Monday, November 30

MANGAS E TIRINHAS PARA CALCULAR AUMENTO SALÁRIAL

Estava em uma sala. Havia algumas pessoas ali. Estava em pé, encostado em uma parede. Ao meu lado tinha duas cadeiras, onde dois homens estavam sentados. Coloquei no chão, ao meu lado, um saquinho plástico com algumas mangas dentro, devia ter umas 5 mangas. Havia uma mesa, em cima desta mesa havia uma caixinha de madeira, destas usadas para colocar documentos em cima de mesa. Coloquei ali algumas tirinhas de papel azul. Nisto chegou um menino com uma tesoura e cortou algumas destas tirinhas que coloquei ali. Então eu peguei as tirinhas novamente, inclusive as cortadas, e fiquei segurando as mesmas na mão. Nisto chegou um homem e sentou à mesa. Ele chamou os dois que estavam sentados, mas depois disse que era minha vez. Peguei as mangas, coloquei em cima da mesa, sentei na cadeira. Disse ao tal homem que eu estava ali desde as 7 da manhã. Ele olhou para o relógio, disse que eram 11 e meia. Disse que eu tinha esperado pouco. Depois disse a ele que um menino tinha cortado algumas tirinhas. Ele disse que não tinha problemas, com as mangas e as tirinhas, mesmo cortadas, daria para ele calcular quanto seria o aumento do meu salário.

Saturday, November 28

TRATORES NA GRÉCIA ANTIGA

Estava num local, cercado de altas montanhas. Era na verdade, um grande buraco. Só que isto, era na Grécia antiga. Eu estava vestido como os gregos antigos, assim como várias outras pessoas ali. Algumas daquelas pessoas, que deveriam ser os líderes, planejavam um ataque a algum povo da região. Eles gesticulavam muito. Nisto, apareceu ao redor daquele buraco, por toda a montanha, o que seria aqueles povos, que os gregos atacariam. Só que eles chegaram com tratores e todos de uma única vez, empurraram milhares de tijolos, para onde a gente estava na tentativa de soterrar a gente. Mas como o buraco era muito largo, à medida que os tijolos caiam, a gente ia subindo nele. Eles não paravam de jogar os tijolos ao redor de todo aquele buraco. E a gente não parava de subir nestes tijolos. Até que o grande buraco ficou nivelado com as altas montanhas. Então, não vimos ninguém ali. E nem sinal dos tratores.



Friday, November 27

FRIO INSUPORTÁVEL

Estava andando com muitas pessoas. A gente ia por um local, que parecia ser o pátio de uma empresa. Estava fazendo muito frio. Estava insuportável o frio que fazia. Muitas pessoas já iam bem a frente da gente. Parei perto do que seria meu local de trabalho, onde meu chefe estava em pé, encostado na mesa. Nisto algumas pessoas foi parando também. Nisto, um dos que parou ali, pegou o telefone e fez de conta que estava falando com alguém. Mas ele nem havia discado. Ele disse: __Não vamos conseguir trabalhar, esta fazendo muito frio. Precisamos ir embora__ este meu chefe então disse que aquela brincadeira poderia surtir efeito. Nisto, as pessoas que iam bem lá à frente, pararam. Depois começaram a voltar. Então alguém disse que todos estavam dispensados, porque estava frio demais e era impossível trabalhar. Todos nós fomos voltando. Só que bem lentamente e alguns até ficavam parados conversando. À medida que a gente voltava, o frio parecia diminuir. Então disse para a pessoa que estava do meu lado, que se agente não fosse embora rápido, eles iriam mandar a gente voltar e trabalhar. Eu também não estava indo embora. Fui para uma seção, onde tinha algumas pessoas ali conversando. Nisto vi um cara, sentado numa bancada, balançando os pés, me olhando o tempo todo. Então vi que era a pessoa que tinha me chamado para irmos ao estacionamento do shopping, esvaziar todos os pneus de todos os carros, só de sacanagem. Como eu não queria ir, fiquei pensando como eu iria despistar dele, para ir embora sem que ele me visse.

Wednesday, November 25

TUDO BRANCO

Estava num local, que parecia ser um deserto. A areia era branca. Não se via nada verde em volta. Nisto, sai voando velozmente, quase que tocando o chão. Para qualquer direção que eu fosse só se via areia branca. Decidi parar. Fiquei deitado de costas, com as pernas esticadas, um braço para cima e outro para baixo. Fiquei ali imóvel, não me mexei. Nisto chegou um homem vestindo roupa branca. Ele começou a jogar álcool em cima de mim. Ele iria colocar fogo para eu morrer queimado. Nisto ouvi vozes dizendo que era para eu reagir, para sair dali. Que eu não devia me entregar que eu podia sai correndo, se quisesse. Mas eu não conseguia nem me mexer. Ele continuou jogando o álcool. Ele só não jogava no meu rosto. Quando ele foi acender o fósforo, apareceu uma mulher, também vestida de branco, e me puxou dali. Saiu me carregando, sem tocar em mim. Parecendo que usava apenas uma força da mente. Ela fez o caminho de volta, que eu tinha feito voando, rente ao chão. Deixou-me deitado, na mesma posição que eu estava só que, em cima de algumas tábuas. Algumas pessoas passavam ali, me olhavam, mas continuavam andando, eu continuava na mesma posição, imóvel, como se estive morto, mas ouvia tudo ao redor. Nisto a tal mulher chegou novamente e mandou que eu levantasse. Apenas virei os olhos para ela e disse: __Termina aqui__

Tuesday, November 24

O SILÊNCIO NA VESPERA DE NATAL

Estava no edifício que tinha seis andares. Este seis andares eram de um apartamento só. Interligados por escadas internas. Como se fosse uma casa, só que de seis pavimentos. Sabia que tinha que subir no terraço deste prédio, pelo lado de fora. Sabia também que era dificílimo. Havia várias pessoas ali, mas todas estavam de cabeça baixa. Tocava uma musica ao longe, uma musica bem suave. Parecia que estava acontecendo um velório, onde havia um silêncio total, que era quebrado apenas pela música que vinha de longe. Estava no último andar. Havia uma mulher deitada numa cama de casal, com um homem. Esta mulher era a amante dele. Eles levantaram e saíram descendo as escadas, bem lentamente. Fui acompanhando os dois. Eles paravam perto das pessoas, não diziam nada. Apenas ficavam olhando. Entendi que este tal homem estava indo embora com a tal mulher, que seria sua amante. Paramos diversas vezes, sempre perto de uma pessoa. Quando chegamos ao primeiro andar, havia um corredor grande. Quase no final deste corredor, havia uma mulher, que também estava de cabeça baixa. Este homem então saiu lentamente em direção aquela mulher, deixando eu e sua amante ali, esperando. Ele parou em frente a tal mulher, ficou olhando e depois, abraçou sua cintura e os dois foi indo embora. Ele havia decidido ir com a esposa embora, deixando à amante. Nisto alguém gritou: __Venceu o amor verdadeiro__
Então, peguei uma sacola com quatro pães de sal e sai correndo, subindo as escadas. A tal mulher que era amante, veio correndo atrás de mim. Nisto vi que um bezerro malhado, vinha correndo atrás de nós também. Então disse para a tal mulher, que eu não queria aquele bicho vindo atrás, que eu não gostava de bezerro. Ela então segurou o tal bezerro numa das escadas. Quando cheguei no que seria o ultimo andar, sai do lado de fora da janela. Havia um imenso portão, que vinha do chão até esta altura do sexto andar. Subi neste portão, que era feito de grade, para acessar o terraço. Quando cheguei ao terraço com a sacola de pães, a joguei ali. Depois fiquei pensando que tinha levado o pão cedo demais. Que eu sempre comprava no final da noite para que de manhã ainda estivesse bom. Mas nem tinha anoitecido ainda, e que o pão ficaria velho. Depois pensei que eu compraria outro, caso achasse que ficaram velhos. Então fui descendo dali, porque era véspera de natal, e precisava estar dentro daquela casa até a meia noite.

Sunday, November 22

A SUPER TROMBA D'ÁGUA

Estava na Rua Minas Gerais, esquina com a Avenida 21 de Abril. Estavam comigo o Fernando e a Nathália. Chovia torrencialmente. A enxurrada corria velozmente pela rua, como se fosse um rio. Disse aos dois, que fôssemos rapidamente até o santuário, porque ele era alto e a água não chegaria até lá. Nisto a enxurrada veio arrastando uma grande árvore. Voltamos rapidamente até a Rua Minas Gerais, para que a árvore não nos atingisse no passeio. A velocidade que a árvore vinha na enxurrada, foi tanta, que ela bateu na banca de revista que tem na esquina, arrancando-a do lugar e foi arrastando-a. voltamos para Avenida 21 de Abril, andando com dificuldade no passeio, pois a água vinha velozmente e já estava atingindo nosso joelho. Conseguimos chegar ao Santuário, subimos a rampa e entramos pela porta lateral. Lá dentro disse aos dois que ali a gente estava seguro. Havia algumas pessoas lá dentro. A Nathália começou a chorar, dizendo que a água ia entrar no Santuário e iria levar todos que estavam ali. Garanti a ela que não deixaria isto acontecer. Ela e o Fernando ficaram agarrados em mim. Fomos até a outra porta lateral, que dá para a Praça do Santuário. Ali, a Rua São Paulo parecia um rio em alta velocidade. Ele só não entrava no Santuário, porque a Praça é mais baixa e a água caia de lado na praça. Olhei a chuva e vi que não caia como uma chuva normal. Era como se fosse uma torneira aberta. A água descia das nuvens como se fosse torneira. Olhei a Praça do Santuário e ela já havia desaparecido debaixo d’água. A água foi subindo tão rápido que começou a aproximar da porta lateral do Santuário. A Nathália foi ficando desesperada. Então disse a ela que a chuva já estava passando, pois o barulho dela caindo, já estava diminuindo. Nisto a chuva começou a diminuir mesmo. Então disse aos dois, que a Rua São Paulo era uma descida, e assim, a água iria escorrer bem rápido e a gente poderia voltar para casa. Ficamos na porta lateral do Santuário, vendo a água ir baixando e a Praça começando a aparecer. Nisto, alguém que estava dentro do Santuário, disse que haviam caído 22 trombas d’água de uma única vez.



Thursday, November 19

RECEBENDO BONIFICAÇÃO DO "SILVIO SANTOS"


Estava num local, que parecia ser um pátio de uma grande empresa. Havia algumas pessoas, mas eu estava sozinho. Nisto chegou alguém perto de mim, com dois mapas. Mostrou-me, dizendo que era ali que eu deveria fazer a medição da qualidade do ar. Um era na chaminé do forno e o outro era na plaina. Nunca tinha ouvido falar que se fazia medição em plaina. Mas ali tinha os desenhos mostrando como se fazia. Nisto chegou o “Silvio Santos” dono do SBT e começou a entregar o que seria um presente de natal para os funcionários. A pessoa que estava perto de mim disse que era 7 reais. Porque era o que ele dava de presente. Então disse que já estava bom, e que o “Silvio Santos” tinha uns 24 mil funcionários, e sete reais para cada um, dava muito dinheiro. Então fui até o “Silvio Santos”, pegar meu bônus de natal. Quando cheguei, ele disse que o meu estava no bolso. Tirou o que seria meu bônus do bolso, que estava embrulhado em um pedaço de papel. Sai dali e fui abrir, quando não tinha ninguém por perto. Tinha uma nota de dez reais. Fiquei pensando porque ele teria dado 10 reais para mim. Quando tirei a nota, vi também que havia uma folha de cheque. Fiquei satisfeito. Mas quando abri o cheque, vi que ele era datado de 1995. Então vi que era um cheque, de uma firma que eu tinha trabalhado. Esta firma tinha pagO alguma coisa ao “Silvio Santos” e este cheque teria sido devolvido, e nunca tinha sido pago. Imaginei que ele teria me dado o cheque por ironia. Nisto chegou perto de mim o “Vitinho”. Então disse a ele que a gente teria que fazer duas medições. Mas que seria amanhã. Ele perguntou quais. Disse que uma era no forno e outra na plaina. Ele então disse que não se fazia medição da qualidade do ar em plaina. Disse a ele que já tinha até o desenho de como se fazia. Mostrei a ele. Disse que era exigência da “FEAM” e que só assim eles liberariam a DIVIGUSA para funcionar. O Vitinho então foi ligar para alguém, para saber o que mais a FEAM estava exigindo.


Wednesday, November 18

ALIENÍGENAS NA LINGUIÇA


Estava num local, que seria uma delegacia de policia. Estava com um saquinho de plástico, que teria um quilo de lingüiça dentro. Neste saquinho, tinha uma pequena imagem, que seria do fabricante. Cheguei diante do delegado, que estava em pé, diante da mesa, disse que iria acabar com aquilo. Abri o saquinho o joguei toda a lingüiça, na parede. Mas quando ela batia na parede, se transformava em uma espécie de mingau de lingüiça, e ia escorrendo pelas paredes em que joguei. Quando terminei de jogar e fiquei olhando aquele mingau escorrendo pela parede, o delegado me perguntou por que tinha feito aquilo. Mostrei para ele o desenho do saquinho. O desenho se movimentava como se fosse algo aprisionado ali. O desenho era de um dragão que tinha o rabo como se fosse uma serpente. Mostrando o desenho se movimentando para o delegado, disse que aqueles alienígenas, não iriam viver neste nosso planeta. Joguei o saquinho em cima da mesa do delegado. Sai por um corredor, e ao lado da sala do delegado, tinha uma espécie de vendinha. Em cima de um armário, vi um pacotinho de lingüiça. Disse para o vendedor que queria um quilo de lingüiça. Sentado no chão, do lado de dentro desta pequena venda, tinha um homem limpado o armário com um pano. O vendedor pesou a lingüiça e disse que tinha apenas 900 gramas. Perguntei se não havia outro pedaço por ali. O tal homem que estava no chão, disse com uma voz de pessoa meio abobada que não havia mais, tinha acabado tudo. Fiquei com um sorriso meio irônico e pensei que eles ainda não sabiam que eu tinha jogado tudo na sala do delegado. Sai dali e fui embora.


Monday, November 16

O GOVERNADOR ZUMBI


Estava num cômodo, onde havia algumas pessoas. Neste cômodo havia uma porta que tinha mais ou menos uns 50 centímetros de largura. Estava perto desta porta e vi que o cadeado que deveria fechar a mesma, estava fechado, mas sem passar pela tranca. Nisto vi entrando no cômodo que dava acesso por esta porta, o governador de São Paulo, José Serra. Só que ele era um zumbi, andava arrastando a perna e tinha nas mãos, um facão. Vendo aquilo, tentei fechar a porta. Mas a porta não fechava porque o cadeado que estava passado na tranca, impedia de fechar. Só que o governador zumbi ouvido o barulho, veio em minha direção. Então gritei para as pessoas que estavam ali correrem. Fiquei gritando, mas nenhuma sai do lugar, só ficavam me olhando. Nisto a porta caiu em cima de mim, porque ela não estava fixada no portal, porque não tinha dobradiça. Cai de costas e a porta em cima. Quando consegui tirar a porta de cima de mim, o governador Jose Serra, zumbi, caiu em cima de mim, levantou a mão com o facão, para me acertar. Então eu disse que era sempre o último a ser pego pelo zumbi, e sempre conseguia escapar. Não entendia porque daquela vez eu seria o primeiro.


Sunday, November 15

APRENDENDO A TROCAR A FRALDA DA CRIANÇA

Estava numa grande loja de magazine, tipo a Ricardo Eletro. Havia várias pessoas. A loja estava cheia de confete, como se estivesse ocorrendo uma grande liquidação. Nisto, uma criança, que deveria ter um ano mais ou menos, e estava em cima de uma pequena mesa, usando apenas fralda descartável, virou para mim e disse que era para eu levá-la ate o outro lado da loja, onde ela ensinaria as pessoas a trocar fraldas descartáveis. Então eu disse: --sobrou para o marmitão-- A segurei por debaixo dos dois braços e sai carregando a criança, evitando que ela encostasse em mim, porque ela estava só de fralda e não sabia em que situação estava a fralda. Chegando do outro lado da loja, coloquei a criança em cima de outra pequena mesa. Sentada, encostada na parede, tinha uma menina, que deveria ter uns 15 anos. Ela ouvia música com fone de ouvidos. Nisto, a criança que coloquei em cima da mesa, disse que iria demonstrar como se trocar fraldas. Fui tirando a fralda que usava. O problema foi que ela tinha feito cocô. Só que estava “durinho” e caiu no chão e partiu em alguns pedaços. A tal criança então pediu para eu pegar. Disse então: --sobrou para o marmitão de novo— Nisto veio rolando até perto de mim, um rolo de papel higiênico. Então disse que usaria o papel higiênico da loja mesmo. Peguei o papel em bastante quantidade, enrolei na mão e fui pegar o cocô da criança. Quando pegava, veio aquela menina que ouvia som, e foi para pegar um pedaço. Então gritei para não pegar porque era cocô. Ela então disse que havia pensado que era um doce. Então disse a ela: --vai comer este “doce” que você vai ver o gosto que tem—E comecei a rir.


Saturday, November 14

DISCUTINDO PELO HORÁRIO DE TRABALHO


Estava numa sala de uma casa. O Segundinho estava lá, conversando com uma pessoa que tinha o apelido de “gato”, devido à cor dos olhos dele. Este tal “gato” queria trabalhar no supermercado do Segundinho. Mas ele queria trabalhar no horário de 7 da manhã as duas da tarde. Mas o Segundinho dizia que dependia do Fernando escolher primeiro qual horário queria trabalhar. Fiquei pensando que o Fernando estava sendo bobo demais, porque o melhor horário era aquele. Trabalhar no outro horário, das 2 da tarde até dez da noite era o pior que tinha. Então ouvi a Rita, irmã do segundinho, dizendo que o Fernando iria trabalhar era das duas às 10 da noite. Ai eu disse que não. Que iria trabalhar era de manhã. Ela então disse que achava o horário da noite melhor para o Fernando. E que eu não deveria dar palpites. Então disse que independia da opinião dela, para dizer em qual horário o Fernando iria trabalhar, e que seria na parte da manhã.


Friday, November 13

SENDO ENCOBERTO COM PÓ DE CARVÃO


Estava num local, que parecia se o galpão de deposito de carvão, de uma siderurgia. Estava muito cansado e deitei ao lado de uma esteira, em cima de uma plataforma, que ficava na entrada deste galpão. Havia um homem enchendo umas tubulações de pó de carvão. Estas tubulações tinham mais ou menos um metro de diâmetro e era feita do mesmo material que se faz a mangueira de jardim. Não sei de onde vinha o pó de carvão, mas ele já caia dentro destas “mangueiras gigantes” e o tal homem, só tinha que ir espichando a mesma. Nisto ele passou enchendo uma um pouco acima dos meus pés. Depois foi outra ao lado da minha cabeça. E foi passando várias por ali. Fiquei pensando porque ele estava fazendo aquilo, se ele tinha me visto deitado ali. Queria me levantar, mas não conseguia, não tinha forças nem para me mexer. Quando ele passou uma destas mangueiras, bem acima de mim, deixando apenas um feixe de luz passando. Imaginei que iria morrer por falta de ar. E se eu levantasse, todo o pó de carvão cairia em cima de mim e eu me sufocaria. Como não conseguia mexer, fui ficando ali. Quando ele passou mais uma em cima, sumindo o feixe de luz.


Thursday, November 12

INDIANA JONES COM APARELHO NOS DENTES


Estava chegando num galpão imenso, que tinha uma porta gigante. Usava roupa tipo aventureiro, com chapéu e tudo. Tipo aquelas do personagem “Indiana Jones”. Carregava uma grande mochila e usava um aparelho nos dentes, daquela que tem uma parte fora da boca. Ao entrar neste grande portão, daquele grande galpão, fui descendo uma rampa. No meio daquela rampa, havia um pequeno cômodo, onde eu pude ver o rosto de uma mulher, que estava sorrindo. Ela, embora não tenha me visto, mexeu comigo. Respondi com um “bom dia”. Chegando ao final da rampa, deixei a mochila numa bancada, peguei de dentro dela dois aparelhos de colocar nos dentes. Tirei o que eu usava e fui colocar o outro. Mas ele ficava incomodando minha garganta. Tirei e coloquei o terceiro aparelho. Ele ficava meio bambo. Voltei a colocar o que eu usava. Sai pelo galpão adentro, carregando o dois aparelhos. Vi várias pessoas dentro de uma sala, cada uma em uma mesa com computador. Troquei de aparelho do dente novamente, mas ele machucava minha garganta. Voltei para o que eu estava usando. Pensei que o aparelho tivesse modificado minha boca, por eu ter usado muito tempo, e por isto não conseguia usar os outros. Voltei até minha mochila, aonde vinha vindo a tal mulher que me cumprimentou na rampa. Ela disse que nem precisava perguntar se correu tudo bem, visto que eu já estava ali. Respondi apenas que deu tudo certo.



Wednesday, November 11

VOANDO ENTRE ÁRVORES

Era uma rua larga, calçada, plana e em linha reta. Havia árvores de um dos lados, mas não havia casas. Do lado direito desta rua, eu e mais algumas outras pessoas, estávamos correndo. Fui ficando para trás. Então fui até o meio da rua e fiquei olhando para cima. Havia muitos fios de energia cruzando a rua. Espera uma distância maior entre eles, para sair voando. Como não conseguia um espaço maior, dei um pulo e sai voando assim mesmo. Passei raspando em um fio de energia. Voei bem alto e fiz isto muito velozmente. Fui longe voando, depois voltei a desci bem atrás das pessoas que corriam naquela rua. Continuei correndo também. Nisto, três homens que ia à frente, davam pulos altos e iam até os galhos da árvore. Então comecei a pular também. Só que eu pulava de barriga para cima e ia até o galho e voltava sem problemas. Mas ninguém reparava que eu fazia isto. Fiquei pensando porque ninguém reparava que eu conseguia voar. Continuamos correndo e pulando nos galhos das árvores.

Tuesday, November 10

A ALAVANCA REJUVENESCEDORA


Estava numa sala. Lá tinha uma alavanca, parecida com estas que tem no avião, para fazê-lo subir e descer. Nisto chegou um casal, já meio idosos, juntamente com o filho que deveria ter uns 30 anos. Eles foram ali para ficarem mais novos. Eles tinham que puxar aquela alavanca para trás, para ficarem mais novos. Disse a eles para puxarem bem devagar e todos juntos, porque assim todos diminuiriam suas idades proporcionalmente. Os três pegaram a alavanca e puxaram devagar e um pouco. Nisto ficaram mais novos. Eles disseram que o avo do filho deles estava vindo, tinha ficado para trás porque andava muito devagar. Reclamei, dizendo que deveriam ter sido todos juntos. Nisto o tal homem chegou, muito velhinho e caminhando lentamente. Disse que puxassem a alavanca bem devagar e só um pouquinho, para ficar na idade proporcional do filho. Mas o avô do menino puxou a alavanca rapidamente e muito. Nisto ele ficou com uns 20 anos. Comecei a reclamar, dizendo que ele não podia ter feito aquilo. Ele então disse que foi ali pára ficar jovem. Que se fosse para continuar velho, não iria ali.


Monday, November 9

CORRENDO COM A CALÇA CAINDO PARA COMPRAR PASSAGEM

Estava no centro da cidade e sai correndo para chegar depressa em casa. Só que estava indo na direção do bairro Bom Pastor. Estava de calça jeans. Ela estava muito larga e caindo. Quando passei por algumas pessoas na Av. primeiro de Junho, elas começaram a dizer que eu não usava cueca. Continuei correndo segurando a calça. Nisto cheguei num local, distante da cidade, que parecia um grande estacionamento. Lá no fundo deste local, tinha uma guarita. Quando cheguei nesta guarita, um homem que estava lá dentro me disse que tinha um grande premio para mim. Não entendi direito. Ele repetiu dizendo que tinha guardado um ótimo premio para mim. Fiquei satisfeito e pensando em qual concurso eu teria ganhado. Nisto ele pegou um bloquinho de bilhetes de rifa. Então entendi que ele queria era me vender uma rifa. Nisto alguém o chamou. Ele saiu e chegou outro homem. Disse a este outro que queria uma passagem para voltar na cidade, no outro dia. Ele disse que tinha para seis horas. Disse que era muito cedo. Ele disse que então tinha para as 10 horas. Ele mesmo disse que 10 não dava para mim. Disse a ele que não, pois pegava serviço às 7 horas. E se eu pegasse o das seis horas, ia chegar muito cedo, pois era pertinho. Ele então disse que a mulher que sabia de tudo, estavam vindo. Vi duas senhoras idosas. Uma era muito velhinha mesmo. Elas deram a volta por trás da guarita, saindo do outro lado e ficando de frente para mim. O tal homem cumprimentou a primeira mulher, mais nova e esperamos mais um pouco a outra chegar, pois ela andava muito vagarosamente. Ela chegou e disse que tinha que ser as seis horas mesmo. Então pedi ao tal homem a passagem. Ele disse que não vendia passagem para pegar aquele ônibus. Era só entrar e pronto. Disse que se estivesse cheio eu não conseguiria embarcar. Ele então disse que barrava ali, todos que queriam embarcar. Assim o ônibus não ficava cheio.

Sunday, November 8

BALANÇANDO COM OS CACHORROS OLHANDO


Estava numa rua estreita. Deveria ter uns 5 metros de rua só. O calçamento era pedra. Estava na varanda da casa e segurava uma tubulação que sustentava esta tubulação. Segurava coma mão direita, deixando o corpo caindo. Como ficam as crianças. Segurando com uma mão e balançando o corpo. Perto de mim tinha um cachorro amarelo, pequeno, que ficava me olhando. Tipo aqueles que latem muito. Nisto passou uma pessoa e perguntou se podia deixar o cachorro dela vir brincar com o meu. Disse que não tinha problemas. Havia uma mulher perto de mim, sentada na beira do passeio. Continuei balançando naquela varanda, quando vi que vinha correndo um cachorro igual ao que estava perto de mim, só que este era preto. Ele veio, pulou no meu braço que eu balançava. Ficou agarrado na manga da camisa. Então disse a ele que era para brincar com o outro cachorro e não comigo. O cachorro então pulou e ficou ao lado do que me olhava. Então disse para a tal mulher que estava sentada ali, que se a gente deixar o cachorro brincar com a gente, o cachorro gosta e nunca mais vai embora. E continuava segurando a tubulação, balançando o corpo.


Saturday, November 7

OLHOS DE LUZ

Estava num local, onde havia uma estrada de chão e duas estradas asfaltadas, em ambos o lado desta do chão. Deixando-a no meio. Era noite. Eu ia muito rapidamente pela estrada de chão, no meio das duas pistas asfaltadas, meus pés não tocavam o chão. Era como se eu fosse flutuando. Dos meus olhos saiam duas luzes azuis, que iam iluminando o caminho por aonde eu ia. Como eu ia muito rapidamente, não consegui desviar de um grande buraco que havia naquela estrada. Mas como eu não tocava o chão, passei por ele. Mas vieram outros. Eu tentava sair dali, com medo de vir a cair dentro de um deles, mas não conseguia. Para todo o lado que eu ia, Só havia buraco. Nisto comecei a sentir dor nos olhos. Então fiquei com medo deles apagarem e eu não conseguir sair dali. Resolvi então seguir em linha reta, pois assim o buraco teria que acabar. Mas ele não acabava. Então resolvi descer para chegar ao fundo do buraco. Mas meus olhos já estavam iluminando muito pouco. Mas consegui chegar ao fundo do buraco, chegando lá, vi que estava na estrada de terra, em que eu estava antes. Continuei andando, usando meus olhos como luz.

Friday, November 6

ATAQUE DE ISENTOS INTERPLANETÁRIOS

Estava num local, onde havia uma cozinha bem pequena com uma porta de saída. Havia uma sala e outro cômodo. Estava na sala, quando vi duas moscas, daquelas verdes cromadas, voando ali. Peguei um chinelo e fui tentar acertá-las. Quando cheguei à cozinha, elas passaram por baixo da porta. Mas vi outro bicho voando, que não sei qual era. Era preto. Sai tentando acertá-lo com o chinelo. Ele foi para o tal cômodo. Lá vi vários deles. Sai correndo gritando que estava sendo atacado por bichos de outro planeta.

Thursday, November 5

MINI SACO PLÁSTICO COM BUCHADA DE BODE

Estava num local, meio escuro. Tinha um homem colocando “buchada de bode” (que nunca vi na vida) em três sacos plásticos. Depois que encheu os três sacos plásticos, eu, que estava encostado, com um pé na parede, vi Le se aproximando e colocou dentro de minha boca, um mini saco plástico, que também tinha buchada de bode. Depois veio e colocou o segundo. Só que este ficou machucando meu dente. Fui tentar ajeitar ele com o dedo, mas o tal homem disse que não podia por o dedo na boca. Aquilo estava me incomodando demais. Fiquei olhando ele encher o terceiro mini saco plástico, para colocar na minha boca e acabar logo com aquilo. Mas o tal homem parecia não ter pressa.

Tuesday, November 3

ATACADO POR VAMPIRO INVISÍVEL

Estava indo pelo passei, para chegar ao prédio onde moro. Quando passei em frente ao bar do Anésio, vi que tudo estava ao contrário, como se estive dentro de um espelho. Continuei andando e vi que no bar do Anésio não tinha luz. Então imaginei que no prédio onde moro, também não teria, já que sou vizinho do Anésio. Mas, chegando à entrada do prédio, vi que tinha uma luz acesa. Abri o portão da frente e entrei. Havia algumas pessoas ali. Quando cheguei às escadas para subir até meu AP, elas estavam era descendo. Então percebi que tinha entrado no prédio visinho ao que eu moro. Nisto percebi que podia passar para meu prédio, sem sair dali, porque isto já tinha acontecido comigo, e eu tinha passado para meu prédio, por uma passagem que tinha ali. Fiquei procurando por esta passagem, até que a vi. Mas ela estava diferente e não caberia eu ali. Então fui até a portaria deste prédio, porque dali eu conseguiria passar para o meu. Havia algumas pessoas numa fila, então decidir sair deste prédio e voltar para o meu. Ao sair, já me vi em cima do portão de entrada da casa da dona Judith. Havia algumas pessoas no corredor que vai do portão até a área que tem no fundo. Parecia que estava havendo uma festa. Então comecei a gritar, como se alguma coisa estivesse me seguindo. Dei um pulo e fui por cima das pessoas, dando pulo bem alto, até a área que tem lá no fundo. Eu sentia que havia um vampiro me seguindo. Lá no fundo, voltei pelo mesmo corredor, dando gritos, até chegar de volta e sentar em cima do muro do portão. Nisto fiz que pegasse alguém que estivesse me atacando, embora eu não visse nada, e o atirei no chão, do lado de dentro da casa da dona Judith. Nisto, embora não caísse nada no chão, foi como se estivesse caído, pois começou a escorrer um sangue, do nada. Então dando gritos, sai pulando dali, em disparada.

Monday, November 2

PERNA ELÁSTICA, NO RESTAURANTE


Era noite. Ia por um passeio, quando vi um borracheiro consertando um pneu ali mesmo, no passeio. Sabia que ali pertinho, tinha um restaurante. Fui olhando para ver se estava aberto. Vi luz na porta e então fui até lá para jantar. Quando entrei, havia uma filha de pessoa para jantar. Entrei na fila e alguém disse que a carne ficava do outro lado. Fui então pegar a carne primeiro. A gente tinha que pular uma tubulação que passava ali. Esta tubulação deveria ter uns 2 metros de diâmetro. Mas não pulei. Quando cheguei perto, passei um pé por cima, minha perna foi esticando, igual a desenho animado, ficou comprida, com mais de dois metros e foi até o outro lado. Assim pode passar sem problemas. Peguei a carne, quando fui voltar, fiz a mesma coisa. Então quis fazer novamente, só par ver minha perna esticando. Nisto alguém estava dizendo: --quatro, só quatro, só quatro, quatro.


Sunday, November 1

MULHER NO BARRIL, COM CACHORRO GIGANTE

Estava num local, que era um campo aberto. Carregava nos ombros, uma mulher. Joguei esta mulher dentro de um barril que estava cheio de água. Era assim que a gente fazia com quem falecia. Mas eu sabia que ela ia sair do barril, porque isto sempre acontecia. Nisto chegou um cachorro gigante, maior que eu, me perguntando se tinha feito tudo corretamente. Sabia-se o motivo e porque do falecimento da mulher e, se tinha verificado se realmente ela tinha falecido. Disse que sim e com medo, pois o cachorro gigante era o chefe. Eu sabia de tudo que ia acontecer, pois eu já tinha sonhado este sonho antes e tudo aconteceu como eu previa.