Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Junho, 2010

A NOITE NA FUNDIÇÃO

Estava num local, que seria uma siderurgia ou fundição. Era noite e estava bem escuro. Eu corria por um trecho cercado de pelas e restos de fundição, que saia do pátio de onde eu estava e ia até num local alto, onde abaixo ficavam uns 5 fornos de fundição. Só que estes fornos, eram betoneiras, destas de fazer massa de concreto para pedreiro. Estava muito escuro, mas eu via os homens trabalhando nestas betoneiras, depois eles jogavam todo o ferro derretido no chão e viravam as betoneiras em cima do ferro derretido. Eu sempre ia muito rapidamente por este trecho, pois ia ali escondido do chefe, sempre ia lá correndo, eu e outros funcionários, para buscar um pedaço de chapa com a qual a gente escrevia no chão. Fui três vezes lá. Na quarta, fui mais devagar, pensando que se quisessem me mandar embora, eu não importaria. Arrumava outro emprego. Eu não iria mais fazer tudo aquilo correndo. Fui andando e sai daquele pátio e comecei a correr. Ia o mais rápido que podia, mas minhas pernas dava…

FUGINDO PELA RUA DE LABIRINTO

Estava no anel rodoviário, no início da Rua Goiás. Só que a Rua Goiás, era exatamente uma rua. Era como um labirinto em toda sua extensão. Era toda feita de cômodos. Uns grandes, outros pequenos. Mas a porta de passagem de um cômodo para outro, era sempre no mesmo sentido. Eu estava na entrada desta rua, com 10 mil reais. Coloquei o dinheiro na carteira, e resolvi ir pela rua lateral a Goiás, porque seria mais fácil para mim. Nisto vi que alguém me olhava e também resolveu ir pela rua lateral, que seria a Rua Pernambuco. Imaginei que poderia ser alguém tentando me assaltar, então resolvi voltar e ir pela Rua Goiás mesmo. Quando entrei no primeiro cômodo, já havia algumas pessoas ali. Perguntei por que ninguém seguia adiante. Eles disseram que a primeira porta estava trancada e não tinham como ir pela Rua Goiás. Tomei distância e bati o pé na porta, que rompeu a tranca e abriu. Então todos nós seguimos adiante. Fui correndo, e as pessoas que estavam ali, foram correndo também. Eu ia ba…

FICANDO INVISÍVEL, PARA FUGIR DA MULHER GIGANTE

Estava indo por uma rua, quando vi algumas pessoas correndo. Então vi que vinha atrás destas pessoas, uma mulher que deveria ter uns 4 metros de altura. Sai correndo também. Entrei no quintal de uma casa, e a contornei até o fundo. Nisto a tal mulher veio justamente atrás de mim. Entrei dentro da casa e fiquei pensando o que faria para não ser pego por aquela mulher. Nisto vi quando sua barriga passava na altura da janela do quarto onde eu estava. Então pensei que a única maneira de escapar dela, seria ficando invisível. E assim o fiz. Fiquei invisível. Mas fiquei imaginando se ela fosse capaz de ver quem estivesse invisível. Então subi na janela, pulei lá em baixo e sai correndo. Só que a tal mulher gigante, olhou na minha direção e veio atrás de mim. Então fiquei pensando ter sido bom ter saído correndo, porque a mulher via mesmo quem estivesse invisível. Fiquei imaginando como eu conseguiria escapar dela, visto que ela já estava me alcançando. Então vi que a única maneira, seria sa…

DE PIJAMA COLORIDO

Estava dormindo em minha cama, quando ouvi a apresentadora de telejornal, da Rede Globo, a Sandra Annemberg, dizendo que bicos estavam invadindo residências. Ouvindo isto, vi no teto do meu quarto, uma taturana branca, andando rapidamente. Estava com muito sono, não consegui sair dali para tirá-la de lá. Dormi novamente e acordei logo em seguida, quando vi a tal taturana já próxima do piso do quarto, passando atrás do meu tênis. Com muito sono, sem consegui me levantar, estiquei meu pé na tentativa de espremê-la na parede, com o dedão. Mas ela caminha bem encostada na parede, e não consegui espremê-la. Dormi novamente e acordei já meio assustado, imaginando estar atrasado. Sai do meu quarto e percebi que meu quarto estava dentro de uma fábrica de roupas, que tinha uma loja na frente. Fui andando pela fábrica. Havia várias pessoas ali, algumas costurando nas máquinas, outras fazendo algo nas grandes mesas. Ninguém reparava em mim. Então percebi que estava usando um pijama todo colorido…

O CACHORRO E O JAQUETÃO

Estava num local, que seria a FITED. (Fiação e Tecelagem Divinópolis). Aguardava uma pessoa na porta de sua sala. Nisto saiu à secretária e me entregou duas contas da Cemig. Só que estas contas, eram de tamanho muito maior que é realmente. Tentava ver o valor da conta, quando chegou o Otávio, que foi engenheiro da RFFS/A, dizendo que aquelas contas eram para ele. Entreguei a ele as contas e fui para o interior da fiação. Num galpão, vi vários barris enfileirados, próximos um dos outros. Em cima destes barris havia algumas pequenas peças. Carregava em minha mão, um jaquetão de frio. Nisto veio um cachorro amarelo, grande, e mordeu este jaquetão e tentou tirá-lo de mim. Eu segurava e dizia para aquele cachorro largar o jaquetão. Só que o cachorro não largava e falava que eu que deveria soltar. Então comecei a dizer: __Cachorro burro, larga isto. Isto não é comida. Ele respondia: __Burro é você. Este jaquetão é meu. Nisto, puxei o jaquetão, levantei o cachorro do chão, que não largava o …

O MECÂNICO E AS FERRAMENTAS

Estava dentro de uma concessionária de moto. Estava ao lado de um balcão, onde um homem atendia uma mulher, vendendo uma caixa de ferramentas. Nisto, chegou outro homem, vestido com uma roupa branca, e retirou da caixa de ferramentas, várias delas e saiu. O vendedor chamou o gerente e disse que um homem pegou algumas ferramentas e foi embora. O gerente então disse que a mulher teria que pagar as ferramentas, pois já estava sendo vendida para ela. Ela dizia que não pagaria. Ao lado de onde estávamos, havia uma porta, que dava para a oficina desta concessionária. Entrei nesta porta, tentando ver o tal homem que tinha pegado as ferramentas. A oficina era muito grande e havia vários corredores com prateleiras, cheia de peças de moto. Vi algumas pessoas andando pelos corredores, mas não vi o homem de branco. Nisto, ouvi uma discussão, olhei para um canto o vi um homem discutindo com outro. O gerente perguntou da loja, o que estava acontecendo. Disse que dois homens estavam discutindo ali. …

A ESCADA DA PRAIA E A FLORESTA

Estava indo por uma rua, em direção ao que seria minha casa. Quando cheguei num certo local, a rua estava interditada. Então decidi ir por uma rua lateral. Só que esta rua lateral, era bem estreita, deveria ter uns dois metros de largura. Ele tinha casa de um só lado e não cruzava com outra rua do lado direito, só do esquerdo. Indo por ela, cheguei numa esquina onde havia um prédio que deveria ter uns 10 andares. Esta rua terminava ali. Para continuar, agente tinha que descer uma ribanceira que era bem íngreme. Em frente a este prédio tinha uma mulher. Quando passava por este prédio, uma moça, que deveria ter uns 15 anos, saiu lá de dentro e veio falar comigo. Era a filha desta mulher que estava em frente ao prédio. A tal moça, pediu para eu trazer minha filha até o apartamento dela ali, para as duas conversarem e serem amigas. Disse que levaria sim. e fui indo para o que seria minha casa, descendo aquela ribanceira, onde já havia um caminho por onde as pessoas descia por ali. Fiquei…

A TROCA DE CAMISA

Estava num local, onde havia uma Van parada e algumas pessoas perto. Estava sentado na beirada do passeio com mais duas pessoas. Chegou um homem, que seria um amigo meu, com uma camisa na mão, me pedindo para trocar minha camisa com a que ele segurava. Peguei a tal camisa e dizia para as pessoas que estava comigo ali, que aquela camisa era muito ruim. A gente ruía muito. Então peguei alguns pedaços de papel, folha seca de árvore que estavam no chão e outros pequenos lixos, e coloquei no bolso que tinha nesta camisa. Peguei uma tesoura e disse que iria testar se a camisa era boa. Tentei cortar a manga da camisa e quando fui fazer só de brincadeira, a tesoura cortou mesmo a manga. Então fiquei dizendo que a camisa era mesmo muito ruim. Nisto, o dono da camisa, que tinha saído, foi voltando e perguntando se eu iria trocar ou não. Então decidi trocar de camisa com ele. Fui tirar minha camisa, que era de botão na frente. Estava com dificuldades para tirar a camisa. Não estava conseguindo t…

A DESGARGA DE GENTE E OS CACHORROS FEIOS

Estava em um campo aberto. Havia um grande gramado. Neste campo, passava a minha frente, vários cachorros, de pequeno porte. Deveria ter uns cem cachorros. Eles caminhavam calmamente em uma única direção, parecendo que seguiam alguma coisa. Eles eram todos feios e de formatos muito estranho. Tinha em forma de salsicha, de bola, quadrado, em forma de ovo. Nisto vi um cachorro, que vinha abraçado com duas cachorrinhas. Ele andava nas patas traseiras e as duas dianteiras, ele estava colocando nas costas de cada cachorrinha. Sai dali, achando aquilo tudo muito estranho, quando cheguei em um vaso sanitário, que parecia uma banheira. Ele tinha mais ou menos um metro de comprimento, era rasinho e todo branco. Havia uma pessoa com as pernas enfiada na saída do vaso. Então eu dei descarga e esta pessoa foi descendo pelo esgoto do vaso. Voltei para ver o tais cachorros, mas não vi nenhum mais. Voltei ao vaso sanitário e a Nathálya estava dentro dele. Dei descarga novamente as pernas da Nathálya…

A RUA VIRTUAL

Era noite. Eu descia a Avenida Antonio Olimpio de Morais, em direção ao bairro Esplanada, onde estaria minha casa. Vi apenas duas pessoas indo na mesma direção que eu. Eu sabia que era perigoso, à noite, na travessia da linha do trem, que separa o bairro do dentro. Mas lembrei quem sempre ao passar por ali, havia alguém passando também. O que dava mais segurança. E acreditava que estaria alguém passando naquele momento também. Carregava uma pasta, porque vinha de um curso que estava fazendo. Quando cheguei à Rua Pernambuco, lembrei que eu tinha que ir à Avenida Antonio Olimpio de Morais, que ficava na Rua Rio Grande do Sul. Então virei na Rua Pernambuco, subindo em direção onde eu queria ir. Estava do lado direito da rua, quando vi um pouco a frente, um homem que deveria ter mais de dois metros de altura. Sabia que aquele homem era um morador de rua, que sempre abordava a gente, pedindo dinheiro, ou algo para comer. Estava passando muitos carros na rua. Assim que vi aquele homem, atra…

CAINDO DO PENHASCO

Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando…

NA MESA, COM ALEXANDRE GARCIA

Estava num campo aberto, onde havia uma mesa grande. Estava sentado à mesa, juntamente com outras 20 pessoas, mais ou menos. Sendo que uma delas era o jornalista da Rede Globo, Alexandre Garcia. Eu tentada ler alguma coisa, em um livro que estava em minha frente. Falava algo sobre a família Amaral. Isto, na página de numero três. Havia umas tirinhas de papel colorido pregado nesta folha, que ficava atrapalhando eu ler tudo ali. Nisto o Alexandre Garcia, disse que era para a gente ir para a página 39. E pediu que a gente fizesse o que estava pedindo naquela página. Fiquei preocupado de como iria fazer, pois pensei que a gente ia de página em página. A página 39 eu ainda nem tinha lido, para saber o que tinha ali. Pensei em sair dali e não participar do que estava acontecendo. Só que atrás da gente, havia alguns homens vestidos de terno preto, que pareciam segurança. Assim mesmo levantei, mas, estes homens me fizeram volta para a mesa. Sentei e imaginei que seria o que Deus quisesse.

DE VOLTA AO SEGUNDO GRAU

Estava dentro de uma sala de aula. Estava na escola Joaquim Nabuco, que fica ali na Avenida primeiro de junho. A sala estava cheia. Só que a maioria das pessoas, falavam ao mesmo tempo. Alguém me perguntou, porque eu estava fazendo o segundo grau, se eu já tinha feito faculdade nos Estados Unidos. Disse que o ensino superior de lá, não valia no Brazil, e por isto tinha que estudar tudo novamente. Levantei da carteira, e sai da escola. Estava escurecendo. Fui indo pela Avenida Primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. No sinal da Rua São Paulo, os carros estavam parados, esperando o mesmo abrir. Só que havia carros em cima do passeio também, esperando o sinal abrir. Fui passando entre os carros e o canto do passeio. Quando fui passar por um ônibus, este deslizou em minha direção, me espremendo na parede. Cai no chão, rapidamente, para não ser esmagado. Fiquei no chão, mas o ônibus estava tão baixo, que ficou prendendo minha perna, bem encostado na roda. Olhei bem, e vi que estava atrá…

O PODER DO LÍQUIDO AZUL

Estava dentro de uma cabine, toda de vidro, que deveria ser de um navio. Olhava por este vidro, para a praia. Nisto veio um barco grande, que chegando à praia, não parou. Continuou pela areia, como se esta fosse água. Voltei para dentro deste navio, onde a Polyana e o Fernando estavam sentados num canto. Cheguei junto a eles e disse para a Polyana, que iria pagar os três mil reais que devia a ela. Eu teria que pagar mil reais por dia, mas iria pagar tudo de uma vez. Contei o dinheiro, que havia muitas notas de cem reais. Mas não dava os três mil. Então a Polyana disse que me devia 980 reais, que iria me pagar. Ela me deu os 980 reais. Juntei tudo e continuava não dando os três mil reais. Então dei a ela dois mil reais e pedi ao Fernando que fosse ao banco retirar mil reais para mim. Ele pegou um pedaço de papel para anotar a senha. Disse a ele para anotar num canto, para que ninguém desconfiasse que fosse senha. Dei a ele o cartão e disse a senha. (falei os numero reais de minha senha…