Thursday, April 29

O CORREDORES DO HOSPITAL

Estava entrando em um hospital. Havia várias pessoas passando pelos corredores, que eram bem largos e compridos. Bem no meio destes corredores, cruzava outro corredor do mesmo tamanho e largura. E neste corredor que cruzava, no meio dele, cruzava outro e assim sucessivamente. Assim, era um emaranhado de corredores. Passando por um destes corredores, encontrei uma pessoa que estava toda engessada, só ficando o rosto de fora. Esta pessoa perguntou-me aonde ia. Disse que estava indo me internar. Ela então disse que eu tinha que passar pela portaria e fazer a ficha de internação. Disse que não precisava, pois sabia onde era o quarto. E sai andando pelos corredores, até que cheguei ao quarto de número 14. Entrei, deitei na cama e fiquei aguardando alguém me atender.

Wednesday, April 28

AS DUAS IGREJAS

Estava num local, onde havia várias pessoas. Conversava com um amigo meu. Pedia a ele que tocasse e cantasse numa igreja, onde ocorreria uma festa da nossa família. Ele concordou e combinamos de nos encontrarmos na igreja. Sai dali e fui em direção a tal igreja. Chegando perto da igreja, decidi não entrar. Pensei que ele não precisasse de mim por perto, para tocar e cantar. Imaginei que outro mostraria a ele o que fazer. Fui andando até que cheguei numa outra igreja, que estava afastada da cidade, onde na frente havia uma rua descalça e um campo aberto. A entrada desta igreja era por uma rampa, onde no meio da rampa havia um enorme portão de lata, que estava caindo, Pois um dos feros que o segurava na parede, havia desprendido. Ao passar por ele, a gente entra bem no meio da igreja. Entrei e vi muitas pessoas em pé, conversando. Atravessei a igreja e sai do outro lado, numa sala onde havia várias pessoas tomando café, em pé e conversando muito. Fiquei lendo alguma coisa que estava escrita numa parede, mas não lembro o que era. Resolvi ir embora. Atravessei novamente a igreja pelo meio. Vi o padre conversando com algumas pessoas. Ao chegar ao portão, ele estava fechado. Só que estava encostado, uma banda do portão na outra, de forma que ficasse fechado, porque devido estar na rampa. Ele sempre ficava aberto. Abri o portão e sai, tentei fechá-lo novamente, mas não conseguia fazer o que haviam feito para mantê-lo fechado, então deixei aberto e fui indo embora. Ao sair naquela rua descalça, veio vindo um Corceu branco, destes carros bem antigo, dirigido pelo Nenêim, meu irmão. Ele parou o carro perto de mim e disse que aquele amigo meu não iria tocar e nem cantar na igreja. Ele havia pedido a outra pessoa para ir ao lugar dele. Então eu disse que não tinha problema, desde que fosse alguém. O Nenêim foi embora e eu continuei andando por aquela rua descalça.

Tuesday, April 27

E-MAIL VIA CORPO






Estava na rua da casa da minha mãe. Entrei na casa vizinha da minha mãe, que tem o número 327, que era do meu tio, o Tuniquinho. Lá, no jardim que era todo cimentado, havia várias fotos e textos impressos no cimento. As fotos eram bem grandes e os textos também. Estavam espalhados aleatoriamente pelo cimento. Eu estava usando somente uma sunga d praia. Entrei na casa do Tuniquinho e algumas fotos que estava impressas no chão, saíram do chão e se fixaram na minha barriga. Só que ao fazerem isto, elas reduziram de tamanho, ficando bem pequenas na minha barriga. Então sai dali, fui até a outra casa vizinha da minha mãe, que tem o número 325 que era do Sr. Vavá. Entrei também no jardim que era todo cimentado. Nisto as fotos se desprenderam do meu corpo e se fixaram no cimento da casa do Vavá. Ao fazerem isto, elas ficaram grandes novamente. Depois voltei na casa do Tuniquinho, mais fotos grudaram no meu corpo, levei até a casa do Sr. Vavá e fui assim fazendo a transferência das fotos, Depois fiz o mesmo com os textos. No final, o cimento da casa do Tuniquinho estava limpo e branco. E o da casa do Sr. Vavá, estava cheio de fotos e textos impressos por todo lado. Sai dali e entrei na casa da minha mãe, que tem o número 326.


Monday, April 26

O ARMÁRIO 251

Estava num local, onde não sei onde era. Estava junto com meu pai, que brincava com uma faca. Ele fingia que mandava a faca com uma mão, mas ia com a mão sem a faca, em direção a gente. Numa destas brincadeiras, ele acertou meu rosto, fazendo um corte na testa. Mas só arranhou. Sai dali e entrei num galpão bem grande, quadrado, que parecia aqueles que têm em fundição. Ao redor de todo este galpão, havia armários, tipo aqueles que são destinados para os funcionários. Ao entrar na porta do galpão, que ficava bem na quina do mesmo, sai procurando meu armário, começando pela minha esquerda. Eu procurava pelo numero do meu armário, que era: 251. Andei toda a extensão da parede, depois a outra, a terceira parede e já estava na quarta parede e nada de ver meu armário. Perguntei por algumas pessoas que estavam ali, se sabiam onde foi parar meu armário. Então uma pessoa me levou até o armário de alguém, que ficava quase junto à porta onde entrei, só que do lado direito. Abriu o armário desta pessoa, e lá dentro estava o meu armário. Isto é: meu armário estava dentro de um armário. As pessoas que estava ali ficaram dizendo que agora o tal dono do armário, não poderia mais fechar o armário dele, pois eu tinha que acessar o meu. Ao sair pela porta onde entrei, já estava de volta onde meu pai brincava com a faca. Decidi ir embora, antes que meu pai me acertasse de verdade.

Sunday, April 25

A PAREDE DO CÉU

Havia uma parede, que de tão comprida, não conseguia ver o início, nem o fim. De altura deveria ter uns 200 metros. Eu estava em cima desta parede, juntamente com uma mulher. Pouco acima desta parede, havia um avião, tipo Boeing, parado no ar. Da parede até o avião, havia uma escada. A tal mulher subia por esta escada, e eu ia logo atrás. Mas ela estava com dificuldades de subir, porque era gorda. Eu estava com medo de cair da escada. O vento soprava forte, eu não conseguia ver o chão, visto que as nuvens estavam passando ali perto de onde a gente estava. Comecei a empurrar a mulher, até que ela subiu no tal avião. Subi logo atrás. No momento que entrei no avião, já saí na porta traseira, andando em cima daquela parede. Só que desta vez, o avião deveria estar uns 30 metros abaixo do nível da parede de onde eu estava. Andava por aquela parede, tremendo, com medo de cair. Nisto vi que próximo ao avião, havia um balão, destes inflados com ar quente, e que levam pessoas no cesto. Nisto vi que a tal mulher tinha pulado em cima daquele balão e havia um homem, vestido de branco, resgatando a mesma. Imaginei que aquele home fosse o piloto do avião. Nisto o tal homem e a mulher, ficaram me pedindo para pular também. Mas eu temia não cair no balão e assim esborrachar lá em baixo. Eles gritavam e eu não conseguia pular de jeito nenhum. Depois disse: __Seja o que DEUS quizer. E pulei

Friday, April 23

ENCONTRO INEVITÁVEL

Era noite. Vinha pela Rua Goiás, e virei descendo a Avenida Antonio Olímpio de Morais, em direção ao Esplanada. Ao meu lado veio um homem e começou a falar muito, mas eu não entendia nada do que ele dizia. Quando cheguei na Rua Pernambuco, sai correndo, dei um e fui voando a uma altura de uns 2 metros do chão, até a linha da rede, que divide o Esplanada com o Centro. Quando pousei, o tal homem estava do meu lado, falando do mesmo jeito e eu sem entender nada do que dizia. Fiquei imaginando com ele teria chegando tão rápido ali. Atravessando a linha, dei um pulo para cima e fui voando para cima até uma altura de uns 50 metros, depois fui descendo e voltei praticamente no mesmo local. Continuei andando e o tal homem continuava falando. Depois que atravesse a linha, corri novamente, dei um pulo e voei mais um pouco. Quando desci o homem estava do meu lado, falando coisas que eu não entendia nada. Fiquei pensando porque aquele homem não estranhava o fato de eu voar. Imaginei que ele ficaria assustado. Mas ele não importava com isto, como se fosse normal o fato de eu poder voar. Chegando a frente da casa da minha mãe, decide entrar. Pois assim ficaria livre daquele homem. Quando entrei na sala, o tal homem estava sentado no sofá. Olhei para mim e disse: __que demora__.

Wednesday, April 21

A EMBALAGEM DE SABONETE E O IMPOSTO DE RENDA


Estava num local, a céu aberto, onde havia várias pessoas. Havia algumas camas de casal, espalhadas por aquele local. Nisto cheguei até uma cama, que seria a minha. Em cima dela havia uma embalagem de sabonete. Peguei a tal embalagem e sai procurando por outra. Vi que o Adamek estava ao lado da cama dele, retirando um sabonete da embalagem, e jogando a embalagem no chão. Corri até lá, peguei a embalagem e coloquei uma dentro da outra, porem a deixando no formato do sabonete. Disse para o Adamek que era preciso duas embalagens para ficar da altura certa. Eu usava a embalagem de sabonete como travesseiro. Fui até minha cama e coloquei aquelas embalagem em cima da cama, servindo de travesseiro. Para uma pessoa que estava o meu lado, disse que o melhor travesseiro era embalagem de sabonete. Nisto veio um homem com um caixote de madeira retangular. Deveria ter uns 2 metros de comprimento por 50 centímetros de largura e 50 centímetros de altura. Ele empurrava o tal objeto com dificuldades. Chegando perto de uma pequena ribanceira, a tal caixa escorregou e saiu rolando. Nisto a madeira quebrou e viu-se que ela cobriu uma armação de concreto naquela mesma forma da madeira. Neste momento chegou um policial dizendo que o tal homem usara a madeira para esconder a armação de concreto, com o objetivo de não pagar imposto de renda sobre a caixa de concreto. O tal policial virou para o tal homem e disse que ele teria que fazer o pagamento imediatamente. O tal homem, passando a mão pela cabeça dizia que tinha tido tanto trabalho para esconder e acabou que não conseguiu.

Tuesday, April 20

A SENHA Nº 56


Estava um reboliço de pessoas. Todas querendo entrar numa determinada sala, onde havia um homem mantendo uma grande porta de vidro fechada. Eu estava no meio daquela multidão. Com esforço e empurrando pessoas, aproximei deste homem da porta e disse que eu queria apenas adquirir um pacote de TV via satélite. Ele então me permitiu entrar. Quando fui entrando, vi um grande balcão, onde havia uma mulher atendendo. Do lado de fora, havia algumas pessoas amontoadas, querendo ser atendidas todas de uma vez. O tal homem da porta, chamou por esta mulher e apontou para mim. Ela saiu de trás do balcão, veio até mim e me deu o que seria uma senha, cujo número era 56. As pessoas que estavam ali ficaram olhando. Então perguntei se eu teria que esperar atender todos. Ela então disse que não. Disse que no verso da senha, tinha um número de telefone, que era para eu ligar e meu atendimento seria feito por telefone, pois compra de canais de TV via satélite, tinha prioridade. Sai com aquele papel da senha, procurando pelo tal numero do telefone, que não estava anotado ali.

Monday, April 19

FOTO MOVIMENTO

ENTULHO DE PESSOAS


Estava com dificuldades de respirar. Não conseguia me mexer direito. Com muito esforço e na tentativa de respirar, consegui tirar o que estava em cima de mim. Era um amontoado de pessoas, que vinham escorregando uma ladeira abaixo. Era como se fosse um monte de entulho. Sai daquele monte de gente, onde todos pareciam estar dormindo. Estava anoitecendo. Sai correndo e algumas pessoas que estava ali, olhando aquele amontoado de gente descer a ladeira, usavam uma corda para dar lambadas no meu PE. A corda batia no pé e doía muito. Corri até chegar numa outra rua. Peguei uma corda e fui fazer o mesmo, para me defender e assim, poder salvar aquele monte de gente que estavam descendo a ladeira, como se fossem um monte de lixo. Correndo, e tacando a corda nas pessoas, e elas em mim, sempre nós pés, consegui chegar ao alto da rua. Mas não vi mais aquele monte de gente. Desci outra rua, onde também as pessoas tacavam a corda no meu pé. Até chegar lá em baixo. Já não via mais ninguém e as tais pessoas não as vi mais. Fui correndo por uma rua plana e comprida. Quanto mais eu corria, mais rua tinha para correr. Até que cheguei numa ponte. Olhei lá em baixo e vi aquele monte de gente indo rio abaixo. Todos ainda desacordados. Pulei da ponte, para poder salvá-los. Cai bem em cima deles. No cair, afundei no meio daquelas pessoas. Fiquei novamente sem ar e não conseguindo me mexer. Depois de muito esforço, percebi que não conseguiria escapar dali. Já sem força e não conseguindo respirar, desacordei.

Sunday, April 18

A QUEBRA DA COLUNA


Estava num galpão da RFFS/A. estava no local onde eles faziam a revisão nas locomotivas. Estava parada ali uma locomotiva GE. Disse para uma pessoa que estava do meu lado, que eles só reparavam ali as locomotivas GE, porque as locomotivas GM eram menores e ao serem deitadas, cairiam. Nisto eles foram deitar a GE. Ao deitar, ela encosta-se a duas grandes colunas de concreto que havia ali, para segurá-la mesmo. Fiquei pensando na hipótese daquela coluna quebrar e a locomotiva vir a cair. Como eu estava entre as colunas, ela cairia em cima de mim. Quando fui andando, a coluna quebrou e a locomotiva caiu em cima de mim. Só que caiu a cabine, que estava com a janela aberta. Nisto fiquei apenas com as pernas presas, o resto do meu corpo, ficou dentro da cabine. Comecei a gritar por socorro. Nisto chegaram algumas pessoas me olhando dentro da cabine. Então disse a elas para me tirarem logo dali, porque o peso da locomotiva em minhas pernas, já estava me incomodando.

Saturday, April 17

COM A TOYOTA NA ESTRADA INUNDADA


Estava com o Fabrício, meu chefe, indo trabalhar. A gente estava numa caminhonete destas grandes, da Toyota. Eu ia em pé, na carroceria, segurando na cabine. A gente ia por uma estrada de terra, que a gente já conhecia. esta estrada beirava sempre um ribeirão. Nisto chegou num ponto que esta estrada estava inundada. O Fabrício continuou dirigindo assim mesmo. Até que a água estava da altura das laterais da carroceria da caminhonete. Mas não entrava na carroceria. Nisto o Fabrício parou, pois a frente estava um local, onde a estrada descia um morro. Então imaginamos que a caminhonete afundaria ali. O Fabrício então fez uma manobra e voltou. Quando chegou num local da estrada que não tinha água. Ele parou a caminhonete rente uma cerca de arame. Desceu e disse que a gente ia a pé. Perguntei se era naquela estrada inundada. Ele disse que sim. O carro não passava, mas a gente podia ir nadando. Fomos indo pela estrada, sem tirar a roupa nem nada. Quando a água estava na altura do meu peito, sai nadando, seguindo aquela inundação. Olhei para os lados e vi que a inundação só acontecia na estrada mesmo. Na mata ao lado, não tinha água nenhuma. Fui nadando e pensando porque a gente não ia pelo mato, que era muito mais fácil.

Friday, April 16

A TRANSFORMAÇÃO


Estava num local, parecido com uma grande sala de estar. Havia uma espécie de carrinho, tipo patinete. Mas só tinha duas rodas na frente, uma haste de um metro mais ou menos e o guidão. Neste guidão havia um vaso com uma samambaia plantada que ia até quase o chão. Junto às rodas da frente, que eram quase unidas, havia dois locais para se subir em cima. Foi o que fiz. Ao subir, este patinete saiu andando sozinho e não sei como, me equilibrava em cima dele. Ele foi indo, saiu da sala e foi parar na cozinha. Lá havia uma pessoa que me pediu o tal petinete. Entreguei a ela e sai daquele lugar. Andando um pouco, vi um local todo gramado, parecendo um parque. Nisto vi várias pessoas andando naquele tipo de carrinho, todos com uma samambaia na frente. Continuei andando, até que vi um homem já idoso, que ao passar por mim, disse que todos que andassem naquele carrinho, iria virar planta. Fiquei rindo do que ele disse e continuei andando. Olhei para trás e vi que na cabeça daquele idoso, estava nascendo um galho de árvore. Sai correndo dizendo que eu não ia virar planta de jeito nenhum

Wednesday, April 14

DE CARRINHO NO DESANIVERSÁRIO


Estava num local, que parecia ser um estádio de futebol. Havia muitas pessoas e eu estava bem atrás d todos. Nisto quis ir para frente. Fui dando a volta, até que acabei não se como, do lado de fora. Chegando a frente ao portão de entrada, havia dois homens vestidos de preto. Deveriam ser os seguranças. Fui tentar entrar, eles me barraram, dizendo que eu não poderia entrar ali de forma alguma. Disse que já estava lá dentro e que havia muitos lugares. Os tais homens disseram que qualquer pessoa poderia entrar, menos eu. Queria saber por que eu não poderia, mas eles nada disseram. Sai dali e quando ia por uma rua, que estava deserta, veio um carrinho de mão, de cor verde, destes usados por pedreiro, voando em minha direção. Parou bem a minha frente. Sentei dentro do carrinho, como geralmente as pessoas sentam, com as pernas de fora, voltadas para frente. Nisto o carrinho levantou vôo e foi em direção ao estádio onde eu estava. Foi voando e depois pousou bem no centro do gramado, onde tem a marca de saída da bola, no início do jogo. Ao levantar do carrinho, todos que estavam naquele local me aplaudiram ineterrupdamente. Não sabia o motivo de tantas palmas. Nisto vi uma grande faixa onde estava escrito de cor alaranjado. Parabéns pelo seu desaniversário.

Tuesday, April 13

O FIM DO MUNDO, NO BANHEIRO PÚBLICO


Estava no passeio de uma rua, quando um navio muito grande, veio arrebentando tudo que estava em sua frente. Destruindo, casas, edifício e arrancando o asfalto das ruas. Algumas pessoas gritavam que era o mundo que estava acabando aos poucos. Nisto o navio veio e parou próximo de onde eu estava. Deixando para trás de si tudo destruído. Depois que o navio parou, entrei numa porta que havia ao meu lado, era um banheiro publico bem grande e todo azulejado de amarelo. Quis ir ao banheiro, e fui olhar se havia algum disponível. Fui olhando um por um e fui vendo que todos, eram bem pequenos, coma porta a meia altura e o vaso sanitário ficava bem defronte a porta. Só havia um, que era maior, e o vaso ficava escondido, então pensei em usar este. Nisto veio correndo, o Lucas, que trabalha comigo na Ecos, entrou no banheiro e disse que usaria aquele. Sai dali, voltei para onde estava o navio, esperando o banheiro ficar desocupado.

Saturday, April 10

DIRIGINDO NA CARROCERIA


Estava eu numa caminhonete, cuja carroceria era igual aquelas de transportar cavalos. Não havia cavalos na carroceria e sim, os equipamentos que uso para fazer a medição da qualidade do ar. Eu dirigia esta caminhonete, não da cabine, mas sim, da carroceria, sentado em cima dos equipamentos. Dirigindo a mesma, vi a Regina na beira do passeio em uma rua que não sei o nome. Fui dirigindo até ela, pois queria lhe contar algo. Mas ela nada perguntou sobre o assunto que eu queria falar, então decidi não dizer nada. Sai dali, fui até a casa do Gueds, buscá-lo para agente trabalhar. Ele subiu também na carroceria e fomos indo embora. Chegando num galpão, vi um homem de bigode e cabelos brancos. Desci da caminhonete, fui falar com este homem. Queria dizer a ele sobre o motivo de eu estar dirigindo a caminhonete. Mas ele parecia ocupado, andando de um lado a outro. Então decidi ir embora, dirigindo dentro deste galpão, quando deparei com vários encanamentos a mais ou menos um metro de altura. Para não bater nos mesmos, freei bruscamente. Nisto o Gueds veio rolando em cima do equipamento, me atingindo. Disse a ele que foi melhor frear que arrebentar os encanamentos.

Friday, April 2

MEUS PIKMINS

Estava em um galpão, que não tinha cobertura. Havia uma mesa, tipo estas de bar, onde coloquei meus pikmins. Pikmins são uns seres, do tamanho de um besouro pequeno, porém eles andavam sobre duas pernas, como a gente, e carregavam qualquer coisa que a gente colocasse sobre eles, desde que suportassem o peso. Tinha de cinco cores. Os vermelhos, os azuis, amarelos, pretos e brancos. Os amarelos eram os únicos que tinham braços. Perto de onde eu estava, tinha uma pia de cozinha, cheia de vasilhas sujas. Deixei os pikmins nesta mesa e fui lavar aquelas vasilhas. Nisto entraram neste galpão, várias pessoas uniformizadas, com uniformes azuis. Elas entraram e foram se espalhando por aquele galpão. Até que uma pessoa chegou à mesa onde estavam os pikmins, pegou um pikmim amarelo e o colocou para carregar um papagaio (pipa) para ele. Quando vi o pikmim, carregando o papagaio que era umas 50 vezes seu tamanho, sai correndo, para impedir que ele continuasse. Quando peguei meu pikimim de volta, outras pessoas tinham pegado outros pikmins, para carregarem alguma coisa para si. Nisto vi pikmim por todo lado, sempre carregando alguma coisa.

Thursday, April 1

O CONTROLE REMOTO DRIVE


Estava num bairro de uma grande cidade. Estava dentro de um carro. Eu queria ir num local, onde eu pudesse passar um fax. Carregava um controle remoto de TV LCD, que era bem grande. Este controle era também um pen-drive. Não conhecia o motorista do carro, mas ele foi até uma loja, que ficava no segundo andar de um prédio pequeno, onde enviaria um e-mail, pois só ali havia computadores. Entrei neste local, lá vi a Paula. Disse a ela que queria enviar um faz, mas não conhecia onde poderia fazê-lo. Ela disse que ali eu poderia. Procurei por alguém para me atender, mas não via ninguém, a tal loja parecia mais um consultório médico. Havia uma mulher sentada, lendo uma revista. Sai com a Paula pelas salas que tinham ali, quando percebi que estava sem o controle remoto. Voltei para buscá-lo, pois havia deixado em cima de uma mesa, na tal sala onde estava a tal mulher. Não encontrei o tal controle, fique desesperado procurando, dizendo que nele tinha muitas informações, receitas de família, que eram secretas. Calculei que a tal mulher tinha pegado meu controle. Então percebi que ali era uma cidade grande, e não podia deixar as coisas em qualquer lugar, pois qualquer um poderia roubar. Fiquei imaginando como faria, sem as informações que tinham no controle remoto.