Thursday, December 31

A MARMITA E O CELULAR

Estava na mercearia dos ferroviários, que fica na rua da feira esquina com a “travessa” castelo Branco. Peguei meu celular e liguei para o restaurante, pedindo para levarem o almoço para mim, e entregassem na casa da minha mãe, que ficava ali perto desta mercearia. Enquanto falava, a ligação caiu. Liguei novamente comecei a passar o endereço, quando vi no meio da rua, um homem com um papel, falando ao celular e anotando alguma coisa. Imaginei que seria com ele que eu estaria falando. Desliguei o celular, para falar diretamente com o tal homem. Nisto vi outro, na rua da feira, anotando num papel também. Então percebi que eles estariam fazendo algum serviço para a prefeitura, no sentido de arrumar a rua. Peguei o telefone novamente, liguei outra vez para o restaurante, pedindo a marmita. Eles levaram até a casa da minha mãe, que ficava ali pertinho. Fui até a casa da minha mãe, peguei a marmita e fui para casa almoçar. Chegando em casa, fiquei imaginando porque tinha pedido para levarem a marmita até a casa da minha mãe, se eu morava ao lado do restaurante.

Tuesday, December 29

PAU DE ARARA

Estava num local onde havia várias pessoas. A gente estava esperando chegar um caminhão, deste tipo “pau de arara”, para nos levar. Eu segurava uma criança de um ano, aproximadamente, no colo. Nisto o caminhão chegou. Só que ele já estava lotado. O jeito então foi subir em cima da armação de lona. Não consegui subir segurando a criança. Então a deixei deitada no chão e subi em cima da lona. Depois pedi alguém para me entregar a criança. Uma mulher pegou a criança e me entregou. Sentei lá no fundo, encostado na boléia, pois estava com medo de cair. As pessoas foram chegando e sentando por todo lado. Nisto vi passar um policial. Ele olhou para a gente, mas seguiu andando. Fiquei pensando que transportar gente daquele jeito, era proibido, mas o policial nada fez. Então imaginei que ali quem deveria “mandar”, era algum “coronel” (fazendeiro) da região.

Monday, December 28

VOANDO EM CIMA DA LAJE

Estava num local, eu e o Gueds. Havia um forno cubilô, destes de fundição. Em cima deste forno, que estava derretendo ferro, havia uma laje amarela, que deveria ter uns 4 metros por 4. Eu e o Gueds subimos nesta laje, para verificar de cima, se eles faziam tudo corretamente. Depois o Gueds desceu. Nisto fiquei olhando se a laje estava esquentando muito. De repente a laje começou a se mover e saiu voando rente a vegetação. Ia muito rápido. Com medo de cair, procurei ficar bem no centro desta laje. O vento batia forte no meu rosto. Nisto a tal laje chegou a uma casa e parou. Esta casa ficava num local que parecia um deserto, só que era de terra vermelha. Desci e entrei nesta casa. Meu pai estava lá e pediu-me para buscar dois portais. Ele teria que assentar duas portas. Falou que eu deveria levar mais 4 pessoas para ajudar, já que eu era um “fracote”. Sai falando que eu não era “fracote” coisa nenhuma. Fui correndo e de repente já estava correndo em alta velocidade, como de um carro. Só via terra vermelha na minha frente. Nisto cheguei numa construção, onde estavam construindo apenas corredores. O corredor tinha uns 2 metros de largura por 2 de altura e era coberto com laje. Entrei neste corredor que estava meio escuro e fui indo em alta velocidade também. O corredor sempre virava para a direita. Fui virando várias vezes e nada do corredor acabar. Nisto passei por uma parte do corredor, onde ele era mais largo. Havia alguns homens ali, comendo em marmitas. Não parei. Continuei correndo até que cheguei ao final do corredor. Voltei e perguntei a um daqueles homens, se sabiam de dois portais que eu teria que levar. Ele então me mostrou os dois portais. Um era do tamanho normal de portal, o outro era bem mais alto. Então eu disse que aquele alto, deveria ser para o quarto do meu pai, porque ele era muito alto. Os portais eram feitos de galhos finos de eucalipto. Era um galho fazendo a parte de cima e três fazendo as laterais, quando peguei os portais, vi que eles eram super leves. Coloquei os dois nos ombros e disse ao tal homem, que levaria os dois de uma única vez, porque estava fácil demais.



Sunday, December 27

ENVELHECENDO E PARTINDO


Estava em um local, onde havia duas salas. Além de mim, estavam o meu pai, minha irmã Vera, minha mãe e outras pessoas. A gente estava pintando quadros na parede. Cada um pintava o seu. Nisto procurei por minha mãe e não a vi. Perguntei por ela e alguém disse que ela não tinha vindo. Nisto, a Vera chegou e falou baixinho no meu ouvido, dizendo que a mamãe tinha vindo, mas não agüentou ficar e foi embora. Então fiquei dizendo que a vida era muito ingrata. As pessoas vinham todos os dias, depois vão envelhecendo e começam a faltar, até depois não conseguirem vir mais. Partem, vão embora e outra vem em seu lugar. E ninguém se importa com isto.


Saturday, December 26

ANOMALIA SISTÊMICA

Estava num local, que parecia ser um grande galpão de uma grande indústria. Estava ao lado de um pote de vidro, que deveria ter uns 50 centímetros de altura. Dentro deste pote havia uma árvore em miniatura, que vinha até a borda. Lá no fundo vi uma pequena lesma preta, com cara de urso. Ele se arrastejava. Então fiquei pensando que o urso em miniatura que tinha ali, havia morrido. Imaginei que talvez tivesse outro ovo ali e nasceu. Este urso lesma começou a beber água que havia no fundo do pote. Nisto ele começou a crescer. Apareceram os braços. Nisto ele começou a subir por aquela árvore. Continuou crescendo e ficou pendurado num ganho, tentando subir. Havia alguns espinhos nesta árvore em miniatura. Ele foi tocando com as patas, para ver se tinha espinho e continuou subindo. Nisto ele chegou na boca do pote, mas já tinha o formato de uma criança em miniatura, que usava apenas uma fralda. Esta criança pulou do pote e sai correndo. Havia uma escada que ia até o telhado do galpão, que era feito de folha de zinco. Esta escada estava ali, porque alguém tinha ido lá em cima, tampar um buraco que havia no telhado. Esta criança começou a subir esta escada, e quando chegou lá em cima, já era um homem. Ele retirou o pedaço do telhado que alguém havia colocado lá, para tampar o buraco, e saiu por ele. Nisto chegou alguém perto de mim, dizendo que tinha as fotos do homem que saiu pelo telhado. Disse a pessoa que veio me mostrar as fotos: __Mas já?—ele acabou de sair. Esta pessoa então disse que eu não tinha feito nada para impedi-la de sair. Nisto ouvimos um grito e fomos ver o que era. Pouco adiante tinha uma lagoa, de onde saia uma espécie de cobra, que deveria ter uns 5 metros, mas a cara era de bicho. Havia várias delas. Elas atacavam os bichos que estavam ali bebendo água. Onde elas mordiam, partiam ao meio. Elas mordiam os bichos que estava ali e mordiam umas as outras também. Esta pessoa que estava do meu lado me chamou para ajudar os bichos. Disse a ela:
--Eu que não vou arriscar minha vida. Quero viver pelo menos mais 80 anos. —
Sai correndo dali e fui embora.

Monday, December 21

BRIGA DE CRIANÇAS

Estava na via expressa “JK”, subindo em direção a Catedral. Estava mais ou menos perto onde é o Asilo. Tentava correr, com a ajuda da mão direita, que eu ia tocando o chão, no sentido de me empurrar. Segurava alguma coisa nesta mão, e tinha dificuldade de correr, pois estava meio encurvado, sempre tocando o chão com a mão direita. Depois cheguei a um local, onde a subida era muito forte, quase que um paredão, isto no passeio. Mas havia uma opção de subir em algo que havia no meio do passeio e depois continuar. Fiz isto com dificuldade. Quando acabei de subir, vi o Ozanan com seu filho, que tinha uns 8 anos. Havia outro menino ali perto, que deveria ter a mesma idade. Nisto este menino empurrou o filho do Ozanan. O Ozanan então começou a bater no menino. Mas mesmo assim, o tal menino ainda queria ir para cima do filho do Ozanan. Então eu tirei o Ozanan de perto do menino, dizendo que não se podia bater em criança. E se o pai do menino visse aquilo, ele iria brigar na certa com ele. Mesmo assim o Ozanan ficou chingando o menino, que não saia dali.


Sunday, December 13

ALTA VELOCIDADE

Estava dentro de um carro, ao lado de alguém que dirigia este carro. Eu não me via, não via o carro nem a pessoa que dirigia. Via somente a rua por onde o carro passava. Como se fosse uma imagem de uma câmara de vídeo filmando o percurso que o carro fazia. A gente estava na rua do bairro esplanada, que dá acesso a pinte do centro. Nisto o carro veio vindo da direção da padaria do Milton, para a ponte do dentro. Parou em frente à Rua Mestre Rangel. Veio um carro em alta velocidade, da Rua Mestre Rangel, e virou na rua da ponte. Depois ele virou a direita, numa rua que o levava de volta a Rua Mestre Rangel. Mas aquele procedimento era proibido. Fiquei pensando que os motoristas não respeitavam nenhum sinal. Nisto o carro que eu estava, foi indo em direção a ponte, depois deu meia volta e foi em alta velocidade, em direção a padaria do Milton. A distância de onde eu estava até a padaria, é de apenas um quarteirão, e há casas dos dois lados desta rua, que é estreita. Mas quando olhei para o lado direito, não havia casas, e sim uma floresta, e logo abaixo da gente, um grande abismo. Eu não conseguia entender porque o carro corria tanto e nunca chega à praça onde ficava a padaria. Mas ele continuava aumentado à velocidade e eu torcendo para que chegasse logo e assim não corria o risco de cair no abismo. Continuava vendo somente a rua, que parecia passar numa velocidade muito alta. Via o abismo e as casas do outro lado. Enfim, o carro chegou à rua da praça, onde estava a padaria do Milton. Como eu não me via no carro, não tinha como descer. Nisto o carro voltou para o lugar de onde saímos. Isto vagarosamente. Eu via as casas dos dois lados da rua. Parou no mesmo local. Onde fiquei pensando que ia começar tudo de novo. E que aquilo não estava acontecendo, eu via apenas um filme muitas vezes.

Thursday, December 3

PROGRAMAÇÃO REGADA A LEITE KARINHO

Estava num corredor aberto. Havia três pessoas ali. Nisto alguém me chamou. Olhei para cima e vi na ponta de um telhado, uma menina. Ela perguntou-me a programação dos meus serviços. Peguei um papel todo picotado, coloquei no chão e fui lendo. Disse que segundo ia para Cláudio, terça para BH, quarta e quinta para Arcos e que estava de folga na sexta. Ela então pegou um caixa de leite Karinho e jogou em cima deste papel picotado. Olhei para ela e disse não ter adiantado ela fazer aquilo, pois eu sabia tudo de cor. Sai andando e cheguei num tanque, tipo este de roupa de antigamente, só que era retangular. Havia duas pessoas olhando dentro deste tanque, que não tinha nada. Também fiquei olhando para dentro dele, sem nada ver.