Passos, deixei a agenda, pedi desculpas e sai. Nisto olhei para a agenda que sobrou em minhas mãos e vi que era de passos. Voltei até a cabine de Passos e vi que tinha deixado a agenda de Belo Horizonte. Destroquei as agendas e pedi desculpas novamente. A moça da cabine nem olhava para meu lado.

Tuesday, July 28

COM A CAIXA DE CUECAS NA MÃO

Estava numa sala, onde havia duas pessoas sentadas num sofá. Havia uma cadeira, onde eu estava sentado, com uma caixa na mão. Esta caixa estava com as minhas cuecas. Eu estava contando elas, porque eram muitas. Nisto chegou a Nathalia e apontou uma, dizendo que aquela era a mais bonita. Então disse a ela que todas eram, porque todas eram iguais..

Monday, July 27

RUA DO FERROVIÁRIO


Estava num local, que parecia ser uma mata. Estava em cima de uma pedra, juntamente com duas pessoas. Mas a gente era miniatura. Nisto veio vindo uma água, que seria uma enchente. Nisto saímos dali e fomos seguindo por uma estrada que ficava entre fileiras grandes de árvores. A medida que a gente ia andando, a gente ia aumentando de tamanho. Nisto a gente esta numa rua que sairia na Rua do Campo do ferroviário. Só que esta rua que da acesso a rua do campo do ferroviário, não existe atualmente.

Sunday, July 26

JOGANDO O HOMEM NA BETONEIRA

Estava vindo por uma rua, quando vi nesta, um monte de terra. Havia um descampado depois desta terra e ali tinha um carroceiro. Passei por ele e fui andando por uma rua. Nisto chegou o Dílson, filho do Sr. Airton e começou a discutir com o carroceiro. Ambos vieram em minha direção. Cheguei numa casa, que seria a minha, e entrei. Eles entraram atrás de mim e o carroceiro me pediu uma fita métrica. Entreguei a ele e ele mediu o Dílson com quem estava discutindo. Daí eles saíram e fui atrás, para pegar minha fita métrica de volta. Nisto o tal carroceiro, pegou o Dílson que discutia com ele, colocou o mesmo dentro de uma betoneira (usada para misturar concreto), que ficava em cima de sua carroça. A betoneira estava funcionando. Então, com medo do tal carroceiro me jogar lá também, desisti de pedir a ele a fita métrica. Entrei na casa e fui até uma janela, onde em frente havia um edifício cujo dois andares tinham a frente toda de vidro. Olhei para este prédio e no andar de cima vi o Dílson andando de um lado para outro. E no de baixo, estava o carroceiro, também andando de um lado para outro.

Saturday, July 25

VENDO MINHAS FOTOS QUANDO PEQUENO


Estava num local, que não sei onde era. Estava com um caderno onde havia várias fotografias minha, de quando eu teria uns 5 anos. Então sai pela rua, para levar este caderno com fotos, para uma biblioteca que pertence aos padres do Santuário. Quando ia pela rua, estava uma penumbra. Abrindo o caderno, encontrei vários plásticos, daqueles que colocam fotos 3x4. Mas todos estavam vazios. Depois fui vendo outras fotos, algumas da Iara. Fiquei pensando se não achariam ruim de colocar as fotos da Iara numa biblioteca. Mas fui levar assim mesmo. Nisto alguém chegou perto de mim e disse que já existia um programa de computador, que fazia com que a fotos, se movimentasse como se fosse um filme real. Assim poderia fazer a historia da vida da pessoa, colocando fotos e esta se mexendo como se fosse uma filmagem. Então decidi fazer isto com as fotos da Iara. Sai em direção à casa do pai da Iara, no caminho fiquei pensando se ele não iria achar ruim de eu fazer este filme.

Friday, July 24

COM O VELHO FIAT 147


Estava num local, que não sei onde era. Nisto fui até onde a Rita trabalhava. Mas a loja estava num terreno vazio, onde só havia esta loja. Nisto ela pediu para eu levar o carro. Fui até o carro e vi que era um Fiat 147. Ele estava todo arrebentado, portas caindo, todo destruído mesmo. Então pensei que eu não sairia dirigindo aquela lata velha de jeito nenhum. Sai dali e voltei para minha casa. Lá liguei para o Carlos. Ele atendeu pensando ser a Rita. Então disse a ele que a Rita usava meu telefone e aquele era o meu. Disse a ele que o carro estava pronto e que ele podia ir buscá-lo na loja da Rita. Depois fui  num local, onde havia uma mulher, que deveria ter uns 20 anos. A gente estava encostado numa cerca, olhando algo. Eu estava pelado, só de camisa. Quando percebi que estava sem calça. Coloquei uma bermuda. Nisto esta tal mulher, me pediu para ir com ela até um lago. Ela disse que não sabia nadar e eu teria que ensinar a ela. Disse que também não sabia nada. Ela disse então que ficaria sentada no meu colo. Ai eu disse: “beleza, vamos nessa”.

Thursday, July 23

SE AJEITANDO NO BANHEIRO

Estava numa casa. Havia várias pessoas por lá. Tinha um banheiro que ficava encostado na casa, mas a entrada era do lado de fora. Só que não havia parede na frente, e sim, uma grande. O banheiro era bem comprido. Mas havia uma parte no fundo que tinha uma parede, que vinha até a altura da cintura da gente. Eu queria ir ao banheiro, fui até lá, mas tinha alguém lá dentro. Era o Israel. Fiquei esperando que ele saísse. Depois fui a te a casa, sentei numa cadeira. Várias pessoas conversavam ali. Nisto o Israel saiu do banheiro. Peguei uma toalha, coloquei no ombro, para ir tomar banho. Nisto vi meu pai pegando uma toalha, para ir tomar banho também. Então sai rapidamente e pensei em ir primeiro, porque eu queria fazer o “2”. Entrei no banheiro, e lá no fundo, atrás desta pequena parede ficava o vaso. Só que não era vaso. Era uma espécie de tanque quadrado, tampado com tábuas, sendo que em umas destas tábuas, que ficava na beirada deste quadrado, havia uma buraco, mais ou menos do tamanho de uma carta de baralho. Era ali que a gente tinha que fazer o “2”. Tirei a roupa e fiquei tentando me ajeitar naquele buraco, mas não estava conseguindo. Quando consegui, fui fazendo e não parava. Fiz tanto que encheu e ficou para fora do buraco. Fiquei esperando descer, para continuar fazendo. Continuei e não parava. Depois de fazer muito, muito mesmo, olhei por cima da parede e vi várias pessoas ali. Mas ninguém se importava com quem estava ali no banheiro.

Tuesday, July 21

TROCANDO A FRALDA DA CRIANÇA

Estava numa casa onde havia uma criança de colo. Alguém me chamou e pediu para que eu trocasse a fralda daquela criança. Levei a criança até uma cômoda e fui trocar a fralda. Mas enquanto eu trocava, a criança continuava enchendo a fralda, só que não tinha fralda, eu a tinha tirado para trocar. Fui sujeira pra todo lado. Até que peguei uma fralda nova e coloquei na criança. A cômoda ficou uma “lástima”.

Monday, July 20

PASSANDO ROUPA NO ARMÁRIO


Estava num cômodo de uma casa, onde havia um armário. Abri este armário e vi que dentro dele tinha uma tomada para ligar aparelho elétrico. Nisto peguei um ferro de passar roupa e liguei-o nesta tomada e comecei a passar roupa, dentro deste armário. Uma pessoa chegou perto de mim e disse que com aquela tomada, ficava tudo mais fácil. Coloquei o ferro em cima da prateleira do armário, mas ele caiu no chão. Quando eu o peguei, vi que ele tinha quebrado e um grande pedaço tinha se desprendido. Então disse a tal pessoa, que o pedaço que faltava, não atrapalhava passar roupa.

Sunday, July 19

A ENCHENTE NO TELHADO

Estava em cima de um telhado de uma casa, juntamente com uma mulher e um homem, que eu não conhecia. Estava acontecendo uma enchente e a água estava subindo e já chegava perto do telhado. Nisto vi um cano passando em cima do telhado, fui pegar e o tal homem gritou, dizendo que aquele cano era quente e eu iria me queimar. Chamou-me de burro. A mulher me pediu para levar até a água da enchente, a ponta de uma mangueira, que ela iria puxar a água com a boca, para o outro lado do telhado. Quando fui descendo com dificuldades para levar a ponta da mangueira, a tal mulher caiu do telhado e se agarrou em mim, no meu pescoço. Disse que se a gente caísse, iríamos morrer afogados. Ela então começou a beijar minha boca.

Saturday, July 18

ADIANTANDO O RELÓGIO

Estava num local que seria a área onde fica o relógio de ponto da antiga RFFS/A. Fui chegando até lá, e já havia algumas pessoas ali. Nisto a mulher do filho mais novo do Cabral me perguntou que horas eram. Disse que eram dez e quarenta, que estava cedo para marcar o cartão para a saída do almoço. Depois disse que quando trabalhava ali, ia para a sala de relógio as dez e meia, adiantava o relógio meia hora, marcava as onze e ia embora, sem problemas, porque o pessoal do escritório me seguia. Mas hoje fazer isto não podia mais, pois a RFFS/A tinha sido vendida.

Friday, July 17

ACERTANDO AS CONTAS

Estava num local, onde parecia ser um grande pátio. Estava anoitecendo. Nisto chegou duas crianças chorando perto de mim, dizendo que queriam colo. Peguei as duas no colo e sai andando, até chegar numa pequena escada onde sentei. Nisto disse a uma delas, que tinha que tomar o remédio. Tirei um envelope com remédio do bolso para dar a criança. Nisto chegou um homem e uma mulher perto de mim, O tal homem disse que precisou tomar aquele remédio e não tinha encontrado, Disse a ele que tinha encontrado no porão. Coloquei as duas crianças no chão, quando veio uma mulher, japonesa, chorando em minha direção. Fui ao encontro dela. Ela vestia um blusão de pele, parecendo àqueles usados no Alaska, ou locais que cai neve. Sai com ela, andando, entramos num corredor, que ficava naquele grande pátio, e era feito de tela. Aquelas usadas para fazer galinheiro. Vim andando com ela, quando vieram cinco homens, todos vestidos iguais a ninja. Todos de preto. Pegaram esta mulher e levaram para um cercado que tinha no final deste corredor, que era bem largo. O cercado era feito de cortinas. Ficaram lá dentro. Eu tentava olhar, mas não conseguia ver o que estava acontecendo. Nisto saiu um destes ninjas e veio até mim, dizer que eu não podia ficar com aquela mulher, porque eu não era oriental. Fui indo embora pelo corredor, quando cheguei no pátio, que era imenso. Havia ali uma máquina muito grande, parecida com uma caldeira imensa. Havia uma esteira rolante que ficava constantemente jogando entulhos dentro desta maquina, e sai um liquido do outro lado. Nisto dois homens chegaram até mim, dizendo que era para eu ligar o cabo da televisão ali num pequeno motor que fazia parte daquela imensa máquina. Este pequeno motor era uma espécie de compressor. Ficava apenas jogando ar. Eles disseram para eu ligar ao cabo da TV ali, pois assim eu teria todos os canais de TV para ver. Pois a TV a cabo funcionava a ar comprimido. Fiquei imaginando como fazer aqui, até que veio um caminhão, deste fora de estrada, abrindo uma rua no meio deste pátio, perto desta grande máquina. Ele na verdade, ligou uma rua que havia de um lado e continuava do outro lado deste grande pátio. Entrei então por esta rua e via algumas pessoas sentadas à mesa, comendo e bebendo. Era o refeitório da empresa. Havia uma faixa pendurada na porta. Como estava meio escuro, aproximei para conseguir ler. Dizia que a gente tinha que devolver tudo em 15 dias. (não sei o que seria este tudo). Nisto tive vontade de ir ao banheiro. Então não quis ir ao banheiro do refeitório e fui no banheiro dos trabalhadores. Para entrar neste banheiro, tinha uma pequena escada de uns 5 degraus, pois o banheiro ficava um pouco elevado. Quando abri a porta, vi vários homens brigando, sendo que alguns deles estavam vestidos como ninja. Voltei e vi dois policiais parados abaixo desta escada. Eles também estavam vestidos de preto. Então disse a eles que estava havendo uma briga no banheiro. Abri a porta e ele viu a briga. Eles entram no banheiro e começaram a brigar também. Entrei e subi uma escada tipo caracol, que me levava na parte de cima. Quando cheguei lá, veio um homem e disse que riria brigar comigo, para acertar nossas contas. Disse q ele que nem o conhecia e não iria brigar. Nisto ele começou pulando igual à ninja e bateu os pés no meu peito, me mando longe. Então comecei a descer a escada novamente. Ele foi descendo, pulando igual um ninja, se agarrando na parede. Quando chegamos lá em baixo, disse a ele que a policia estava ali. Ele olhou para os policiais e disse que a gente iria brigar em outra ocasião. Ele foi embora, sai do banheiro e fui indo por aquela rua aberta pelo caminhão. Então fiquei pensando como estaria aquela máquina gigante que tinha ali. Fui até aquela máquina. O caminhão estava retirando ela do lugar. Então pensei que a TV a cabo não funcionaria, pois a maquina tinha parado de funcionar.

Thursday, July 16

OS TRENS BATENDO

Era noite. Estava numa passagem de trem. Neste trecho da linha de trem, havia uma divisão, onde saia duas linhas de trem, e uns 50 metros depois, elas se juntavam novamente. Esta bifurcação era só para manobras. Assim como é ali na passagem do bairro esplanada. Estava ali esperando o trem que vinha vindo. Quando o trem passou, três vagões se desprenderam e ficaram nesta linha que tinha uns 50 metros. Mas os outros continuaram sendo puxados pela locomotiva. Estes três vagões que se desprenderam, com a velocidade, vieram até o encontro da linha novamente. Só que ao baterem do trem que passavam, voltaram os 50 metros e bateu novamente no outro encontro das linhas, pois a locomotiva puxava muitos vagões. Eles ficaram deste jeito, indo e voltando umas três vezes. Mas a velocidade deles foi aumentando. Nisto, quando vieram mais uma vez para bater na locomotiva que passava, e isto era perto de onde eu estava, sai correndo. Eles bateram, saíram da linha e um veio na minha direção. Escondi atrás de um poste da Cemig que tinha ali. O vagão parou pertinho de mim. Os três tinham virando uma bola gigante de ferro retorcida. A locomotiva continuava, como se nada tivesse acontecido.

Wednesday, July 15

COM O PATO AGARRADO AO DEDO

Estava num passeio, onde várias pessoas estavam vendendo pato. Só que estes patos, tinham os pés iguais aos de galinha. Nisto eu peguei um destes patos, e ele fechou os pés no meu dedo. Ficou apertando e começou a doer muito. Sai correndo e gritando de dor. Mas o tal pato não soltava de jeito nenhum. Parei perto de uma pessoa, e pedi para tirar o pato do meu dedo. Ela disse que não faria porque o pato não era dele. Comecei a gritar novamente e correndo.

Tuesday, July 14

VOANDO EM ALTA VELOCIDADE

Estava num local, onde havia uma pessoa. Nisto sai voando muito rapidamente. Só que eu voava de costas. Com dificuldade fui virando para voar de frente. Mas eu ia muito rápido. Às vezes ia bem alto e depois vinha baixinho. Vi o sol se pondo e algumas luzes do poste da Cemig, acesa. Fazia alguns zig-zag. Eu não estava conseguindo me controlar direito. Depois voei perto da pessoa que estava li. Eu não conseguia escolher para onde ir. Era como se alguém estivesse me controlando. Depois fui voando rapidamente e cheguei ao pátio da Gerdau. Era o pátio de sucata. Era um local onde havia desativado uma antiga fundição. Havia um monte de sucata, montes de terra e uma espécie de pântano. Nisto fui descendo e parei bem ali. Eu tentava voar novamente, porque estava com medo de ficar ali. Havia uma mata fechada ao lado. Eu pulava para tentar voar novamente, mas só ia indo para um buraco que havia ali, onde ficava esta espécie de pântano. Eu queria sair dali o mias rápido possível, porque sabia que ia afundar naquele pântano. Depois fiquei pensando que não teria perigo, porque eu estava era sonhando. Porque eu só conseguia voar, nos sonhos. Então fui tentando voar sem medo, dizendo que não podia me acontecer nada, porque era tudo um sonho. E fui pulando e indo para baixo.

Monday, July 13

NO ÔNIBUS, ENTRE AS LOCOMOTIVAS

Estava dentro de um ônibus. Mas eu não me via dentro do ônibus. Via apenas a estrada por aonde ele ia. Esta estrada por aonde este ônibus ia, ficava entre dois trilhos de locomotiva. Nisto veio uma composição a direita do ônibus e passou bem ao lado. Próximo mesmo. Quase se tocaram. Depois um destes trilhos se afastava fazendo uma curva e voltando novamente, colocando esta estrada que ia o ônibus, entre as duas linhas de trem. Depois veio outro trem do lado esquerdo. Havia ao lado deste trilho, num certo momento, algo parecido com passeio para pedestre. O ônibus subiu com um lado neste passeio, sendo que o outro ficou na estrada. Ele ficava quase que caindo de lado. Mas eu não sentia este efeito onde estava. Era como se eu apenas visse o que estava acontecendo, de um ângulo dentro do ônibus. Num certo momento, vieram dois trens de uma vez, o ônibus seguia entre os dois. Nisto, um pouco a frente, nesta estrada, tinha um homem com uma enxada nas costas. Ele então saiu correndo para que não fosse atropelado pelo ônibus, pois não tinha para onde correr porque os dois trens estavam passando em ambos os lados. Ele então viu um buraco no meio da estrada e pulou lá dentro. Foi à conta e o ônibus passou. Depois um dos trilhos se distanciava desta estrada e o ônibus também se distanciou do outro trilho de ferrovia. Ao lado então, vimos às duas linhas de trens, sendo que entre estas duas linhas de trens, havia uma pequena casinha onde moravam pessoas. Havia sete crianças, que seriam os filhos do dono da casa. Eles vestiam como padre franciscano. Aquelas roupas marrom e com capuz que os franciscanos usam. Só que no caso, estas roupas eram brancas. Eles pareciam estar todos os sete rezando. Então fiquei imaginando o perigo que eles corriam, morando entre as duas linhas do trem.

Saturday, July 11

SUSTO COM A MOTO

Estava em frente ao bar do Fernando e queria atravessar a rua. Havia uma fila de carros parada, devido o sinal estar fechado na esquina. Então fui indo entre os carros e quando cheguei ao meio da rua, onde não havia fila de carros. Veio uma moto em alta velocidade e bateu em mim. Cai perto de  uma caixa, desta de luz da Cemig. Estavam ali um homem que não conheço e o Galvão Bueno, narrador esportivo da rede Globo. Esta caixa de luz estava quebrada e havia três pedaços de peças lá dentro que o Galvão Bueno tentava encaixar. Mas ele não conseguia, então saiu dizendo que não iria ter jogo, porque não conseguia montar a caixa. Assim que ele saiu, tentei encaixar os pedaços e eles encaixaram. Nisto o tal homem que estava li, disse para eu desmontar rápido, porque o Galvão Bueno estava voltando e não ia gostar de saber que eu tinha conseguido e ele não. Fiquei tentando desmontar, mas não conseguia.

Friday, July 10

NO CARRO DE ESQUIAR COM A HEBE CAMARGO

Estava chegando ao que seria a casa da minha avô, ali no esplanada. Trazia em minhas mãos quatro caixas pequenas, do tamanho de uma caixa de fósforos, destas grandes. Cada caixa tinha uma cor. Nisto o Israel se aproximou de mim, disse a ele que aquela alaranjada, tinha reservado só para ele. Entreguei a ele e outras duas eu entreguei para duas pessoas que estavam ali, que não sei quem era. Fiquei com uma e abri. Era um pote de fio dental. Mas não havia fio como são normalmente. Ele era formado por letras pequeninas, de borracha. Quando fui puxar, ele engoliu a ponta, como acontece no fio dental, às vezes. Coloquei de volta e fui puxando devagar, pois formava palavras. Sai puxando e cortei quando formou a palavra “fazenda”. Ficamos rindo ali com aquele fio dental de palavras. Indo por uma estrada, descendo muito rápido em um esqui, destes usado na neve. Só que eu ia sentado num lado deste esqui e a Hebe Camargo, apresentadora de TV, sentado do outro e dirigindo o esqui. Embora fosse duas peças, eles andavam juntos como se fosse uma só. A Hebe dirigia muito rápida e não conseguia parar o esqui. A estrada era sempre uma grande subida e uma grande descida. Nisto, quando chegamos ao alto de um morro, vi que a ponte lá em baixo estava sedo coberta por água. Falei para a Hebe e correndo o mais rápido, do contrário não conseguiríamos passar. Ela foi bem rápida, mas quando chegou à ponte, ela enfiou o esqui no corrimão da ponte, sendo que ela ficou de um lado e eu do outro. Nisto o esqui parou com a água rente a ele. Eu apenas disse “ufa”.

Thursday, July 9

TENTANDO CONSERTAR A PORTA, DE CABEÇA PARA BAIXO

Estava chegando no meu quarto, abeira da minha cama, quando meu pé bateu em algo que estava em baixo da cama. Abaixei para olhar e vi que era a Nathalia. Ela saiu debaixo da cama dizendo que estava dormindo ali, porque a porta do quarto dela não fechava. Fui até o quarto dela e via que a porta tinha soltado as dobradiças. Fiquei tentando encaixá-la novamente, mas estava muito pesada a porta. Numa casa, que parecia aquelas de palafitas. Visto vi um menino na varanda, bem na beirinha. Esta varanda deveria estar a uns 10 metros de altura. E lá em baixo, tinha água. Cheguei, peguei o menino pelos pés e fiquei segurando ele, pendurado de cabeça para baixo. Ele gritava muito pedindo para eu para com aquilo. Disse que pensava ser difícil, mas era fácil e o menino parecia bem leve. Eu o segurava com a mão esquerda, e quando fui passar para a mão direita, para puxá-lo, deixei-o cair. Ele caiu de finquete na água. Olhei um pouco e disse: “eu que não vou pular para salvá-lo, não sei nadar”.

Wednesday, July 8

EM BUSCA PELO BONÉ, NO SHOW

Estava no que seria a casa do Geraldo, meu irmão. A casa era muito grande. Estava num salão, onde uma mulher colocava várias cadeiras, porque ali havia um show. Passei por aquele salão e chequei num cômodo pequeno. Nisto percebi que tinha perdido meu boné. Sai procurando por ele até que cheguei num quarto onde havia três pessoas jogando baralho. Perguntei se tinha visto meu boné. Os três estavam usando boné. Peguei um por um, para ver se era o meu, mas não eram. Sai perguntando se alguém tinha visto o boné. Encontrei com o Geraldo, que disse não saber do boné. Depois ele disse que eu não tinha vindo com boné nenhum. Continuei dizendo que alguém tinha pegado ele e sai procurando. Passei novamente por aquela sala grande, onde a tal mulher estava tirando as cadeiras. O Geraldo disse que o show já tinha terminado.

Tuesday, July 7

GRITOS E VÔO NO ESCURO

Estava saindo da Rede ferroviária. Eu e mais três pessoas. A rua estava totalmente escura. Então sai correndo o máximo que pude, pois estava com medo. Não sei de que. Quando fui chegando perto da esquina da travessa que leva até o pontilhão que liga o Bairro esplanada ao Porto velho, percebi um homem encostado na parede. Pensei ser um assaltante. Mas passei por ele tão rápido, que ele nem percebeu. Chegando à travessa, parei de correr, porque ali havia um poste de luz. A parti daí fui andando em direção ao pontilhão. Quando chegava ao pontilhão, já estava era de volta e com três pessoas ao meu lado. Quando vi que a Rua da Rede ferroviária estava totalmente escura, disse para uma daquelas pessoas que estavam ao meu lado, que não ia passar ali correndo, que iria voando. Nisto sai correndo o máximo que pude, comecei a gritar, dei um pulo enorme e sai voando rapidamente, rente ao chão, gritando muito, entrei na rua escura e fui em direção a Rede ferroviária.

Monday, July 6

VIAJANDO PELO TUBO TRANSPARENTE

Estava num local, do lado de fora de uma casa, onde parecia que a gente estava fazendo um churrasco. Estava ali, eu, a Iara e mais duas pessoas. Nisto uma daquelas pessoas, sacou uma arma e disse para a Iara, que queria toda a carne do churrasco. Nisto, abriu nas costas da Iara, duas asas, mas não eram como de anjos e sim, como de avião, destes bi-motor. Ela deu um pulo alto, em pé, e quando foi caindo, em pé também, no lugar da churrasqueira, havia era um tudo transparente, que deveria ter ai uns 60 cm de diâmetro. A Iara entrou em pé neste tubo, em alta velocidade. Mas as asas, que não cabiam no tubo, ao baterem na borda do mesmo, caíram no chão. A Iara continuou em alta velocidade por este tudo, que ia e vinha por toda a casa. A gente ficava a vendo deslizando dentro do tudo, sempre veloz. Até que o tubo a levou para dentro da casa.

Friday, July 3

O ASSALTO COM MARMITAS

Estava na Avenida Getulio Vargas, quase esquina com Rua Goiás. Era um restaurante e eu pegava marmita para o almoço. Sai com um jogo de marmitas muito comprido que quase tocava o chão. E outro embrulho na mão. Fui indo pela Rua Goiás até na Primeiro de Junho, quando decidi ir pela Rua Minas gerais. Nisto fiquei pensando que tinha pegado o almoço muito cedo. Depois fiquei pensando que não tinha pegado o almoço, no Anézio, como de costume, e ele me vendo trazendo o almoço de outro local, poderia ficar chateado comigo. Quando estava perto do Pioneiro, um rapaz que vinha em sentindo contrário, falou que a culpa era do governo e por isto ele fazia aquilo. E tentou retirar minha carteira do bolso, dizendo que estava me assaltando. Tentava impedir que ele retirasse minha carteira, mas continuava segurando as marmitas. Eu ficava rodando, para que ele não conseguisse. Então disse que ia chamar a polícia. Ele então parou e ficou resmungando que tudo era policia. Num degrau que tinha no passeio, ele se sentou. Fui indo embora. Olhando para trás, para ver se ele me seguia. Depois de andar um pouco, vi que estava sem o jogo de marmitas. Olhei para trás, vi que o jogo estava ao lado do rapaz que tentou me assaltar. Ao lado dele, tinham outros dois sentados. Voltei lá, peguei a marmita e disse que aquele almoço era meu e eu iria levá-lo.

Thursday, July 2

NO CAMINHÃO CONVERSÍVEL

Estava numa sala grande, onde havia vários bezerros de tamanho grande. Eles estavam deitados. Eu assistia TV. Deveria ter uns 5 bezerros. Nisto levantei para ir dormir. Mas um bezerro preto, estava deitado em cima de meu cobertor, que também era preto. Fiquei puxando o cobertor, mas não conseguia tirá-lo debaixo do bezerro e ele também não acordava de jeito nenhum. Cheguei à porta e gritei por alguém, para vir me ajudar. Mas ninguém apareceu. Fui para dentro de uma casa, onde havia várias pessoas. Havia três amigos do Fernando com suas namoradas. O Fernando também estava com a dele. Nisto eles pediram a Iara, se podiam ficar no quarto sozinhos. A Iara deixou que os três amigos fossem, mas não deixou o Fernando ir. O Fernando veio falar comigo, dizendo que queria ficar no quarto com a namorada. Disse a ele que quem mandava era a mãe dele e eu não podia fazer nada.

Wednesday, July 1

COM BEZERRO EM CIMA DO COBERTOR

Estava numa sala grande. Perto de mim tinha uma criança brincando com alguma coisa. Olhei para a TV que estava ligada, um homem falava alguma coisa, que não ouvia. Li numa tarja preta que tinha abaixo, os dizeres: “cruzeiro despacha o Grêmio”. Fiquei pensando que não era possível, pois o jogo seria só no outro dia. Então perguntei para esta criança que dia era hoje. Ela disse quarta feira. Então pensei que a TV estava enganada, que o cruzeiro nem tinha jogado ainda. Subi na cabine de um caminhão, numa estrada estreita, onde tinha árvores plantadas, enfileiradas, dos dois lados. Esta cabine era aberta, como se fosse conversível. Um homem, que não sei quem era, dirigia o caminhão. Só que ele dirigia do lado ao contrário, como na Inglaterra. Eu sentava do outro lado e tinha uma pessoa sentada entre nós. Eu dizia a ele para ir rápido, senão ele pegava a gente. Ele dizia que estava indo o mais rápido que podia. Chegamos num local onde havia um grande espaço, que era para os caminhões dar meia volta. Quando a gente fazia esta meia volta, o caminhão desligou. Nisto chegou um homem com um cabo de vassoura, duas facas amarradas na ponta deste cabo, subiu na porta do caminhão e tentava furar meus pés. Eu desviava das facas e pedia para o homem que dirigia o caminhão para sair logo dali. A pessoa que estava no meio, nada fazia, só ficava olhando.