Saturday, October 31

DÉJA-VU NA ESTRADINHA, COM VELHINHOS NO BANCO

Estava num local, que seria uma empresa. Carregava uma garrafinha, tipo esta de água mineral. Usava um macacão alaranjado. Ia até um local, por uma peque estrada dentro desta empresa, jogar um pouco do que estava dentro desta garrafinha, em algo, que deveria ser uma planta. Quando ia por esta estradinha dentro da empresa, ao virar a esquerda, sempre tinha um banco grande, deste tipo de praça, onde estavam sentadas umas 10 pessoas idosas. Virando a estradinha, eu ficava de costas para este banco e ficava pensando o que aquelas pessoas ficavam fazendo, porque sempre estavam sentadas ali. Nisto eu vinha novamente, virava e passava pelo tal banco e as pessoas continuavam ali. Isto se repetiu umas 4 vezes. Eu acabava de chegar ao local onde jogava a água, e já me via novamente na estrada vindo para jogar mais. E sempre ficava imaginando o que aquelas pessoas ficavam sempre sentadas no banco. Ao meu lado, sempre ia uma pessoa, que não sei quem era.

Friday, October 30

ESPERANDO PARA MEDIR A QUALIDADE DO AR


Estava dentro de uma empresa. Eu iria fazer a medição da qualidade do ar. Estava eu e um colega de serviço. A gente aguardava nosso chefe com o equipamento. Só que nosso chefe era o técnico do cruzeiro, o Adilson Batista. Eles demoravam muito e comecei a reclamar do horário. Falei que já ia dar 11 horas da manhã e eles não chegavam. Que não iria dar tempo de fazer a medição. Nisto chegaram dois caminhões caçamba e entraram no local onde eu faria a medição da qualidade do ar. Eles despejaram a brita e areia que estava na caçamba, dentro deste local. Fui até lá para ver se não atrapalharia eu fazer a medição. Subi em cima do monte de brita e fiquei olhando em volta.


Thursday, October 29

GRITANDO DE ALEGRIA AO COMER CARNE


Estava num local, que parecia ser uma escola pública, de dois andares. Destas que é comum por aqui. Só que ali era uma espécie de restaurante. Eu, e mais três pessoas que estava perto de mim, comia carne picadinha com molho. Então algumas pessoas que comiam ao lado começaram a me perguntar sobre os gritos, pois não via ninguém gritando. Então eu disse que quando comeram o bife, deram gritos de alegria, porque o bife estava gostoso demais, mas que talvez a carne picadinha não estivesse tão boa assim. É que quando as pessoas gritavam quando gostavam da carne. Nisto algumas pessoas começaram a gritar. Então eu disse para as pessoas: __viu! Eu disse que era carne para provocar gritos.


Wednesday, October 28

MÁQUINA DE FAZER AR

Estava num local, onde havia um cômodo e uma espécie de armário, com as duas portas do mesmo, abertas. Havia uma espécie de máquina dentro deste armário, que continha alguns vidros de laboratório. Estava coletando o ar para fazer uma análise de sua qualidade. De repente a tal máquina começou a fazer um barulho diferente e a tremer toda. Vi que estava tendo problemas. Não sabia o que fazer. Então comecei a balançar o armário, para ver se consertava tudo. Mas não adiantou, nisto chegou algumas pessoas dizendo que não conseguiam respirar. Disse que a máquina tinha dado problemas e não queria fabricar mais ar.


Tuesday, October 27

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

Monday, October 26

NO TELHADO COM BANANAS

 Estava em cima de um telhado. Na pontinha dele. Havia dois homens em baixo. Tinha ao meu lado duas caixas de bananas. Um dos homens lá de baixo, colocou uma escada para acessar o telhado. Mas a escada era muito curta e ficou na pontinha do telhado. Lá de baixo ele disse que podia ser perigoso ele subir, pois estava muito na pontinha. Ele queria subir para pegar as caixas de bananas. Então eu disse que jogaria a caixa para que caísse de pé, assim não estragaria as bananas. Ele então perguntou como eu tinha certeza que a caixa não iria virar. Disse que o peso das bananas não deixaria. Quando peguei a caixa de bananas, passando-a por trás de mim, uma das réguas da lateral da caixa se soltou e toda a banana caiu lá em baixo e fiquei com a caixa na mão. Olhei para baixo e toda a banana estava esparramada, se separaram das pencas, mas estão inteiras. Então disse ao tal homem que não era bem isto que eu queria fazer. Daí, soltei o caixote vazio. Ele virou, devido estar faltando uma tábua na lateral e caiu de quina, despedaçando todo.

Saturday, October 24

CABELO DE ESFINGE

Estava num local onde havia várias pessoas. Parecia um templo daqueles da época dos faraós. Havia uma criança que era carregada no colo por uma mulher. Havia outro menino, que era bem gordinho e estava vestido como as pessoas daquela época. Parecia que estava enrolado em vários lençóis branco. Um homem seguia este gordinho por todo lado, como se fosse o segurança dele, ou o gordinho fosse alguém importante. Quando cheguei perto do menino que estava no colo da mulher, comecei a rir e dizendo que o cabelo do menino era igual às caras das esfinges do Egito. Eu ria sozinho, porque ninguém achava graça e também não se importavam do que eu dizia.

Friday, October 23

CRIANÇA MINIATURA

Estava num local onde havia várias pessoas. Havia uma criança que deveria ter um ano de idade, que ficava andando,usando somente uma fralda descartável. Ela ria muito e ficava por entre as pessoas. Nisto cheguei num cômodo, onde havia várias pessoas, entre homens e mulheres. E havia uma porta que dava para outro cômodo. Dentro deste outro cômodo uma mulher gritava muito. Fiquei pensando porque aquelas pessoas não faziam nada e ficavam rindo. Imaginei que a mulher podia estar sendo agredida por alguém. Nisto foi jogando de dentro deste cômodo, e caiu na mão de uma mulher que também ria muito, uma criança. Só que esta criança era menor que a palma da mão. Era negra. A tal mulher que pegou ficou beijando a criança e fazendo carinho nela. Imaginei que aquilo fosse apenas um boneco, porque não existia criança em miniatura. Mas ai a tal criança começou a chorar. A mulher então foi dar de mamar para a criança miniatura.

Wednesday, October 21

TENTANDO RECEBER APOSENTADORIA

Estava num local, que não sei onde era. Havia um cômodo que seria para aposentados. Havia várias pessoas por lá. Então entrei neste cômodo e vi uma fila grande de pessoas. Perguntei a uma pessoa apara que era aquela fila. Esta pessoa disse que era para receber. Então disse que queria receber também. Esta pessoa disse que eu teria que colocar meu nome num papel com uma mulher. Então fui até esta mulher. Havia várias pessoas em volta dela falando ao mesmo tempo. Então comecei a falar também, dizendo que queria colocar meu nome no papel para também receber, como os outros. Nisto todos pararam de falar. A tal mulher perguntou meu nome. Disse que era Thymonthy. Ela disse que este nome não existia e não constava de nenhuma lista. Então peguei um pedaço de papel e fui escrever meu nome para ela ler. Ela leu e disse que aquilo não era nome. Então disse que só iria embora quando recebesse meu pagamento. Ela então disse que eu não podia estar aposentado, pois não tinha idade para isto. Que ali era para pagar somente aposentados do INSS. Então eu disse por que ela não tinha dito antes. Porque eu pensava que fosse o pagamento da empresa onde eu trabalhava.

Monday, October 19

CONSERTANDO EROSÃO NOS TRILHOS

Estava num local, que seria o pátio da RFFS/A. estava em cima dos trilhos do trem. Onde eu estava, havia uns cinco metros de linha do trem, que havia um grande buraco em baixo, e os trilhos estavam suspensos. Eu tinha que encher este grande buraco, com areia. Nisto a Rita chegou e perguntei a ela se queria trabalhar para mim, providenciando a areia para encher aquele buraco, antes que o trem viesse. Ela aceitou e saiu dali. Sai e fui até um galpão e peguei uma pá. Quando voltei, a Rita já tinha mandado jogar o caminhão de areia em cima dos trilhos suspensos. Com a pá, fui jogando a areia que ficou nas laterais. Nisto vi que a areia não seria suficiente. Então lembrei que não havia dito a Rita que deveriam ser três caminhões de areia e não apenas um como ela mandou. Fui até uma casa, onde morava o Kiko Lara, isto a muito tempo. Encontrei dois homens La. Disse para um que precisava que ele me arrumasse dois caminhões de areia, que tinha que ser urgente. Que era para eu fechar o buraco em baixo dos trilhos. Ele disse que providenciaria sim. Eu temia que o trem viesse e quando passasse pelos trilhos sem sustentação em baixo, viesse a tombar. O tal homem que ficou de arrumar a areia, não parava de falar com outro e nunca ia providencia a tal areia. Ficava andando de um lado para outro, já desesperado, mas nada dele parar de conversar.


Saturday, October 17

SERES HUMANOS DE OUTRO PLANETA

Estava num local, onde havia um grande portão, que seria de uma empresa que ficava distante deste portão de saída. Esta empresa ficava no meio do mato. Como se fosse a zona rural de uma cidade. Ao lado deste portão, passava uma estrada. Do portão eu via dois homens trabalhando lá em baixo, em alguma coisa que não sei o que era. De repente o portão abriu e saiu em disparada uma carreta, carregando uma espécie de transformador ou gerador, só que muito grande. Esta carreta virou rapidamente para pegar a tal estrada, mas não conseguiu fazer a curva e invadiu um terreno que tinha do outro lado, que estava murado. Ela saiu derrubando o muro. Voltou para a estrada e seguiu. Nisto veio outra carreta, também carregada com este equipamento e fez a mesma coisa, acabando de passar por cima do muro que tinha restado. Fiquei pensando que alguém deveria chamar a polícia, porque eles tinham passado por cima do muro. Fui por aquela estradinha, para ver se via as duas carretas. Cheguei numa oficina, que parecia a oficina de locomotivas. Era muito grande e cheia de bancadas e máquinas. Nisto vi os dois homens que dirigiam a carreta, em cima de um equipamento, que era bem alto e tinha um bico parecido com de um foguete. Os dois então pegaram uma espécie de varinha alaranjada, de uns 50 centímetros de comprimento e começara a atirar uma espécie de raio de luz vermelho. Onde este raio pegava, ele cortava tudo. Havia poucas pessoas naquela oficina. Eles saíram correndo e eu também. Fui me esconde atrás de uma bancada que estava o mais distante dos dois homens. Eles diziam que não podia deixar ninguém sair vivo dali, e continuavam a disparar os tais raios de luz vermelha. Fiquei com medo de morrer e tentando imaginar como sair dali sem que eles me vissem. Nisto caiu perto de mim uma daquelas varinhas. Não sei como e nem de onde veio. Peguei a varinha e quando fui olhar, já não vi ninguém. Voltei então para o portão daquela empresa, onde estava minha mãe, dois irmãos meus, mas que eu nunca tinha visto antes, uma mulher e sua filha. Nisto olhei e já vi os dois homens trabalhando lá dentro daquela empresa novamente. Fazendo algo que não sabia o que era. Esta mulher que estava ali na porta, pediu para que nós todos desse as mãos, fazendo um círculo, mas foi saindo da frente do portão e indo para um canto. Eu, minha mãe e os dois irmãos meus que não sei quem era a tal mulher e sua filha. Esta tal mulher disse então, que aqueles dois homens que trabalhavam lá dentro, eram os filhos dela. Que eles eram de outro planeta e que vinha na terra, para construir equipamentos. Porque no planeta deles não era possível fazê-los. Nisto soltamos as mãos e fui falar com a filha da tal mulher. Perguntei a ela sobre o planeta dela. Ela disse que ele era muito, muito pequeno mesmo. Então eu disse que queria saber como ele era. Ela então disse que era igual a terra, cheio de plantas. Disse que tudo que era meu sonho viajar no espaço e conhecer outro planeta. Sai dali e voltei para a oficina, onde ao lado passava os trilhos da ferrovia. Lá de cima vi os dois homens trabalhando em algo muito grande, que eles foram descendo e ficou parecido com vagões de trem. Eram quatro vagões, sendo que um era branco. Mas eles tinham uma forma estranha. Nisto eles começara a andar pelos trilhos. Quando passaram por mim, três vagões, exceto o branco, começaram a subir e foram flutuando no ar. Um pouco assim, eles se juntaram e formaram um vagão só. Saíram em disparada pelo céu. O vagão branco continuou andando pelo trilho. Então fiquei desejando estar nos vagões que foram pelo céu afora.


Friday, October 16

ABATEDOURO DE GENTE

Estava num local, um descampado que ficava no meio do mato. Ali havia três espécies de jaulas, só que feitas de madeira. Eram pequenas e não tinham portas. Havia umas cinco pessoas neste descampado. Não conhecia nenhuma delas. O chão estava todo sujo de sangue. Depois já Vinha por uma estrada, juntamente com um homem, rumo a este descampado. Eu carregava uma criança, que tinha rosto de homem. O tal homem carregava um homem nos ombros. Nisto esta criança que eu carregava, disse que eu tinha quebrado a perna dela. Então o tal homem disse que podia resolver tudo ali de uma vez, já que ela estava com a perna quebrada. Perguntei resolver o que. Ele não disse. Chegando ao descampado, eu coloquei a criança numa daquelas espécies de jaula. O tal homem colocou o que ele carregava em outra. Estas jaulas não tinham porta. Sai dali em direção as pessoas que estavam neste descampado, passando por aquele local todo sujo de sangue. Algumas das pessoas desossavam carne. Outros estavam cozinhando carne. Então uma mulher veio e me perguntou se eu já tinha abatido a criança. Então percebi que ali era um abatedouro de gente. Disse que não tinha feito nada ainda. Voltei até a jaula e encontrei o tal homem. Ele disse que já tinha abatido o homem que ele carregava. Quis saber como fez. Ele disse que foi um tiro mesmo. Então disse a ele que não teria coragem de fazer isto. Ele então foi ate a criança e a abateu. Voltei e falei para a tal mulher, que ambos já estavam abatidos. Ele então mandou que trouxesse para que fossem desossados.

Wednesday, October 14

TRÊS CAMINHOS EM UM SÓ

Estavam eu e mais duas pessoas caminhando por uma estrada. Nisto vimos que a estrada se dividia em três caminhos diferentes. Cada um de nós queria seguir um caminho, dizendo ser aquele o certo. Começamos a discutir e cada um então, resolveu seguir seu caminho. Sai correndo, pois acreditava que o caminho que escolhi era o certo. Este caminho foi indo por dentro de uma mata. Depois tinha na frente uma pequena vala, onde passava um riacho lá em baixo. Tomei distância e pulei esta vala. Quando pulei, os outros dois que estavam comigo, também estavam pulando uma vala que tinha em seus caminhos, onde também passava um riacho, que se juntavam e formavam um só. Nisto ficamos o três juntos novamente e numa única estrada. Fomos caminhando pela estrada, que seguia lado a lado do riachinho.

Tuesday, October 13

COM EMPREGO PARA O DIA PRIMEIRO

Estava num local, que seria uma festa que uma empresa estava oferecendo aos funcionários. Nisto chegou perto de mim, um funcionário e perguntou-me se era eu quem ia trabalhar lá. Disse que sim. Ele perguntou se eu era o engenheiro de meio ambiente. Eu confirmei. Ele então ficou satisfeito, pois eu iria assinar os papéis que só o engenheiro de meio ambiente podia. Então fiquei pensando como ia fazer, pois eu não era engenheiro de meio ambiente. Eu era engenheiro de minas. Fiquei sem jeito de dizer a ele. Então disse que ia demorar para eu começar a trabalhar lá, pois só iria começar no dia primeiro. Ele então disse que seria na próxima quarta, porque terça era feriado e quarta era dia primeiro. Fiquei pensando como iria fazer para desmentir o que havia dito.

Monday, October 12

"PEGANDO" GOIABAS NA CASA DA XUXA

Estava numa casa, juntamente com meu irmão, o Vitinho. A gente estava no jardim desta casa, que tinha um pé de goiaba, as goiabas eram bem grandes. Então, eu e meu irmão, “pegamos” uma goiaba cada e saímos correndo para nossa casa, que ficava ao lado. Mas o portão de nossa casa, quando fechado, as duas pontas que se juntavam no centro, formavam um tubo que era preso por uma porca, tipo de parafuso. Então o Vitinho ficou desenroscando esta porca, o mais rápido que podia, para entramos na casa, porque a dona da casa de onde “pegamos a goiaba vinha vindo ver quem arrancou as goiabas dela. Foi a conta do Vitinho tirar a porca e a gente entrar. Nisto vi que a dona da casa, era a apresentadora da rede Globo, a Xuxa. Ela saiu no passeio lá fora e começou a xingar quem tinha “pego” as goiabas dela, sem ordem. Eu e o Vitinho ficamos comendo as goiabas no jardim de nossa casa, rindo e ouvindo a Xuxa reclamar.

Sunday, October 11

CAINDO NO CENTRO DA TERRA

Estava num local, que parecia ser uma reserva florestal. Caminhava por uma trilha, quando o chão embaixo de mim cedeu. Fui caindo velozmente. Mas nunca que chegava ao fim. Depois fui caindo devagar, porque o vento soprava para cima e me segurava. Nisto cai num chão que era todo colorido e ficava mudando de cor constantemente. Sai andando por aquele chão, até que cheguei num rio que também era colorido. As águas ficavam mudando de cor o tempo todo. Era vermelha,, depois azul, verde,a amarela. Quando a água ficou preta, não vi mais nada. Depois ela ficou na cor de água mesmo. Vi que estava na boca de uma caverna, que tinha no fundo do buraco onde caí. Entrei naquela caverna e saí dentro de uma sala grande. Quando saí da sala, vi que era o Centro de Artes e Cultura de Divinópolis, que fica no térreo da Praça do Santuário.

Friday, October 9

QUERENDO UM MILIONÁRIO, PARA CASAR

Estava num local, meio escuro. Havia um cômodo com uma pequena porta. Do lado de fora estavam eu, a Nathália e outra pessoa. A Nathália dizia estar decepcionada, e reclamava muito. Perguntei do que reclamava, ela mostrou um homem dentro deste cômodo, mexendo num armário e disse que o problema era o Lucas. Disse que não tinha entendido. Ela então disse que o Lucas acabara de dizer que era gay. Então eu disse que não via problemas nisto. Porque cada um seria o que quisesse ser e ninguém tinha nada com isto. Então ela disse que o Lucas era muito rico e onde ela iria conseguir outro rico para namorar. Nisto passamos para o lado de dentro do cômodo. Então vi o Aleksander puxando algo para dentro deste cômodo. Disse a Nathália que ela deveria namorar então, o Aleksander. Ela então disse que ele era pobre e ela não namorava pobre. Disse a ela que ele trabalhava e não demoraria a ficar rico, pois já tinha até comprado uma câmara fotográfica e um celular. Ela então disse que ele iria demorar 100 anos para ficar rico.

Thursday, October 8

COM O CARRO VELOZMENTE

Havia eu e mais três pessoas. A gente tinha que viajar de carro para um local. Uma das pessoas saiu a pé e não voltava. Havia uma que era o dono do carro e estava reclamando muito da pessoa ter sumido. Então peguei o carro e sai dirigindo velozmente pelas ruas. Estava decidido a ir sozinho para a tal cidade. Ia muito rapidamente, até que me dei conta que estava voltando para o local de onde tinha saído. Nisto um dos três homens, que seria o dono do carro, me viu e sai correndo atrás de mim. Entrei numa rua onde havia várias pessoas. As pessoas começaram a gritar “pega” “pega” “pega”. Olhei para trás e vi que o homem vinha correndo. Eu acelerava o carro, mas ele ia lentamente. O tal homem foi aproximando, e quando chegou próximo ao carro,sai do carro e fugi correndo

Wednesday, October 7

RIO CORRENDO NO TAPETE

Estava num local, onde havia um tapete quadrado, bege claro, de uns 2 x 2 metros. Eu estava com um vidrinho na mão, tipo este de geléia para passar em pão, mais um pedaço de esponja. Neste tapete havia os rios que existia em um determinado lugar. Só que corria mesmo a água em cima do tapete, como se fosse o rio mesmo, em miniatura, ficando molhado somente o local que seria o rio, com as mesmas curvas e trajeto do rio de verdade. Eu terei que tirar a água deste rio com esta pequena esponja e espremê-la neste vidrinho, até encher o mesmo. Havia vários rios neste tapete, mas eu tinha que tirar somente de um deles. Mas a água corria muito lentamente, e quando eu molhava a espoja, secava tudo e demorava a molhar de novo. Nisto vi na parte de cima do tapete, um rio com mais água. Fui tirar água de lá, quando uma mulher chegou e disse que aquele rio vinha da Argentina, e não podia tira água dali. Então vi uma lagoa perto do rio que deveria tirar a água. Aproveitei, encharquei a esponja e enchi o vidrinho rapidamente. Sai com o vidrinho pensando que eles queriam a água só para análise e que não teria importância ser da lagoa.

Tuesday, October 6

O VERDADEIRO "DEDO DURO"

Estava andando por uma rua, conversando com uma pessoa, que não sei quem era. Falava do que tinha acontecido numa sala de aula onde eu tinha acabado de sair. Esta tal pessoa me perguntou:
__E então, como foi na sala?
__Ontem, um cara ficou dormindo o tempo todo lá. Chegou hoje, a professora veio até minha carteira e me disse que este tal aluno que dormiu o tempo todo, era o melhor aluno da sala.
__Por quê? Ela não viu ele dormindo?
__Não sei. Só sei que disse para ela que ele tinha dormido a aula inteira. (ria muito quando dizia isto)
__Você teve coragem de contar? (perguntou rindo também)
__Claro. Ele dormiu mesmo. Entreguei ele no ato. (e ria bastante)
__E depois? Ele não foi reclamar de você ter entregue ele?
__Foi nada. Não vi ele mais. Há, estes caras também em vez de fazer a coisa certa, fica só aprontando. Eu entrego mesmo. (e continuava rindo muito)
(obs. Não sou dedo duro, tá) rsrsrsrsrsrs

Monday, October 5

CAINDO DA ESCADA

Estava trabalhando com o Eduardo numa empresa. Nisto subi numa escada, desta de abrir. Só que ela era muito alta. Quando cheguei lá em cima, a escada começou a balançar muito. Então o Eduardo colocou o pé dela no pé da escada, para firmá-la, até eu descer. Mas quando fui começar a descer, a escada caiu de lado. Bati no chão com muita força, de lado, mas não senti nada. Sai andando normalmente. Nisto cheguei num local, onde havia um banco de jardim, em cima de uma plataforma, parecida com estação ferroviária. Uma mulher estava sentada neste banco com alguns papéis nas mãos. Havia várias pessoas por ali. Outra mulher em pé, nesta plataforma, chamava por alguém. Nisto alguém me perguntou se não era por mim que chamavam. Fui até a mulher que estava em pé, perguntei se chamava por mim. Ela disse que não, que eu seria o próximo. Nisto chegou um homem machucado e mancando, sentou ao lado da mulher no banco. Então perguntei para uma pessoa que estava ao meu lado, porque chamavam a gente ali. Ela então disse que aquela mulher era uma juíza de direito. Que eu tinha caído da escada e que deveria contar como foi para ela. Assim ela iria determinar qual o valor da indenização que eu teria direito. Então disse que eu nem tinha me machucado. Esta pessoa então disse para eu mentir.

Sunday, October 4

COM O OPALA FAZENDO ZIG-ZAG


Estava dentro de um carro, que parecia ser um opala. O José Alique dirigia. Ao lado dele estava um homem que eu não conhecia. No banco de trás estavam eu e meu irmão, o Candido. O José Alique dirigia muito rápido, por uma rua onde havia várias poças de água. Ele ficava desviando das poças e fazendo um zig-zag com o carro. Ele dizia que a gente tinha que ir ajudar uma pessoa, a levar o sofá para casa. Nisto passamos por duas pessoas carregando um sofá amarelo. Então o José Alique disse que não precisaria mais, pois eles já estavam levando o sofá.

Saturday, October 3

INDO DE ÓNIBUS COM A IARA

Estava num local, que seria em frente a casa da minha mãe. Só que ali parecia ser uma empresa, onde havia vários cômodos, só que não havia paredes dividindo os mesmos. Eu caminhava por entre estes cômodos, separados somente por móveis. Nisto alguém me disse que o banco estava me procurando, para que eu pagasse uma dívida. Fui até o banco, que também ficava num destes cômodos. Mas fiquei sabendo que a divida era alta e eu não conseguiria pagar. Sai dali dizendo que não tinha como pagar. A moça do banco então disse que iria descontar em folha de pagamento, até que eu terminasse de pagar. Achei bom, pois assim eles não podiam descontar muito do meu pagamento e ainda conseguiria pagar a dívida. Depois peguei uma bolsa grande e sai dizendo que iria viajar. Reclamei com uma pessoa, porque o ônibus não parava ali, tinha que sempre parar na Rua Pernambuco. Fui até a Rua Pernambuco, onde o ônibus estaria, que seria em frente a cooperativa velha, da RFFS/A. chegando lá, fui entrando no ônibus e no primeiro banco estava sentada a Iara. Só que os bancos dos ônibus, que geralmente tem 2 lugares, estava divididos com armação de ferro, para 4 pessoas. A iara me mandou sentar do lado dela. Disse que não caberia ali de jeito nenhum. Mas fui entrando no meio desta armação e consegui sentar naquele lugar apertado, junto com a Iara.

Friday, October 2

DANDO PULOS DE 10 METROS DE ALTURA

Estava vindo do centro da cidade, para o bairro Esplanada. Só que vinha pulando meio que em câmara lenta. Só que o pulo era super alto e em pé. Eu subia uns 10 metros de altura, em pé e descia lentamente até tocar o chão e subir novamente. Depois que atravessei a linha do trem pulando, vi o Cândido, meu irmão, ali na rua da casa da minha mãe. Ele pegou uma pedra muito grande, com dificuldade, e quando eu fui chegando ao chão, ele jogou a pedra em mim. A pedra não me acertou. Ele estava tentando me acertar, para eu parar de pular. Mas continuei dando pulos altos e indo lentamente em direção a casa da minha mãe. Nisto o Cândido pegou novamente a pedra e atirou em mim quando eu chegava ao chão, do pulo. Novamente ele errou. Eu não conseguia parar e ia pulando em câmara lenta para mim.

Thursday, October 1

NO CARRO, TODO "BREADO", DIRIGINDO DO BANCO DE TRÁS

Estava dentro de um carro que parecia ser um Passat velho. Estava no banco de trás e o carro ia sozinho por uma rua que parecia ser uma estrada. Nisto fui soltar um “pum” e me sujei todo. Fiquei pensando como iria descer quando chegasse à casa para onde estava indo. Nisto soltei outro “pum” e ai acabei de sujar todo e também o carro. Nisto vi que o carro tinha parado de dirigir sozinho. Então, do banco de trás, peguei o volante e fui tentando dirigir, estando todo “breado”. O freio de mão estava no volante. Eu dirigia e freava ao mesmo tempo, mas o carro estava correndo demais. O sol estava batendo no meu rosto e não me deixava ver direito. Vi que vinha uma criança de bicicleta. Pouco antes de passar por mim, o menino na bicicleta resolveu voltar e deu a volta indo na contra mão. Quase que bati nele. Foi por pouco. Fiquei satisfeito por não ter batido na bicicleta, quando veio um carro na contra mão e tive que desviar rapidamente. Joguei o carro para um canto e o volante, não sei como, bateu numa árvore. Isto fez com que o carro diminuísse a velocidade. Mas ainda assim continuava correndo. Eu, todo sujo e dirigindo em pé no banco de trás. Nisto vi um cruzamento. Então lembrei que eu precisava atravessar aquele cruzamento, pois onde eu queria ir, ficava do outro lado do cruzamento. Vinham dois carros na outra pista em sentidos contrários. Como não conseguia parar o carro, então fiquei torcendo para que ele atravessasse sem bater. Foi a conta de eu passar e os dois passaram logo em seguida. Nisto sai subindo um morro e o carro foi perdendo velocidade. Quando chegou ao alto do morro, ele parou. Pude ver então que estava no pátio de uma siderurgia. Então percebi que tinha entrado no cruzamento errado. Não podia descer do carro porque estava todo “sujo”. Nisto ouvi um forte barulho. Olhei para os lados para ver de onde via o barulho. Mas não vi nada e nem ninguém.