Friday, December 31

BOI CHIFRANDO CAVALO NA ESCADA ROLANTE


Estava no alto de uma escada rolante. Na verdade eram duas. Uma do lado da outra. Uma subia e a outra descia. Elas eram muito altas. Deveria ter uns 20 metros de altura e estavam colocadas numa espécie de fazenda. Estava funcionando. La de cima, eu via um local onde havia alguns cavalos e bois pastando. Nisto ouvi barulho de animais em disparada. Ilhei lá de cima e vi um cavalo correndo muito e um boi correndo atrás dele. Depois de correr um pouco, o boi alcançava o cavalo e dava uma chifrada no traseiro dele, mandando ele no chão. Depois eles ficavam ali pastando como se nada estivesse acontecido. Depois ouvi novamente o barulho e tudo aconteceu novamente. Da terceira vez, veio correndo foi um potrinho, mas o boi que o perseguia e chifrou mandando ele longe. Depois ficava como se nada estivesse acontecendo. Nisto vi um menino subindo na escada rolante e correndo escada acima, ele fugia de seu pai que vinha logo atrás, só que na escada que descia. O menino tinha cara de um homem de 70 anos ou mais. Quando o menino foi chegando perto de mim, o pai dele deu um pulo e o pegou pelas pernas. Virou para mim e disse que quase o menino escapa. Ambos foram descendo as escadas e foram embora.

Monday, December 27

MEDO DA PERSEGUIÇÃO


Estava vindo descendo a Rua Goiás, com o Fernando. Estava na altura da Cimcal. Ia até uma padaria. Nisto, o Fernando mostrou no outro lado da rua, uma moça, que seria a Nathália. Falei que não podia ser ela, pois ela estava na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia. Atravessei a rua para ver direito. Havia três moças, elas riam muito. Então olhando mais perto, percebi que era a Nathália mesmo. Estava carregando uma bolsa e usava óculos escuros. Fiquei tentando entender como ela esta ali, se estava viajando. No passeio do outro lado, nos últimos dez metros, havia um corrimão, que era para facilitar o andar de idosos. Decidi ir numa padaria, que havia na rua lateral de baixo. Quando cheguei nesta parte do passeio que tinha um corrimão, havia um homem que era gay, na minha frente. Ao tentar passá-lo, ele ficava de um lado para outro, me impedindo de passar por ele. Então voltei, dei a volta no corrimão e fui pela rua rapidamente, temendo que ele me seguisse. Virei a rua para ir a tal padaria. Logo em seguida, tinha uma construção. Pulei o portão de tela, cai em cima de uma pequena laje e logo a frente tinha um fosso que seria o da escada. Pulei lá dentro. Deveria ter uns dois metros de altura.  Era apenas o buraco que seria o da escada. Estava na terra ainda, e muito barro. Mas tinha a coluna central de concreto, onde se fixariam os degraus da escada. Fui dando volta, num sentido retangular, até que percebi que estava rodando em volta daquela coluna. Parei e esperei, para ver se o tal gay passasse fosse embora. Nisto ele apareceu logo atrás de mim. Assustei com a chegada dele e sai correndo. Fiquei pensando como eu subiria aqueles dois metros que eu havia pulado para o fosso da escada. Quando cheguei num certo local, vi que tinha na parede de terra, buracos feitos para a gente subir mesmo. Subi por ali rapidamente, desci o portão de tela e sai correndo pela rua. Como minhas mãos estavam sujas de barro, sai limpando as mãos. Fiquei imaginando que se alguém estivesse olhando, poderia imaginar que eu o tal gay tinha feito alguma coisa. Sem olhar para os lados, para não ver ninguém, sai e fui embora dali.

Monday, December 20

DE TREM NA BEIRA DO ABISMO



Estava no ultimo vagão de um trem, que ia muito rapidamente. Só que ele estava indo circulando uma montanha muito alta, e sempre beirando o abismo desta montanha. A visão que eu tinha, era como se fosse uma câmera colocada bem acima deste trem, que vinha filmando o mesmo. Eu me via na janela do trem, olhando o abismo lá em baixo. Às vezes esta câmera dava um giro de 180 graus. Me via girando de lado. Como um dirigível que fica filmando um estádio de futebol, dando a volta em torno dele. Da janela do ultimo vagão, via o abismo lá em baixo e ficava imaginando que se o trem caísse provavelmente eu não sobreviveria. Depois vi parte do abismo, que tinha uma grande lagoa. Então imaginei que se o vagão em que eu estava que era o ultimo se soltasse da composição, eu iria cair dentro daquela lagoa, mas ai eu poderia sobreviver. E assim o trem continuava rapidamente, sempre na beira daquela montanha, em direção ao topo, e eu sentido sempre a imagem girando muito rapidamente. Este giro da imagem era como daquele game do Mario Kart. Onde um suposto fantasminha, fica em cima de uma pequena nuvem, filmando a corrida.

Wednesday, December 15

DORMINDO NA LATARIA DO FUSCA


Estava em um quarto grande, todo branco, de uma casa que não sei qual era. Havia uma cama e uma lataria de um fusca, de cor vermelha. Estava deitado, dormindo em cima desta lataria. Estava encolhido e sentido muito frio. Ficava escorregando, porque a lataria de fusca é ovulada. Então pensei em passar para a cama, mas sabia que não podia. Levantei e vi que a porta do quarto estava aberta. Pela porta do quarto, vi que a porta da casa também estava aberta. Estava só de cueca, mas fui até a porta para fechá-la. Havia algumas roupas penduradas na maçaneta. Quando fui fechar, ou a voz de uma mulher, que seria a dona da casa, dizendo que era para todos entrarem, pois ela havia deixado a porta aberta. Então fechei a porta com cuidado e voltei rapidamente para o quarto. Para não virem que eu tinha acordado, não voltei para a lataria do fusca, rapidamente ajoelhei em frente ao criado mudo e deitei a cabeça em cima dele e fingi que estava dormindo, foi à conta de fazer isto e entrou uma pessoa no quarto. Esta pessoa então chamou as outras, para verem como eu estava dormindo. Entraram algumas pessoas no quarto e ficaram com “dó” de me verem daquele jeito. Ouvia-os falarem e continuava fingindo que estava dormindo. Queria que eles fossem embora logo, para eu não ter que ficar fingindo, tinha medo de eles me verem mexendo com os olhos. Mas a tal mulher disse que deveriam me pegar e colocar na cama. Vieram as pessoas que estavam ali, me pegaram e me colocaram na lataria do fusca. Continuei fingindo que estava dormindo. Eles saíram do quarto. Então me encolhi novamente, sentido frio.

Thursday, December 9

É-DIFÍCIO

Estava num local, onde estavam construindo um edifício. Este edifício tinha uma parte grande, que estava sendo feita de armação de tubos de ferro. Deveria ter uns 10 x 10 metros. Já estava numa altura que deveria ter uns 30 metros. Encostado nesta armação de tubos, a outra parte do prédio, estava sendo construída, só que de concreto armado. Mas esta, estava um pouco mais baixa, deveria ter uns 20 metros de altura somente. Eu estava bem no encontro desta parte da armação de ferro com a de concreto. Só que estava pendurada nas afirmações. Havia uma mulher também ali, só que na parte de concreto. A armação de ferro balançava muito, chegando a ficar até uma distância considerável da armação de concreto. Eu culpei a tal mulher, pelo edifício estar balançando, dizendo que ela ficava pensando que ia cair, e isto fazia o edifício balançar. Sai dali, andando naquelas armações, como se estivesse subindo num andaime. Cheguei à parte mais alta do edifício, onde alguns homens estavam soldando as armações de tubo. Nisto um deles me pediu para pegar um eletrodo que tinha caído e estava em cima do tubo de baixo. Peguei para ele, ele então disse que tinha que economizar o máximo, porque eletrodo estava muito caro. Fui descendo dali, com eles continuando a soldarem as peças. Os respingos do fogo da solda, quase caiam em mim. Desci daquele edifício feito de armações e fui para uma esquina distante, onde encontrei uma pessoa. Conversando com ela, olhei para o edifício e naquele instante, a parte do edifício feito de armações de tubos, balançava muito, até que ele foi caindo em cima da parte que era feita de concreto, e os dois começaram a cair. Gritei com a pessoa do meu lado, mostrando a ela o edifício caindo. Eles caíram todo ao chão, levantando uma grande poeira.