Sunday, August 29

NINJA ATIRANDO PALITOS DE DENTE


Estava vindo pela Rua Goiás, bem próximo ao anel rodoviário. Vinha voando a uma altura aproximada de uns 3 metros. Nisto, veio um homem, vestido como ninja, e começou a atirar palitos de dentes em mm. Ele atirava os palitos muito rapidamente, como os ninjas atiram aqueles discos cortantes. Os palitos batiam em mim, mas não me machucavam, batiam e caiam no chão. Eu tentava me afastar do tal homem, mas ele corria tão veloz quanto eu voava.  Tentei voar mais alto, para que não pudesse ser acertado pelos palitos de dentes, mas não conseguia. Os palitos de dente pareciam que surgiam nas mãos dele instantaneamente. Tentava perguntar a ele porque fazia aquilo, mas tinha que ficar voando de um lado para outro, tentando não ser acertado. Mas ainda assim, o tal ninja me acertava com os palitos. Então segui voando para o anel rodoviário. Ao chegar ao anel, o tal ninja desapareceu.

Saturday, August 28

SEM DINHEIRO, VOANDO PELA LARGA AVENIDA E BRIGANDO

 Estava dentro de uma sorveteria. Ela era comprida e estreita. Estava lá no fundo, tomando sorvete. Quando acabei e fui pagar, vi que estava sem a carteira. Fiquei dizendo que tinha perdido minha carteira com o dinheiro. Fiquei andando de um lado para outro, procurando nos bolsos, se achava minha carteira. Mas não a encontrava. Disse para o atendente, que eu deveria tê-la esquecido no hotel e que iria buscá-la. Sai da sorveteria e assim que sai, pulei e sai voando. Mas havia uma árvore ali e quase bati na árvore. Desviei e sai voando sobre uma avenida que deveria ter umas oito pistas. Passavam vários carros e pessoas que também andavam no meio das pistas. Voava baixo, quase tocando os carros. Algumas pessoas me viam e ficavam apontando para mim. Quando sai daquela avenida cheia de pistas e entrei numa rua estreita, que não passava carro algum, vi a minha frente dois homens que caminhavam. Ao aproximar deles, fiquei voando em volta deles e batendo com os pés em um deles. Eu batia o pé e me afastava, pois ele tentava acertar com um murro, na minha perna. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que ele conseguiu me acertar e cai no chão. Ele aproximou e disse que agora queria me ver acertá-lo. Levantei e sai correndo dele. Ele corria atrás de mim. Nisto pulei e sai voando novamente e fui por cima das árvores, deixando-os para trás.

Tuesday, August 24

O VASO E O ABACAXI NA PORTA DO SÍTIO


Estava em um local que seria um sítio. Estava nas proximidades da porta da casa do sítio. Havia um vaso sanitário ali, com um cano que saía para cima, e a válvula de dar descarga. Eu estava usando o vaso. Usava o papel higiênico, dava descarga, mas voltava a usar o vaso novamente. Havia dois homens próximos de mim, aguardando para usar o vaso também. Todas as vezes que usava o papel higiênico, virava a mão para trás e dava descarga. Mas como eu continuava usando o vaso, não levantava dali. Ao levar a mão para trás, para dar descarga, fiz no chão, um pouco do que deveria fazer no vaso. Olhei para os dois homens, que tapavam o nariz com as mãos. Eles olharam um para o outro, mas nada disseram. Peguei o que caiu no chão, com papel higiênico, e Joguei dentro do vaso. Usei o papel novamente, joguei dentro do vaso, dei descarga novamente e por fim, terminei de usar o vaso. Quando levantei, estava de roupa e não nu, como deveria. Ao levantar, fui dar descarga novamente, mas dentro do vaso, tinha meio abacaxi, partido no sentido mais comprido. Dei descarga, mas o abacaxi não descia. Nisto, um dos dois homens, sentou numa cadeira que estava ao lado do vaso, o outro veio e ficou em pé de frente ao mesmo. O que sentou, disse que o abacaxi não descia daquele jeito. Pegou o abacaxi dentro do vaso, e com um canivete, foi cortando o mesmo em pedaços pequenos e jogando dentro do vaso. Depois deu descarga e o abacaxi desceu. Saí Dalí, deixando os dois homens e fui para dentro da casa. Deitei numa cama e adormeci. Dormindo, sonhei que estava naquele mesmo vaso, usando da mesma forma. Só que perto de mim, estava o Vitinho sentado na cadeira em frente ao vaso, a uma distância de uns 3 metros, e ao lado, estava a Magda. Quando usei o papel higiênico e fui dar descarga, fiz fora do vaso, o que deveria fazer dentro. Só que desta vez, era bem grande. Nisto a Magda começou a rir muito. O Vitinho ficava sentado na cadeira, só balançando a cabeça, dizendo: __que porcariada. Nisto veio minha mãe, só que ela parecia ter uns 20 anos. Quase que ela pisa no que eu tinha feito no chão. A Magda não parava de rir. Minha mãe quis saber por que ela ria tanto. Ela então mostrou onde minha mãe estava com o pé. Minha mãe estava com o pé encostado no que fiz no chão. Quando ela olhou e perguntou quem tinha feito aquilo, eu acordei assustado na cama daquela casa do sítio. Sai lá fora e vi o vaso, que desta vez, estava sendo usado pelo Vitinho e a Magda estava do lado rindo muito.

Sunday, August 22

O PLANO PARA DESMASCARAR "CLARA" (MARIANA XIMENES)



Era noite. Estava num local, que parecia o cais de um porto. Havia aquela passarela comprida, toda feita de madeira. Estava no início desta passarela, eu e os artistas da Rede Globo, que trabalham na novela “Passione”. Sendo eles: a que faz o papel de “Gema”, a “Fernanda Montenegro” e o que faz papel de “Saulo”. A gente estava arquitetando um plano para “desmascarar” a personagem “Clara”, vivida pela “Mariana Ximenes”.  A gente tinha colocado nove bonecas de tamanho natural, idênticas a personagem “Clara” na outra ponta desta passarela. E havíamos dito a ela, que uma daquelas nove bonecas, ela era de verdade. Enquanto a gente conversava, veio chegando a que faz o personagem “Gema”, dizendo que a “Clara estava procurando entre as nove bonecas, qual seria ela. Então fiquei perguntando como ela acreditou que uma das nove seria ela mesma. “Gema” disse: __Fazer o que, ela é loira. Deixei-os ali e fui para um descampado que havia ali perto. Eu queria ir ao banheiro (fazer o nº 01). Havia uma pessoa neste descampado. Perguntei onde era o banheiro. Ele me mostrou, apontando com o dedo, que seria logo adiante. Fui até lá, e vi o banheiro, que ficava no meio do mato. Ele não tinha paredes, era feito de cerca de bambu. Entrei, vi o vaso sanitário e usei o mesmo. Sai dali, para voltar naquele tal porto. Só que ao sair, eu estava era no meio de uma avenida, que parecia deserta. Não vi carro nem pessoas, mas a avenida estava bem iluminada. Fui andando, olhei para trás, e vi que aquele cercado que eu tinha feito de banheiro, era um viveiro de mudas. Continuei andando dizendo que de qualquer forma, eu tinha “regado” as plantas.

Sunday, August 15

AMARRADO PELO PÉ


Estava em um galpão. Ele era mal iluminado, deixando tudo meio escuro. Havia um andaime que deveria ter uns 10 metros de altura, sendo seu piso lá em cima de uns 2 metros de largura por um de comprimento. Estava em cima deste andaime. Eu puxava uma corda, que deveria trazer até m cima deste andaime, um saco de 30 quilos de fertilizante. Uma pessoa que estava comigo, descia lá em baixo, amarava o saco de fertilizante. Eu começava a puxá-lo, apenas com uma mão, sendo que com a outra, eu segurava no corrimão do andaime. A tal pessoa que amarrava o saco de fertilizante, subia muito rapidamente e chegava no momento em que eu não conseguia mais segurar aquele peso. Ele me ajudava a puxar e depois a gente jogava o saco para trás. Caia num monte de sacos que havia ali. Nisto subiu neste andaime, o dono daquela firma. Ele me disse que não precisava temer nada, pois tinha uma corda amarrada ao pé, e que assim, se eu caísse, ficaria pendurado e nada me aconteceria. Olhei e vi uma corda amarrada ao meu pé. Esta corda ia para fora do galpão. Não consegui ver onde ela estava amarrada do outro lado. Mas imaginei que eles sabiam o que estavam fazendo e não deixariam eu me machucar.

Tuesday, August 10

CONVERSA FRANCA COM DEUS


Estava vindo pela Travessa Montese, que liga a Rua do Meio e a Rua do Bar, na rua da casa da minha mãe. Era noite e eu vinha chorando muito. Chegando à esquina da rua da minha mãe, olhei em direção a casa da minha mãe, ver se tinha alguém conhecido. Não vi ninguém conhecido, apenas algumas pessoas. No passeio do canto da linha, vinha uma mulher gorda. Eu não a conhecia. Atravessei a rua chorando e conversando com Deus, dizendo que ele tinha me feito muito feio. Dizia que meu corpo era perfeito, mas meu rosto era muito feio. Dizia que ele não tinha caprichado ao me fazer. Chorando dizia para Deus, que uma pessoa que tivesse nascida com um rosto deformado ou tivesse o rosto queimado, era mais bonito que eu. Quando passava pelo galpão da mecanizada da ferrovia, deitei no cantinho do passeio, continuando a chorar e reclamando com Deus por ele não ter caprichado ao me fazer. Nisto ouvi meu celular tocar. Deitado e chorando, tirei o celular do bolso. Não consegui ver quem chamava, mas atendi assim mesmo. Era o Gueds. Ele dizia que a gente iria trabalhar na quinta, sexta e na segunda. Que o local era uma “pirambeira” danada, cheia de buracos. Queria perguntar a ele se a gente ia trabalhar na terça, mas ele não parava de reclamar do local aonde a gente iria. Nisto passou o cantor (acho que ele nem canta mais) Ronnie Von. Ele tinha nas mãos um chapéu, daqueles conhecidos como “chapéu de coco”. Ele dizia alguma coisa. Mas como eu prestava atenção no que o Gueds falava, não entendi o que o Ronnie Von dizia. Então disse para o Ronnie Von que não tinha trocado para dar esmolas. Pensei que ele estivesse pedindo esmolas. Então o Ronnie Von, com cara feia, disse que não estava pedindo esmolas. Estava dizendo apenas que era para eu levantar daquele chão frio, porque poderia me fazer mal. E saiu “esbravejando”. Então eu sentei, segurando o celular com a mãe esquerda, falando com o Gueds, e o braço direito, apoiei em cima do joelho direito, que estava dobrado, ficando com o braço esticado. Quando ficamos nesta posição, o dedo indicador fica esticado para frente. Nisto chegou uma mulher, ajoelhou em frente ao meu braço, com um cigarro na boca. Ela então encostou o cigarro no meu dedo e acendeu o cigarro. Levantou e foi embora. Então, “desabei” a chorar novamente, dizendo para Deus, que além dele me fazer muito feio, ainda tinha o “dedo isqueiro”.

Friday, August 6

O CHÔRO DO INEVITÁVEL


Estava em um descampado, no meio de uma mata. Havia uma casa, sendo que todas as paredes eram de plásticos transparentes. Havia quatro colunas de cimento, nos quatro cantos da casa, para sustentar a comunheira com o telhado. Estava eu, e mais duas mulheres idosas, que seriam da minha família. Entrei em uma sala, dentro desta casa, cujas portas também eram de plástico transparente. Coloquei uma chave na parede dentro desta sala. Sai e fui indo por um caminho no meio do mato. Sendo que depois de andar um pouco, sempre voltava para a casa de plástico e sempre colocava uma chave na parede. Depois que sai a terceira vez, as duas mulheres estavam dentro uma caminhonete, parecida que a Estrada, da FIAT e um homem dirigindo. Eles saíram e eu fui seguindo. Até que chegamos num local, onde estava o apresentador da Rede Globo, o Faustão. Na carroceria da caminhonete, estava o jogador de futebol, Romário, segurando um microfone, pois ele iria cantar. Nisto o Faustão o mandou cantar. Ele começou a cantar. Fui indo embora, me perguntando por que o Romário foi cantar logo uma música ruim. Assim o Faustão iria o mandar parar logo logo. Quando cheguei e entrei naquela casa de plástico, vi um cachorro lá dentro, tipo pastor alemão. Fiquei imaginando como ele teria entrado ali. Ao chegar naquela sala para colocar a chave novamente, vi que tinham roubado o telhado da casa. Alguém havia tirado o telhado inteiro, com comunheira e tudo. Restaram apenas as paredes. Nisto vi o carro onde estava o Romário e as duas mulheres que seriam da minha família, sendo rebocado por outro, que o puxava por uma corda. Imaginei que o carro da minha família tinha estragado e alguém o estava trazendo. Nisto, saíram do carro que rebocava o da minha família, dois homens armados. Um ficou segurando uma arma perto das mulheres e do Romário. O outro saiu atirando na minha direção. Este homem que atirava em mim era o ator da rede Globo, Alexandre Borges, da novela TI-Ti-Ti. Quando ele começou a atirar, sai correndo de dentro da casa. O cachorro veio correndo atrás de mim. O Alexandre Borges veio atirando atrás, dizendo que não queria aquele telhado ali. Que ele havia dito que não era para colocar telhado na casa de plástico, e que agora a gente iria sofres as conseqüências. Sai correndo por aquele descampado, e ele atirando atrás. Fiquei imaginando que se uma bala acertasse em mim, eu estaria perdido. Ao dar a volta num pequeno barranco, o Alexandre Borges veio do outro lado. Nisto eu tropecei e cai. Ele chegou do outro lado, de frente para mim, a uma distância de uns 10 metros e atirou. Mas as balas do revolver tinham acabado. Ele então pegou uma faca e mandou na minha direção, acertando bem no meu peito. Ao ser atingindo por ela, comecei a chorar. Chorava muito, e não parava de chorar. Chorava de soluçar. Nisto o Alexandre Borges se aproximou, dizendo que aquela faca era de efeitos especiais. Ela grudava na gente, mas era de plástico e não perfurava ninguém. Que aquilo era só uma brincadeira que eles estavam fazendo com a gente. Mas eu continuava chorando, e não conseguia parar. Nisto ele tirou a faca, que só estava grudada na roupa, ai, cai no chão, desfalecido.

Sunday, August 1

GRITANDO PARA ESPANTAR MONSTROS


Estava indo por uma rua do bairro Porto Velho. Era noite e estava bem escuro. Usava uma capa de frio. Com medo de alguém ou alguma coisa, ira pelo meio da rua, e gritando, como se fosse um monstro. Isto para espantar o que viesse. Nisto percebi que um homem vinha atrás de mim. Sai correndo, gritando como monstro.  Quando percebi, tinha outro na minha frente. Então dei um grande pulo, passando por cima deste que estava na minha frente. Continuei gritando e correndo. Estava chegando à beira do Rio Itapecerica, que ali, é bem largo. Não vi alternativa, senão voar por cima do rio. Correndo, ao chegar à beira do rio, pulei e sai voando sobre o leito do mesmo. Chegando do outro lado, havia uma estradinha. Esta estradinha era na verdade, a rua, cujo mato tinha tomado conta, e só ficara o local por onde as pessoas passavam. Ali eu já conhecia, mas como era noite, eu temia aparecer alguma coisa estranha. Então, continuei gritando, indo por aquele caminho. Até que cheguei à minha casa, que ficava ali na BDL. Entrei correndo em casa, temendo algum fantasma aparecer.