Thursday, March 25

A COLUNA D'ÁGUA


Fui até um local afastado da cidade. Havia uma pequena mata e um ribeirão. Vi uma coluna de água ao lado deste ribeirão. Esta coluna deveria ter uns 5 metros de altura e um metro de largura. Subi em cima desta coluna de água, onde só meus pés ficavam abaixo do nível da água. Nisto chegou alguém nesta coluna de água e pulou de finquete no ribeirão. Pulou e mergulhou. Depois ficou de pé em cima do leito do ribeirão, onde também só os pés dele ficavam abaixo do nível do leito. Ele voltou e pulou novamente, da mesma forma que anteriormente. Nisto vi um pequeno bicho nadando no leito desta coluna de água. Então, com o pé, empurrei o bicho para o ribeirão.

Tuesday, March 23

BOM OU RUIM?


Estava num local, onde parecia ser uma arena antiga. Era todo cercado de pedra. Havia algumas pessoas ali. No centro tinha uma mulher vestida de branco, sentada à mesa. Fui até ela. Então ela me disse que tiraria um pouco de sangue do meu dedo, para analisar se eu era bom ou ruim. Questionei sobre como isto seria possível. Ela apenas disse que tudo estava no sangue. Então ela furou meu dedo com uma agulha e retirou uma gota do sangue. Depois saiu dali, dizendo que iria analisar para saber o quanto eu era bom ou ruim. Enquanto esperava, subi na parede de pedra, fiquei lá em cima, quando alguém lá em baixo, começou a atirar algo para mim. Mas não conseguia mandar até a altura em que eu estava. Depois de tentar um pouco, ele conseguiu mandar até mim. Era um bicho planta. Era como se fosse uma árvore em miniatura, que andava. Deveria ter uns 5 centímetros de altura só. Achei aquilo engraçado, pois a tal árvore em miniatura, tinha olhos, orelha e boca. Ficava fazendo um barulho muito esquisito. Sai correndo pelas paredes de pedra e a tal árvore saiu correndo atrás de mim. Quando parei cansado. Ela parou também. Dei um pulo de cima daquela parede de pedra, a tal árvore pulou atrás. Só que ao bater no chão, ela ficou fincada. Nisto seus olhos, orelha e boca sumiram, ficando a mesma, como uma árvore comum. E era a única que havia naquela arena, que parecia ser feita toda de pedra. Nisto a tal mulher de branco chegou e veio me dizer, que aquela pequena árvore que estava ali, tinha sido plantada a mais de cem mil anos e ainda estava jovem. Questionei como isto seria possível. Ela disse que naquela época, as árvores andavam como a gente, e quando o homem apareceu na terra, matava as árvores, até que veio um homem e enterrou uma árvore, para que ela não andasse mais. Aquela árvore então começou a produzir sementes de toda espécie de árvore, que não andava, apenas ficavam fincadas, e assim espalhou por todo o mundo. A tal mulher de branco então me perguntou:
__O que este tal homem fez, foi uma coisa ruim? Ao enterrar a árvore para que ela não andasse?
__Ou foi uma coisa boa, ao permitir que elas sobrevivessem e se espalhassem pelo mundo todo?

Tuesday, March 16

O JOGO DA QUINA / PREMIADO?

Estava anoitecendo. Eu ia por uma rua, que não si qual era. Até que cheguei numa lotérica. Ela ficava no fundo de um corredor. Uma mulher que chegara junto comigo, entrou na minha frente. Quando chegamos lá, dissemos que queria jogar na quina. Um homem disse que não seria mais possível, pois já eram 19:15, e ele fazia só até as 19:00 horas. Mas mostrou pra gente uma maquininha, onde a gente digitaria os números, e se houvesse disponível, o jogo seria feito. Nisto a tal mulher fez na minha frente e deu certo, fui fazer então. Fiquei digitando os números e torcendo para que desse certo, porque tinha certeza que aqueles números seriam sorteados. Fiz minha aposta.

Sunday, March 14

AS PILASTRAS NO CANTO DA LINHA


Estava no canto da linha (passeio que tem do outro lado da rua da casa da minha mãe, rente ao muro da ferrovia). Havia ali uma construção, linear ao muro. Estava anoitecendo. Eu estava sentado em cima de uma coluna de concreto, de 20 x 20 centímetros. Havia outras colunas, todas com alguém em cima. A gente estava ali, porque não conseguia descer. Esta coluna balançava, porque era alta. Eu segurava o mais que podia para não cair. A noite foi passando e ninguém chegava para tirar a gente. Então disse para os que estavam próximos de mim, que a gente iria passar a noite todo ali. Nisto chegou um homem com um carrinho, amarrou uma corda na coluna em que eu estava em cima e saiu puxando o carrinho e arrastando toda a construção. Ele começou a correr muito e a gente ia se segurando para não cair. Até que chegou numa loja, que ficava no meio de um descampado. Quando parou, a coluna em que eu estava caiu recostando na parede da construção. Então desci e entrei na loja. Lá dentro, o homem que estava atrás do balcão, disse que não precisava construir nada, pois o Mazinho havia dito que bastava colocar um tudo de 200mm e estaria tudo pronto.

Friday, March 12

O EDREDON EM DUPLICATA


Estava indo pela Avenida primeiro de Junho, quando encontrei com um homem, que parou para dizer que eu deveria comprar para ele, um edredom, e entregar para a mulher que o seguia, pois ele estava devendo a ela um edredom. Fui à direção de uma loja que havia perto da padaria Divinópolis. Nisto uma menininha, que era filha desta tal mulher, correu na minha frente e comprou algo nesta loja, para ela, dizendo que era o tal homem que tinha a mandado comprar. Sai dali com o edredom embrulhado, fui até um salão de beleza e entreguei o tal edredom a uma mulher, que estava fazendo as unhas. Ela abriu o pacote e era um edredom cor de rosa. Ela então disse que estava na hora de eu comprar outro, pois o tal homem deveria comprar para ela, um presente todo mês. Aquele que entreguei, seria do mês passado. Fui voltando para a tal loja, quando a mininha saiu correndo na minha frente, fui até a mesma loja e pediu novamente algo, que não sei o que seria. Pedia vendedora outro edredom e fui levá-lo para a mulher no salão. A menininha chegou à minha frente com um embrulho pequeno na mão. Entreguei a tal mulher o embrulho e quando ela abriu, reclamou de ser outro edredom e ser da mesma cor.

Wednesday, March 10

NO SÍTIO, ABRANÇADO A MULHER


Fui até o sítio da Jaqueline, que fica em Monsenhor João Alexandre. Lá, encontrei uma mulher, que estava vestida de longo. Então, como se já a conhecesse a muito tempo, a abracei pela cintura. Nisto chegaram algumas pessoas que começaram a rir, dizendo que eu namorava como antigamente. Este namoro de abraçar a cintura, já era. Então disse que não tinha nada melhor que abraçar uma mulher pela cintura. Nisto passei a mão na bunda da tal mulher. As tais pessoas disseram então que eu era quadrado e fora de moda. Então quis saber como era namorar modernamente. Eles disseram que não abraçasse a mulher, que só deveria ficar conversando sem encostar, quando estivesse na frente de outra pessoa. Abraçar só no quarto quando estivessem sozinhos. Então disse a eles que preferia ser quadrado. Nisto a mulher olhou para mim e disse que não namorava homem quadrado e fora de moda. Saiu e foi embora com as tais pessoas.

Monday, March 8

FLUTUANDO NO BARRACÃO QUE FICAVA DENTRO DA CASA


Fui até a casa da minha mãe. Estava anoitecendo. A casa da minha mãe estava bem diferente do que é realmente. Chegando lá, ela me disse que iria alugar o barracão para eu morar. E foi me mostrar tal barracão. Este barracão ficava dentro da própria casa dela. Mostrando-me os banheiros, da casa e do barracão, que eram juntos, vi que eram separados por uma parede de apenas um metro e meio, bem como as paredes que o contornavam. Todas tinham aproximadamente um metro e meio. Em pé, via tudo lá dentro. Então disse para minha mãe, que todo mundo veria todo mundo dentro daqueles banheiros. Ela disse não ter problemas, pois eram todos da família. Disse a ela que aquilo não ia dar certo. Ela foi me mostrar os quartos. Dentro dos quartos que eram bem grandes, tinha o quarto pequeno, que seriam os do barracão. Mas isto, sem paredes que os dividissem. Nisto chegaram dois homens e disseram que iriam me levar. Não conhecia nenhum deles e disse que não iria com ninguém. Eles tentaram me pegar, dei um pulo e fiquei flutuando rente a teto. Eles ficavam pulando, tentando-me alcançar. Nisto sai flutuando para outro cômodo. Ao baixar para passar pela porta, flutuando, quase que os tais homens me pegam. Fui assim flutuando até que sai da casa da minha mãe.

Sunday, March 7

FUGA PELO PORTAL DOS FUNDOS

Vinha eu, a noite, descendo a Rua São Paulo, quando entrei no pátio do Santuário de santo Antônio, para cortar caminho, indo em direção a Rua Vinte e hum de Abril. Quando cheguei em frente a porta central do Santuário, resolvi descer as escadas. Nisto veio um caminhão, rente ao passeio. Em cima deste, vinha uma foca muito grande. Ela pulou do caminhão, bem ali no início das escadas. Com medo dela, voltei e tentei entrar no Santuário. Mas a porta estava fechada. A tal foca foi se arrastando pelo passeio, acompanhando o caminhão que ia vagarosamente pela Rua Vinte e hum de abril. Desci as escadas do Santuário bem devagar, olhando se a foca não voltaria. Vi a mesma indo pelo passeio, quase chagando na Rua Minas gerais. Atravessei a rua rapidamente, entrei num cômodo que havia ali. Este cômodo estava muito bagunçado, cheio de coisas espalhadas. Havia algumas pessoas enchendo balão, para festa que aconteceria ali. Eu já havia estado naquele cômodo antes. Fui até uma janela, para ver onde estava a saída pelos fundos daquele cômodo. Nesta janela havia alguns bancos de madeira. Esbarrei em um deles, que caiu lá e baixo, pois o fundo deste cômodo, era baixo e onde eu estava, ficava a uns 6 metros do chão. Vi uma escada, fui até ela e desci lá em baixo. Lá, um homem dizia para outro, que não trabalharia mais ali, pois o tal banco que caiu, quase o tinha certado na cabeça. Nisto vi um banheiro e lembrei que a saída pelos fundos, era através do banheiro. Vi dois homens saindo através deste banheiro. Fui segui-los e vi que atrás deles ia um cachorro muito grande. Igual aquele do filme (baby, o porquinho trapalhão). Fui indo assim mesmo, imaginando que se o cachorro me atacasse, os tais homens não deixariam ele me morder. Quando sai lá fora, vi que era uma pequena rua que beirava um riacho. Como se estivesse saido em outro local bem distante do Santuário. Havia uma caminhonete parada ali. Quando fui andando, um pequeno cachorro me atacou, pulou e ficou pendurado mordendo a barra da minha camisa. Puxei-o com as mãos e mandei-o não chão. Nisto vi que havia uma ninhada de cachorro bem ali. O tal cachorro apenas defendia seus filhotes. O cachorro grande ficou num canto e nada fazia. Este pequeno cachorro veio me atacar novamente, mordendo meu sapato. Enfiei o pé por baixo dele e o atirei bem longe. Sai andando e fui embora dali.

Saturday, March 6

A ARANHA E A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR


Hoje de manhã, fui até uma empresa, na cidade de Cláudio, para entregar um relatório do serviço de medição da qualidade do ar que fiz ali. Fui com o Gueds. Cheguei nesta empresa, uma pessoa abriu o portão para eu entrar. Eu o e Gueds, carregáva-mos uma peça comprida, que não sei o que seria. Assim que entramos colocamos esta peça no chão. O Gueds saiu da empresa. Nisto veio alguém me dizer que o resultado estava acima do permitido. Disse que o permitido era 200. Ele então disse que havia dado 220. Fui dizendo para ele, que deveria observar à média. Fomos andando até que entramos num cômodo bem pequeno e apertado. Nisto vi duas pessoas mexendo em uma sonda de medição da qualidade do ar. Este homem que veio comigo disse que havia comprado a sonda, porque queria ver se conseguia que sua empresa fizesse suas próprias medições. Disse a ele que era só contratar duas pessoas, ou mesmo treinar dois funcionários dele, que seria possível sim. Mas teria que registrar os funcionários na FEAM. Depois disse a ele que poderia fazer o serviço para terceiros, assim como eu fazia, e com certeza ganharia muito dinheiro. Ele disse que o pessoal não estava conseguindo fazer a mistura. Disse que faria para ele. Nisto todos saíram. Peguei um vidro pequeno que estava com um liquido vermelho. Eu deveria mistura um pó que estava num saquinho bem pequeno. Então vi uma aranha, daquelas das pernas bem grandes, passando por cima deste saquinho. Só que o saquinho grudou em uma teia que esta aranha arrastava. A aranha saiu arrastando o saquinho. Então, com um pedaço de pau, pequei aquela aranha com o saquinho e pendurei num prego que havia na parede, para que ela não sumisse com o saquinho. Ela ficou se debatendo, tentando fugir. Quando abri o vidro e fui pegar o saquinho, vi que a aranha havia conseguido sair daquele prego. Sai procurando por ela, e a vi indo para trás de um armário. Corri até lá. Mas ela saiu correndo e passou para outro cômodo. Com este pedaço de pau, pequei-a novamente, e a coloquei de volta ao prego. Daí, tirei o saquinho que estava preso ali e fiz a mistura. O liquido ficou azul. Depois que fiz isto, sai dali e fui embora.

Thursday, March 4

AS GALINHAS DE BRASÍLIA


Hoje, caminhando por uma pequena estrada, cheguei num galpão, onde havia algumas pessoas. Nisto vi uma galinha carijó. Fui pegar a galinha, ela não saiu do lugar. Peguei esta galinha carijó. Nisto ela começou a bicar em meu dedo. Estava doendo muito. Então alguém gritou, dizendo que aquelas galinhas que haviam por ali, era os deputados de Brasília, que estavam em forma de galinha. Então fui levando a galinha para uma máquina, onde eu cortaria o bico dela. Fui dizendo para a galinha: __quero ver você me bicar, depois que eu cortar seu bico__