Saturday, November 27

A CRIANÇA NA CAIXA DE SAPATOS



Estava em um local, onde havia várias pessoas. Havia um armário grande, onde havia vários saquinhos de surpresa. Cada saquinho tinha um tipo de doce diferente, dentro. Daqueles que se usam em festas de crianças. Eu carregava no colo, uma criança que deveria ter menos de um mês. Ela estava dentro de uma caixa de sapatos. Então as pessoas começaram a pegar os tais saquinhos de surpresa, e só poderia pegar 50 saquinhos cada pessoa. Fui pegando vários saquinhos e colocando em cima da criança que estava dentro da caixa de sapatos, nos meus braços. Depois que peguei os 50 saquinhos, sai de perto deste armário. Nisto a criança acordou, espreguiçando e esticando os bracinhos. Então disse a ela que tinha pegado vários saquinhos surpresas. Disse que muitos eram de bombons. Então a criança olhou para mim e disse que não gostava de bombom. Disse a ela que não tinha problemas, eu comeria os bombons. Depois disse que tinha muitos brigadeiros. Ela disse que também não gostava de brigadeiros. Ai disse para ela: __Pó, você também não gosta de nada. __Nem sei também porque você esta falando. __Você não tem nem um mês de idade. __Quer saber, vou comer tudo sozinho. Nisto a criança espreguiçou novamente e dormiu.

Wednesday, November 17

A SENHA


Estava numa sala, que parecia uma sala de máquinas de uma empresa. Lá estava o Expedito, com quem trabalhei. Conversei com o Expedito e disse que precisava levar um envelope para o Dr. Jacinto. O Expedito me entregou o envelope e com dificuldades, passei entre as maquinas que tinha ali e fui indo embora. Chegando numa sala, havia uma mulher, que seria a secretária do Dr. Jacinto. Ela disse que ele não estava ali. Fui indo embora e deixei cair os papeis que estavam na minha mão, juntamente com o tal envelope, dentro de uma poça de água. Peguei com cuidado para não rasgar tudo e fui indo embora. Depois voltei para aquela sala onde estava à secretária do Dr. Jacinto. Ali estavam o Vitinho, O Nenêi e outra pessoa. Eles disseram que não adiantava eu subir para a sala, pois eu estava sem o envelope e o Dr. Jacinto não iria gostar de não tê-lo levado. Mas decidi subir a escada assim mesmo. Na sala de cima, vi o Dr. Luiz Carlos sentado numa mesa. O Dr. Jacinto em outra e o Hugo Batista em outra mesa. Havia algumas pessoas ali na sala. Fiquei em pé, perto da mesa do Dr. Jacinto, esperando ele terminar de conversar com uma pessoa, para dizer a ele que tinha perdido o envelope. Nisto alguém chegou perto de mim e disse que eu teria que pegar uma senha, para ser atendido. A caixinha com as senhas estava ao lado da mesa do Hugo Batista. Peguei uma senha, que era de número seis.

Sunday, November 14

OS ROBOS E OS RAIOS LASER AZUL


Estava numa rua, debaixo de um elevado, no Japão. Havia vários soldados japoneses, todos com espingarda. Eu estava abraçado à outra pessoa, tentando nos esconder, de umas pequenas máquinas, que pareciam carros quadrados, de aproximadamente meio metro de altura e largura. Estes mini carros quadrados, passavam muito velozmente e atiravam um raio laser azul, em minha direção e da pessoa que estava comigo. Os soldados japoneses tentavam nos proteger, mas eles não conseguiam acertar tais carrinhos. Nisto, vimos uma sala, debaixo deste elevado. Fomos para lá. Eu ficava perguntando por que os japoneses tinham mania de não fechar as portas, e era por isto que os carinhos entravam. Nisto, entrou nesta sala, vários robôs com pouco mais de uns 10 centímetros de altura, atirando raio laser azul, tentando me acertar. Eram 3 robôs, e cada um tinha uma forma. Um parecia um dinossauro, outro na forma de gente e o terceiro se parecia com um gato. Eles queriam de todo jeito me acertar. Eu tentava me esquivar dos raios e sai correndo. Lá fora, vi os policiais japoneses, ainda atirando nos carrinhos, que velozmente passavam de um lado para outro.

Saturday, November 6

BUEIRO ENTUPIDO



Estava num local, que parecia ser o terraço de um prédio. Nisto alguém me chamou, dizendo que a água estava subindo muito, porque tinha entupindo a saída dela. Por uma abertura pequena, subi num telhado de folha de zinco. Fui caminhando com dificuldades, para não escorregar, segurando uma chave de fenda. Quando cheguei perto da saída da água, vi que era um bueiro, que estava entupido e a água não descia. Quando fui tentar remover o lixo que entupia, ele se deslocou a e água começou a descer. Fui revirando assim mesmo, para que a água levasse o resto do lixo. Do meu lado estava o “Segundinho”. Sentado numa cadeira de praia, num pedaço de laje, estava o israel. Pouco a minha frente, havia outra abertura, para onde o “Segundinho” foi para sair. Fui tentar ir por ali também, mas escorreguei nas telhas. Decidi então voltar pelo caminho que tinha feito para ir até ali. Ao pisar nas folhas de zinco, elas se deslocaram e saíram escorregando comigo em cima. Cai sentado nelas. Assim elas pararam de se deslocarem. Fui me arrastando até a saída.