Wednesday, September 30

SAINDO PARA BUSCAR A MARMITA

Estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis, levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que elas não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar algo que não lembro o que era. Nisto lembrei que tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei à direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei à última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me perseguir. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei ao final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo por este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele terminava na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi em um dos galhos desta grande árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da própria árvore. Mas mesmo assim, ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Então voltei voando, fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. E me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados. Daí eu acordei.

Tuesday, September 29

CORRENDO COM PREÇO NA CABEÇA

Estava num local, onde havia várias pessoas. Todas tinham um preço. Havia homens, mulheres e crianças. Os adultos eram mais caros que crianças. Lembro de um que estava reclamando de seu preço ser apenas 267 mil reais. Ele estava achando pouco. Nisto saíram correndo. Em cima de suas cabeças, iam os preços que valiam. Mas estes preços não estavam presos a eles. Era como se fosse um comercial de TV. Então sai andando, quando percebi que meu preço também me acompanhava. Tentei ver quanto eu valia, mas olhando de baixo pra cima, não conseguia entender os números. Nisto passou correndo por mim uma criança, cujo preço em cima marcava 127 mil reais.

Sunday, September 27

CORRENDO NAS RUAS DE DIVINÓPOLIS

Era noite. Descia correndo pela Rua Minas Gerais e virei à direita na Rua Goiás. (a Rua Minas Gerais não cruza com a Rua Goiás. Seria a Avenida Primeiro de Junho, mas a placa dizia Rua Goiás.) atravessei a rua e continuei correndo. No passeio havia várias pessoas sentadas em cadeiras, umas de frente para outras, deixando um apertado corredor entre eles. Fui passando correndo neste corredor, esbarrando nos pés das pessoas que estavam sentadas ali. Quando terminei de passar entre as cadeiras, já quase chegando na Rua São Paulo, dois meninos vieram e ficaram "cutucando" do lado da minha barriga, me fazendo cócegas. Virei a Rua São Paulo em direção a Avenida Getúlio Vargas. Nisto parei, empurrei os dois meninos que caíram no chão. Chamei os dois de “pragas Egípcias”. Continuei correndo.

Saturday, September 26

VIAJANDO COM O CARRO COLORIDO

Estava indo viajar com o Gueds, para a cidade de Cláudio, que fica aqui pertinho de Divinópolis. A gente estava indo com um carro muito velho e que tinha cada uma de suas partes, pintadas de cores diferentes. A gente não corria muito, e quando passava por outros carros, a gente ouvia as pessoas rindo do carro em que a gente estava. Quando chegamos a Cláudio, fomos direto para a empresa fazer o serviço. Quando paramos o carro na empresa, as pessoas vinham de todo lado, só para rir do carro velho e colorido. Então disse ao Gueds que era melhor a gente ir embora e voltar com outro carro. Fomos saindo e as pessoas continuavam rindo.

Friday, September 25

O BONÉ XADREZ

Estava num local, que parecia ser uma estrada com um cômodo bem no meio desta. Havia uma mulher comigo e um homem. Ambos aparentemente mais velhos. Este homem seria meu chefe. A mulher não sei quem seria. Eu usava um boné xadrez. Nisto, este homem que seria meu chefe, disse que iria comprar um boné novo para mim. A tal mulher disse que eu não precisava de boné, pois já estava usando um. Então o tal homem disse que queria comprar e pronto. Que era ele quem mandava. Então entramos os três num fusca e saímos por aquela estrada.

Monday, September 21

FOGO NO ARMÁRIO

Estava dentro de uma casa, que tinha apenas uma sala. Estavam eu e outra pessoa que não sei quem era. Havia um armário fechado, numa das paredes. Do lado de fora, havia duas pessoas que jogavam pratos com fogo, neste armário. Eles jogavam e os pratos sempre atingiam o armário. Eu e a outra pessoa ficávamos apagando o fogo do armário, a tal casa que tinha uma sala era dos dois que estavam de fora e não sei por que, a gente não deixava eles colocarem fogo neste armário, que estava fechado.

Sunday, September 20

INDO A PÉ A SÃO SEBASTIÃO DO PARAISO

Estava indo por uma rua, quando um colega meu, passou por mim. Ele me aonde eu ia. Disse que ia subir a Rua Paraná. Fui indo pela Rua Paraná, mas depois decidi ir pela rua paralela a ela. Só que esta rua, era feita de portões de garagens, tipo grade. Eu entrava em um portão e sai por outro. Isto o tempo todo. Entre estes dois portões tinha uma portinha pequena, que Ra da loja Ricardo Eletro. Todas elas estavam fechadas. Fui fazendo isto, até que encontrei um grupo de pessoas perto de um destes portões. Então perguntei se eles não podiam me levar de carro, porque eu ia todos os dias a São Sebastião do paraíso, a pé e voltava. (claro que isto é impossível, pois São Sebastião do paraíso está a 287 km de Divinópolis). Eles disseram que não podiam. Então disse que ia andando mesmo, pois tinha que ir e voltar todos os dias.

Friday, September 18

NO FUSCA COM A FABÍULA

Estava dentro de um fusca. Quem dirigia era a Fabíula. Só que o banco da frente, onde ela dirigia, era virado para o banco de trás, onde eu estava sentado. Estava meio escuro e havia muitos carros passando. Eu tinha pressa de chegar, não sei bem onde. Nisto a Fabíula fez que ia estacionar. Então fiquei pensando que ela iria parar novamente e eu não chegaria nunca. Mas ela só fazia que ia estacionar mas não estacionava. Fez isto várias vezes. Até que ela desceu a Rua Minas Gerais e num local onde havia duas entradas de garagem para carro, e ambas estavam abertas, ela entrou com o fusca na primeira desta garagem. Só que parou o carro em cima do passeio, não entrando na garagem. Desceu e foi para dentro daquele terreno. Então fiquei olhando, pois poderia vir um guarda de trânsito e quer multar a gente. Mas não via pessoas nenhuma, só carros passando na Rua Minas Gerais. Nisto veio uma mulher idosa, dirigindo um fusca também, de dentro daquele terreno, e passou pelo portão da garagem, que era à conta do fusca, de marcha à ré, e muito rapidamente, sem bater em nada. Fiquei pensando: puxa. Esta velha é craque no volante. Resolvi descer do carro e entrei naquele terreno. A Fabíula estava logo ali, juntamente com a Sara, ao lado de um tanque de lavar roupas. Ela então me disse que só iria lavar aquelas roupas e que depois a gente iria embora. Então fiquei pensando que se pudesse eu iria embora a pé.

Thursday, September 17

TONY RAMOS COM CARA DE LIMA DUARTE

Estava em um local, que deveria ser o escritório de uma empresa. Havia duas mulheres conversando, um homem sentado à mesa e eu na porta. Havia um homem conversando com o que estava sentado à mesa. Este tal homem seria o ator Tony Ramos. Só que ele estava usando o cabelo e barba do também ator, Lima Duarte. Eu sabia que as duas mulheres estavam fazendo uma armação para uma pessoa e usando o Tony Ramos. Saímos dali, em direção a uma casa. Fui ficando para trás, para tentar ficar sozinho com o Tony Ramos e contar para ele. Quando consegui, contei a ele que as mulheres estavam fazendo uma armação e que tudo era mentira. Ele ficou furioso. Quando chegamos a tal casa, ele ficou andando de um lado a outro. As mulheres perguntaram o que estava acontecendo. Ele apenas resmungou. Então cheguei até ele e disse que não podia dizer que eu havia contado, senão complicaria para meu lado. Ele saiu resmungando.

Wednesday, September 16

PLANEJANDO PESCAR NO PORTO

Estava em um local, que parecia ser um porto. Havia muitas caixas de madeira bem grandes. Nisto um homem chegou numa rampa e disse que precisa de uma maneira de pegar muitos peixes ao mesmo tempo. Disse a ele que teria que ver isto com calma, do contrário poderia da tudo errado. Então ele disse que precisaria de mim, para pensar por ele e assim sair tudo certo. Fiquei pensando que eu não era tão inteligente assim. Nisto alguém gritou na beira do tal porto. Fomos lá e vimos um homem com uma cesta feita de rede de pesca, amarrada a um cabo de vassoura. Dentro desta cesta havia alguns peixes. Ele mergulhou aqueles peixes na água e logo vários outros vieram onde estavam os peixes. Ele levantou a cesta e saiu cheia de peixes. Então eu disse ao tal homem que esta era uma boa maneira de pegar peixe. Ele então disse que queria pegar milhões de peixes para vender, e daquele jeito não daria. Então disse que era só tem muitas pessoas fazendo aquilo o dia inteiro e assim pegaria muitos peixes.

Tuesday, September 15

METRALHADORAS DE ARTIFÍCIO


Estava numa rua, juntamente com duas pessoas. Estava escuro e só havia a iluminação do poste da Cemig. A gente carregava alguma coisa, que não sei o que era. De um local a outro que ficava a uns cinco metros distantes. Plantada na beira do passeio, tinha uma árvore muito grande e cujo tronco deveria ter um metro de diâmetro, mais ou menos. Em frente a esta árvore, Havaí o muro de uma casa, cujo portão pequeno, estava entreaberto. Nisto vimos passar do outro lado da rua, vários homens, todos armados com metralhadora. Eles seguiram em direção a esquina de cima, onde tinha um posto de saúde. Então falei para os dois homens que estavam ali comigo, que era uma gangue e que teria briga lá no posto. Nisto os caras com as metralhadoras, começaram a atirar. Corri e entre naquele pequeno portão. Os dois homens que estavam ali comigo saíram correndo e um deles bateu no portão, fazendo com que ele fechasse. Preso lá dentro, e não vendo nada que havia no fundo, quis sair, mas o portão não abria. Então fui colocando a cabeça por cima do muro, devagar, para ver como estava do outro lado. Eu via o fogo que saia das metralhadoras, que continuavam disparando. Então quis pular o muro, pois queria ir para onde estavam os outros dois. Fiquei pensando que não devia sair dali, pois estava seguro. Mas por mais que eu quisesse ficar, eu não conseguia. Então pulei o muro e fiquei atrás daquela imensa árvore. Depois com cuidado, fui dar uma olhada para ver como estava à situação. Nisto, dois homens me viram e vieram em minha direção atirando com as metralhadoras, na árvore onde eu estava atrás. Então fiquei pensando que não deveria ter saído de trás do muro e que eu estava perdido.

Monday, September 14

CINTO PARA JOGAR BOLA / DESCARGA NA BANHEIRA DE HIDRO


Estava num local que parecia ser uma oficina mecânica, muito extensa. Nisto chegou um homem perto de mim, querendo o cinto para jogar bola. Ele estava com um cinto de calça na mão e disse que não era daquele. Disse a ele que não. Tinha que usar o cinto próprio para jogar bola. Expliquei a ele que era um cinto tipo pára-quedista que na frente tinha uma rosca, onde a gente enroscava um vidro, deste tipo de maionese, que estaria cheio de graxa. À medida que a pessoa corria jogando bola, a graxa ia lubrificando. (só não sei lubrificando o que.) Saímos olhando os armários daquela oficina. Mas em nenhum eu achava o tal cinto para jogar bola. A oficina era grande e eu já não queria mais procurar. Então disse ao tal homem, que o pessoal estava jogando bola, então todos os cintos deveriam estar lá. Deixei o tal homem ali e fui até um banheiro. Quando entrei, tinha ali uma banheira de hidromassagem. Então fiquei pensando que todos tinham dado descarga e acabado com a água, deixando o barro para o meu apartamento. Então dei descarga também, só que na banheira de hidromassagem. Escorreu primeiramente uma água com barro, até que foi limpando. Sai dali pensando que eu não ficaria com a água suja.

Saturday, September 12

FOGO PERCORRENDO A RUA

Estava num beco. Estava escuro. Havia algumas pessoas ali. Nisto num pequeno buraco que tinha na rua daquele beco, começaram a sair labaredas de fogo, tipo aquelas quando se põe fogo no álcool. Só que estas labaredas, iam caminhando rapidamente pela rua do beco até desaparecer totalmente. Então disse para uma pessoa que estava ali, que naquele buraco estava saindo gás natural. E que o fogo ia queimando por onde o gás estava indo. As labaredas continuavam saindo. Saia uma, percorria a rua e só quando ela apagava saia outra. Então eu disse que aquele gás deveria ser explorado por outra empresa, pois a Petrobrás já tinha muito dinheiro.

Thursday, September 10

NA ESTRADINHA RUMO A CAIXA ECONOMICA FEDERAL

Estava indo por uma estradinha, carregando uma mochila pelas mãos. Nisto cheguei numa casa toda pintada de vermelho. Não vi ninguém. Fui até a porta e entrei. Quando entrei, estava num banco. Havia várias filas. Perguntei a uma pessoa onde ficava a fila para receber pagamento. Ele disse que aquele banco não pagava ninguém, ali era só para quem fosse deixar dinheiro. Então sai do banco, e quando fiz isto, não sai naquela estradinha, mas sim, no centro da minha cidade. Vi que tinha saído da Caixa E. Federal. Fiquei pensando que era ali que eu recebia o pagamento, e não tinha outro local. Voltei apara Caixa, quando o guarda me parou e disse que o banco já estava fechado, porque já eram 16 horas e um segundo. E o banco fechava as 16 horas.

Wednesday, September 9

MULHER LOIRA DE BIQUINI

Estava indo por um passeio. Só eu ia nesta direção. Todas as outras pessoas estavam em sentido contrário ao meu. Não sei para onde estava indo. Ia de cabeça baixa. Nisto, ao passar por uma mulher loira, vi que ela estava só de biquíni preto. Então parei e fiquei olhando aquela mulher que ia rebolando. Depois de passar por mim, ela olhou para trás e perguntou o que eu olhava. Disse que ela era bem gostosa. Ela então disse que era para eu crescer, envelhecer e depois pensar nisto. Virei e continuei andando de cabeça baixa, em direção contrária a todos que iam ali.

Tuesday, September 8

NA RUA A NOITE, CORRENDO COM BONÉ NO ROSTO


ESTAVA INDO POR UMA RUA DO PORTO VELHO. ERA NOITE E EU ANDAVA MUITO RAPIDAMENTE. NISTO DOIS HOMENS ME PARARAM PARA PERGUNTAR ALGO. PERCEBI QUE OS DOIS ESTAVAM BÊBADOS. ENTÃO CONTINUEI ANDANDO E PERCEBI QUE ESTAVA RESPIRANDO COM DIFICULDADES. ENTÃO VI QUE ESTAVA USANDO MEU BONÉ, COMO SE FOSSE AQUELAS MÁSCARAS QUE ESTÃO USANDO CONTRA A GRIPE “A”. CONTINUANDO RAPIDAMENTE, TIREI O BONÉ DO ROSTO E COLOQUEI NA CABEÇA. NISTO JÁ ESTAVA NO ESPLANADA, QUANDO AQUELES DOIS HOMENS CHEGARA CORRENDO E ME JOGARAM NO CHÃO, DIZENDO QUE QUERIA UM INFORMAÇÃO. COMO JÁ ESTAVA PERTO DA CASA DA MINHA MÃE, SAI RAPIDAMENTE DE GATINHO MESMO. MAS ELES PUXARAM MINHA PERNA E DISSERAM QUE PRECISAVAM DE UMA INFORMAÇÃO. ENTÃO FUI OUVI-LOS E ELES ME PERGUNTARAM ONDE MORAVA O ANTONIO MARIA. ENTÃO DISSE A ELES QUE O ANTONIO ERA MEU IRMÃO E MINHA MÃE MORAVA ALI PERTINHO, ONDE A GENTE MORAVA.

Monday, September 7

LEVADO PELO VENTO FORTE

ESTAVA INDO POR UM PASSEIO. ERA NOITE. TINHA DUAS PESSOAS ANDANDO UM POUCO A MINHA FRENTE. NISTO COMEÇOU UMA VENTANIA MUITO FORTE QUE QUASE CARREGAVA A GENTE. SAI CORRENDO POR ESTE PASSEIO, SÓ QUE O VENTO ME TIROU DO CHÃO E SAIU ME LEVANDO A UMA ALTURA DE UM METRO MAIS OU MENOS. FUI VOANDO, QUANDO PASSEI PELAS DUAS PESSOAS QUE IAM A MINHA FRENTE. VI DUAS MALAS PRETAS NO MEIO DA RUA. ENTÃO USEI A FORÇA DO PENSAMENTO PARA TRAZER ESTAS DUAS MALAS ATÉ MIM. FECHEI OS OLHOS E FUI DESEJANDO QUE AS MALAS VIESSEM ATÉ MIM. NISTO AS MALAS VIERAM NUMA VELOCIDADE MUITO GRANDE E QUASE BATERAM EM MIM. ENTÃO PENSEI QUE DEVERIA CONTROLAR MELHOR MINHA FORÇA. O VENTO FOI LEVANDO EU E AS MALAS PARA MUITO LONGE.

Saturday, September 5

UMA MULTIDÃO DE NINGUÉM


ESTAVA NUM LOCAL, ONDE HAVIA INÚMERAS PESSOAS. BASTANTE GENTE MESMO. ANDANDO DE UM LADO A OUTRO. SAI DESTE LOCAL E LÁ FORA TINHA TANTA GENTE QUANTO HAVIA DENTRO DAQUELE LOCAL ONDE EU ESTAVA. NÃO SABIA O QUE AQUELAS PESSOAS FAZIAM E NEM O QUE EU FAZIA ALI. SAI ANDANDO, TENTANDO ME LIVRAR DAQUELE AGLOMERADO DE GENTE, MAS, QUANTO MAIS ANDAVA, MAIS GENTE VIA. VOLTEI PARA ONDE ESTAVA QUE PARECIA SE UM IMENSO GALPÃO. QUANDO ENTREI, NÃO HAVIA NINGUÉM LÁ DENTRO. SAI NOVAMENTE E NÃO HAVIA UMA ÚNICA PESSOA PARA CONTAR A HISTÓRIA.

Friday, September 4

BUSCANDO O APARTAMENTO, PELA 2ª VEZ

ESTAVA INDO POR UMA RUA, ESTAVA ANOITECENDO. IA PARA UM APARTAMENTO QUE EU TINHA NA SIDIL. ESTAVA INDO SÓ PARA TOMAR UM BANHO. NUMA DAS RUAS VI O ZIQUINHO E A FERNANDA ANDANDO DE BICICLETA. FIQUEI PENSANDO PORQUE ESTARIA ANDANDO ALI SOZINHOS SE AINDA ERAM CRIANÇAS. NISTO VI A JAQUELINE. MÃE DELES, E OUTRA PESSOA, ANDANDO DE BICICLETA LOGO ATRÁS. CONTINUEI ANDANDO PARA O APARTAMENTO, QUANDO PERCEBI QUE NÃO O ENCONTRAVA. ENTÃO FIQUEI ME QUESTIONANDO, PORQUE EU TINHA SEGUIDO POR OUTRA RUA, POIS SÓ CONSEGUIA ACHAR O PRÉDIO ONDE MORAVA, SEGUINDO PELO CAMINHO QUE EU SABIA. SAI ANDANDO TENTANDO VER O PRÉDIO, MAS NÃO ACHAVA MESMO. NISTO, NUMA DAS RUAS, VI DOIS ELEFANTES ALARANJADOS BRIGANDO. ELES ESTAVAM AGACHADOS E COMA S TROMBAS ENROLADAS. DEPOIS ELES TENTAVAM SAIR E COMEÇAVAM A GRITAR (AQUELE GRITO DE ELEFANTE) E SAIAM ROLANDO, SEM SOLTAR AS TROMBAS. FIQUEI COM MEDO DE ELES RESOLVEREM VIR EM MINHA DIREÇÃO, E FUI LADO SAINDO DALI, ALGUMAS PESSOAS QUE VINHAM TAMBÉM SAIAM DAQUELA RUA. QUANDO FUI POR OUTRA RUA, VI OUTROS DOIS BRIGANDO TAMBÉM, E FUI VENDO VÁRIOS DELES BRIGANDO. VOLTEI RAPIDAMENTE DE ONDE EU VIM. FUI TENTANDO ACHAR O PRÉDIO, MAS NÃO CONSEGUIA VÊ-LO. VI UMA ESCOLA E LEMBREI QUE MORAVA ALI POR PERTO. AS RUAS ALI TINHAM APENAS DOIS QUARTEIRÕES. CHEGANDO NUMA RUA, PENSEI SER ELA A QUE EU MORAVA. FUI INDO, QUANDO ACABEI SAINDO DENTRO DA CASA DE UMA PESSOA. VOLTEI RAPIDAMENTE, PARA ELE NÃO ME VIR. FIQUEI IMAGINANDO COMO AQUELAS RUAS PODIAM PASSAR DENTRO DAS CASAS. TENTEI OUTRA RUA E ESTA PASSAVA DENTRO DA SALA DE UMA CASA. TENTEI PASSAR, MAS A PORTA ESTAVA FECHADA. FIQUEI TENTANDO ENTENDER PORQUE TINHA IDO POR OUTRO CAMINHO. ENTÃO DECIDI IR ATÉ A RUA GOIÁS, QUE DALI EU VERIA O PRÉDIO E SABERIA CHEGAR ATÉ ELE. NA RUA GOIÁS, VI QUE ESTAVA MUITO LONGE DA CINCAL, POIS EU MORAVA NA RUA DA CINCAL. FUI ANDANDO PELA RUA GOIÁS, SEMPRE TENTANDO VER O PRÉDIO QUE EU QUERIA. NISTO ENCONTREI COM UMA CRIANÇA QUE VEIO ME ABRAÇAR. ELA SERIA MEU SOBRINHO. (MAS NUNCA A VI) ESTAVA COM O ROSTO E O BRAÇO CHEIO DE PINTAS VERMELHAS. PERGUNTEI SE ERA GRIPE SUÍNA. ELA DISSE QUE ERA CATAPORA. ENTÃO DISSE A ELA QUE NÃO TINHA PROBLEMAS ME ABRAÇAR, PORQUE EU JÁ TIVE CATAPORA. ELA ME PERGUNTOU PELO GLAUBINHO. DISSE QUE PENSEI ESTAR COM ELA. ELA DISSE QUE NÃO, POIS TODOS ESTAVAM COM MEDO DE FICAR ALI. DISSE QUE O GLAUBINHO TAMBÉM ESTAVA COM CATAPORA. CONTINUEI ANDANDO, SÓ QUE FUI IMITANDO ESTAR DE MOTO. (FAZENDO AQUELE BARULHO DE MOTO COM A BOCA, QUANDO A GENTE BRINCA ASSIM). FUI CORRENDO E FAZENDO TAL BARULHO. AS PESSOAS QUE PASSAVAM POR MIM, FICAVAM RINDO DE ME VER FAZENDO ISTO. FUI FAZENDO ISTO, ATÉ QUE ENCONTREI COM UMA MENINA, QUE ME PAROU PERGUNTANDO O QUE EU FAZIA. NISTO VI AO LONGE, O PRÉDIO ONDE EU MORAVA, VI QUE ESTAVA NA RUA CERTA E DECIDI IR ATÉ MEU APARTAMENTO.
AI LEMBREI QUE JA TINHA FEITO TUDO ISTO ANTES, QUE EU APENAS REPETIA O QUE JA TINHA FEITO ANTES.

Tuesday, September 1

EXTERMINADORES / DEJAVÚ DE SONHO

ESTAVA NUM LOCAL, QUE PARECIA SER UMA FAZENDA. HAVIA ALGUMAS PESSOAS UM POUCO A FRENTE DE ONDE EU ESTAVA. NISTO, ESTAS PESSOAS QUE ESTAVAM A FRENTE, COMEÇARAM A GRITAR, DIZENDO QUE VINHA VINDO UM BANDO DE EXTERMINADORES. SAI CORRENDO POR UMA ESTRADINHA. ALGUÉM VINHA AO MEU LADO. ATRAVESSEI UMA ESTRADA E CONTINUEI CORRENDO EM DIREÇÃO A UMA CASA QUE TINHA ALI. ENTREI NESTA CASA. A TAL PESSOA QUE VINHA CORRENDO COMIGO ENTROU TAMBÉM. OLHAMOS POR UMA JANELA QUE TINHA AO LADO DA PORTA, NÃO VIMOS NADA. ENTÃO DECIDI VOLTAR. CHEGANDO AO LOCAL ONDE ESTAVAM AQUELAS PESSOAS. NÃO VI NADA. NISTO ELAS COMEÇARAM A GRITAR NOVAMENTE E SAÍRAM CORRENDO. ENTÃO VI UM BANDO DE CAVALOS, COM CABEÇA DE GIRAFA, MAS SEM AQUELE PESCOÇO GRANDE. SAI CORRENDO NOVAMENTE, ATRAVESSEI AQUELA ESTRADA. A TAL PESSOA CORRIA AO MEU LADO NOVAMENTE. FIQUEI IMAGINANDO QUE SE AQUELES BICHOS ME PEGASSEM, SERIA O MEU FIM. CORRI MAIS AINDA, IMAGINANDO QUE OS BICHOS ESTARIAM CHEGANDO. ENTREI NA CASA. FECHEI A PORTA. OLHEI NA JANELA E NÃO VI NADA. OLHEI NO RELÓGIO DO SANTUÁRIO, QUE FICA BEM EM FRENTE A MINHA JANELA. ERAM TRÊS HORAS E VINTE MINUTOS. DEITEI NOVAMENTE E SONHEI QUE ESTAVA CONTANDO ESTE SONHO ACIMA, PARA UMA PESSOA.
ESTAVA NUM LOCAL, TINHA UM HOMEM AO MEU LADO. ENTÃO DISSE A ELE QUE TINHA SONHADO COM UM BANDO DE GIRAFAS, COM CARA DE CAVALO, ME PERSEGUINDO. ELES CORRERAM ATRÁS DE MIM E VÁRIAS OUTRAS PESSOAS, MAS CONSEGUI FUGIR DELES. DISSE AO TAL HOMEM QUE OS BICHOS TINHAM PEGADO AS OUTRAS PESSOAS E QUE SÓ EU TINHA ESCAPADO. ENTÃO ELE ME PERGUNTOU DE ONDE OS BICHOS TINHAM VINDO. DISSE A ELE QUE NÃO SABIA. MAS QUE DEVERIA TER SIDO DA ÁFRICA.