Friday, August 28

CRUZEIRO X BOTAFOGO

Estava deitado em minha cama, dormindo, quando acordei com alguém gritando gol. Depois do grito ouvi duas pessoas conversando, dizendo que o cruzeiro tinha virado o jogo contra o botafogo. Estava empatado em um a um e no minuto final, conseguiu fazer o segundo gol e venceu a partida. Nisto fiquei imaginando como fui dormir sem que terminasse o jogo, pois eu estava vendo o mesmo e tinha ficado só no empate de um a um.

Thursday, August 27

CORRENDO DAS VACAS

Estava numa rua, não sei de qual cidade. Havia muitas vacas correndo por todo lado. Estava parado perto do passeio. As vacas passavam muito rápidas perto mim. Mas não me atingiam. As pessoas que estavam por ali ficavam sempre correndo das vacas. Mas eu não saía do lugar. Apenas olhava. Nisto veio uma vaca toda branca e parou do meu lado e ficou me olhando. Fiquei pensando que se eu corresse, ela correria atrás de mim, então era melhor ficar parado. Nisto todas as vacas pararam também e começaram a pastar. Nisto vi que estava num grande pasto, sem casas e nem pessoas por perto.

Wednesday, August 26

GANHANDO 350 REAIS NO FAUSTÃO

Estava num cômodo de uma casa, onde havia um sofá, um homem ao lado deste sofá, em pé. Este sofá estava num canto desta sala, e no outro canto, estavam o Faustão e outro homem ao lado dele. Havia ali perto do Faustão, uma faixa marcada no chão. Em cima do sofá havia uma panela de pressão sem tampa e um frasco de Sorine (remédio para pingar no nariz). O Faustão então disse que a panela e o Sorine deveriam cruzar a linha de chegada, sozinhos. Eu acionei um botão que tinha em cima da panela e esta ficou tremendo e deslocando. Só que ela foi para o canto do sofá e depois parou. Então veio um homem e deitou no sofá. O Faustão então disse que eu tinha 20 segundos para fazer a panela e Sorine cruzarem a linha de chegada. Disse que não dava, pois o homem no sofá atrapalhava. Mas liguei a panela, ela saiu tremendo e caiu do sofá. Quando caiu, veio meu amigo “tarzam”, sentou em cima desta panela, levantou os pés e a panela saiu levando ele em direção a linha de chegada. Estava olhando para outro lado, quando o Fernando disse que a panela estava indo. Olhei e vi que caía da panela, dinheiro, e era meu. Fui pegar e era uma nota de 10 reais, uma de cinco e várias de dois reais. Alem de uma pratinha de 10 centavos. A panela, com o “tarzam” em cima, cruzou a linha de chegada. Então, peguei o Sorine e levei-o com as mãos, até além da linha de chegada, dizendo que ele não andava sozinho, então eu o levei. Mas o Faustão disse que eu já tinha dinheiro. Então mostrei a ele que só tinha uma pratinha de dez centavos. O Faustão então disse para o homem que estava do lado dele, para me pagar 350 reais, que estava bom demais. O tal homem foi para trás de uma cortina que estava atrás do sofá, fui seguindo-o para pegar meu dinheiro.

Monday, August 24

A ROUPA JOGADA NO PORTÃO

Estava saindo de uma casa, que seria a casa do Sr. Ary. Mas só que ela estava em outro local. Quando sai no portão, tinha duas calças jeans jogado ali. Quando peguei as calças para jogar dentro da casa do Sr. Ary, veio chegando o Israel dirigindo um Fiat, com uma pessoa do lado. Joguei as calças dentro da casa do Sr. Ary e fiquei imaginando que o Israel, poderia pensar que eu tinha pegado aquelas calças sem ordem. Mas sai dali, por trás do carro dele, sem olhar e fui para uma rua lateral. Esta rua era bem próxima a de onde eu estava. Quando fui subindo esta rua, por entre as casas, deu para ver a casa do Sr. Ary. Olhei para ver se o Israel estava dizendo alguma coisa a meu respeito. Apenas o vi descendo do carro e entrando na casa. Fui indo embora.

Sunday, August 23

CARREGANDO MUITAS COISAS

Estava num corredor aberto, em cima de um edifício. Estava carregando muitas coisas. Carregava uma criança pendurada, carregava varias coisas penduradas no ombro, presa a cintura e nas duas mãos. Tinha que subir uma pequena escada, que fiz com dificuldades. Depois tive que descer outra e quase não conseguia, porque tinha uma espécie de tanque com água. Eu temia cair nesta água, ou deixar a criança ou mesmo alguma coisa cair lá dentro. Mas com dificuldades consegui descer a escada sem cair no tal tanque. Mas havia ali algumas pessoas, que estavam pulando dentro deste tanque. Não entendi o motivo pelo qual faziam isto.

Saturday, August 22

CARRO DE BOI NA CONTRA-MÃO

Havia um corredor largo, comprido e no meio dele, fechado por todos os lados e fundo. Como se fosse uma caixa d’água vazia. Estava lá dentro eu, uma mulher e a Rita. Tentava sair dali, mas não consegui pular, porque era alto e eu segurava um celular. Nisto, a mulher que mexia numa caixinha, perguntou por um celular. Disse que outra mulher estava usando, mas tinha deixado ele ali. Ela então encontrou o celular e disse que ia embora. Nisto já me vi neste corredor, fora daquela caixa. Peguei o Fernando, que estava com cinco anos e saímos dali. Saímos na Rua Minas Gerais e fomos em direção a Primeiro de junho, pois morava ali na esquina. Quando saímos, vimos várias pessoas falando ao mesmo tempo. Elas reclamavam de algo. Vi que era por causa de um carro de boi, puxado por uns 12 bois, que iam subindo a Rua Minas Gerais, na contra mão. A Rua Minas Gerais só desce. Então pensei que aquele boiadeiro estava doido. Continuei pelo passeio, até que este estava todo cercado por uma lona preta, devido alguma construção que estava fazendo ali. Dei a mão ao Fernando, para irmos pela rua. Então pensei que aquela rua estava ficando uma bagunça.

Friday, August 21

VOANDO E PEDINDO SOCORRO

Estava na Rua Minas Gerais, perto do posto do INSS. Estava meio escuro. Nisto comecei a voar, só que para trás. Voava da altura dos postes da Cemig. Então comecei a gritar por socorro. Havia algumas pessoas na Rua, mas ninguém nem olhava para mim. Fui voando toda a extensão da Rua Minas Gerais, até chegar ao bairro São Roque, que fica além do anel rodoviário. Chegando numa rua descalça deste bairro, cai de pé ao lado de uma mulher e um homem que estavam ali, olhando o horizonte. Fiquei de pé ao lado deles, olhando o horizonte, mas não via nada, apenas um morro que tinha a frente. Nisto comecei a voar novamente, e para trás, de novo. Gritei por socorro. A tal mulher veio correndo. Estiquei minha mão para tentar pegar a dela que estava esticada tentando me pegar. Mas a altura que eu voava, não dava para ela me pegar. Nisto ela parou e fui viando olhando ela se distanciar cada vez mais.

Wednesday, August 19

O NAVIO ANCORADO

Estava na varanda de uma casa, onde havia um parapeito feito de tubos. Nisto olhei para baixo e vi um navio. Então chamei algumas pessoas que estavam ali, para vir ver. Então disse a elas, que parecia que o navio estava longe no mar. Mas se a gente olhasse com calma, veria que ele estava bem ali, na beira da praia, nos fundos da casa. Então todos saíram para ir até o navio. Fui também. Só que para chegar até ele, tinha uma floresta para a gente atravessar. Fui andando pela floresta até que vi o navio. Algumas pessoas já estavam entrando lá dentro. Quando fui entrar, a porta do navio se fechou, deixando apenas eu de fora. Então disse: “não queira ir mesmo”

Tuesday, August 18

TELETRANSPORTANDO CARRO PARA FLORESTA AMAZÔNICA

Estava dentro de um carro, em frente a um local, que estava cercado com muro alto, formando um quadrando grande. No centro deste cercado, tinha uma casa também quadrada. Eu tinha que entrar ali para pegar um baú com jóias. Entrei pelo portão. Lá dentro tinha muitas mulheres, todas policiais, só que elas usavam mini saia, e tinha era uma marreta, com um cabo de um metro aproximadamente, em vez de cassetete. Quando entrei, a policial chefe veio em minha direção e chamando as outras. Então disse a ela, que eu fazia parte do combinado. Então ela saiu correndo ao meu lado, me pedindo para segui-la. Fomos rodando em volta daquela casa, e quando mais rodava, mais a gente descia. Até que chegamos num local, em baixo da casa, onde havia um armário com a porta de vidro. Lá dentro estavam as jóias. Esta policial chefa saiu. Tentei quebrar o vidro com o pé, mas não consegui. Nisto chegaram às outras policiais com objetivo de me acertar as marretas. Fiquei na frente do armário, quando elas deram as marretadas, sai da frente, para que assim as marretadas quebrassem o vidro do armário. Mas as marretas bateram. O vidro não quebrou e ela ainda, com o impacto, jogou as policiais no chão. Então tentei abrir pela tranca do armário e vi que estava aberta. Pensei então como fui burro em não olhar isto primeiro. Peguei as jóias, sai correndo dali e fui para o carro. Então desejei que o carro fosse para o meio da floresta amazônica, num local de mata fechada, mas que coubesse o carro. Nisto fui para no meio da floresta. Então desejei que a gasolina fosse parar num tanque de qualquer carro da cidade de Manaus, que tivesse pouca gasolina. Desejei também que o óleo do motor e de freio fosse também para outro carro que estivesse precisando. Pensei que assim, não estaria poluindo a floresta amazônica. Depois fiquei pensando que, quando eles encontrassem o carro ali, os cientistas ficariam por entender como ele chegou ali. Então os imaginei dizendo que antes do Brasil ser descoberto, já tinha civilização aqui, que tinha inventado o carro, ou era coisa de outro planeta.

Monday, August 17

CAINDO NO MORRO DE AREIA E NEVE

Estava num local, que parecia ser uma empresa. Ficava dentro de uma caixa que deveria ter uns 2 metros de comprimento, por um de largura e uns 50 centímetros de altura. Segurava uma corda, e não sei o que ou quem, puxava esta corda de longe, levando este caixote dentro desta empresa. Eu estava de pé. Ao ser puxado, o caixote fazia as curvas e passava pelos corredores, virava em portas, sempre sem bater em nada. Depois este caixote onde eu estava, saiu desta empresa. Só que ali, já era uma montanha muito alta, com vários penhascos e toda branca. Este caixote ia por um estreito caminha, até que virou, fiquei segurando na beira deste penhasco. Havia um homem gordo ao meu lado. Ele apenas me olhava. Nisto não consegui segurar mais e cai. O penhasco era muito alto. Mas fui caindo somente de pé. Ao chegar lá em baixo, afundei até os joelhos. Era areia misturado com neve. Não senti nada. Sai andando dali.

Saturday, August 15

COM MEIA BARRIGA

Estava numa rua, onde passava várias pessoas. Nisto percebi que tinha uma barriga muito grande. Mas esta barriga só estava do lado direito do corpo. Do lado esquerdo, estava como sou mesmo, sem barriga nenhuma. Levantei a camisa e vi aquela meia barriga imensa e caindo de tão grande. Fiquei pensando que agora que não conseguiria arrumar namorada mesmo. Nenhuma menina iria querer namorar alguém que tivesse metade do corpo com barriga e outra sem. Sai andando, com a camisa levantada, olhando aquela barriga esquisita.

Friday, August 14

MULHER DIRIGINDO CARRETA

Estava chegando à casa da minha mãe. Minha mãe vinha logo atrás de mim. Só que ela parecia ter uns 40 anos. Nisto uma mulher aproximou de minha mãe e perguntou como fazia para ir com a carreta que dirigia para a Avenida 1º de junho. Minha mãe disse não saber. Então parei e disse que sabia como fazer. A tal mulher perguntou se eu não queria levar a carreta até onde ela precisava ir. Disse que não sabia dirigir carretas. Fui explicando a ela como fazer. Disse que deveria seguir em frente, virar na próxima esquina a direita, e antes de chegar na praça, havia um local para ônibus virar, e ela poderia virar a carreta lá, pois teria que voltar para o centro. Disse que ela passaria naquela rua de volta, e quando chegasse à Rua Pernambuco, deveria virar a direita e a próxima seria a 1º de Junho. Depois que ela saiu, fiquei pensando que seria mais fácil se estivesse mandado ela pela ponte do Esplanada.

Thursday, August 13

NO SANTUÁRIO REZANDO,

Vinha subindo a Avenida 21 de abril, logo depois que atravessei a Rua Minas Gerais, vi os carros parado esperando o sinal abrir. Como ali é mão única para quem desce, vi três carros subindo a avenida, na contra mão. Fiquei pensando que poderia ser alguém de fora e não sabia que era contra mão. Tinha um carro, inclusive, aguardando o sinal abrir em cima do passeio. Segui em frente e vi que havia alguns policiais parado na esquina da Avenida 21 com a Rua São Paulo. Mas os policiais não pararam os carros que passavam na contra mão. Subi a rampa que da acesso ao Santuário e entrei na igreja. Havia bastante gente lá dentro sentada nos bancos. Parei ali logo na entrada central, havia umas 3 pessoas por ali. Fiquei onde costumo parar mesmo. Comecei a rezar como faço todos os dias ao passar ali de manhã, antes de sair para o trabalho. Depois pensei que aquele dia era sábado e não precisa rezar. Nem sábado nem domingo, só de segunda a sexta, estava bom. Nisto um homem que estava ali, me jogou no chão. Cai de rosto no chão. Ele então segurou minha cabeça, impedindo que eu levantasse. O que ele dizia, não lembro mais. Fiquei preocupado com o mico que estava pagando ali. Com esforço, consegui me levantar. Quando fui saindo, este homem me segurou pelo braço. Dei um empurrão nele, ele caiu de costas. Fui indo embora. Desci a rampa do Santuário, até a Avenida 21 de Abril, de volta de onde vim. Vi os guardas na esquina. Mas não tinha nenhum carro ali. Atravesse a 21 e fui indo embora. Quando atravesse a Rua Minas Gerais, em direção a Rua Goiás, a 21 daquele lado estava meio escuro. Cismei que vinha alguém me seguindo. Atravessei para o outro lado, onde estava mais claro. Quase chegando à Rua Goiás, uma pessoa passou por mim. Mesmo sem ver o rosto, voltei para o outro lado da rua. Parei em frente à sorveteria. Olhei e não vi ninguém na rua. Estava tudo deserto.

Wednesday, August 12

COM MÚSICA NA CHUVA

Estava em uma rua, onde havia muitas pessoas. Estava anoitecendo. Estava agachado no passeio, havia um homem ao meu lado, agachado também. Eu tinha algo na mão, que não sei o que era. Havia vários carros passando, até que uma caminhonete, parecida com esta Fiat estrada, parou em frente. Desceram dois homens desta caminhonete. Então peguei o aparelho que tinha na mão, e liguei o aparelho. Começou a tocar musica. Era para os homens da caminhonete dançar. Mas no momento em que desceram, começou a chover. Eles voltaram para dentro da caminhonete e saíram. Então disse ao homem que estava o meu lado. Não foi desta vez.

Tuesday, August 11

ATACADO PELO AEROMODELO

Estava no corredor de fora de uma casa, que parecia ser a garagem da casa do Sr. Ary. Pegava algo no chão com uma pinça, e colocava dentro de um saquinho plástico. Peguei a primeira e quando pegava a segunda, o Israel passou ali perto de mim. Então fiquei pensando que tinha demorado muito, que já eram mais de nove horas, por isto o Israel tinha acordado enquanto eu ainda estava ali. Ele ficou indo de um lado para outro, depois, sumiu. Então pequei os dois saguinhos e fui indo embora. Quando de repente veio em minha direção um mini avião, bem menor que aeromodelo. Foi a conta desviar dele, que o mesmo bateu numa parede e explodiu. Então percebi que era o israel tentando explodir o que eu carregava dentro dos saquinhos. Nisto veio vindo outro mini avião. Sai correndo dali.

Monday, August 10

GANHANDO APOSTA COM GOVERNADOR DE MINAS GERAIS

Estava indo por uma rua, quando cheguei numa casa muito bonita. Uma mansão. Nisto peguei uma chave, abri i portão e entrei. Lá dentro tinha um homem que veio me mostrar à reforma que estava fazendo na casa. Olhei a cozinha e vi o quando ela era bonita e grande. Eles estavam colocando telhado dentro da cozinha, em baixo da laje. Sai dali e fui pensando que aquela casa, eu tinha ganhado numa aposta que tinha feito com o governador de Minas Gerais, e ganhei dele. Depois pensei se ele entregaria mesmo a casa para mim.



Sunday, August 9

SUBINDO O MORRO

Estava indo por uma rua. Estava escurecendo. Nisto virei numa rua onde passei por um homem sentado na beira da calçada e depois por uma criança que estava em pé no meio da rua. Eu andava no meio da rua. Quando passei pela criança, ela deu um tapa na minha barriga. Continuei andando, olhei para trás, fiz cara feia para o menino e continuei. Depois vi que aquela não era a rua que queria, pois o final dela era muito íngreme. Mas continuei e chegando ao final, ela era como se fosse um paredão. Mas esta rua era descalça (de terra). Com dificuldade, fui subindo, pois não queria voltar para passar pela rua que eu queria. Quando cheguei ao topo, já quase caindo para trás, tinha uma mulher deitada ali na beiradinha. Ela pegou minha mão e me puxou para cima da rua. Também cai deitado e fiquei ali deitado, junto a ela.

Saturday, August 8

ATRÁS DO CHEFE, COM AJUDANTE FLUTUANTE

Estava chegando num local, que seria o local do meu trabalho, carregando com dificuldades uma maleta tipo James Bond, e mais alguns papeis nas mãos. Este local era cheio de desníveis. Havia várias escadas de acesso. Era parecido com a praça do santuário aqui de Div. Só que o piso era todo de forrado com britas pequenas e tinha alguns canteiros, mas nenhuma árvore, como tem na praça do santuário. Quando descia uma destas escadas, cruzei com o dono, ele fez que parou, mas eu continuei. Fiquei pensando que faltava ainda um minuto para seis e meia e então não tinha começado o horário do serviço. Fui até um canto que tinha ali e vi um mini armário, de uma gaveta, que ficava ali no chão. Agachei para abrir a gaveta. Quando abri, vi que só tinha panfleto de propaganda. Peguei um e pensei em despistar quem estivesse olhando, para pensarem que fosse correspondência. Estava meio escuro eu tentava vi-lo-á para uma luz que vinha ao lado. Mas não conseguia. Nisto uma luz de lanterna iluminou o panfleto. Olhei para ver que era, era um chefe. Ele então disse: “agora você pode ver melhor” fiquei rindo meio sem graça, guardei o panfleto. Nisto, como se o que eu via, virasse 90 graus e fui parar do outro lado, num outro nível, como se visse tudo num espelho. Nisto já estava perto do chefe com a lanterna e ao meu lado havia uma espécie de duende, que seria meu ajudando. Ele era uma bola com perna e braços, tudo miniatura só que ele flutuava. Nisto este chefe me disse: “seja bem vindo ao seu primeiro dia de chefe”. Não falei nada, fiquei rindo. Quando vi o dono passando um pouco adiante, só que no nível mais alto. Então disse para meu ajudante que flutuava: “vamos lá falar com o dono, porque ele quer falar comigo”.
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Friday, August 7

A RUA QUE ERA PASSEIO

Estava numa rua, em frente ao que seria a casa do meu chefe. Estávamos eu e o Vitinho. Nesta rua, havia casa de um só lado, do outro lado era mato. Só que esta rua ficava onde seria o passeio. Ou seja, havia apenas o passeio estreito, asfaltado. Nós precisávamos ir a uma cidade, fazer um serviço. Então o Vitinho disse que iria ficar na cidade que a gente ia fazer o serviço, porque ele morava lá, e que eu deveria voltar sozinho. Só que eu não morava naquela cidade do meu chefe, era em outra. Nisto fiquei olhando aquela rua, que ficava no lugar do passeio, vi alguns carros parados ali e fiquei pensando se daria para eu passar, quando estive voltando do serviço. Imaginei eu vindo em alta velocidade, se não bateria em algum carro ali parado.

Thursday, August 6

FUGINDO DO MONSTRO

Estava com uma pessoa, numa casa que não sei qual era. A gente corria de um monstro, que tinha cara de leão e corpo de dragão. Ele corria atrás da gente, que corria em volta daquela casa. Só que toda vez que ele ia pegar a gente, ele desaparecia. Daí a gente começava a andar, para ir para dentro da casa, ele aparecia novamente. A gente corria novamente e ele vinha atrás, fazendo um barulho parecido com de um rugido de Leão. Nisto ele não pareceu mais. Então saímos daquela casa.

Wednesday, August 5

CARREGANDO PANELAS NA MANSÃO, COM CACHORRO

Estava vindo por um passeio de uma rua, onde neste passei havia no centro, em toda sua extensão, um gramado. Sendo que a parte cimentada ficava em ambos os lados deste gramado. Vinha por este passei, carregando nas mãos, penduradas por uma corda, várias panelas. Havia duas mulheres que vinha na minha frente, e por ser o passeio estreito, me atrapalhavam a passar por elas. Então forcei a passagem e continuei. Eles ficaram falando alguma coisa quando passei que não sei o que era. Nisto, havia um enorme portão, feito de grade. Empurrei este portão com o ombro direito, porque as mãos estavam ocupadas, e entrei. Quando entrei, já me vi do lado oposto, como se estivesse entrado pela esquerda. Nisto uma mulher de fora começou a gritar que não era para eu entrar pelo outro portão. Era que ao lado deste imenso portão, tinha outro do mesmo tamanho. Então disse a ela que já tinha entrado. Ela então disse que havia um cachorro bravo no outro portão. Então continuei andando no imenso quintal, que seria de uma casa que tinha aquele imenso portão. Nisto veio um homem correndo em minha direção. O tal cachorro bravo então, veio correndo atrás dele. Disse a ele para parar de correr, senão o cachorro o pegaria. Ele então parou e o cachorro parou também. Ele disse que queria falar comigo. Então disse que era para sempre andar e nunca correr ali.

Tuesday, August 4

SEM O BONÉ

Estava andando pelas ruas da cidade, indo em direção ao meu apartamento. Quando já estava na rua onde moro, percebi que não estava usando o boné. Fiquei por entender como sai sem usar o boné. Quando cheguei à portaria do edifício, havia duas pessoas ali conversando. Passei entre eles, quando um deles me disse que estava havendo uma corrida na rua ao lado. Mas só podia correr quem estivesse usando boné. Como eu não usava, não poderia ir correr. Então disse que subiria até meu apartamento e pegaria meu boné para então correr. Ai ele me disse que não adiantaria, pois a corrida já tinha acabado.

Monday, August 3

NO LABIRINTO

Estava num local, que parecia um labirinto. Só que era todo coberto com laje, sempre com um cômodo atrás do outro e duas saídas em direções diferentes. Estava eu e mais duas pessoas, num destes cômodos. A gente fazia alongamento. Nisto um saiu e foi para outro cômodo. Quando foi chegando ao outro cômodo, ele caiu desmaiado, fomos até ele e o vimos deitado no chão. Lendo uma revista.

Saturday, August 1

DEMISSÃO E VOLTA AO TRABALHO

Estava descendo uma rampa, que seria na empresa onde eu trabalhava. Havia alguns homens naquela rampa, que estaria trabalhando. Ao começar a descê-la, olhei por cima de um murinho que tinha do lado esquerdo desta rampa e vi um grande salão, que era onde eu trabalhava. Vi várias pessoas lá e disse. Está havendo outro velório. Este já o de numero 156. Quando passei pelos homens no corredor, alguns diziam que tinham sido demitidos. Então disse a eles que eu também tinha sido demitido há três meses e já estava de volta. Que funcionava assim mesmo. Eles demitiam a gente e depois chamava de volta..