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Showing posts from September, 2009

SAINDO PARA BUSCAR A MARMITA

Estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis, levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que elas não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entre…

CORRENDO COM PREÇO NA CABEÇA

Estava num local, onde havia várias pessoas. Todas tinham um preço. Havia homens, mulheres e crianças. Os adultos eram mais caros que crianças. Lembro de um que estava reclamando de seu preço ser apenas 267 mil reais. Ele estava achando pouco. Nisto saíram correndo. Em cima de suas cabeças, iam os preços que valiam. Mas estes preços não estavam presos a eles. Era como se fosse um comercial de TV. Então sai andando, quando percebi que meu preço também me acompanhava. Tentei ver quanto eu valia, mas olhando de baixo pra cima, não conseguia entender os números. Nisto passou correndo por mim uma criança, cujo preço em cima marcava 127 mil reais.

CORRENDO NAS RUAS DE DIVINÓPOLIS

Era noite. Descia correndo pela Rua Minas Gerais e virei à direita na Rua Goiás. (a Rua Minas Gerais não cruza com a Rua Goiás. Seria a Avenida Primeiro de Junho, mas a placa dizia Rua Goiás.) atravessei a rua e continuei correndo. No passeio havia várias pessoas sentadas em cadeiras, umas de frente para outras, deixando um apertado corredor entre eles. Fui passando correndo neste corredor, esbarrando nos pés das pessoas que estavam sentadas ali. Quando terminei de passar entre as cadeiras, já quase chegando na Rua São Paulo, dois meninos vieram e ficaram "cutucando" do lado da minha barriga, me fazendo cócegas. Virei a Rua São Paulo em direção a Avenida Getúlio Vargas. Nisto parei, empurrei os dois meninos que caíram no chão. Chamei os dois de “pragas Egípcias”. Continuei correndo.

VIAJANDO COM O CARRO COLORIDO

Estava indo viajar com o Gueds, para a cidade de Cláudio, que fica aqui pertinho de Divinópolis. A gente estava indo com um carro muito velho e que tinha cada uma de suas partes, pintadas de cores diferentes. A gente não corria muito, e quando passava por outros carros, a gente ouvia as pessoas rindo do carro em que a gente estava. Quando chegamos a Cláudio, fomos direto para a empresa fazer o serviço. Quando paramos o carro na empresa, as pessoas vinham de todo lado, só para rir do carro velho e colorido. Então disse ao Gueds que era melhor a gente ir embora e voltar com outro carro. Fomos saindo e as pessoas continuavam rindo.

O BONÉ XADREZ

Estava num local, que parecia ser uma estrada com um cômodo bem no meio desta. Havia uma mulher comigo e um homem. Ambos aparentemente mais velhos. Este homem seria meu chefe. A mulher não sei quem seria. Eu usava um boné xadrez. Nisto, este homem que seria meu chefe, disse que iria comprar um boné novo para mim. A tal mulher disse que eu não precisava de boné, pois já estava usando um. Então o tal homem disse que queria comprar e pronto. Que era ele quem mandava. Então entramos os três num fusca e saímos por aquela estrada.

FOGO NO ARMÁRIO

Estava dentro de uma casa, que tinha apenas uma sala. Estavam eu e outra pessoa que não sei quem era. Havia um armário fechado, numa das paredes. Do lado de fora, havia duas pessoas que jogavam pratos com fogo, neste armário. Eles jogavam e os pratos sempre atingiam o armário. Eu e a outra pessoa ficávamos apagando o fogo do armário, a tal casa que tinha uma sala era dos dois que estavam de fora e não sei por que, a gente não deixava eles colocarem fogo neste armário, que estava fechado.

INDO A PÉ A SÃO SEBASTIÃO DO PARAISO

Estava indo por uma rua, quando um colega meu, passou por mim. Ele me aonde eu ia. Disse que ia subir a Rua Paraná. Fui indo pela Rua Paraná, mas depois decidi ir pela rua paralela a ela. Só que esta rua, era feita de portões de garagens, tipo grade. Eu entrava em um portão e sai por outro. Isto o tempo todo. Entre estes dois portões tinha uma portinha pequena, que Ra da loja Ricardo Eletro. Todas elas estavam fechadas. Fui fazendo isto, até que encontrei um grupo de pessoas perto de um destes portões. Então perguntei se eles não podiam me levar de carro, porque eu ia todos os dias a São Sebastião do paraíso, a pé e voltava. (claro que isto é impossível, pois São Sebastião do paraíso está a 287 km de Divinópolis). Eles disseram que não podiam. Então disse que ia andando mesmo, pois tinha que ir e voltar todos os dias.

NO FUSCA COM A FABÍULA

Estava dentro de um fusca. Quem dirigia era a Fabíula. Só que o banco da frente, onde ela dirigia, era virado para o banco de trás, onde eu estava sentado. Estava meio escuro e havia muitos carros passando. Eu tinha pressa de chegar, não sei bem onde. Nisto a Fabíula fez que ia estacionar. Então fiquei pensando que ela iria parar novamente e eu não chegaria nunca. Mas ela só fazia que ia estacionar mas não estacionava. Fez isto várias vezes. Até que ela desceu a Rua Minas Gerais e num local onde havia duas entradas de garagem para carro, e ambas estavam abertas, ela entrou com o fusca na primeira desta garagem. Só que parou o carro em cima do passeio, não entrando na garagem. Desceu e foi para dentro daquele terreno. Então fiquei olhando, pois poderia vir um guarda de trânsito e quer multar a gente. Mas não via pessoas nenhuma, só carros passando na Rua Minas Gerais. Nisto veio uma mulher idosa, dirigindo um fusca também, de dentro daquele terreno, e passou pelo portão da garagem, que…

TONY RAMOS COM CARA DE LIMA DUARTE

Estava em um local, que deveria ser o escritório de uma empresa. Havia duas mulheres conversando, um homem sentado à mesa e eu na porta. Havia um homem conversando com o que estava sentado à mesa. Este tal homem seria o ator Tony Ramos. Só que ele estava usando o cabelo e barba do também ator, Lima Duarte. Eu sabia que as duas mulheres estavam fazendo uma armação para uma pessoa e usando o Tony Ramos. Saímos dali, em direção a uma casa. Fui ficando para trás, para tentar ficar sozinho com o Tony Ramos e contar para ele. Quando consegui, contei a ele que as mulheres estavam fazendo uma armação e que tudo era mentira. Ele ficou furioso. Quando chegamos a tal casa, ele ficou andando de um lado a outro. As mulheres perguntaram o que estava acontecendo. Ele apenas resmungou. Então cheguei até ele e disse que não podia dizer que eu havia contado, senão complicaria para meu lado. Ele saiu resmungando.

PLANEJANDO PESCAR NO PORTO

Estava em um local, que parecia ser um porto. Havia muitas caixas de madeira bem grandes. Nisto um homem chegou numa rampa e disse que precisa de uma maneira de pegar muitos peixes ao mesmo tempo. Disse a ele que teria que ver isto com calma, do contrário poderia da tudo errado. Então ele disse que precisaria de mim, para pensar por ele e assim sair tudo certo. Fiquei pensando que eu não era tão inteligente assim. Nisto alguém gritou na beira do tal porto. Fomos lá e vimos um homem com uma cesta feita de rede de pesca, amarrada a um cabo de vassoura. Dentro desta cesta havia alguns peixes. Ele mergulhou aqueles peixes na água e logo vários outros vieram onde estavam os peixes. Ele levantou a cesta e saiu cheia de peixes. Então eu disse ao tal homem que esta era uma boa maneira de pegar peixe. Ele então disse que queria pegar milhões de peixes para vender, e daquele jeito não daria. Então disse que era só tem muitas pessoas fazendo aquilo o dia inteiro e assim pegaria muitos peixes.

METRALHADORAS DE ARTIFÍCIO

Estava numa rua, juntamente com duas pessoas. Estava escuro e só havia a iluminação do poste da Cemig. A gente carregava alguma coisa, que não sei o que era. De um local a outro que ficava a uns cinco metros distantes. Plantada na beira do passeio, tinha uma árvore muito grande e cujo tronco deveria ter um metro de diâmetro, mais ou menos. Em frente a esta árvore, Havaí o muro de uma casa, cujo portão pequeno, estava entreaberto. Nisto vimos passar do outro lado da rua, vários homens, todos armados com metralhadora. Eles seguiram em direção a esquina de cima, onde tinha um posto de saúde. Então falei para os dois homens que estavam ali comigo, que era uma gangue e que teria briga lá no posto. Nisto os caras com as metralhadoras, começaram a atirar. Corri e entre naquele pequeno portão. Os dois homens que estavam ali comigo saíram correndo e um deles bateu no portão, fazendo com que ele fechasse. Preso lá dentro, e não vendo nada que havia no fundo, quis sair, mas o portão não abria. …

CINTO PARA JOGAR BOLA / DESCARGA NA BANHEIRA DE HIDRO

Estava num local que parecia ser uma oficina mecânica, muito extensa. Nisto chegou um homem perto de mim, querendo o cinto para jogar bola. Ele estava com um cinto de calça na mão e disse que não era daquele. Disse a ele que não. Tinha que usar o cinto próprio para jogar bola. Expliquei a ele que era um cinto tipo pára-quedista que na frente tinha uma rosca, onde a gente enroscava um vidro, deste tipo de maionese, que estaria cheio de graxa. À medida que a pessoa corria jogando bola, a graxa ia lubrificando. (só não sei lubrificando o que.) Saímos olhando os armários daquela oficina. Mas em nenhum eu achava o tal cinto para jogar bola. A oficina era grande e eu já não queria mais procurar. Então disse ao tal homem, que o pessoal estava jogando bola, então todos os cintos deveriam estar lá. Deixei o tal homem ali e fui até um banheiro. Quando entrei, tinha ali uma banheira de hidromassagem. Então fiquei pensando que todos tinham dado descarga e acabado com a água, deixando o barro par…

FOGO PERCORRENDO A RUA

Estava num beco. Estava escuro. Havia algumas pessoas ali. Nisto num pequeno buraco que tinha na rua daquele beco, começaram a sair labaredas de fogo, tipo aquelas quando se põe fogo no álcool. Só que estas labaredas, iam caminhando rapidamente pela rua do beco até desaparecer totalmente. Então disse para uma pessoa que estava ali, que naquele buraco estava saindo gás natural. E que o fogo ia queimando por onde o gás estava indo. As labaredas continuavam saindo. Saia uma, percorria a rua e só quando ela apagava saia outra. Então eu disse que aquele gás deveria ser explorado por outra empresa, pois a Petrobrás já tinha muito dinheiro.

NA ESTRADINHA RUMO A CAIXA ECONOMICA FEDERAL

Estava indo por uma estradinha, carregando uma mochila pelas mãos. Nisto cheguei numa casa toda pintada de vermelho. Não vi ninguém. Fui até a porta e entrei. Quando entrei, estava num banco. Havia várias filas. Perguntei a uma pessoa onde ficava a fila para receber pagamento. Ele disse que aquele banco não pagava ninguém, ali era só para quem fosse deixar dinheiro. Então sai do banco, e quando fiz isto, não sai naquela estradinha, mas sim, no centro da minha cidade. Vi que tinha saído da Caixa E. Federal. Fiquei pensando que era ali que eu recebia o pagamento, e não tinha outro local. Voltei apara Caixa, quando o guarda me parou e disse que o banco já estava fechado, porque já eram 16 horas e um segundo. E o banco fechava as 16 horas.

MULHER LOIRA DE BIQUINI

Estava indo por um passeio. Só eu ia nesta direção. Todas as outras pessoas estavam em sentido contrário ao meu. Não sei para onde estava indo. Ia de cabeça baixa. Nisto, ao passar por uma mulher loira, vi que ela estava só de biquíni preto. Então parei e fiquei olhando aquela mulher que ia rebolando. Depois de passar por mim, ela olhou para trás e perguntou o que eu olhava. Disse que ela era bem gostosa. Ela então disse que era para eu crescer, envelhecer e depois pensar nisto. Virei e continuei andando de cabeça baixa, em direção contrária a todos que iam ali.

NA RUA A NOITE, CORRENDO COM BONÉ NO ROSTO

ESTAVA INDO POR UMA RUA DO PORTO VELHO. ERA NOITE E EU ANDAVA MUITO RAPIDAMENTE. NISTO DOIS HOMENS ME PARARAM PARA PERGUNTAR ALGO. PERCEBI QUE OS DOIS ESTAVAM BÊBADOS. ENTÃO CONTINUEI ANDANDO E PERCEBI QUE ESTAVA RESPIRANDO COM DIFICULDADES. ENTÃO VI QUE ESTAVA USANDO MEU BONÉ, COMO SE FOSSE AQUELAS MÁSCARAS QUE ESTÃO USANDO CONTRA A GRIPE “A”. CONTINUANDO RAPIDAMENTE, TIREI O BONÉ DO ROSTO E COLOQUEI NA CABEÇA. NISTO JÁ ESTAVA NO ESPLANADA, QUANDO AQUELES DOIS HOMENS CHEGARA CORRENDO E ME JOGARAM NO CHÃO, DIZENDO QUE QUERIA UM INFORMAÇÃO. COMO JÁ ESTAVA PERTO DA CASA DA MINHA MÃE, SAI RAPIDAMENTE DE GATINHO MESMO. MAS ELES PUXARAM MINHA PERNA E DISSERAM QUE PRECISAVAM DE UMA INFORMAÇÃO. ENTÃO FUI OUVI-LOS E ELES ME PERGUNTARAM ONDE MORAVA O ANTONIO MARIA. ENTÃO DISSE A ELES QUE O ANTONIO ERA MEU IRMÃO E MINHA MÃE MORAVA ALI PERTINHO, ONDE A GENTE MORAVA.

LEVADO PELO VENTO FORTE

ESTAVA INDO POR UM PASSEIO. ERA NOITE. TINHA DUAS PESSOAS ANDANDO UM POUCO A MINHA FRENTE. NISTO COMEÇOU UMA VENTANIA MUITO FORTE QUE QUASE CARREGAVA A GENTE. SAI CORRENDO POR ESTE PASSEIO, SÓ QUE O VENTO ME TIROU DO CHÃO E SAIU ME LEVANDO A UMA ALTURA DE UM METRO MAIS OU MENOS. FUI VOANDO, QUANDO PASSEI PELAS DUAS PESSOAS QUE IAM A MINHA FRENTE. VI DUAS MALAS PRETAS NO MEIO DA RUA. ENTÃO USEI A FORÇA DO PENSAMENTO PARA TRAZER ESTAS DUAS MALAS ATÉ MIM. FECHEI OS OLHOS E FUI DESEJANDO QUE AS MALAS VIESSEM ATÉ MIM. NISTO AS MALAS VIERAM NUMA VELOCIDADE MUITO GRANDE E QUASE BATERAM EM MIM. ENTÃO PENSEI QUE DEVERIA CONTROLAR MELHOR MINHA FORÇA. O VENTO FOI LEVANDO EU E AS MALAS PARA MUITO LONGE.

UMA MULTIDÃO DE NINGUÉM

ESTAVA NUM LOCAL, ONDE HAVIA INÚMERAS PESSOAS. BASTANTE GENTE MESMO. ANDANDO DE UM LADO A OUTRO. SAI DESTE LOCAL E LÁ FORA TINHA TANTA GENTE QUANTO HAVIA DENTRO DAQUELE LOCAL ONDE EU ESTAVA. NÃO SABIA O QUE AQUELAS PESSOAS FAZIAM E NEM O QUE EU FAZIA ALI. SAI ANDANDO, TENTANDO ME LIVRAR DAQUELE AGLOMERADO DE GENTE, MAS, QUANTO MAIS ANDAVA, MAIS GENTE VIA. VOLTEI PARA ONDE ESTAVA QUE PARECIA SE UM IMENSO GALPÃO. QUANDO ENTREI, NÃO HAVIA NINGUÉM LÁ DENTRO. SAI NOVAMENTE E NÃO HAVIA UMA ÚNICA PESSOA PARA CONTAR A HISTÓRIA.

BUSCANDO O APARTAMENTO, PELA 2ª VEZ

ESTAVA INDO POR UMA RUA, ESTAVA ANOITECENDO. IA PARA UM APARTAMENTO QUE EU TINHA NA SIDIL. ESTAVA INDO SÓ PARA TOMAR UM BANHO. NUMA DAS RUAS VI O ZIQUINHO E A FERNANDA ANDANDO DE BICICLETA. FIQUEI PENSANDO PORQUE ESTARIA ANDANDO ALI SOZINHOS SE AINDA ERAM CRIANÇAS. NISTO VI A JAQUELINE. MÃE DELES, E OUTRA PESSOA, ANDANDO DE BICICLETA LOGO ATRÁS. CONTINUEI ANDANDO PARA O APARTAMENTO, QUANDO PERCEBI QUE NÃO O ENCONTRAVA. ENTÃO FIQUEI ME QUESTIONANDO, PORQUE EU TINHA SEGUIDO POR OUTRA RUA, POIS SÓ CONSEGUIA ACHAR O PRÉDIO ONDE MORAVA, SEGUINDO PELO CAMINHO QUE EU SABIA. SAI ANDANDO TENTANDO VER O PRÉDIO, MAS NÃO ACHAVA MESMO. NISTO, NUMA DAS RUAS, VI DOIS ELEFANTES ALARANJADOS BRIGANDO. ELES ESTAVAM AGACHADOS E COMA S TROMBAS ENROLADAS. DEPOIS ELES TENTAVAM SAIR E COMEÇAVAM A GRITAR (AQUELE GRITO DE ELEFANTE) E SAIAM ROLANDO, SEM SOLTAR AS TROMBAS. FIQUEI COM MEDO DE ELES RESOLVEREM VIR EM MINHA DIREÇÃO, E FUI LADO SAINDO DALI, ALGUMAS PESSOAS QUE VINHAM TAMBÉM SAIAM DAQUELA RUA. QUANDO …

EXTERMINADORES / DEJAVÚ DE SONHO

ESTAVA NUM LOCAL, QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. HAVIA ALGUMAS PESSOAS UM POUCO A FRENTE DE ONDE EU ESTAVA. NISTO, ESTAS PESSOAS QUE ESTAVAM A FRENTE, COMEÇARAM A GRITAR, DIZENDO QUE VINHA VINDO UM BANDO DE EXTERMINADORES. SAI CORRENDO POR UMA ESTRADINHA. ALGUÉM VINHA AO MEU LADO. ATRAVESSEI UMA ESTRADA E CONTINUEI CORRENDO EM DIREÇÃO A UMA CASA QUE TINHA ALI. ENTREI NESTA CASA. A TAL PESSOA QUE VINHA CORRENDO COMIGO ENTROU TAMBÉM. OLHAMOS POR UMA JANELA QUE TINHA AO LADO DA PORTA, NÃO VIMOS NADA. ENTÃO DECIDI VOLTAR. CHEGANDO AO LOCAL ONDE ESTAVAM AQUELAS PESSOAS. NÃO VI NADA. NISTO ELAS COMEÇARAM A GRITAR NOVAMENTE E SAÍRAM CORRENDO. ENTÃO VI UM BANDO DE CAVALOS, COM CABEÇA DE GIRAFA, MAS SEM AQUELE PESCOÇO GRANDE. SAI CORRENDO NOVAMENTE, ATRAVESSEI AQUELA ESTRADA. A TAL PESSOA CORRIA AO MEU LADO NOVAMENTE. FIQUEI IMAGINANDO QUE SE AQUELES BICHOS ME PEGASSEM, SERIA O MEU FIM. CORRI MAIS AINDA, IMAGINANDO QUE OS BICHOS ESTARIAM CHEGANDO. ENTREI NA CASA. FECHEI A PORTA. OLHEI NA JANELA …