Tuesday, February 23

NA PLATAFORMA, COMPRANDO PÃO FIADO


Fui trabalhar nesta noite, numa empresa, fui medir a poluição que esta empresa emitia a noite. Levei os aparelhos de medição, para uma plataforma que havia lá, colocada junto a uma chaminé, que eu deveria medir o quanto poluia. Também teria que medir na chaminé ao lado, a velocidade que que a fumaçã saía. Quis fazer as duas medições ao mesmo tempo, mas só tinha um aparelho para isto. Nisto passaram por mim duas pessoas. Pedi a primeira que subisse na chaminé e mudace de lugar, a sonda que havia ali. Pedi a outra que fosse na padaria e me comprasse quatro pães de sal. Nisto ouvi uma mulher, com voz bem esquizita, reclamando com a pessoa que tinha ido comprar o pão de sal. Fui ver o que estava havendo. De cima desta plataforma, disse para a tal mulher que era eu que tinha madado comprar o pão. Ela então me disse que eu não tinha “cara” de gente boa. Porque tinha mando comprar pão para pagar depois. E quem não tinha dinheiro para pagar 4 pão de sal, não podia ser gente boa. Disse a ela que tinha o dinheiro sim. Ela então me perguntou porque então comprei fiado. Não consegui respodê-la.

Monday, February 22

A PONTE QUE VIROU TELHADO


Esta noite, fui correndo pela rua Goiás, no sentido do bairro Porto Velho. Estava muito escuro, porque várias lâmpadas dos postes da Cemig, estavão apagadas. Quando atravessei a ponte do porto velho, virei a direita, em direção ao Porto Velho de baixo. Estava muito escuro, fiquei com receio de ser assaltado e decidi voltar. Corri naquela rua que estava cheia de mato. Quando virei para pegar a ponte novamente, estava ali no lugar dela, uma grande cobertura de telahdo de folha de flange. Subi neste telhado, tentando voltar ao centro da cidade. Tive que passar por algumas vigas, subir no telhado novamente, passar nas vigas em baixo outra vez, até que cheguei ao outro lado. Voltei correndo em direção a minha casa.

Thursday, February 18

ESCOVANDO OS DENTES NA RUA


Estava numa rua desta cidade. Andava pela rua, escovando os dentes. Minha boca estava cheia de espuma e eu continuava com a escova dentro da boca, sem para de escovar. Na outra mão, eu carregava uma dentadura. Quando fui passar perto de algumas pessoas, fechei a mão, para que ninguém visse a dentadura. Depois fiquei pensando porque eu tinha saido na rua com uma dentadura. Porque assim todos iriam rir de mim. Continuei andando, olhando desconfiado para as pessoas, temendo que elas descobrissem o que eu tinha na minha mão. Nisto vi dois cunhados meu, do outro lado rua rua. Eles ficaram me olhando, eu procurei esconder ao máximo minha mão, para que não vissem nada. Continuei andando escovando so dentes e fiz que não tinha visto os dois.

Thursday, February 11

A SANDÁLIA FLUORESCENTE NO SUPERMERCADO ESCURO


Estava dentro de um carro, no lado do passageiro, não estava sentado no banco, estava encolhido na frente do banco. Não sei quem dirigia, porque estava muito escuro. Nisto o carro parou na porta de um supermercado, desci e fui ate´o guarda volumes. Estava muito escuro, pois não tinha energia. Neste guarda volume, a gente não guardava volumes, mas pegava sacolas para colocar o que a gente ia comprar. Peguei tres sacolas. Nisto, pela luz de uma vela que estava em cima do balcão, vi que a sandália tipo franciscano que eu estava usando, estava fluorescente. Fiquei imaginando como poderia ser aquilo, pois eu havia calçado um teniz. Sai pelo corredor escuro do supermercado, só olhando para meus pés, tentando entender o que havia ocorrido. Peguei algumas coisas nas prateleiras, até encher as tres sacolas. Fui para o caixa, que também tinha somente um vela acessa ali. Passei as tres sacolas. O supermercado cobrava por sacala cheia e não pelos produtos que a gente levava. O caixa me conrou 3 reais, um por cada sacola. Sai dali e fiquei parado em pé em frente a este supermercado, esperando o carro vir me buscar.

Thursday, February 4

AS TRÊS GRAMAS


Estava em um lote vago, tipo um galpão aberto. Estava saindo com um carro, para fazer medição da qualidade do ar. Quando ia saindo na porta da garagem, veio outro carro e parou na minha frente. O motoriasta disse que eu não poderia sair, porque teria que fazer uma medição da qualidade do ar , urgentemente. Ignorei o que ele disse e fui saindo assim mesmo, quase esbarrando no carro dele. Nisto já me vi num corredor largo, num campo aberto. Este corredor era todo gramado. Era muito comprido e largo mesmo. Havia tres divisões na grama. De um lado, estava totalmente ruim, bem seca. Do outro, totalmente verde. No meio estava entre seca e verde. Nisto veio o Gueds com uma mangueira de jardim molhando esta grama que estava totalmente verde. Então disse a ele que vederia ir molhar aquela grama seca. Que era a que estava bem ruim. Disse também que não precisava molhar a grama do meio, porque não estava tão ruim assim.