Sunday, February 27

SUBINDO A RUA TAPETE, SEM MEMÓRIA

Estava no boteco do Anézio, querendo dizer a ele que eu não mais pegaria almoço ali. Ele ficava andando de um lado para outro e eu não conseguia falar com ele. Então sai dali e fui indo embora. Nisto vi que estava no final de uma rua, tentando subir a ladeira. Mas esta rua era revestida de um tapete verde, que ficava rodando, como uma esteira rolante, fazendo com que eu não saísse do lugar. Quanto mais eu tentava subir, mas o tapete girava. O tapete girando, fez passar por mim, algumas partes do tapete que haviam desgastadas, deixando aparecer a rua. Aproveitei estas pequenas falhas, para conseguir subir a ladeira. Lá em cima, entrei num carro que seria o meu. Nisto vi dentro do carro, meus dois travesseiros, meu edredom, e o lençol. Fiquei tentando imaginar como aquilo foi para ali. Sai com o carro e fui até uma casa, onde havia uma varanda e algumas pessoas ali, inclusive a Iara, Rita e outras pessoas. Chegando lá, disse para eles que eu tinha perdido a memória, no momento em que tinha saído do Anézio. E só foi recobrá-la, quando tentava subir a ladeira. Então a Iara começou a dizer que estava tudo perdido, porque sem memória, como eu iria trabalhar e sustentar a casa. Então disse a ela, que já tinha ido ao medido e este disse que a culpa era da “molinha”. Que eu tinha nos dente, para correção. Que ela tinha se soltado e entrou pelo orifício que liga o nariz a garganta, indo alojar dentro do ouvido, fazendo com que eu perdesse a memória. Que era só fazer a cirurgia para retirá-la.

Wednesday, February 23

A PROCURA DE MINHA CASA


Estava numa rua, procurando minha casa. Não conseguia saber onde ela ficava. Depois de andar um pouco, cheguei numa rua que sabia qual era. Fui indo por esta rua, pois sabia que ela iria até perto da minha casa. Mas quanto mais eu andava, ela ia para a direção que eu julgava contrária a minha casa. Não via ninguém na rua, apenas eu andava ali. Nem carro eu via. Nisto cheguei ao final da rua, onde havia três grandes árvores plantadas. Eram três flamboyants.  Olhei aquelas grandes árvores e lembrei-me da que eu tinha plantado no jardim de nossa casa. Então subi numa destas árvores e fui olhar por cima, para ver a árvore que eu tinha plantado assim caberia onde estava minha casa. Lá em cima, vi o flamboyant da minha casa. Então pude ver a direção. Desci da árvore e fui pra minha casa.

Sunday, February 20

CORRENDO NA RUA DOS ESTADOS UNIDOS, COMPRANDO ARROZ


Estava numa cidade, que seria em outro país. Mais precisamente nos estados unidos. Sai pelas ruas dando uma volta, quando vi um menino indo a minha frente. Ele estava chutando uma lata de refrigerante. Ao passar pó ele, disse que deveria pegar a latinha e vendê-la. Ele disse alguma coisa, mas não entendi nada. Continuei andando, dando a volta no quarteirão. Como as casas não tinham muros que as cercasse, fui passando e olhando cada uma delas. Nisto vi que na minha frente, iam três homens, que deveriam ter uns 15 anos cada um. Ao passar por eles, um esbarrou em mim. Disse que era para ele olhar por aonde ia. Ele começou a rir e foi dizendo algo e eu não entendia nada. Ele então foi me seguindo, dizendo alguma coisa. Fiquei com medo que ele quisesse briga e fui voltando rapidamente para casa onde eu estava. Mas ele vinha atrás de mim, falando na língua dele, eu não entendia nada. Mas ele ria muito. Achei então que não quisesse briga. Ao chegar a casa onde eu estava, no jardim ali fora, havia três pessoas, que estavam comigo ali. Então esta pessoa que me seguia, simulou estar segurando um microfone e veio como quem queria fazer uma entrevista comigo. Entrei na dele, e quando ele me perguntou sei lá o que, responde que a gente não deveria mentir nunca. Que a verdade sempre deve vir primeira. Nisto, uma das mulheres que estava ali comigo, disse que eu mentia sempre, como poderia dizer aquilo. Então disse a ela, que eu era a única pessoa que podia mentir. Ninguém mais poderia. Então todos começaram a rir. Então eu disse que eram ordens de Deus. Que eu não podia fazer nada. Ai que eles riram mais ainda.


Estava num campo aberto, onde havia uma mesa grande, uma mulher sentada à mesa. Havia uma fila grande. Eu estava nesta fila. Todos nós estávamos com uma cesta, com produtos de supermercado. Aquela fila seria a do caixa. Nisto veio uma mulher, perguntando a cada por qual motivo estava na fila. Como fazem quando a gente esta na fila de um banco. (como se a gente fosse ao banco comprar carne). Quando chegou a mim, ela perguntou por que eu estava na fila. Respondi dizendo que estava ali para pagar os produtos que eu queria levar. Ela então me levou até a moça da mesa, me passando na frente de todos. A moça da mesa começou a digitar os preços dos produtos que eu lavava, em uma calculadora. Quando ela pegou o pacote de 5 quilos de arroz, este furou e vazou muito arroz. Ela então pediu aquela outra moça, que fosse busca um novo pacote para mim. Continuou digitando os preços dos produtos que eu levava. Fiquei com receio de que o dinheiro que tinha não desse para pagar tudo. Mas lembrei que tinha visto um conhecido na fila e se fosse preciso, pediria a ele emprestado. Pois eu tinha somente três notas de vinte reais e uma de dois reais, na carteira. Mas a moça da mesa, disse que tinha ficado em vinte e três reais. Então disse a ela, que só pagaria depois que me entregassem o pacote de arroz.

Friday, February 18

TRÊS TRILHOS, NAS QUATRO LINHAS DE TREM, DORMINDO


Estava num local, onde havia uma linha de trem. Só que tinham três trilhos e não dois, como são na verdade. Vinha uma locomotiva em alta velocidade. Esta locomotiva tinha apenas uma roda na frente. E era esta que andava no trilho do meio. Esta locomotiva puxava vários vagões. Ela passou perto de mim, saindo fogo nos trilhos devido à velocidade em que estava e a curva que estava fazendo. Passou e foi indo embora. Fui andando até que cheguei numa rua onde havia uma criança. Peguei a criança no colo. Esta criança dizia que queria os brinquedos dela. Sai andando no passeio daquela rua, até que vi um pequeno robô, andando rente o passeio. Peguei o robô e a criança disse que tinha mais quatro para serem pegos. Sai andando por aquele passeio e fui pegando os robôs um a um. Eles estavam sempre andando rente ao passeio.
Estava num local, onde passava quatro linhas de ferrovia. Três passavam lado a lado e a quarta passava distante uns 10 metros da outra. Todas em paralelo. Havia uma esquina, onde havia duas linhas de ferrovia, que se unia a duas ultimas daquelas quatro. Entre aquelas três linhas e a que estava separada, havia uma espécie de bar. Fui indo até chegar neste bar, com um pão de sal na mão. Havia algumas pessoas ali lanchando. Pedi ao homem do bar, que me desse um pedaço de bolo, para eu colocar dentro do pão de sal. Ele disse que o bolo tinha acabado. As pessoas que estavam ali ficaram dizendo para eu colocar bacon dentro do pão de sal. Mas eu não quis e fui indo embora. Fui indo pelos trilhos da linha que ficava juntos. Havia uma pessoa parada ali, quando cheguei perto desta pessoa, vi que na terceira linha, vinha uma composição, muito rapidamente. Parei para olhar e vi que daquela esquina, vinham duas locomotivas, uma em cada linha. Elas entraram para ir para as duas ultimas linhas. Mas vinham vagarosamente. Então disse para a pessoa que estava do meu lado, que iam bater. Pois não iam dar tempo de passar. Ficamos olhando e vimos que foi a conta das duas passarem pela terceira linha, para a que vinha em alta velocidade passar. E do lado contrário vinha outra composição, na quarta linha, que ficava abaixo do bar. Elas se cruzaram todas ali, naquela esquina, mas parecendo que estava tudo sob controle, pois se cruzaram sem se tocarem. Fiquei imaginando que se tivessem se chocado, não ia “sobrar” ninguém no bar, sorte minha de não ter bolo e eu não ter ficado para lanchar.
Estava dormindo, quando ouvi a campainha da casa tocar. Olhei as horas no meu celular e vi que eram 4 e meia da manhã. Nisto a Nathália abriu aporta. Era uma amiga dela, que veio e trouxe outras três pessoas com ela. Fiquei imaginando o que aquelas pessoas queriam com a Nathália aquela hora da manhã. Então a Nathália ficou conversando com a amiga e as outras três pessoas, foram ate meu quarto, abriram a porta e entrara, depois saíram, sempre um atrás do outro. Fizeram isto umas três vezes, até que a Nathália veio também e sentou na minha cama, ficamos conversando sobre cartões de crédito.