Sunday, July 25

POR UM MILHÃO DE REAIS


Fui até a casa da Rita, onde na área, estava ela e o seu pai. ambos viram falar comigo, dizendo que eu teria que dar um milhão de reais, para o Israel. Questionei porque eu deveria dar a ele este valor, visto que a gente nem se falava. Mas eles disseram que eu era padrinho dele, e seria justo que eu o ajudasse, visto que ele estava passando por dificuldades financeiras. Ouvindo isto, decidi que daria a ele os um milhão de reais. Sai dali, indo embora, quando veio uma menina andando ao meu lado. Olhei para ela e disse que a situação não estava boa para meu lado. Ela então apontou para seis patinhos, filhotes ainda, que seguiam um atrás do outro, e disse que eles eram a solução para meus problemas. Olhei para ela para perguntar como seis patinhos resolveriam meus problemas, quando não a vi mais. Voltei a olhar para os patinhos e vi que cada um tinha um número diferente. Do primeiro até o sexto, os números era: 09 - 18 - 27 - 36 - 45 - 54. Fiquei olhando aqueles números e pensando como poderiam me ajudar. Até que percebi o que eles diziam.

Tuesday, July 20

EMPURRANDO PNEU DE TRATOR


Estava na Rua Goiás, na entrada da ponte que liga o centro ao bairro Porto Velho. Entrei na ponte, rolando com as mãos, um pneu de trator, que era mais alto que eu. Uma carreta vinha atrás, tentando me cortar, buzinando para eu sair da frente. Mas como o pneu era muito grande, não dava para a carreta passar por mim. Fui rolando o pneu muito lentamente, até que atravessei a ponte. Mas continuei na Rua Goiás. Como esta rua tem canteiro central, a carreta não conseguia me cortar. Chegando numa esquina, percebi que eu queria estar na esquina de baixo. Não entendi porque havia passado direto. Então, fui para o outro lado da rua e voltei empurrando o pneu. Chegando à esquina, deixei o pneu e fui andando até a Avenida 21 de Abril, esquina com a Rua Minas Gerais. Estava anoitecendo. Nesta esquina deveria ter aproximadamente umas 200 pessoas. Juntei-me a elas, fazendo uma manifestação, que não sei de que. Depois vieram vários taxis, passando na Avenida 21 de Abril. As pessoas ali foram entrando nestes taxis e indo para outro local, que eu também deveria ir. Depois que os taxis passaram, ficou apenas eu, uma mulher, uma criança e outra pessoa. A gente ficou na esquina, esperando algum taxi passar. Mas não passava nenhum. Depois passaram dois, só que na contra mão, visto que a Avenida 21 de Abril é mão única. Mas mesmo fazendo sinal, eles não pararam. Então saímos andando ali, procurando por um taxi que nos levasse até onde deveríamos ir. Nisto vimos um taxi à frente e fomos até La. O motorista era uma mulher, que estava em baixo do taxi. Ela disse que o taxi tinha dado problemas e ela não poderia levar a gente. Continuamos andando e vimos outro, que também estava sendo consertado. Então disse para aquela pessoa que estava comigo, que não iria mais, pois já eram mais de 19 horas, e eu teria que estar de volta às 21 horas. Então não compensava eu ir. Ele então disse que iria arrumar um taxi rapidinho, que era para eu esperar. E saiu a procura do taxi. Coloquei as duas mãos acima da minha cabeça, espreguiçando, e disse para a mulher que estava ali, que eu não ia esperar. Sai e fui indo embora.

Monday, July 19

O BANCO DE ANA MARIA BRAGA


Estavam em um local, que parecia ser uma esquina de rua. Nisto chegou à apresentadora da Rede Globo, Ana Maria Braga. Ela chegou abanando a mão, para as pessoas que estavam por ali, como fazem as miss. Então disse para a pessoa que estava ao meu lado que eu havia depositado todo meu dinheiro, no banco Ana Maria Braga. A pessoa perguntou se não era arriscado, já que o banco era novo. Disse que não, pois a Ana Maria era famosa. Nisto ela se aproximou de mim, me deu um abraço forte. Depois saiu abanando a mão para as pessoas. O homem que estava ao meu lado, disse que ela estava era interessada em mim. Respondi dizendo que ela queria mesmo era só o dinheiro no banco dela. Nisto sai dali e fui para um galpão, onde havia algumas pessoas. Alguém chegou perto de mim e disse que eu precisava ligar para uma pessoa. Passou-me dois números de telefone. Um fixo e outro de celular. Peguei uma caixa quadrada, que deveria ter uns 20 centímetros por 20 e estava cheia de terra preta. Peguei um fone de ouvido, coloquei em mim, peguei o fio e enfiei na terra desta caixa. Depois peguei um vidrinho, que deveria conter um produto químico. Usando um conta-gotas, fui pingando ele na terra preta. A pessoa ao meu lado perguntou como funcionava. Disse que deveria pingar tantas vezes, quanto fosse o numero que eu queria discar. E comecei pingando. Só que saiu muito de uma vez. Nisto comecei a ouvir a “Voz do Brazil”, um programa do governo federal. Então disse que ao pingar errado, fiz uma ligação para Radio Brás. Fui até a entrada deste galpão, coloquei a caixa dentro da caixa do correio, para ver se melhorava a ligação. Nisto passaram quatro crianças e começaram a dizer que eu estava fingindo que falava ao telefone. Que era só uma brincadeira minha. Eu dizia que não era brincadeira, mas não conseguia falar com o numero que me foi passado.

Sunday, July 18

O PORTAL PARA O CUBO MÁGICO


Estava andando por uma rua, quando vi três celulares gigantes. Eles deveriam ter um metro de comprimento por meio metro de largura. Estavam deitados e flutuando a um metro do chão mais ou menos. Dos três, um era um pouco maior que os outros dois. Então subi em cima desta maior, que na tela estava escrito MP 25. Nos outros dois estava escrito MP15. Ao subir, ele saiu como se fosse um tapete voador. Voava rapidamente pelas ruas. Quando olhei para trás, vi que os outros dois vinham voando atrás de mim, ambos com um homem em cima de cada. A gente ia muito rapidamente. Mas eu tinha certeza que eles não me alcançariam, pois o meu era 25 e os deles eram 15. Nisto o que eu estava, entrou por uma janela. Ao entrar, o celular desapareceu e então, cai de bunda no chão. Levantei e sai correndo, temendo que os dois homens me alcançassem. Ao sair da casa, por outra janela, vi que estava numa rua que tinha a cor alaranjada. O passeio era azul. Sai andando pela rua, onde não via casa alguma. Olhei para o céu e vi que ele era verde. Fiquei imaginando onde eu estaria. Nisto percebi que estava dentro de um cubo mágico. Fiquei imaginando como sair dali. Então voltei para a casa onde o celular havia me deixado. Nisto percebi que a janela da casa, era o portal que ligava o cubo mágico ao mundo real. Então fechei a janela, ficando dentro do cubo mágico, evitando assim que os dois homens entrassem ali atrás de mim. Quando fiz isto, a janela desapareceu. Assim, eu não tinha mais como sai dali. Fiquei andando por aquela rua colorida, tentando encontrar a tal janela. Nisto encontrei um homem, que também procurava pela janela. Ele me disse que ele também tinha vindo pelo celular e também fechou a janela. E quando a gente fechava a janela, ela sumia e abria em outro local. Disse que ele estava procurando a tal janela, para sair daquele cubo mágico, que parecia um mundo a parte. Ele disse que enquanto a gente estivesse ali, não envelhecia, pois o tempo dentro do cubo mágico, não passava. Perguntei a ele quanto tempo estava ali procurando pela janela. Ele disse que não saberia certinho quanto tempo seria, mas deveria ter uns 200 anos que procurava pela janela. Ao ouvir isto, dei um grito e sai correndo gritando, dizendo que queria sair dali. O tal homem então gritou para mim, dizendo que tinha feito o mesmo, quando encontrou um homem que contou tudo isto a ele. Parei de gritar, olhei para o tal homem e perguntei: __E há quanto tempo este outro homem esta aqui? Ele então respondeu: __ Diz ele que já tem mais de mil anos. Nisto, cai para trás, desmaiado.

Wednesday, July 14

O TUCANO E AS MANGAS


Estava numa rua estreita, num local que seria a praça de um mercado central. Estava com o painel do aparelho de medir a qualidade do ar. Nisto passou o ônibus e parou para eu subir. O ônibus foi fazendo as curvas daquela ruazinha estreita, quase batendo nas casas, que ficavam rente a rua. Depois de andar bastante, o ônibus parou também numa rua bem estreita. Desci com o painel e fiquei ali, esperando por alguém. Fiquei com receio de acontecer alguma coisa, pois não conhecia o local onde eu estava. Nisto, vi uma casa, com um pé de manga. Este pé havia poucas folhas e várias mangas amarelas, já maduras. Fui até lá, subi no pé e comecei a chupar as mangas. Só que eu mordia na manga, chupava um pedaço só, sem retirar a manga do pé. Fiz isto com quase todas as mangas. Quando desci do pé de manga, fiquei anotando algo em minha prancheta. Nisto chegou O Vitinho. Ele então me mostrou o pé de manga, dizendo que não sabia o que estava acontecendo, pois todas as mangas estavam faltando um pedaço. Nisto vi um tucano pousado num dos galhos do pé de manga. Então mostrei ao Vitinho, que era o tucano que estava comendo as mangas. Ao mostrar o tucano, vi uma manga que não tinha sido comida ainda. Então disse a ele que aquela seria minha, pois era a única que não estava mordida. Continuei anotando algo em minha prancheta, dizendo ao Vitinho, que eu iria pegar a manga, quando terminasse as anotações.

Sunday, July 11

COMPRANDO VIDEO GAME NA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL


Estava em frente à Caixa E. Federal, da Avenida Primeiro de Junho. Entrei, passei pela porta giratória, e lá dentro não era o banco, e sim, as Casas Bahia. As mercadorias estavam apenas nas laterais, ficando todo o centro livre, como um imenso corredor. Fui caminhando até chegar ao fundo. Lá no fundo, parecia o quintal de uma casa comum. Era de chão, havia um tanque de lavar roupa e mangueira de jardim jogada ao chão. Havia uma prateleira com console de vídeo game. Peguei um vídeo game Nintendo Wii. Fui embora com ele. Atravessei toda a loja. Quando cheguei à porta giratória, passei normalmente. Ao passar, vi uma criança brincando ali. Então percebi que não havia pagado o vídeo game, e a porta não tinha impedido minha saída. Então achei que isto seria normal, depois as Casas Bahia mandavam a cobrança. Mas resolvi voltar para saber se era assim mesmo. Passei pela porta giratória novamente, e a minha direita vi o que seria o balcão do crediário e pagamento. Havia duas mulheres e um homem atrás deste galpão. Os três conversavam, só que de costas para quem precisasse ser atendido. Então percebi que este tinha sido o motivo de eu passar, sem pagar. Resolvi voltar ao fundo da loja, pois não tinha dinheiro para comprar o vídeo game. Coloquei o mesmo de volta na prateleira e fui embora.

Sunday, July 4

O CHAMADO DA LUZ


Estava em um campo aberto, onde seria o pátio de uma grande empresa. Havia uma peça mecânica, que era chamada de mão mecânica. Ela vinha de trás de uma montanha, até o local onde eu estava. Deveria ter aproximadamente um quilômetro de extensão. Onde ela terminava, segurava uma espécie de chaminé. Que era na verdade, um tubo cilíndrico de uns 30 centímetros de diâmetro. Esta mão mecânica segurando o tubo deveria estar a uns 100 metros de altura. Havia uma escada que vinha desta mão, onde segurava o tubo, até o chão onde eu estava. Fui subindo nesta escada, que parecia não terminar. Mas cheguei até esta chaminé, que era segurada pela mão mecânica. Quando subi na mão mecânica, a escada caiu. Assustado e com medo de cair, agarrei nesta chaminé e comecei a gritar pelo Gueds, que tinha ficado lá em baixo. Dizendo a ele que a escada tinha caído. Olhava para baixo, mas não via ninguém, parecia que eu estava muito distante do chão. Nisto comecei a ter a sensação de que a chaminé balançava muito e estava girando em circulo, cada vez mais rápido. Segurava firme, fechava os olhos para não ver lá em baixo. A tal chaminé foi girando, balançando e me deixava às vezes de cabeça para baixo. Eu não a largava de jeito nenhum, imaginando que se eu a largasse, não iria sobreviver mesmo. Nisto vi no céu ao meu lado, o azul se abrindo e aparecendo uma luz branca, que foi aumentando aos poucos. Ouvi uma voz dizendo que eu podia pular naquela luz branca, porque estava na hora de eu ir embora mesmo. Eu não pulava, com medo de cair. Temia que se pulasse ali, seria o meu fim. Mas a luz continuava a me chamar. Eu respondia dizendo que não ia de jeito nenhum. Nisto a escada apareceu novamente. Comecei a descê-la rapidamente. Quando fiz isto, a tal luz branca foi sumindo. Ao chegar lá em baixo, não vi ninguém. Sai dizendo que nunca mais subiria em escadas.

Saturday, July 3

O BANHEIRO SEM PORTA


Estava em uma casa, que não sei qual era. Estava dormindo em uma cama que estava na cozinha. Acordei com duas mulheres conversando na cozinha e uma criança pulando na cama onde eu dormia. Depois que acordei, a criança saiu. Fui levantar e vi que eu estava dormindo pelado. Então decidi ir ao banheiro colocar uma roupa. O Banheiro ficava do lado de fora da casa. Entrei no banheiro, mas a porta era feita de réguas e bem separadas uma das outras. Qualquer um veria tudo ali dentro. Mas fui trocar de roupa assim mesmo. Coloquei uma calça jeans. Quando sai do banheiro, vi duas crianças brincando com o que seria a “sonda”. Esta “sonda” é um aparelho que uso para medir a qualidade do ar. Quando peguei a “sonda” com as crianças, vi que eles tinham quebrado a ponta dela. Comecei a reclamar pelo foto de estar à sonda quebrada. Mas a crianças continuaram brincando e não estavam nem ai para o que eu falava. Sai dali, levando a sonda, para tentar consertá-la.

Friday, July 2

CONVOCADO PELA SELEÇÃO BRASILEIRA


Estava num local, era noite. Estava sentado do lado de fora, do que seria um campo de futebol. Só que este campo era como um ginásio poliesportivo. Era todo fechado, mas era gramado lá dentro. A seleção brasileira estava jogando. Só que os jogadores eram todas pessoas comuns. Nisto alguém chegou perto de mim e disse que eu iria jogar, pois um jogador da seleção brasileira tinha machucado. Fui até a entrada deste campo, que parecia um ginásio poliesportivo, fiquei olhando. Os jogadores estavam todos, indo para o banco, esperar a partida ser reiniciada. Nisto um homem da CBF me entregou a camisa da seleção, para eu colocar. Só que esta camisa era toda branca. O número era o 6. Coloquei a camisa por cima da que eu estava usando. Nisto este mesmo homem, me entregou um cartão quadrado, que deveria ter uns 20 x 20 centímetros. Entrei naquele ginásio, meio “recebiado”, olhando para os outros jogadores, imaginando se eles não estariam achando ruim eu estar entrando no jogo. Sentei distante deles e fui abrir o cartão. Quando abri, vi ali desenhos e escritos de quando eu era criança e estava no primeiro ano do ensino fundamental. Fiquei imaginando como eles conseguiram aquilo tudo e como guardaram por tanto tempo. Nem eu sabia da existência de tudo aquilo. Imaginei que a CBF investigava a vida da gente toda, para a gente poder jogar na seleção brasileira. Fiquei sentado ali, sozinho, olhando as coisas que fiz quando dos meus 7 anos.