Wednesday, January 20

MINI FERRAMENTAS E FALTA DE GRAVIDADE

 Estava num local, que parecia ser uma sala de cinema. Subia por entre as cadeiras, com uma criança no colo, que deveria ter uns 6 meses. Alguém jogava ferramentas em miniatura na gente, e eu ia pegando as mesmas era chave de fenda, alicate, chave de boca, chave halem. Depois que cheguei numa sala, coloquei as mini ferramentas em cima de uma mesa. Havia pessoas sentadas à mesa. Quando fui abaixar para pegar uma que havia caído, a criança no meu colo espirrou e saiu uma nina chave de fenda do nariz dela. Então todas as vezes que eu colocava a cabeça da criança para baixo. Ela espirrava e saia uma mini ferramenta do nariz dela. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que uma mulher mandou que parasse, porque estava era fazendo “ora” com a criança. Mas fiz a ultima vez, a criança espirrou e desta vez saiu foi muita “meleca” mesmo. Sai com a criança dali, para limpar seu nariz. Fui para outro cômodo. Deitei-a em uma mesa que tinha ali, só que a criança saiu flutuando e ficou com os pés no teto do cômodo e com a cabeça para baixo. Perguntei a uma pessoa que vi ali, se a gravidade da terra, não tinha força para manter uma criança no chão. A pessoa disse que não. Toda criança subiria se não ficássemos segurando ela o tempo todo. Então pedi a ajuda a este homem, para tirar a criança do teto. Ele disse que podia deixá-la lá. Pois era assim que as crianças dormiam.

Monday, January 18

VENDO A TERRA PASSAR SOBRE OS PÉS

Estava num local, que era um campo aberto. Havia uma grande casa neste campo aberto, e algumas pessoas dentro desta casa. Eu estava do lado de fora. Nisto a casa levantou alguns centímetros do chão. Como a terra gira em torno de si mesma, a terra ia girando, mas a casa ficava no mesmo lugar. Como estava fora da casa, comecei a se distanciar dela. Corri e pulei na varanda da casa. Fiquei vendo o chão se deslocando em baixo da casa. De repente vi uma grande árvore que vinha em direção a esta casa. Gritei para que todos saíssem lá de dentro. Todos nós saímos e fomos levados pela terra que girava. Então podemos ver a árvore se chocar bem no meio da casa, destruindo ela toda. Quando a casa foi destruída, a sensação de que estávamos sendo levado pela terra, parou.

Sunday, January 17

CAPOTAMENTO SEM SALVAMENTOS

Estava dentro de um carro, que não sei qual era. O Ricardo dirigia o carro. Estávamos numa rodovia que tinha quatro pistas de cada lado. Era muito larga a rodovia. A gente estava na pista bem central. Ao longo desta rodovia, sempre no acostamento, havia homens em pé, segurando alguma coisa. Provavelmente trabalhadores da rodovia, pois usavam uniforme alaranjado. Eram sempre de dois em dois e ficavam a uns 10 metros de distância uns dos outros. Do outro lado da pista, no sentido contrário, era a mesma coisa. Na nossa frente ia um Fiat Uno azul e um carro grande, parecendo com um opala branco. Só quem este opala, esta indo de marcha à ré. Eles iam muito rápido. Nisto o opala deu um “cavalo de pau”, e sai dirigindo de frente. Ele e o Uno saíram muito rapidamente. Nisto o Ricardo acelerou para tentar seguir os dois. Disse ao Ricardo que ele estava indo rápido demais e mesmo assim não conseguiria alcançar aqueles carros, que era melhor ele diminuir a velocidade. Mas ele continuou acelerando. Pedi a ele para parar, quando nosso carro passou dentro de um buraco grande que havia na pista. Fiquei falando para o Ricardo diminuir, porque não conseguiria desviar dos buracos. Nisto o carro foi indo para o acostamento, na direção daqueles homens que estavam trabalhando ali. Fiquei falando para o Ricardo desviar deles, mas ele continuava correndo muito e indo em direção ao acostamento. Olhei para o Ricardo e vi que ele estava desmaiado. Então, com a mão esquerda, peguei o volante e fui tentar dirigir e desviar dos homens que estavam em pé ali. Mas não conseguia. Nisto o carro foi até o acostamento, bateu numa proteção que tinha ali e capotou. Eu só me vi rodando muito e quando parou, estava tudo escuro, não via nada. Comecei a gritar: __Ai, Ai, Ai, Ai, Ai__ inúmeras vezes. Depois que cansava de gritar, parava um pouco e começar a gritar novamente. Fiz isto três vezes. Depois comecei a gritar: __Minha barriga.__Aconteceu alguma coisa com minha barriga__ Fui falando isto várias vezes. Depois que parei, continuei a gritar “Ai” novamente. Quando cansei de gritar “ai, falei: __Que demora destes caras da rodovia para vir salvar a gente__

Friday, January 15

LUZ NO FIM, DA MINA DE DINHEIRO

Estava num local, onde havia uma entrada, parecendo de uma caverna. Entrei e lá era uma mina. Havia um túnel, só que este era muito largo e comprido. Minha mãe estava ali na entrada. Olhei para aquele túnel e vi que era muito comprido. Havia três postes de luz naquele túnel. Um na entrada, outro mais ou menos no meio e o terceiro provavelmente no final. Ele ficava longe e mal via a luz dele. Minha mãe me entregou um dinheiro e disse que era para eu levar para o Tonhão. Que era para eu tirar um pouco para mim, porque sabia que eu estava precisando de dinheiro. Sai dali e fui levar o dinheiro. Fui ver quanto era, e só tinha dez reais. Fui andando, quando vi o Tonhão, na porta de um bar, sentado a mesa, tomando guaraná. Entreguei a ele o dinheiro. Ele levantou e levou até um pouco mais a diante, e entregou para a Regina. Depois voltou e disse que havia emprestado aquele dinheiro para a Regina. Fui indo embora, quando entrei numa casa branca, onde logo na entrada do portão, estava uma repórter da TV Integração, com um grande livro. Ela me perguntou se eu iria pagar aquela dívida. Disse a ela que não pagaria de jeito nenhum. Nem sabia que dívida era esta. Ela anotou algo no livro e começou a fala r que na hora de pagar, ninguém queria. Nisto vi uma carta em cima desta mesa. Era uma carta que me cobrava uma dívida. Eu queria dizer para a repórter que aquela dívida não era minha, que eu tinha sido apenas o avalista. Que não pagaria divida de ninguém. Nisto chegou um homem perto da repórter e perguntou se recebeu. Ela disse que não. Depois disse que se todos disserem que a dívida não são deles, ninguém pagará mais nada. Fiquei tentando ver o que ela tinha escrito no livro, mas não consegui. Voltei até aquela mina, fiquei olhando aquele corredor e a luz que havia no final dele. Perguntei para minha mãe se lá no final não tinha dinheiro, pois se tivesse, eu iria buscar. Ela disse que não tinha nada. Que só havia conseguido extrair da mina, aquele dinheiro que havia mandado para o Tonhão. Mas mesmo assim, fui ver se havia dinheiro lá. Quando estava chegando no final daquele túnel, ouvi um barulho, olhei para trás e vi que havia desmoronado terra na entrada da mina, me deixando preso lá. Fiquei pensando quanto tempo aquele oxigênio que tinha ali, poderia me deixar vivo. Voltei até a entrada e comecei a tirar a terra com as mãos, como cachorro faz para cavar buraco. Fiquei pensando que bastava aparecer um pouquinho da entrada, que seria suficiente para o oxigênio entrar. Nisto, enquanto ficava tirando a terra, ouvi um barulho de máquina. Era um trator que minha mãe tinha chamado, para retirar a terra. O trator tirou a terra muito rapidamente. Sai dali. Nisto minha mãe pegou um carrinho de supermercado, o gancho que estava preso em um cabo de aço e saiu empurrando o carrinho e puxando o gancho, indo em direção ao fim do túnel. Ela disse que ia escavar mais o túnel, para ver se conseguia mais dinheiro. Ela enchia o carrinho com a terra, depois voltava e puxava o carrinho, ligando um motor que enrolava o cabo de aço. Fiquei pensando como ela conseguia trazer a terra no carrinho, se o carrinho de supermercado e todo vazado.



Thursday, January 14

O COLCHÃO E AS CAMISAS

Estava no passeio da rua da casa da minha mãe, em frente à casa dela. Estava deitado num colchão que eu tinha colocado ali. Em cima deste colchão tinha um travesseiro e várias camisas. Havia algumas pessoas em pé, ali do lado. Sai dali e entrei na casa da minha mãe e voltei logo em seguida. Nisto vi que as camisas haviam sumido. Comecei a perguntar que tinha pegado minhas camisas. Ninguém dizia nada. Comecei a chingar, dizendo que aquelas camisas não eram minhas e que eu precisava delas. Nisto vi que o travesseiro também tinha sumido. Então fiquei dizendo que só faltava mesmo sumir o colchão. Deitei novamente no colchão, coloquei as mãos em baixo da cabeça, servindo de travesseiro, e disse aquelas pessoas que estavam ali, que eu iria dormir porque estava com muito sono.

Wednesday, January 13

OS GALPÕES QUE NÃO SE ENCONTRAM

Estava dentro de uma empresa, que tinha três grandes galpões, que não eram separados por paredes. Tinham apenas as colunas de sustentação e a cobertura. Estava perto do local, onde algumas pessoas trabalhavam fundindo peças. Estava no galpão do meio e queria ir para o outro galpão. A passagem de um galpão para o outro, era pelas extremidades, ou por escadas que tinha no meio deles. Quando fui descer por uma destas escadas, quase cai lá em baixo, pois não tinha escada ali, apenas o fosso dela. Então tentei passar pelo local onde as pessoas fundiam, mas estava muito quente. Então percebi que teria que percorrer todo o galpão, para passar pó sua extremidade. Fui caminhando por este galpão, lembrando que eu já estive ali, que já havia feito tudo aquilo, e que estava apenas repetindo o que já havia feito. Achei estranha aquela situação. Continuei andando, quando de uma porta, da lateral deste galpão, saiu uma mulher. Era minha mãe. Ela disse que eu poderia passar por aquela porta e estaria no outro galpão. Então fui pela porta e sai num local onde havia um homem com uma máquina estranha, que nunca tinha visto antes. Esta máquina tinha uma pequena plataforma, onde o tal homem pediu para eu subir. Quando subi nesta plataforma, a tal máquina me lançou para cima e para frente. Fui cair no galpão que eu queria, em cima de um monte de areia. Limpei a areia e sai andando por aquele galpão, quando decidi ir para outro. Fiquei procurando por uma máquina que me lançasse, mas não conseguia encontrar.

Monday, January 11

NO FUTURO, DE ENCONTRO COM O PASSADO

Estava descendo uma ladeira, que não sei onde era. Estava junto com o Fernando. Nisto passou a Nathália abraçada com um rapaz de cor negra, que deveria ter uns 13 anos. Reclamei com a Nathália, dizendo que ela tinha 19 anos e não podia namorar alguém de 13 anos. Mas ela não deu ouvidos ao que eu falava e continuo abraçada ao rapaz e fui indo na nossa frente. Estava meio escuro e havia neblina. Ela sumiu na neblina. Continuei andando com o Fernando, até que chegamos numa rua que cruzava aquela ladeira. Fui para a direita e o Fernando foi para a esquerda. Sai andando até que percebi que estava numa estrada de terra, que seguia por entre uma mata. Andando um pouco cheguei num sítio onde havia uma grande casa, com varando em toda sua volta e várias pessoas conversando e bebendo cerveja. Dentre as pessoas que estava lá, uma estava sentada na cadeira, não bebia nada e também nada dizia. Fui aproximando aos poucos daquelas pessoas, quando vi que a pessoa que estava sentada ali, era eu mesmo. Fiquei assustado e imaginando como poderia ter dois eu. Então imaginei que eu poderia ter voltado no tempo e estava encontrando comigo mesmo. E que eu estava parado, sentado naquela cadeira sem fazer nada, porque dois de mim não podiam se mexer no mesmo tempo. Eu só voltaria a me mexer, quando eu voltasse para o futuro, de onde tinha vindo.

Tuesday, January 5

O RINOCERONTE E OS PRISIONEIROS

Estava num cômodo de uma casa, que não sei qual seria. Havia uma parede branca. Estava nesta pintura branca da parede, como se estivesse aprisionado, o Fernando e a Nathália. Ambos os retratos, de tamanho natural, mas sua tinha de meio corpo. Na frente dos retratos do Fernando e da Nathália, havia um retrato, também de tamanho natural, de um rinoceronte. Este estava de corpo inteiro. Peguei uma corda e joguei no chifre do rinoceronte. A corda laçou o chifre. Puxei com força e o chifre foi se curvando para frente. À medida que o chifre ia se curvando, a Nathália e o Fernando iam se desprendendo da parede, até que ficaram livres. Eles caíram no chão. Saímos os três correndo, temendo que o rinoceronte pudesse se libertar e vir atrás de nós.