Monday, May 31

OS E-MAILS E O CARRO DE 106 MIL REAIS


Estava dentro de um galpão, com o Vitinho. Ele disse que teríamos que subir no telhado para pegar algo. No meio deste galpão havia uma pequena escada. Fomos subindo por ela. Mais ou menos no meio do caminho até o telhado, esta escada ficava de lado. O Vitinho continuou subindo de lado. Parei e fiquei achando impossível subir uma escada de lado. Desisti de subir. Voltei e fui até uma casa que estava ali perto. Lá havia várias folhas em cima de uma mesa. O Ricardo chegou perto de mim e disse que aqueles eram os e-mails que eu havia pedido. Disse que era para deixá-los em pé, para ficar mais fácil vê-los. Ele colocou as tais folhas em pé. Então peguei uma lanterna com uma luz azul e ficava iluminando as folhas. Assim que a luz batia nelas, o que estava escrito aparecia. Disse a ele, que era assim que se lia um e-mail. Depois sai dali, peguei um carro, destes de luxo, e fui para a cidade de Passos. Chegando lá, fui até um posto de gasolina, onde também funcionava uma oficina. Esta oficina funcionava a céu aberto. Os carros ficavam ali em volta do posto. Deixei o carro para consertá-lo. Fui indo a pé por uma estrada de terra, até o local onde eu trabalharia. Cheguei neste local, que era uma casinha velha. Olhei as horas e vi que eram 17 horas. Decidi ir embora, pois tinha que andar toda aquela estrada a pé. Quando cheguei naquele posto, que também era oficina, uma mulher ficou me olhando e falando com outra pessoa. Cheguei até esta mulher e disse que tinha ido buscar o carro que deixará ali. Havia vários carros espalhados por ali. Ela então disse que o meu carro tinha sido roubado. Comecei a discutir com ela. Tentando entender como um carro podia ser roubado de uma oficina. Ela disse que não sabia dizer. Disse a ela como eu iria dizer para o Fabrício, que o carro dele que custa 106 mil reais tinha sido roubado. Ela só dizia que não podia fazer nada.

Sunday, May 30

FUGINDO DA MULHER QUE ARRASTAVA A PERNA / fleeing the woman who dragged his leg


Era noite. Estava numa casa, onde havia muita gente. Parecia ser uma festa. Nisto veio um homem com um garfo e faca, e um prato contendo verduras, me entregando, para eu comer. Eu dizia que não queria. Mas ele ficava insistindo. Então disse que não gostava de verduras de jeito nenhum. Sai dali, indo embora. A rua era bem estreita e esta casa estava próxima a uma esquina. Virei à esquina e vi uma mulher, vestida como uma mendiga, falava alguma coisa que eu não entendia. Começou a vir na minha direção. Acelerei o passo, fugindo da tal mulher. Esta rua em que entrei, também era estreita e tinha calçamento. Uns 10 metros à frente, ela tinha uma pequena subida. Andando rapidamente, cheguei nesta subida. Havia ali uma casa, cuja porta e janela da frente, ficavam rente a rua. A janela, que era de vidro e de correr, estava com meia banda aberta. Peguei a chave e fui tentando abrir a porta. A chave não abria. Peguei a outra e fui tentar abrir, sempre olhando para a tal mulher, que se aproximava, arrastando uma perna. Pensei que se não conseguisse abrir a porta, sairia correndo dali. Mas consegui abrir e entrei rapidamente. Ao entrar, fechei a janela no momento em que a mulher chagava. Só que a tal mulher, passou arrastando a perna e foi embora.

It was night. Was in a house where there were many. It seemed to be a party. And there was a man with a knife and fork, and a dish containing vegetables, handing me so I can eat. I said I did not. But he kept insisting. So I said I did not like vegetables at all. Get out of there, leaving. The street was very narrow and this house was near a corner. I turned the corner and saw a woman dressed as a beggar, saying something I did not understand. Started coming in my direction. I walked faster, running from this woman. This street that I entered, was also close and had pavement. About 10 yards ahead, she had a small rise. Walking quickly, arrived in this ascent. There was a house whose front door and window, were close to the street. The window, which was glass and running, with half the band was open. I took the key and was trying to open the door. The key would not open. I grabbed the other and I try to open, always looking for this woman, who approached, dragging one leg. I thought if I could not open the door, run away from there. But I managed to open and went quickly. Upon entering, closed the window when the woman wound. Except that this woman spent dragging his leg and walked away.

Wednesday, May 26

SUBINDO COM O CARRO DE MARCHA A RÉ


Estava de carro, dirigindo. Estavam no carro, ao meu lado, o Gueds, e no banco de trás, o Alex, gerente da firma onde trabalho. Entrei no pátio de uma empresa. Havia uma pequena rampa de cimento, nesta rampa havia algumas peças, parecidas comas de carro, espalhadas. Virei o carro para subir a tal rampa, de ré. Fui com cuidado, desviando das Peças, evitando esbarrar nelas ou cair da rampa. Quando passei pela rampa, virei o carro novamente e segue em frente. O Gueds então me perguntou por que eu subi a rampa de ré, e não fui de frente que seria mais fácil. Disse que tinha aprendido a subir rampa, sempre dirigindo de ré. Ele então me perguntou em qual auto-escola eu tinha aprendido. Disse a ele que tinha sido na auto-escola “DE RÈ”.

Tuesday, May 25

A CORRIDA NA NOITE

Era noite. Estava bem escuro. Eu ia pela Rua Minas Gerais, em direção a Rua Rio Grande do Sul. Em frente à antiga Fadom, havia dois homens, que pareciam estar bêbados. Um tentava segurar o outro. Passei rapidamente por eles e virei na Rua Rio Grande do Sul, em direção a Rua Goiás. Nisto percebi que eles começaram a me seguir. Fui indo rapidamente, pois sabia que estando bêbados, eles não conseguiriam me acompanhar. Mas eles viam rapidamente, não sei como. Então comecei a correr rapidamente. Tanto que meus pés não tocavam mais o chão. Ia como que deslizando a uns 20 centímetros do chão. Ainda assim, eles me seguiam. Cruzei a Rua Goiás velozmente, torcendo para que não viesse nenhum carro, evitando assim que eu fosse atingindo por ele. Depois cruzei a Rua Pernambuco. Mas os tais homens continuavam atrás de mim. Embora eu fosse velozmente, não sabia como eles conseguiam-me acompanhar. Quando fui chegando à Rua Sergipe, virei à esquerda, em direção ao bairro esplanada. Ao virar, parei. Nisto eles vieram rapidamente, um atrás do outro. Ao virarem também, eu calcei o primeiro, que veio a cair. Nisto o segundo, acabou caindo, atropelando o primeiro que estava caído. Pois ele não conseguiu parar antes. Deixei os dois caídos ali e fui correndo em direção ao bairro esplanada.

Saturday, May 22

O SOFÁ, O BARBEIRO E AS JABUTICABAS


Cheguei num grande pomar, onde havia inúmeros pés de jabuticabas. Eles estavam carregados de jabuticabas, mas todas estavam arrebentadas e amareladas. Eu sabia que a culpa delas estarem daquele jeito, era minha. Andando pelo pomar, vi o Israel cotando o cabelo de um homem, que estava sentado numa cadeira de barbeiro, ali no meio do pomar. Andando mais um pouco, vi um sofá velho e todo rasgado. Aproximei e vi em cima dele, alguns papeis. Cheguei perto. Vi que no primeiro papel, falava de um cheque que tinha sido devolvido, vi que o cheque era meu. Peguei aqueles papeis, olhei e vi que os demais, também falavam de cheques devolvidos. Estavam grampeados. Procurei para ver se ninguém olhava, coloquei aqueles papeis no bolso, para que assim, ninguém viesse me falar de cheques devolvidos. Continuei andando, até que encontrei a Rita. Ela veio reclamar do fato das jabuticabas estarem todas estragadas. Nisto vi outro sofá, onde o Sr. Ari estava deitado. Disse então que eram só cortar todos os pés de jabuticabas e plantarem outros. O Sr. Ari disse que não adiantaria nada. Estava tudo perdido. A Rita dizia que a culpa era minha. fui saindo dali, deixando a Rita falando sozinha.

Saturday, May 15

DE SUNGA, COM A MARIANA XIMENES

Estava em frente a um edifício, que estava erguido sobre pilares. Havia vários pilares sustentando este edifício. Parem, os pilares das laterais tinha aproximadamente dois metros de altura. Os do centro tinham a metade desta altura. Isto fazia com que o edifício, ficasse em forma de “V”. Fiquei olhando aquilo e imaginei que se aquelas pilastras do centro não resistissem ao peso, o edifício cairia e não sobraria ninguém para contar a historia. Sai dali e fui até uma casa que havia em frente. Entrei num largo corredor, onde lá no fundo havia um tanque de lavar roupas. Eu usava apenas uma sunga de cor verde e branca. Passando pelas portas daquele corredor, numa delas vi a atriz Mariana Ximenes, deitada numa cama, usando apenas um biquíni. E junto com ela tinha três homens deitados também. Parei na porta olhando, ela sorriu para mim, deu um thyal e disse que minha sunga estava suja de barro. Olhei e vi que estava com barro mesmo. Fui até o final do corredor, naquele tanque. Ali esta o Ricardo lavando algumas camisas dele. Cheguei, tirei a sunga e comecei a lavá-la. O Ricardo disse que eu estava pelado, e que a Mariana Ximenes poderia ver. Respondi que não tinha problema, que ela não se importaria. Ele perguntou por que eu não colocava uma calça. Disse que iria colocar a sunga mesmo. Ele então disse que a sunga estaria molhada. Respondi que quando agente entra no mar ou na piscina, sai com ela molhada. E que ela seca no corpo mesmo. Acabei de lavar a sunga e a vesti novamente. Voltei para o quarto onde estaria a Mariana Ximenes. Quando entrei, ela não estava mais lá. O quarto estava vazio. Voltei o perguntei ao Ricardo se a tinha visto. Ele disse que ela tinha ido embora, porque eu tinha demorado muito a chegar.


Friday, May 14

O PLANADOR EM QUEDA LIVRE

Estava no alto de um morro. Havia uma cidade lá em baixo deste morro. Havia algumas pessoas ali. Tinha um planador. Três pessoas entraram neste planador e saíram voando. O planador foi velozmente, morro abaixo, em direção a cidade. Depois subiu rapidamente e fez uma volta de 360°. Continuou planado e voltou ao morro. Nisto alguém me chamou para ir ao planador. Entrei com mais duas pessoas. Fizemos a mesma coisa. O planador saiu velozmente em direção a cidade lá em baixo. Depois subiu. Só que ele não fez a volta de 360°. Então as duas pessoas lá dentro. Começaram a dizer que a gente iria cair. Porque ele não planava, se não deve a volta de 360°. Fiquei perguntando, porque então a gente não dava a tal volta de 360°. Eles disseram que não tínhamos conseguido velocidade suficiente para isto. Pedi que descesse rapidamente então, para adquirir velocidade. Eles assim o fizeram. Só que não conseguiam fazer subir o planador. Ele ia em direção as casas da cidade. Quando íamos bater no telhado das casas, o planador subiu. Lá em cima, vezemos a volta de 360°. Depois voltamos para o alto do morro, onde descemos com segurança. Eu disse que voar era muito bom, mas eu preferia voar sozinho, sem planador. Sair correndo e dei um pulo, daquele morro e sai voando, velozmente, em direção a cidade. O vento forte Batia no meu rosto, quase me impedindo de respirar. Então percebi que estava era caindo, e não voando. Vendo os telhados das casas se aproximando de mim, fiquei tentado voar de volta ao morro. Fazendo isto, minha velocidade diminuiu e então cai em cima de um telhado, sem me machucar. Na beira do telhado, fiquei me perguntando como desceria dali.

Wednesday, May 12

A CRIANÇA, A GALINHA E O ALÇAPÃO

Estava na sala de uma casa, que ficava suspensa. No canto desta sala, não havia parede. Estava junto a uma mulher e uma criança que deveria ter uns 6 meses. Esta criança foi até este canto da sala e quando foi caindo, corri e a segurei pelo braço. Fiquei deitado, segurando a criança pendurada, pelo braço. Pedi a ajuda a tal mulher, que continuava sentada. Então disse que não conseguia mais segurar a criança, que ela poderia cair. Mas a mulher nada fez. Então balancei a criança e depois num esforço grande, joguei-a dentro da sala novamente. Para sair daquela sala, tinha que se subir num pequeno alçapão. Fiz isto para ir embora. Quando sai, cheguei num terreiro grande, onde havia um cercado e algumas pessoas. Entrei neste cercado e peguei uma caixa onde uma galinha carijó estava. Sai dizendo para aquelas pessoa que iria levar a galinha. Nisto vi que além da galinha, havia vários pintinhos dentro da caixa. Eram os ovos que a galinha tinha chocado. Então retornei com a caixa, dizendo que não podia levar aqueles pintinhos, e que deixaria a caixa ali. Fui indo embora, quando cheguei ao mesmo alçapão e pulei dentro da sala. A tal criança de seis meses, estava conversando com a tal mulher, como se fosse um adulto. Perguntei a tal mulher quantos anos mesmo, tinha aquela criança. Ela então disse não saber, porque não conhecia aquela criança.

Tuesday, May 11

A POLÍCIA, AS FRUTAS E A BRIGA

Estava eu numa praia do nordeste. Estava junto a algumas pessoas, que brincavam com uma bola. O mar ficava um pouco distante de onde eu estava. Pois eu estava no alto de uma duna de areia, distante uns 20 metros do mar. Nisto, a beira do mar, passou um carro, deste tipo bugre, só que da policia. Ele ia rapidamente e com a sirene ligada. Nisto a bola daquelas pessoas que brincavam, foi um pouco distante dali. Eu fui buscá-la. Nisto vi vindo outro bugre da policia, só que este tinha uma grande espingarda presa em sua traseira. Tipo aqueles carros usado em guerra. Então imaginei que o que estava acontecendo não era nada bom. Decidi ir embora, sem pegar a bola. Fui caminhando até que cheguei num pomar. Havia algumas frutas caídas no chão, que não sei qual era. Fui andando pelo pomar, quando ouvi vozes. Continuei andando e percebi que era o Ricardo, irmão meu com o qual não converso, conversando com o Tonhão, meu irmão também. Ele reclamava de uma briga. O Tonhão estava no chão e o Ricardo em cima da árvore, jogando as frutas para o Tonhão. Imaginei de que briga que falavam, fosse a que tive com ele. Decidi então ir embora. Quando estava indo, o Ricardo pulou da árvore quase na minha frente. Para não olhar para ele, desviei o olhar para outro lado e fui indo embora. Ele então continuou a conversar com o Tonhão, dizendo que a briga tinha sido feia lá no jogo de truco. Imaginei que ele tinha falado que a briga era no jogo de truco, só para eu pensar que não estava falando da nossa briga. Continuei andando e fui embora dali.

Monday, May 10

O TOQUE DA PAZ


ESTAVA CAMINHANDO POR UMA BONITA MATA. ERA UMA ESTRADINHA QUE PARECIA CASMINHO DE VACA. HAVIA ÁROVRES ALTAS EM AMBOS OS LADOS. NISTO, UM FEIXE DE LUZ QUE PASSOU POR ENTRE ELAS, TOCOU MEU ROSTO. TIVE A SENSSAÇÃO DE TER SIDO TOCADO PELA PAZ. ME DEU UM SONO E PAREI DE ANDAR. DEITEI NO CHÃO, NA GRAMA DO CAMINHO E DORMI.

O CARRO NA OFICINA

Estava no quintal de uma casa, onde o terreno tinha uma ribanceira. Nisto chegou uma mulher dirigindo. Parou o carro e desceu do mesmo. Assim que ela saiu do carro, ele começou a descer ribanceira abaixo. Atravessou a rua e entrou no portão de uma oficina que tinha do outro lado. A tal mulher foi correndo atrás. Estava eu e mais três pessoas, que ficamos olhando aquela cena. Então perguntei se ninguém iria lá resolver o assunto para a tal mulher. Ninguém queria ir, dizendo que o dono da oficina era muito bravo. Então resolvi ir defender a tal mulher. Fui até a oficina e quando cheguei às pessoas que estavam ali, diziam que o carro tinha quebrado uma peça que iam usar na montagem do carro que estavam consertando. Perguntei se eles não tinham outra peça. Disseram que sim. Então disse que poderiam pegar a outra peça, porque o marido da tal mulher era rico e pagaria a peça nova. Saímos dali, eu a mulher e voltamos para tal casa, sem levar o carro.

Saturday, May 8

DESERTO VERDE

Estava na casa do Paulinho meu irmão. Nisto comentei com ele que tinha plantado pés de couve na casa da esquina da rua dele. A mulher me viu passando e perguntou-me se eu plantava couves. Então plantei para ela. Nisto uma moça que estava ali, não acreditou, dizendo que a tal mulher sempre plantava as coisas dela. Então fui com esta moça até a casa desta mulher. Da grande do jardim, mostrei os dois canteiros, um com alface plantada, o outro com as couves. Disse a tal moça, que os da couve, tinha sido eu que plantei. Sai daí e fui indo por um local, aonde cheguei ao alto de um morro, onde lá em cima era todo plano. Lá estava o Gueds. Ele me mostrou a minha frente, vários pés de couve plantados. Eles deveriam ter um metro de altura. Estavam plantados em fileiras de uns cinco pés. Depois mandou que eu virasse para o outro lado. Nisto vi que até onde a vista alcançava, só tinha plantação de pés de couve. Todos com um metro de altura mais ou menos. Olhando, parecia um deserto verde. Para qualquer lado que se olhava, só se via couve. Perguntei se tinha sido ele que havia plantado tudo aquilo. Ele disse que tinha sido eu. Então disse a ele que não me lembrava de nada daquilo. Então ele respondeu: __Claro, você fez isto enquanto estava vivo.

Friday, May 7

GRANDEZA


ESTAVA NUM LOCAL, ONDE TUDO PARECIA SER GIGANTE. AS CONSTRUÇÕES, AS RUAS, AS ÁRVORES E TUDO MAIS. ANDAVA POR UMA RUA CALÇADA DE LADRILHOS. CADA PEDRINHA DO LADRILHO ERA MAIOR QUE MEUS SAPATOS. PERCEBI ENTÃO QUE NÃO ERA TUDO GIGANTE E SIM, QUE EU ERA PEQUENO DIANTE DA GRANDEZA DAS COISAS.

INTERAJINDO COM A CENA

Estava indo em um grande correndo, aberto, todo cimentado. Neste corredor havia alguns buracos pequenos, como se fossem bueiros, para saída da água da chuva. Caminhava por esta imensa avenida cimentada, carregando uma criança no colo. Na minha frente ia o Fernando, que estava com 3 anos. Eu ia sempre dizendo a ele para pular os pequenos buracos, do contraria ele poderia cair. Nisto ele pisou num destes buracos, desequilibrou e caiu. Então disse a ele que era para ficar olhando para o chão. Nisto o corredor de cimento foi se fechando, ficando com uns dois metros de largura e foi surgindo nas laterais, paredes de vidro. Até que eu não conseguia andar mais. Numa das paredes de vidro, passava imagens como se fosse televisão. Nisto, alguém começou a narrar, dizendo que aquelas imagens eram do programa Fantástico, da Rede Globo. Mas que agora, quem assistisse o Fantástico, imaginaria estar dentro da cena. Então um feixe de luz colorida começou a percorrer o tal corredor, e quando chegou a mim, fiquei sem respirar. Por mais que tentasse, não consegui respirar. Até que o feixe passou e voltei a respirar. Então me vi dentro da cena que passava, como se eu fizesse parte dela.

Thursday, May 6

COM A BERMUDA POR CIMA DA CALÇA

Ontem à tarde, vinha eu pela Av. primeiro de Junho, em direção a Rua Minas Gerais. Eu empurrava um carrinho que estava muito pesado. Nisto passou muito lentamente, em uma caminhonete F250, azul, o Toim Baleia dirigindo e o Zete ao lado. Quando passaram por mim, pararam, mas eu não queria falar com eles e continuei empurrando o carrinho. Eles deram marcha a ré e voltaram devagarzinho como estava indo. Fiz força o máximo que pude, para que não viessem falar comigo. Quando cheguei à Rua Minas Gerais, virei subindo a rua. Assim eles não conseguiriam falar comigo. Deixei o carrinho ali, peguei uma mochila que estava dentro deste carrinho e coloquei nas costas. Quando atravessei a Av. Vinte e Hum de Abril, entrei numa loja. Havia algumas pessoas ali comprando roupa. Peguei uma bermuda e experimentei, colocando a mesma por cima da calça que eu usava. A bermuda serviu certinho. Então sai dali e fui indo embora. Quando cheguei a frente ao Pioneiro, lembrei que não tinha pago a bermuda. Fiquei pensando porque o alarme não tocou, sendo que na porta tinha alarme. Como estava com pressa, pensei em voltar lá depois, para pagar a bermuda. Coloquei a mão atrás da bermuda que eu usava por cima da calça e vi que as etiquetas estavam ali penduradas. Não importei com isto e fui embora. Quando virei na Av. Sete de Setembro, vi que ela estava diferente e em outro local. fui andando e no final de cada quarteirão que eu passava, era como um tobogã. Eu ficava parado e eia escorregando, em pé, até o final, sem cair. Fiz isto três vezes. Depois vi que estava num bairro onde já estive antes. Havia uma pequena ruazinha que passando por ela, a gente ia até o centro. Mas lembrei de que todas as vezes que tentei passar por ali, nunca consegui chegar ao centro. Então decidi ir pelo bairro Esplanada. Vi alguns motoqueiros indo por aquela ruazinha. Pensei que seguindo eles eu poderia, desta vez, acertar o caminho. Mas preferi ir pelo Esplanada mesmo. Quando cheguei ao esplanada, já estava anoitecendo. Entrei na casa da minha mãe, cujo quintal estava todo inundado. Minha mãe andava dentro daquela água que ia até a cintura. Perguntei por que ela andava dentro da água. Ela disse que não tinha problema algum. Depois me perguntou se eu queria comprar uns biscoitos, que a Valéria estava vendendo. Ela disse que ela mesma fazia. Eu disse que não gostava de nada caseiro, só comprava produtos industriais. Sai dali e fui para minha casa, ainda com a bermuda vestida por cima da calça jeans.

Wednesday, May 5

OS BARRIS DE PÓ DE CARVÃO

Estava dentro de um pequeno galpão. Era um galpão de siderurgia, que servia de depósito de pó de carvão. Era todo fechado e tinha apenas uma pequena porta. Havia pó de carvão por todo lado. Eu estava deitado de costas, em cima de um pequeno monte de pó de carvão. Ao meu lado havia dois barris, que estavam cheio de pó de carvão também. Havia numa das paredes, ao lado de onde eu estava deitado, uma armação de ferro. Nisto chegou um homem com duas crianças bem pequenas e subiram por esta armação, até chegar numa pequena plataforma feita de chapa de aço. Ele então mandou que as crianças pulassem dentro do barril com pó de carvão. Com medo das crianças caírem na minha barriga, comecei a me arrastar, saindo de perto dos barris. Mas eu não tinha força suficiente. Quanto mais força eu fazia, mais ficava cansado e quase não saia do lugar. Nisto a primeira criança pulou, acertando em cheio o barril. Ela sumiu no pó que havia no barril. Ao cair lá dentro, levantou muita poeira de carvão. Fui me arrastando com toda dificuldade, para fugir do pó, que havia se espalhado no ar. Nisto a segunda criança pulou, bem em cima da minha barriga. Dei um grito de dor. Com a queda dela em cima de mim, afundei no monte de pó de carvão, onde eu estava deitado me arrastando. Então não vi mais nada. Lembrei da criança que tinha afundado no pó dentro do barril. Queria levantar para ir salvá-la. Mas não conseguia e também já não via mais nada. Nisto fiquei com falta de ar. Queria respirar, mas não conseguia, só engolia pó de carvão. Sem forças e engolindo pó de carvão, pensei: __Há, o jeito é desisitir mesmo.

Monday, May 3

AS PLACAS NO ABC

Estava descendo a Av. Primeiro de Junho, com a Nathálya. Quando estávamos chegando perto do ABC, vimos 6 placas grandes, ocupando toda a frente do supermercado. As seis placas tinham propagandas de minha empresa. Vimos também dois homens que substituíam aquelas placas, por outras com propaganda do ABC. Eles já haviam substituído duas placas e estavam na terceira. Eles chingavam muito, querendo saber quem tinha colocado aquelas placas ali. A Nathálya perguntou se eu tinha colocado as propagandas, sem ordem deles. Disse a ela que não. Eles haviam autorizado. Mas na dúvida, disse a ela para passarmos dali rapidamente, para que não suspeitassem que eu que tinha colocado as placas. Fomos indo rapidamente, e sem querer esbarrei numa placa de propaganda deles, que estava no chão, para ser colocado no lugar da minha. A placa caiu. Tentei levantar ela trincou no meio. Despistei, empurrei-a para um canto e sai rapidamente dali. Pouco a frente encontrei um amigo meu, que tem o apelido de “piriquito”. Estava com uma menina que deveria ser a filha dele. Ele então me disse que eu não era médico coisa nenhuma. Disse a ele que estava só brincando. Não era médico não, eu na verdade era cientista nuclear. Ele ficou admirado e perguntou se eu estava fazendo bomba atômica. Disse a ele que não, eu era cientista nuclear ao contrário.

Sunday, May 2

A PASSOS LARGOS


Era madrugada. Descia a Rua Minas Gerais com pressa. Não via ninguém na rua. Quando me aproximei da Av. primeiro de Junho. Vi três homens conversando no meio da rua. Nisto vieram um casal, carregando um saco branco cheio de alguma coisa. Eles pareciam mendigos. Os três homens se afastaram um pouco, quando estes mendigos passavam. Então decidi esperar eles passarem também, para depois atravessar a Av. primeiro de junho. Depois que eles passaram, entrei na av. primeiro de junho, e os três homens vieram em minha direção. Sai em direção a Caixa Federal, andando bem no meio da rua. Um destes homens veio e me deu um tapão na cabeça. Voltei em direção a Rua Minas Gerais. Quando cheguei bem no cruzamento dela com a av. primeiro de junho. Comecei a zuar os três homens, que ficaram em frente à caixa federal. Dizia que eles nunca me acertariam novamente. Eles caminharam na minha direção, perguntando se eu era forte o suficiente para brigar com os três. Eu disse que não, eles não me pegariam, porque eu corria muito. Eles correram na minha direção. Sai correndo Rua Minas Gerais Acima. Meu passo era tão grande, que dei cinco passos e já estava na Rua Antonio Olímpio de Morais. E continuei correndo até chegar à Rua Rio grande do Sul. Fui até o edifício onde moro e fui para meu apartamento. Dentro do meu apartamento, comecei ouvir vozes que vinha lá de fora, da Rua Rio grande do Sul. Cheguei até a janela do quarto, vi que o edredom estava com uma ponta amarrada na janela e o restante fora dela. Sendo que a janela estava fechada. Olhei e vi vários edredons nas janelas dos apartamentos de baixo. Começou a ventar forte lá fora. Os edredons começaram a se abrirem como se fosse uns guardas chuva gigantes. Ficou tudo colorido, porque cada edredom era de uma cor diferente. O vento soprava forte. O edredom forçava a janela do quarto onde eu estava. Fiquei pensando que o vento não seria forte o suficiente para arrancar a janela. O edredom rasgaria antes disto.

Saturday, May 1

ESQUINA DO FERRO EM "U"

Estava dentro de um lote, que ficava numa esquina de uma rua, onde passavam muitos carros. A entrada do lote era bem na esquina, e o portão era tipo garagem. Bem na esquina, no passeio, havia uma peça de ferro fincada, que deveria ter um metro de altura. Esta peça parecia um trilho de ferrovia. Em cima desta peça tinha outra, de uns 10 centímetros, só que estava deitada. Parecia um ferro em “U”, que tinha uns 10 centímetros de comprimento por uns 5 centímetros de largura e altura. O lote era plano até o meio. Do meio para trás, ele tinha uma ribanceira, que deveria ter uns 5 metros de altura. Descendo esta ribanceira, que era de uma terra fofa, tinha uma pequena construção, que ficava com a lateral virada para o portão de entrada. Nisto, uma mulher que trabalhava ali, foi até esta peça que estava fincada no passeio, começou a puxar um ferro em “U”, no formato do que estava em cima da peça fincada. Não sei de onde o ferro saia. Sei que ela foi puxando o tal ferro, em direção a rua. Os carros pararam, pois ela, puxando aquela peça, os impedia de circularem. Ela então fez sinal para mim, dizendo que já tinha puxado 10 metros e era para eu ajudá-la a tirar a peça em “U”. Fui até aquela peça fincada, peguei a ponta do ferro em “U” e sai para dentro lote, onde colocamos a peça. Acho que o ferro saia do chão, através daquela peça fincada no passeio. Depois fui até aquela construção que tinha no fundo do lote. Chegando lá, um homem pediu para eu puxar um ferro, deste usado em construção, para fazer armação de laje, ou similar. Sai arrastando aquele ferro, que era bem comprido. Quando comecei a subir a ribanceira, por a terra ser fofa, eu não conseguia subir. Eu fazia muita força, mas não conseguia subir. Olhei para a construção do fundo, vi que de tanto puxarem ferro ali, ele havia, aos poucos, cortando o tijolo da construção, que fica rente ao chão. O tal ferro entrou nesta fenda e eu não consegui puxá-lo. Fui fazendo força, meu pé atolando na terra fofa e nada de eu conseguir puxar o tal ferro.