Saturday, June 26

A NOITE NA FUNDIÇÃO


Estava num local, que seria uma siderurgia ou fundição. Era noite e estava bem escuro. Eu corria por um trecho cercado de pelas e restos de fundição, que saia do pátio de onde eu estava e ia até num local alto, onde abaixo ficavam uns 5 fornos de fundição. Só que estes fornos, eram betoneiras, destas de fazer massa de concreto para pedreiro. Estava muito escuro, mas eu via os homens trabalhando nestas betoneiras, depois eles jogavam todo o ferro derretido no chão e viravam as betoneiras em cima do ferro derretido. Eu sempre ia muito rapidamente por este trecho, pois ia ali escondido do chefe, sempre ia lá correndo, eu e outros funcionários, para buscar um pedaço de chapa com a qual a gente escrevia no chão. Fui três vezes lá. Na quarta, fui mais devagar, pensando que se quisessem me mandar embora, eu não importaria. Arrumava outro emprego. Eu não iria mais fazer tudo aquilo correndo. Fui andando e sai daquele pátio e comecei a correr. Ia o mais rápido que podia, mas minhas pernas davam passos muito curtos. Havia uma grande poça d’água e fui correndo dentro dela. Comecei a ouvir o barulho de alguém correndo na poça d’água também. Só que este alguém vinha muito mais rápido que eu. Então chegando numa esquina, resolvi parar. A tal pessoa passou muito rapidamente. Fiquei pensando porque eu não conseguia correr tão rápido quanto ele.

Thursday, June 24

FUGINDO PELA RUA DE LABIRINTO


Estava no anel rodoviário, no início da Rua Goiás. Só que a Rua Goiás, era exatamente uma rua. Era como um labirinto em toda sua extensão. Era toda feita de cômodos. Uns grandes, outros pequenos. Mas a porta de passagem de um cômodo para outro, era sempre no mesmo sentido. Eu estava na entrada desta rua, com 10 mil reais. Coloquei o dinheiro na carteira, e resolvi ir pela rua lateral a Goiás, porque seria mais fácil para mim. Nisto vi que alguém me olhava e também resolveu ir pela rua lateral, que seria a Rua Pernambuco. Imaginei que poderia ser alguém tentando me assaltar, então resolvi voltar e ir pela Rua Goiás mesmo. Quando entrei no primeiro cômodo, já havia algumas pessoas ali. Perguntei por que ninguém seguia adiante. Eles disseram que a primeira porta estava trancada e não tinham como ir pela Rua Goiás. Tomei distância e bati o pé na porta, que rompeu a tranca e abriu. Então todos nós seguimos adiante. Fui correndo, e as pessoas que estavam ali, foram correndo também. Eu ia batendo o pé nas portas de cada cômodo, abrindo a mesma. Vi que aquelas pessoas que foram atrás de mim na rua lateral, estavam vindo pela Rua Goiás também. Estava meio escuro e a todo instante, eu verificava se minha carteira estava no bolso. Nisto cheguei a um cômodo, onde havia uma tela separando um corredor e do outro lado deste corredor, havia uma mata onde algumas pessoas cuidavam de uma plantação. Estas pessoas eram orientais. No corredor, havia uma mulher bem gorda, lavando roupa, com três crianças ao lado dela. Pedi permissão para passar pelo corredor, que deveria ser a casa dela. Ela permitiu. Depois pedi aqueles orientais, se podia passar por ali. Eles permitiram também. Entrei naquela mata e um dos orientais, disse que era só eu seguir as caveiras, que iria chegar onde eu queria. Havia uma trilha de caveira enterrada no chão, deixado de fora apenas o que seria os olhos e nariz destas caveiras. Fui correndo por aquela trilha feita de caveiras, até que cheguei a um portão de garagem. Nisto vi que uma das pessoas que vinham pela Rua Goiás comigo, estava parada ali. Perguntei por que ela não saia. Ele disse que alguém estava o seguindo e ele queria despistar aquela pessoa. Disse a ele era para sair logo, e correndo, porque assim ninguém pegava a gente. Abri o portão e sai correndo. Este portão saía na Rua Ceará, próximo a Avenida Vinte e Hum de Abril. Disse aquela pessoa, que a gente estava pertinho do ABC da vinte e hum, portando, perto de casa. Fiquei pensando que aquela pessoa, poderia ser uma das que queria meu dinheiro. Fiquei imaginando como ele teria chegado ao portão, primeiro que eu. Então fiquei com a mão no bolso, segurando a carteira, como medo dele querer pegar. Ao virar na Avenida Vinte e Hum de Abril, vi um carro de policia, com as luzes piscando. Fiquei tranqüilo, porque assim não corria risco mais. Quando fui chegando perto do carro, vi que o policial, que era um Sul Coreano, estava afastado do mesmo, uns 4 metros. Ele estava abraçando e beijando uma mulher, que usava um vestido longo, cor de rosa. Perto do carro, olhando para dentro dele, havia umas 4 pessoas. Fiquei imaginando, que havia algo errado. Porque alguém ficaria olhando um carro, se o policial estava afastado dele. Imaginei que seriam as pessoas que queria meu dinheiro. Fui para o outro lado da rua e sai correndo em direção ao ABC. Como eu morava a um quarteirão do ABC, fiquei tranqüilo e fui caminhando para casa, sendo que ninguém me seguia mais. Chegando a minha casa, coloquei a mão no bolso, para pegara carteira, e ela não estava mais ali. Não conseguia entender como e quem poderia tela pegado, visto que até chegar no carro do policial, ela estava comigo.

Wednesday, June 23

FICANDO INVISÍVEL, PARA FUGIR DA MULHER GIGANTE


Estava indo por uma rua, quando vi algumas pessoas correndo. Então vi que vinha atrás destas pessoas, uma mulher que deveria ter uns 4 metros de altura. Sai correndo também. Entrei no quintal de uma casa, e a contornei até o fundo. Nisto a tal mulher veio justamente atrás de mim. Entrei dentro da casa e fiquei pensando o que faria para não ser pego por aquela mulher. Nisto vi quando sua barriga passava na altura da janela do quarto onde eu estava. Então pensei que a única maneira de escapar dela, seria ficando invisível. E assim o fiz. Fiquei invisível. Mas fiquei imaginando se ela fosse capaz de ver quem estivesse invisível. Então subi na janela, pulei lá em baixo e sai correndo. Só que a tal mulher gigante, olhou na minha direção e veio atrás de mim. Então fiquei pensando ter sido bom ter saído correndo, porque a mulher via mesmo quem estivesse invisível. Fiquei imaginando como eu conseguiria escapar dela, visto que ela já estava me alcançando. Então vi que a única maneira, seria sair voando. Deu um pulo e sai voando. A tal mulher parou e ficou me olhando, sem poder fazer nada. Eu a olhava lá de cima, me dando por satisfeito por ela não conseguir voar.

Monday, June 21

DE PIJAMA COLORIDO


Estava dormindo em minha cama, quando ouvi a apresentadora de telejornal, da Rede Globo, a Sandra Annemberg, dizendo que bicos estavam invadindo residências. Ouvindo isto, vi no teto do meu quarto, uma taturana branca, andando rapidamente. Estava com muito sono, não consegui sair dali para tirá-la de lá. Dormi novamente e acordei logo em seguida, quando vi a tal taturana já próxima do piso do quarto, passando atrás do meu tênis. Com muito sono, sem consegui me levantar, estiquei meu pé na tentativa de espremê-la na parede, com o dedão. Mas ela caminha bem encostada na parede, e não consegui espremê-la. Dormi novamente e acordei já meio assustado, imaginando estar atrasado. Sai do meu quarto e percebi que meu quarto estava dentro de uma fábrica de roupas, que tinha uma loja na frente. Fui andando pela fábrica. Havia várias pessoas ali, algumas costurando nas máquinas, outras fazendo algo nas grandes mesas. Ninguém reparava em mim. Então percebi que estava usando um pijama todo colorido. Fiquei com vergonha de estar usando o pijama e sai procurando um banheiro para trocar de roupa. Nisto fui parar na loja da frente, que tinha acesso para a fábrica, pelo fundo da loja. Havia algumas mulheres, que seriam as vendedoras e estavam bem vestidas. Elas começaram a rir do pijama que eu usava. Perguntei onde era o banheiro. Elas me mostraram. O banheiro ficava logo ali mesmo, não tinha porta e nem parede. Havia quatro. Só que eles ficavam a um metro mais ou menos abaixo do piso. E não tinha como a gente ficar em pé e nem sentado. Tinha que ficar segurando com as mãos, na beirada do mesmo. Eu estava muito apertado para ir ao banheiro, mas não conseguia ficando daquele jeito. Então sai correndo dali, procurando outro banheiro, tentando esconder com as mãos, o pijama colorido que eu usava.

Sunday, June 20

O CACHORRO E O JAQUETÃO


Estava num local, que seria a FITED. (Fiação e Tecelagem Divinópolis). Aguardava uma pessoa na porta de sua sala. Nisto saiu à secretária e me entregou duas contas da Cemig. Só que estas contas, eram de tamanho muito maior que é realmente. Tentava ver o valor da conta, quando chegou o Otávio, que foi engenheiro da RFFS/A, dizendo que aquelas contas eram para ele. Entreguei a ele as contas e fui para o interior da fiação. Num galpão, vi vários barris enfileirados, próximos um dos outros. Em cima destes barris havia algumas pequenas peças. Carregava em minha mão, um jaquetão de frio. Nisto veio um cachorro amarelo, grande, e mordeu este jaquetão e tentou tirá-lo de mim. Eu segurava e dizia para aquele cachorro largar o jaquetão. Só que o cachorro não largava e falava que eu que deveria soltar. Então comecei a dizer: __Cachorro burro, larga isto. Isto não é comida. Ele respondia: __Burro é você. Este jaquetão é meu. Nisto, puxei o jaquetão, levantei o cachorro do chão, que não largava o jaquetão, e, mandei em cima de um barril. Ao bater no barril, o cachorro largou o jaquetão e caiu no chão. Olhei para ele disse: __Além de burro é feio com força.

Saturday, June 19

O MECÂNICO E AS FERRAMENTAS


Estava dentro de uma concessionária de moto. Estava ao lado de um balcão, onde um homem atendia uma mulher, vendendo uma caixa de ferramentas. Nisto, chegou outro homem, vestido com uma roupa branca, e retirou da caixa de ferramentas, várias delas e saiu. O vendedor chamou o gerente e disse que um homem pegou algumas ferramentas e foi embora. O gerente então disse que a mulher teria que pagar as ferramentas, pois já estava sendo vendida para ela. Ela dizia que não pagaria. Ao lado de onde estávamos, havia uma porta, que dava para a oficina desta concessionária. Entrei nesta porta, tentando ver o tal homem que tinha pegado as ferramentas. A oficina era muito grande e havia vários corredores com prateleiras, cheia de peças de moto. Vi algumas pessoas andando pelos corredores, mas não vi o homem de branco. Nisto, ouvi uma discussão, olhei para um canto o vi um homem discutindo com outro. O gerente perguntou da loja, o que estava acontecendo. Disse que dois homens estavam discutindo ali. Voltei para ver a discussão e vi que um dos homens, era o tal homem de branco, que ainda estava com as ferramentas nas mãos. Mas ele era o mecânico da oficina. Fui até o balcão, onde estavam o vendedor, a mulher e o gerente, e disse que o mecânico da concessionária, que tinha pegado as ferramentas, e portando não havia roubo. Ninguém teria que pagar nada.

Friday, June 18

A ESCADA DA PRAIA E A FLORESTA


Estava indo por uma rua, em direção ao que seria minha casa. Quando cheguei num certo local, a rua estava interditada. Então decidi ir por uma rua lateral. Só que esta rua lateral, era bem estreita, deveria ter uns dois metros de largura. Ele tinha casa de um só lado e não cruzava com outra rua do lado direito, só do esquerdo. Indo por ela, cheguei numa esquina onde havia um prédio que deveria ter uns 10 andares. Esta rua terminava ali. Para continuar, agente tinha que descer uma ribanceira que era bem íngreme. Em frente a este prédio tinha uma mulher. Quando passava por este prédio, uma moça, que deveria ter uns 15 anos, saiu lá de dentro e veio falar comigo. Era a filha desta mulher que estava em frente ao prédio. A tal moça, pediu para eu trazer minha filha até o apartamento dela ali, para as duas conversarem e serem amigas. Disse que levaria sim. e fui indo para o que seria minha casa, descendo aquela ribanceira, onde já havia um caminho por onde as pessoas descia por ali. Fiquei imaginando que se eu caísse ali, iria rolando até lá em baixo e chegaria lá todo quebrado. Mas fui até me baixo sem problemas. Quando cheguei lá em baixo, vi uma escada que levava até o tal prédio daquela moça. Mas ela era usada só pelos moradores daquele edifício, pois ela ia dali até dentro da portaria do prédio. Perto da escada, já vi aquela moça, que tinha descido pela escada e chegado lá em baixo antes de mim, que tive que descer aquela ribanceira com todas as dificuldades. Fiquei pensando por ela não me chamou para descer pela s escadas. Ela então me perguntou se era possível conter o estrago que as ondas do mar estavam fazendo ali. Pois a escada já estava sendo destruída pelas ondas, que cada vez\ mais ia destruído as margens. Olhei e vi que tinha um mar ali mesmo. As ondas estavam batendo nas escadas e já destruía a estrutura dela. Disse que era possível sim, bastava fazer um paredão de concreto para impedir que as ondas batessem na escada. Nisto chegou um homem dizendo que o mar sempre ia avançando terra adentro e que não adiantava fazer nada. Eu concordei com ele, dizendo que na cidade de Nova Viçosa, na Bahia, havia destruído tudo, inclusive as casas que tinha a beira mar. E hoje o mar tinha encoberto tudo. Contei que na praia dos pescadores lá, o rio tinha sido tomado pelo mar, mas corria assim mesmo, dentro do mar. E que as pessoas ficavam nas casas, até elas caírem, pois não queriam ir embora. Contei que quando caíram várias casas ao mesmo tempo, nós vimos uma mulher sendo levada por este rio que corria na praia, juntamente com os móveis da casa dela. Ela pedia socorro, mas não podemos fazer nada, pois já estávamos salvando as outras pessoas. Depois sai dali e fui para o que seria minha casa, que ficava ali perto. Cheguei à minha casa, ao entrar no portão, vi o que seria o meu filho, que deveria ter uns 2 anos. Peguei-o no colo, mas ele reclamou, dizendo que queria ficar no chão. Perguntei se ele preferia o chão que o colo do pai. Ele disse que preferia o chão. Coloquei-o no chão e vi o que seria minha filha. Ela deveria ter uns 10 anos. Então disse a ela que a moça do prédio, queria que ela fosse lá, para as duas serem amigas. Ela então disse que não queria ser amiga daquela moça. Deixei meus filhos ali e fui para dentro da casa. Da minha casa, eu não via o mar que existia ali. Via uma floresta. O mar só se via daquela escada de acesso ao prédio. Mesmo minha casa, ficando apenas uns 10 metros da escada.

Wednesday, June 16

A TROCA DE CAMISA


Estava num local, onde havia uma Van parada e algumas pessoas perto. Estava sentado na beirada do passeio com mais duas pessoas. Chegou um homem, que seria um amigo meu, com uma camisa na mão, me pedindo para trocar minha camisa com a que ele segurava. Peguei a tal camisa e dizia para as pessoas que estava comigo ali, que aquela camisa era muito ruim. A gente ruía muito. Então peguei alguns pedaços de papel, folha seca de árvore que estavam no chão e outros pequenos lixos, e coloquei no bolso que tinha nesta camisa. Peguei uma tesoura e disse que iria testar se a camisa era boa. Tentei cortar a manga da camisa e quando fui fazer só de brincadeira, a tesoura cortou mesmo a manga. Então fiquei dizendo que a camisa era mesmo muito ruim. Nisto, o dono da camisa, que tinha saído, foi voltando e perguntando se eu iria trocar ou não. Então decidi trocar de camisa com ele. Fui tirar minha camisa, que era de botão na frente. Estava com dificuldades para tirar a camisa. Não estava conseguindo tirá-la dos braços. Com muito esforço, tirei a camisa e entreguei a este amigo meu. Então coloquei a camisa que ele trouxe e eu tinha rasgado na manga. Ao colocar, enfiei a mão no bolso e disse a este amigo meu, que a camisa estava cheia de lixo. Ele então disse que deveria ser da época em que ele bebia muito e vivia caído pelo chão. Mas que agora ele não fazia mais isto. Ele então enfiou a mão no bolso da camisa, tirou o lixo que eu mesmo tinha colocado só por brincadeira. E jogou o lixo ao lado da Van.

Tuesday, June 15

A DESGARGA DE GENTE E OS CACHORROS FEIOS


Estava em um campo aberto. Havia um grande gramado. Neste campo, passava a minha frente, vários cachorros, de pequeno porte. Deveria ter uns cem cachorros. Eles caminhavam calmamente em uma única direção, parecendo que seguiam alguma coisa. Eles eram todos feios e de formatos muito estranho. Tinha em forma de salsicha, de bola, quadrado, em forma de ovo. Nisto vi um cachorro, que vinha abraçado com duas cachorrinhas. Ele andava nas patas traseiras e as duas dianteiras, ele estava colocando nas costas de cada cachorrinha. Sai dali, achando aquilo tudo muito estranho, quando cheguei em um vaso sanitário, que parecia uma banheira. Ele tinha mais ou menos um metro de comprimento, era rasinho e todo branco. Havia uma pessoa com as pernas enfiada na saída do vaso. Então eu dei descarga e esta pessoa foi descendo pelo esgoto do vaso. Voltei para ver o tais cachorros, mas não vi nenhum mais. Voltei ao vaso sanitário e a Nathálya estava dentro dele. Dei descarga novamente as pernas da Nathálya entraram na saída do vaso, mas o corpo dela não passava. Continuei dando descarga e pedi a Nathalya que mexesse as pernas, para que elas se quebrassem e se soltassem do corpo dela, ai ela passaria. Ela então começou a se mexer e logo em seguida desceu descarga adentro. Sai dali indo embora, procurando pelos cachorros que não vi mais.

Sunday, June 13

A RUA VIRTUAL


Era noite. Eu descia a Avenida Antonio Olimpio de Morais, em direção ao bairro Esplanada, onde estaria minha casa. Vi apenas duas pessoas indo na mesma direção que eu. Eu sabia que era perigoso, à noite, na travessia da linha do trem, que separa o bairro do dentro. Mas lembrei quem sempre ao passar por ali, havia alguém passando também. O que dava mais segurança. E acreditava que estaria alguém passando naquele momento também. Carregava uma pasta, porque vinha de um curso que estava fazendo. Quando cheguei à Rua Pernambuco, lembrei que eu tinha que ir à Avenida Antonio Olimpio de Morais, que ficava na Rua Rio Grande do Sul. Então virei na Rua Pernambuco, subindo em direção onde eu queria ir. Estava do lado direito da rua, quando vi um pouco a frente, um homem que deveria ter mais de dois metros de altura. Sabia que aquele homem era um morador de rua, que sempre abordava a gente, pedindo dinheiro, ou algo para comer. Estava passando muitos carros na rua. Assim que vi aquele homem, atravessei para o outro lado, passando por entre os carros, que tiveram que frear para não me atropelar. Mas o tal homem, me vendo, atravessou também. Chegando do outro lado, e vendo que ele me seguia, voltei para o lado direito da rua novamente. Ele foi voltando também. Nisto, do meio da rua, voltei novamente para o outro lado. Ainda assim, ele me seguiu e me abordou pedindo dinheiro. Disse a ele que não tinha. Ele me pediu comida. Disse a ele que não tinha nada. Ele então parou e ficou falando sobre o meu futuro. Eu não entendi direito, mas ele falou algo sobre mulher e filhos. Fui indo até chegar à Rua Rio Grande do Sul, aonde virei à direita. Logo que verei, havia um pequeno beco em forma de “U”. Entrei neste beco, o qual me retornava de volta a rua. Só que passando por este beco em forma de “U”, a gente saia na Avenida Antonio Olimpio de Morais, virtual. Era uma rua estreita, toda iluminada e cheia de gente, com todas as lojas abertas. Entrei numa destas lojas e alguém que estava atrás de um balcão, foi logo me dizendo que havia muitas pessoas me procurando. Então uma mulher que estava com ele, disse que era algo sobre o recebimento de um processo judicial. Disse a eles, que iria deixar meu telefone, porque quando alguém me procurasse, era para dar o numero do meu telefone, porque eles deveriam preencher um documento, para depois receber o dinheiro. Nisto fui tirando umas filhas de dentro de minha pasta, procurando o tal documento para mostrar para aquele atende. Nisto a tal mulher, pegou uma das folhas, pensando ser o tal documento e começou a preenchê-lo. Decidi não dizer nada, sobre não ser aquele documento. Até que ela veio me entregando à folha preenchida, perguntando se estava faltando algum dado. Li o nome dela, endereço e vi que faltava o CPF. Pedi a ela que colocasse e depois que ela preencheu, guardei em minha pasta. Fui até o tal homem e passei o numero do meu telefone, para que pudesse pedir a quem me procurasse ligar para mim. Passe o numero real de meu celular, que é 9......3. Sai dali, entrei novamente naquele beco em “U” e sai na Rua Rio Grande do Sul. Dali, fui indo embora para minha casa.

Saturday, June 12

CAINDO DO PENHASCO


Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando de um lado e as outras pessoas olhando do outro. Quando de repente, um vento forte e muito rápido, empurrou todos nós para dentro deste penhasco. Quando estava caindo e muito rapidamente, começamos a gritar. Caindo e olhando para cima, fui vendo a beira de o penhasco ficar cada vez mais distante. Caia e nunca chegava ao fundo do penhasco, onde estaria o rio. Nisto não vi mais ninguém que estava comigo. Como nunca chegava ao fundo do penhasco, imaginei que não estava caindo e sim, voando. Então virei o corpo, ficando de frente e sai plainando, olhando toda aquela planície do alto.

Wednesday, June 9

NA MESA, COM ALEXANDRE GARCIA


Estava num campo aberto, onde havia uma mesa grande. Estava sentado à mesa, juntamente com outras 20 pessoas, mais ou menos. Sendo que uma delas era o jornalista da Rede Globo, Alexandre Garcia. Eu tentada ler alguma coisa, em um livro que estava em minha frente. Falava algo sobre a família Amaral. Isto, na página de numero três. Havia umas tirinhas de papel colorido pregado nesta folha, que ficava atrapalhando eu ler tudo ali. Nisto o Alexandre Garcia, disse que era para a gente ir para a página 39. E pediu que a gente fizesse o que estava pedindo naquela página. Fiquei preocupado de como iria fazer, pois pensei que a gente ia de página em página. A página 39 eu ainda nem tinha lido, para saber o que tinha ali. Pensei em sair dali e não participar do que estava acontecendo. Só que atrás da gente, havia alguns homens vestidos de terno preto, que pareciam segurança. Assim mesmo levantei, mas, estes homens me fizeram volta para a mesa. Sentei e imaginei que seria o que Deus quisesse.

Saturday, June 5

DE VOLTA AO SEGUNDO GRAU


Estava dentro de uma sala de aula. Estava na escola Joaquim Nabuco, que fica ali na Avenida primeiro de junho. A sala estava cheia. Só que a maioria das pessoas, falavam ao mesmo tempo. Alguém me perguntou, porque eu estava fazendo o segundo grau, se eu já tinha feito faculdade nos Estados Unidos. Disse que o ensino superior de lá, não valia no Brazil, e por isto tinha que estudar tudo novamente. Levantei da carteira, e sai da escola. Estava escurecendo. Fui indo pela Avenida Primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. No sinal da Rua São Paulo, os carros estavam parados, esperando o mesmo abrir. Só que havia carros em cima do passeio também, esperando o sinal abrir. Fui passando entre os carros e o canto do passeio. Quando fui passar por um ônibus, este deslizou em minha direção, me espremendo na parede. Cai no chão, rapidamente, para não ser esmagado. Fiquei no chão, mas o ônibus estava tão baixo, que ficou prendendo minha perna, bem encostado na roda. Olhei bem, e vi que estava atrás da roda, e assim quando o ônibus saísse, ele não passaria em cima dela. Fui fazendo muita força, até que me consegui soltar e sai dali.

Wednesday, June 2

O PODER DO LÍQUIDO AZUL


Estava dentro de uma cabine, toda de vidro, que deveria ser de um navio. Olhava por este vidro, para a praia. Nisto veio um barco grande, que chegando à praia, não parou. Continuou pela areia, como se esta fosse água. Voltei para dentro deste navio, onde a Polyana e o Fernando estavam sentados num canto. Cheguei junto a eles e disse para a Polyana, que iria pagar os três mil reais que devia a ela. Eu teria que pagar mil reais por dia, mas iria pagar tudo de uma vez. Contei o dinheiro, que havia muitas notas de cem reais. Mas não dava os três mil. Então a Polyana disse que me devia 980 reais, que iria me pagar. Ela me deu os 980 reais. Juntei tudo e continuava não dando os três mil reais. Então dei a ela dois mil reais e pedi ao Fernando que fosse ao banco retirar mil reais para mim. Ele pegou um pedaço de papel para anotar a senha. Disse a ele para anotar num canto, para que ninguém desconfiasse que fosse senha. Dei a ele o cartão e disse a senha. (falei os numero reais de minha senha). Ele então disse que faltavam as letras. Passei para ele as letras. (dei também as letras reais de minha conta). Fui até outro canto daquele navio, onde havia um grande quadro, todo feito de uma tela de malha bem pequena. Vi um pequeno bastão, parecido que aquele usado no vídeo game Nintendo DS. Só que um pouco maior. Fiquei brincando com ele, quando alguém disse que aquilo era do vídeo game e não podia por a mão. Então coloquei o mesmo, enfiado, naquela tela fininha daquele quadro. Fiquei pensando que seria fácil achá-lo ali, caso alguém precisasse. Nisto veio dois guardas do navio, arrastando um homem algemado, e junto um menino que deveria ter uns 8 anos. Um dos guardas disse que aquele tal homem tinha muitos poderes e só não conseguia usá-los, se estivesse perto de uma criança. Entraram com eles num compartimento. Nisto vi uma pequena bacia com uma água azul. Comecei a lavar minhas mãos ali, porque tinha pegado em dinheiro. Minas mãos ficaram azuis. Chegou alguém e disse que eu não poderia fazer aquilo, porque aquela água era que impedia o ataque daqueles homens que tinham poderes. Ouvi uma explosão dentro daquela porta onde entraram. Nisto o tal homem algemado sai de dentro, com o rosto transformado como de um vampiro. Veio na minha direção. Estendi a mão, tentando afastá-lo. Ele se assustou e saiu. O liquido azul de minha mão, não deixava ele se aproximar. Ele ia em direção outras pessoas. Todas que ele tocava, ficava igual a ele. Corri até aquele quadro de tela, pequei aquele bastão de vídeo game e segurei firme na minha mão. Veio outro tentando me atacar. Estendi a mão na frente dele, e com o bastão, perfurei o peito dele várias vezes. Fiz isto com outros três. Mas como aumentava cada vez mais as pessoas que queria me atacar, corri ate a saída daquele navio e pulei no mar, para ir até a praia e fugir. Quando fiz isto, percebi que estava em alto mar. Nisto o navio foi indo embora, me deixando ali na água, sem saber o que fazer.