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Showing posts from January, 2010

MINI FERRAMENTAS E FALTA DE GRAVIDADE

Estava num local, que parecia ser uma sala de cinema. Subia por entre as cadeiras, com uma criança no colo, que deveria ter uns 6 meses. Alguém jogava ferramentas em miniatura na gente, e eu ia pegando as mesmas era chave de fenda, alicate, chave de boca, chave halem. Depois que cheguei numa sala, coloquei as mini ferramentas em cima de uma mesa. Havia pessoas sentadas à mesa. Quando fui abaixar para pegar uma que havia caído, a criança no meu colo espirrou e saiu uma nina chave de fenda do nariz dela. Então todas as vezes que eu colocava a cabeça da criança para baixo. Ela espirrava e saia uma mini ferramenta do nariz dela. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que uma mulher mandou que parasse, porque estava era fazendo “ora” com a criança. Mas fiz a ultima vez, a criança espirrou e desta vez saiu foi muita “meleca” mesmo. Sai com a criança dali, para limpar seu nariz. Fui para outro cômodo. Deitei-a em uma mesa que tinha ali, só que a criança saiu flutuando e ficou com os pés no …

VENDO A TERRA PASSAR SOBRE OS PÉS

Estava num local, que era um campo aberto. Havia uma grande casa neste campo aberto, e algumas pessoas dentro desta casa. Eu estava do lado de fora. Nisto a casa levantou alguns centímetros do chão. Como a terra gira em torno de si mesma, a terra ia girando, mas a casa ficava no mesmo lugar. Como estava fora da casa, comecei a se distanciar dela. Corri e pulei na varanda da casa. Fiquei vendo o chão se deslocando em baixo da casa. De repente vi uma grande árvore que vinha em direção a esta casa. Gritei para que todos saíssem lá de dentro. Todos nós saímos e fomos levados pela terra que girava. Então podemos ver a árvore se chocar bem no meio da casa, destruindo ela toda. Quando a casa foi destruída, a sensação de que estávamos sendo levado pela terra, parou.

CAPOTAMENTO SEM SALVAMENTOS

Estava dentro de um carro, que não sei qual era. O Ricardo dirigia o carro. Estávamos numa rodovia que tinha quatro pistas de cada lado. Era muito larga a rodovia. A gente estava na pista bem central. Ao longo desta rodovia, sempre no acostamento, havia homens em pé, segurando alguma coisa. Provavelmente trabalhadores da rodovia, pois usavam uniforme alaranjado. Eram sempre de dois em dois e ficavam a uns 10 metros de distância uns dos outros. Do outro lado da pista, no sentido contrário, era a mesma coisa. Na nossa frente ia um Fiat Uno azul e um carro grande, parecendo com um opala branco. Só quem este opala, esta indo de marcha à ré. Eles iam muito rápido. Nisto o opala deu um “cavalo de pau”, e sai dirigindo de frente. Ele e o Uno saíram muito rapidamente. Nisto o Ricardo acelerou para tentar seguir os dois. Disse ao Ricardo que ele estava indo rápido demais e mesmo assim não conseguiria alcançar aqueles carros, que era melhor ele diminuir a velocidade. Mas ele continuou acelerand…

LUZ NO FIM, DA MINA DE DINHEIRO

Estava num local, onde havia uma entrada, parecendo de uma caverna. Entrei e lá era uma mina. Havia um túnel, só que este era muito largo e comprido. Minha mãe estava ali na entrada. Olhei para aquele túnel e vi que era muito comprido. Havia três postes de luz naquele túnel. Um na entrada, outro mais ou menos no meio e o terceiro provavelmente no final. Ele ficava longe e mal via a luz dele. Minha mãe me entregou um dinheiro e disse que era para eu levar para o Tonhão. Que era para eu tirar um pouco para mim, porque sabia que eu estava precisando de dinheiro. Sai dali e fui levar o dinheiro. Fui ver quanto era, e só tinha dez reais. Fui andando, quando vi o Tonhão, na porta de um bar, sentado a mesa, tomando guaraná. Entreguei a ele o dinheiro. Ele levantou e levou até um pouco mais a diante, e entregou para a Regina. Depois voltou e disse que havia emprestado aquele dinheiro para a Regina. Fui indo embora, quando entrei numa casa branca, onde logo na entrada do portão, estava uma rep…

O COLCHÃO E AS CAMISAS

Estava no passeio da rua da casa da minha mãe, em frente à casa dela. Estava deitado num colchão que eu tinha colocado ali. Em cima deste colchão tinha um travesseiro e várias camisas. Havia algumas pessoas em pé, ali do lado. Sai dali e entrei na casa da minha mãe e voltei logo em seguida. Nisto vi que as camisas haviam sumido. Comecei a perguntar que tinha pegado minhas camisas. Ninguém dizia nada. Comecei a chingar, dizendo que aquelas camisas não eram minhas e que eu precisava delas. Nisto vi que o travesseiro também tinha sumido. Então fiquei dizendo que só faltava mesmo sumir o colchão. Deitei novamente no colchão, coloquei as mãos em baixo da cabeça, servindo de travesseiro, e disse aquelas pessoas que estavam ali, que eu iria dormir porque estava com muito sono.

OS GALPÕES QUE NÃO SE ENCONTRAM

Estava dentro de uma empresa, que tinha três grandes galpões, que não eram separados por paredes. Tinham apenas as colunas de sustentação e a cobertura. Estava perto do local, onde algumas pessoas trabalhavam fundindo peças. Estava no galpão do meio e queria ir para o outro galpão. A passagem de um galpão para o outro, era pelas extremidades, ou por escadas que tinha no meio deles. Quando fui descer por uma destas escadas, quase cai lá em baixo, pois não tinha escada ali, apenas o fosso dela. Então tentei passar pelo local onde as pessoas fundiam, mas estava muito quente. Então percebi que teria que percorrer todo o galpão, para passar pó sua extremidade. Fui caminhando por este galpão, lembrando que eu já estive ali, que já havia feito tudo aquilo, e que estava apenas repetindo o que já havia feito. Achei estranha aquela situação. Continuei andando, quando de uma porta, da lateral deste galpão, saiu uma mulher. Era minha mãe. Ela disse que eu poderia passar por aquela porta e estaria…

NO FUTURO, DE ENCONTRO COM O PASSADO

Estava descendo uma ladeira, que não sei onde era. Estava junto com o Fernando. Nisto passou a Nathália abraçada com um rapaz de cor negra, que deveria ter uns 13 anos. Reclamei com a Nathália, dizendo que ela tinha 19 anos e não podia namorar alguém de 13 anos. Mas ela não deu ouvidos ao que eu falava e continuo abraçada ao rapaz e fui indo na nossa frente. Estava meio escuro e havia neblina. Ela sumiu na neblina. Continuei andando com o Fernando, até que chegamos numa rua que cruzava aquela ladeira. Fui para a direita e o Fernando foi para a esquerda. Sai andando até que percebi que estava numa estrada de terra, que seguia por entre uma mata. Andando um pouco cheguei num sítio onde havia uma grande casa, com varando em toda sua volta e várias pessoas conversando e bebendo cerveja. Dentre as pessoas que estava lá, uma estava sentada na cadeira, não bebia nada e também nada dizia. Fui aproximando aos poucos daquelas pessoas, quando vi que a pessoa que estava sentada ali, era eu mesmo.…

O RINOCERONTE E OS PRISIONEIROS

Estava num cômodo de uma casa, que não sei qual seria. Havia uma parede branca. Estava nesta pintura branca da parede, como se estivesse aprisionado, o Fernando e a Nathália. Ambos os retratos, de tamanho natural, mas sua tinha de meio corpo. Na frente dos retratos do Fernando e da Nathália, havia um retrato, também de tamanho natural, de um rinoceronte. Este estava de corpo inteiro. Peguei uma corda e joguei no chifre do rinoceronte. A corda laçou o chifre. Puxei com força e o chifre foi se curvando para frente. À medida que o chifre ia se curvando, a Nathália e o Fernando iam se desprendendo da parede, até que ficaram livres. Eles caíram no chão. Saímos os três correndo, temendo que o rinoceronte pudesse se libertar e vir atrás de nós.