Tuesday, March 15

QUERENDO MUDAR DE AGÊNCIA BANCÁRIA



Estava num local, que seria uma agencia bancária. Havia no mínimo umas 100 pessoas. Havia um homem que estava controlando estas pessoas, que iriam receber o pagamento. O banco era o SANTANDER. Todas as pessoas estavam dentro desta agencia, que era bem grande. Nisto, o tal homem chegou perto de mim e disse que ia agilizar para eu receber na frente dos outros. Saiu e depois voltou com um pequeno pedaço de papel, tipo estes de extrato de caixa eletrônico. Neste papel, dizia que eu iria receber mil reais. Então disse a ele que estava errado, pois eu tinha feito muitas horas extras, e teria que receber no mínimo uns mil e quinhentos reais.  Então este homem ficou dizendo que poderia ser devido a mudança de banco, pois eu recebia na caixa e tinham transferido a partir daquele mês, para o Santander.  Fiquei dizendo que queria receber o total, que tinha feito horas extras e precisava do dinheiro todo. Ele então disse que tudo seria corrigido no mês seguinte. Então perguntei a ele, se seria vantagem para mim, transferir uma conta que tinha em outro banco, para o Santander. Mas ele ficou falando com outras pessoas e nada me respondia.

CORRENDO SEM TOCAR OS PÉS NO CHÃO


Estava numa rua lateral da Av. Getúlio Vargas, aqui em Divinópolis. Estava num ponto de ônibus juntamente com outras pessoas. O Jorge, meu irmão, esta lá, sempre falando alguma coisa perto de mim. Teve uma hora, que ele disse algo e eu simulei dando um murro em sua boca. Cheguei a encostar a mão no rosto dele. Nisto chegaram três pessoas, subiram numa laje de um prédio de dois andares que tinha em frente ao ponto deste ônibus. O Jorge subiu com eles. Nisto as pessoas que estavam no ponto de ônibus, dissera-me para correr, porque quando o Jorge e os outros três homens que subiram na laje terminassem o que estavam fazendo, eles iriam me pegar. Olhei para a laje e vi os três homens, colocando um fixe grosso de cordão, numa máquina, e esta ia tecendo alguma roupa. Então sai vagarosamente e depois sai correndo o mais rápido que pude. Virei na Avenida Getúlio Vargas, sempre correndo. Engraçado que meus pés iam muito rapidamente, mas eu não tocava o chão. Depois de correr um pouco, virei à esquerda numa rua, entrei num beco, torcendo para que eles não tenham visto aonde virei. Neste beco tinha um prédio de dois andares. Atrás deste prédio, tinha uma escada tipo marinheiro, que levava até a laje. Subi nesta escada e na laje, fiquei como uma aranha andando, para que não me visse. Olhando por sobre o mural da laje, vi o Jorge e os outros três homens correndo rapidamente. Assim como eu, os pés deles não tocavam o chão. Só que eles passaram direito de onde virei, então percebi que não tinham me visto virar naquela rua. Fiquei olhando eles indo longe. Decidi ficar na laje, até as coisas se acalmarem.

O SEGREDO DE HEBE CAMARGO


Estava na porta do que seria o SBT, empresa do Silvio Santos. O Silvio Santos estava dando uma entrevista sobre o fato de a apresentadora Hebe Camargo ter enganado todo o povo por tanto tempo. O fato era que tinham descoberto que a Hebe Camargo era um travesti. Ela nunca tinha sido mulher e conseguiu se passar por uma por todos aqueles anos. Silvio Santos dizia que nunca desconfiou de nada. Que ele tinha sido enganado todo aquele tempo.

Friday, March 11

PREPARANDO VIAJEM PARA CARLOS CHAGAS/MG

Estava numa sala grande, onde seria a casa da minha mãe. Havia dois grandes sofás. Eu estava deitado em um deles, assistindo TV. Havia outras pessoas ali, vendo TV também. Havia três aparelhos de TV nesta sala. Olhei as horas no meu celular e vi que eram 14 e 10. Levantei e disse para minha mãe, que iria tomar banho. Pois eu tinha que pegar o carro e estar na rodoviária às 15 horas, para pegar a Iara para a gente viajar para Carlos Chagas. Fiquei esperando que minha mãe dissesse que eu já estava atrasado, pois demorava muito no banho. Mas ela nada falou, então continuei dizendo que a viajem até Carlos Chagas levava 9 horas. Olhei novamente no relógio do celular e continuava 14 e 10.  Sai da sala em direção ao meu quarto, pegar a toalha para ir tomar banho.

Saturday, March 5

USANDO BANHEIRO COM PORTA ABERTA


Estava dentro de um ônibus. Este ônibus andava por umas ruas estreitas, cheia de curvas. Eu esperava este ônibus, atravessar uma ponte e ir até o local onde eu iria descer. Mas o ônibus nunca atravessava esta ponte. Depois de ficar andando muito tempo dentro o ônibus, ele parou. O motorista foi conversar com uma mulher que estava sentada lá na frente, perto dele. Eu estava sentado atrás. Então fui falar com o motorista. Falei que estava ali dentro do ônibus, querendo ir para o outro lado da ponte. Disse que estava ali desde as 10 horas, e já era meio dia. O motorista se assustou e disse se ninguém tinha me levado até La. Disse que não, pois ainda estava ali dentro do ônibus. Então ele saiu novamente com o ônibus e foi me levar do outro lado da ponte. Chegando onde eu queria, desci do ônibus e fui até o que seria uma loja. Entrei nesta loja, mas me deu vontade de ir ao banheiro. Sabia que ao lado da loja tinha um banheiro cuja porta ficava para o passeio da rua. Fui até ele, vi que a porta estava meio encostada, mas não fechada. Entrei assim mesmo e lá dentro estava o Grilo e outra pessoa. Disse que queria usar o banheiro. O Grilo então disse que tinha acabado de colocar o vaso e estavam mesmo querendo alguém para testá-lo. O vaso estava meio de lado e muito baixo em relação aos que são colocados normalmente. Pedi a ele que fechasse a porta, pois eu iria usar o vaso. Ele perguntou se eu não importava de usar com a porta aberta. Disse que não. Tirei a roupa toda, sentei no vaso meio de lado, olhando pela porta, vendo as pessoas que passavam no passeio. Falei para o grilo que era muito difícil usar o vaso daquele jeito, pois a gente ficava escorregando dele. Então dei descarga e saiu água pra todo lado. Disse ao Grilo que o serviço tinha que ser feito novamente. Vesti minha roupa e fui indo embora.