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Showing posts from January, 2011

O RIO QUE SUBIA

Estava numa rua de uma cidade que não sei qual era. Procurava pela casa onde eu estaria hospedado. Várias pessoas caminhavam nesta rua. Até que chegamos numa escadaria de ferro, de cor escura e estreita. As pessoas foram subindo estas escadas, e eu também fui. Depois de subir bastante, cheguei ao que seria uma recepção. Fui até uma pessoa que estava ali e perguntei como eu fazia para voltar para casa. Daquela recepção, a gente via três ruas que estava ao nível da recepção, como se eu não tivesse subido escada alguma. Ele me mostrou uma rua, dizendo que era só seguir ela, que daria na minha casa. Perguntei se ele tinha certeza disto. Ele então me mostrou a boca, onde tinha um dente de ouro. E perguntou se eu não estava lembrando-se dele. Fui ai que me lembrei dele no dentista. Ele saiu comigo para mostrar qual rua eu deveria pegar. Seguimos por um viaduto. Olhei e vi que um rio passava no que seria uma rua. Logo após o viaduto, esta rua que era feita de rio, subia. Olhei e vi que o rio…

FANTASMAS E ZUMBÍS

ESTRADA DE FERRO NA MINHA CASA

MEDINDO A QUALIDADE DO AR

DE VAN PARA O NOVO EMPREGO

O NOVELO DE CORDÃO

Estava numa rua, onde havia um corredor que levava até onde seria o depósito de equipamentos da empresa onde eu trabalhava. Estava lá além de mim, o Gueds, o Fabrício, a mulher do Gueds, o Lucas e outra pessoa que não sei quem era. Fomos para este corredor até a sala de equipamentos. O Gueds procurava algo, e o Fabrício dizia que nada ali poderia ser pego. O Lucas levava algo pelo corredor, até o carro do Fabrício e voltava correndo. Nisto a mulher do Gueds, que carregava nas mãos duas coisas embrulhadas em papel de pão de cor alaranjado, ficou olhando ver se ninguém via, e pegou em cima da mesa, outro embrulho de papel de pão da mesma cor, e saiu rapidamente, para que ninguém a visse. Saímos dali e lá na rua, o Fabrício saiu com o carro levando o Lucas. Então o Gueds foi abrir o embrulho que a esposa dele tinha pegado. Quando abriu, vi eu era só um grande novelo de cordão. Perguntei para ele porque pegar aquilo, se não valia nada. Ele disse que o cordão pertencia a ele e que não deix…

O GALPÃO DE SALSICHAS

Estava num local. Neste local, havia um grande galpão todo coberto e de igual tamanho, uma parte descoberta. Fui indo pela parte descoberta, para pegar um carregamento de salsichas, que estava dentro de um caminhão, parado ali naquele pátio. Neste local, a gente só comia salsicha. Quando carregava os pacotes, deixei um cair. Ele estourou e saiu sangue de dentro do pacote. Um homem que vigiava a gente descarregar as salsichas ficou perguntando o que era aquilo. Então disse que já tinha acontecido aquilo antes. Disse que sempre vinha um pacote com sangue. O tal homem achou estranho e disse que iria investigar aquilo. Depois que tiramos do caminhão, fomos levar as salsichas para dentro do galpão. Ao chegar lá dentro, já havia várias pessoas comendo salsichas, nisto um disse que todos ali, os familiares tinham arrumado advogados, e que todos sairia dali por fiança. Então fiquei desesperado, pois eu não tinha familiar nenhum e por isto não teria advogado. Disse para quem estava ao meu lado…

A ESCOLHA

Estava numa rua larga, comprida e totalmente plana. O céu estava coberto com nuvens totalmente negras. Só que estas nuvens estavam a uns 5 metros de altura somente. Com isto, a rua estava muito escura. Havia uma divisão no meio desta rua, onde havia o começo de uma luz, que percorria toda a largura desta rua. Esta luz era parecida com a luz do entardecer. Sendo que daquele ponto em diante, ia clareando letamente. Do ponto para o outro lado, ia escurecendo cada vez mais e ficando totalmente escuro. Havia algum tipo de objeto voador, do tamanho de um fusca, que voava super velozmente, em toda extensão daquela rua. Passando do lado que ia clareando, para o lado escuro. Indo e voltando. Estava eu e mais algumas pessoas, no meio daquela rua. Os objetos que passavam velozmente passavam muito próximos da gente, sempre quando ia para o lado escuro. O vento que ele provocava sempre nos arrastava alguns metros para dentro da escuridão. E quando eles voltavam para o lado claro, eles iam por entr…

O ATAQUE DO LEÃO

Estava no meio do mato, havia uma estradinha e várias árvores ao lago desta estradinha. Estava atrás de uma árvore, olhando um carro que estava num descampado.  Uma pessoa saiu correndo pela estradinha, gritando para eu trazer a corrente. Atrás desta pessoa, foi correndo um leão. Assim que sumiram na estradinha, fui arrastando uma corrente grande, que deveria ter uns 10 metros. Chegando ao lado do carro, deixei a corrente no chão. Depois fui dobrando ela no chão, em vão de um metro mais ou menos. Dizia que era para ir adiantando. Quando fazia isto, vi o leão vindo muito rapidamente pela estada, em minha direção. Entrei no carro e fiquei dizendo para mim mesmo, ter calma, fazer tudo sem “afobação”. Fechei a porta, o vidro e conferir a outra porta, que já estava com o vidro fechado. Com isto tinha certeza que o leão não entraria no carro. Deitei no chão do carro, na frente do banco do  carona e deitei o banco para frente, assim ele me esconderia. Quando fiz isto, vi que um buraco pequen…

SEQUESTRADO

Estava num local, que era um campo aberto. Havia um muro de pedra, destes parecido com os que os escravos construíam em fazendas. Meu pai estava ali, segurando uma mulher pelo pescoço, com um rifle, eu a uns 5 metros, com a perna machucada, pois tinha levado um tiro. Meu pai tinha seqüestrado eu e a tal mulher. A gente gritava muito para ele deixar a gente ir embora. Mas ele insistia que não. Ameaçava atirar na minha cabeça e na da tal mulher. A gente já estava todo machucado das torturas que ele fazia. Então decidi ir embora assim mesmo. Levantei, sai mancando e esperando levar o tiro pelas costas. Ele atirou.