Tuesday, October 26

ANDORINHAS CISCANDO ARROZ



Estava dentro de uma sala, de uma casa que não sei onde ficava. Da janela lateral, via uma máquina muito grande, que jogava umas bolas grandes, feitas de barro, dentro de um recipiente, que as transformavam em andorinhas de barro. Estas andorinhas eram para serem vendidas pela ONU, para arrecadar dinheiro. Fui para outra janela, que dava apara a casa vizinha. A janela ficava mais ou menos um metro do muro da casa vizinha, que também tinha ali uma janela. Quando cheguei nesta janela, via alguns homens vestidos de azul, limpando a tal casa. Sabia que eles eram de uma empresa que fazia limpeza em casa, antes das pessoas se mudarem. Fiquei na janela olhando, até que vi um dos homens, jogando lixo para a casa onde eu estava. Fiz sinal com as mãos, para o que limpava a janela de frente a minha. Reclamado de mandarem lixo ali. Ele falou algo com o homem que mandou o lixo, e ficaram rindo. Então fui para o canto da sala, olhando para a janela. Nisto, vi as casa onde os homens limpavam, se deslocando, como se eu estivesse dentro de um trem, e a gente vendo a paisagem passar. Fui vendo a casa passando, os homens limpando La dentro, até chegar à rua. Depois foi voltando, e fui vendo tudo novamente. Ai parou. Então imaginei que o trem tivesse tido algum problema. Sai dali e fui até outra janela, onde havia uma caixinha do tamanho da palma de uma mão. Lá dentro havia arroz e uma andorinha de barro. Aquelas que eram feitas pela máquina grande. A gente sacudia a caixinha e a andorinha ficava aparecendo que ciscava o arroz. Desci por aquela janela, atrás de uma pessoa que desceu também. Fui balançando a caixinha. Nisto vi uns 15 homens vestido de azul, que pertenciam àquela empresa de limpeza. Achei que estava pagando mico, ficando sacudindo aquela caixinha, e resolvi voltar. Só que eu não conseguia subir na janela. Por mais que eu tentasse, não conseguia, a janela estava meio alta. Pensei em ir embora e deixar tudo meu ali, do jeito que estava. Mas então decide jogar a caixinha com arroz e andorinha pela janela, para depois subir, porque com ela na mão, eu não estava conseguindo. Mesmo assim, tive que fazer muito esforço para subir. Mas consegui subir na janela e ir para dentro da casa.

Monday, October 25

O ANIVERSÁRIO



Estava indo para um local, que seria o shopping onde a Rita trabalha. Já chegando lá perto, vi que dentro da loja onde a Rita trabalha, estavam os irmãos dela. Vi claramente o “Segundinho”, e outros irmãos dela. Pensei em não ir mais, porque não queria encontrar com os irmãos dela. Nisto o “segundinho” me encontrou do lado de fora e perguntou se eu iria ao aniversário do filho dele. Respondi rapidamente dizendo que iria sim, mas em pensamento sabia que não iria. Ele dizia que tinha mandado os convites. Disse que tinha recebido que estaria lá. Mas continuava em pensamento tendo certeza que não iria.

Saturday, October 23

DOIDO OU NÃO


Estava vindo por uma rua, com uma pessoa. Chegamos a frente a uma casa, onde esta pessoa me mandou entrar. Já na entrada, havia uma rampa que levava para um portão. Na estrada deste porão, tinha uma placa onde estava escrito “Neurologista”. Entrei e logo atrás de mim, veio uma mulher vestida de branco. Lá dentro, havia uma grande sala de vidro, onde havia várias pessoas sentadas. Do lado de fora, era um jardim. Estava meio escuro do lado de fora, mas na sala, onde estavam àquelas pessoas, estava bem iluminado. Nisto, a mulher de branco, pegou um grande martelo de borracha, chegou perto de um homem que estava olhando o jardim, e começou a bater o martelo no cotovelo dele. Depois, esta mulher veio até mim e perguntou por que eu estava ali. Disse que tinha caído uma lata na minha cabeça e eu queria saber se eu não tinha ficado “doido”. Ela então disse que teria que bater com aquela marreta no meu cotovelo, para saber. Fiquei com medo que doesse. Ela esticou meu braço e deu a marretada no meu cotovelo. Gritei com a dor. Ela então disse que eu não tinha ficado doido não.

Monday, October 18

PIZZA NO FORNO A CARVÃO



Estava dentro de uma siderurgia. Estava num galpão que ficava nos fundos desta siderurgia. Era um galpão grande e meio escuro. Nisto vi um caminhão “PIPA”, vindo de ré, e, ao invés de água, ele jogou carvão, destes usado em siderurgia. Já havia um monte deste carvão. Depois, ele continuou de ré, e a parte do caminhão, que carregava o carvão, esbarrou neste monte de carvão e foi se encolhendo. Então vi que o caminhão era de borracha. Sai dali e fui até onde havia vários fornos pequenos, de barro, tipos este de assar pizza. Dentro destes fornos, eles haviam colocado carvão, daquele mesmo que o caminhão havia jogado. Então perguntei por uma pizza que eu tinha colocado para assar ali, e não estava achando. Alguém que estava perto deste forno disse que tinha colocado ela, em outro forno. Sai de forno em forno, procurando pela pizza, mas não encontrava. Perguntei a uma pessoa que estava ali, se ela tinha ouvido o tal homem dizer onde tinha colocado a pizza. Mas a tal pessoa disse que não. Sai dali procurando pela pizza e não encontrava de jeito nenhum.

Friday, October 15

A FUGA



Estava indo por uma estrada, de terra. Um pouco mais elevado, havia outra estrada de terra, que deveria estar distante desta, uns 10 metros. Ia por esta estrada, numa moto bem pequena, parecendo feita para crianças. Na garupa da moto, ia uma pessoa que não sei quem era. Seguia por esta estrada, quando a pessoa na garupa me disse que a gente tinha que pegar a estrada ao lado. Eu disse que não precisava naquele momento, pois as duas se encontravam justamente onde eu precisava passar de uma para outra. No caminho, havia um policial que me parou. Eu e a tal pessoa da garupa, estava usando capacete e tudo mais. Nisto chegou outras pessoas que deveriam estar comigo. Chegaram em motos iguais a minha. O policial ficou olhando minha moto, andando em volta dela, depois disse que iria prender a moto. As pessoas que chegaram depois começaram a falar todos ao mesmo tempo. Então o policial disse que era só pagar a ele 300 reais e ele liberava a gente. Então comecei a dizer para as pessoas, que pagasse logo para a gente ir embora. Mas ninguém tinha dinheiro e nem eu. Então o policial levou todos nós presos. Levou a gente para uma casa grande que tinha ali perto, no meio do mato. La dentro, a casa parecia uma mansão de luxo. A gente ficou num cômodo todo branco e que tinha um grande sofá, e uma grande porta. O policial disse que não era para sairmos dali de jeito algum. Nisto vimos passar vários homens e mulheres, todos vestido com roupa de exercito, e com rifle na mão. Uma mulher, também vestida assim, chegou nesta sala, olhando por cima dos olhos, com a cabeça meio baixa, e disse que era terrorista e que a gente estava presa ali. Duas pessoas que estava com a gente, ficaram desesperadas e foram tentando sair da sala de qualquer jeito. Nisto chegou um homem com uma bazuca e atirou nestas duas pessoas. Da bazuca saiu um raio colorido, que ao atingir as duas pessoas, fazia com que virasse estátuas humanas. Ficamos assustados com aquilo e nos juntamos num canto da sala. Então disse para as pessoas que estava comigo, que a gente tinha que fugir dali rapidamente. Olhei e vi uma pequena porta num canto e corremos para lá. Abrimos a porta e ela dava para o jardim da casa. Saímos correndo. Nisto vimos que a tal mulher que olhava estranhamente, vinha seguindo a gente, carregando a tal bazuca. Fomos correndo até aquela estrada e seguimos em frente. A tal mulher continuava correndo atrás da gente. Nisto cheguei ao bairro Esplanada. Nisto percebi que estavam comigo e Gueds e os filhos dele. A gente tinha chegado à casa que era do “Tico-Tico”, que era vizinha da casa da minha avó. Como a janela daquela casa dava para o passeio e tinha grades, fui subindo pelas grades da janela. Falei para o Gueds e os filhos dele, virem também, porque o ponto de ônibus ficava em frente à casa da minha avó. O Gueds disse que não havia ponto nenhum ali. Então disse a ele para chegar à esquina e olhar. Ele foi e viu o ponto de ônibus. Então subimos pelas grades da janela e fomos até o ponto de ônibus. A gente não precisava subir nas grandes e ir por cima da casa, bastava andar pelo passeio e chegar lá no ponto, que ficava a uns 10 metros de onde a gente estava. Disse ao Gueds que a gente tinha que ir daquele jeito, porque só assim a gente ficava livre da mulher com bazuca. Chegamos ao ponto e eu disse que era só esperar o ônibus. Então o Gueds disse que ali não passava ônibus. Virei para ele e disse que o único problema era este.