Saturday, April 23

A GALINHA, OS PINTINHOS E A ÁRVORE

Estava numa empresa, juntamente com o Fabricio. Eu iria fazer a medição da qualidade do ar. O equipamento já estava montado ali. Eu andava de um lado a outro, olhando a empresa que na verdade era um forno de Cubilot. O Fabrício fazia algumas anotações em uma folha que tinha numa prancheta. Fui até o equipamento, para colocar novos filtros, para continuar a medição. Nisto vi em cima de uma pequena parede, em volta do forno Cubilot, vários filtros de medição. Todos tinham marca d’água da empresa que teria feito a medição anteriormente. Fiquei tentando entender porque eles teriam largados aqueles filtros ali. Nisto uma pessoa me chamou e disse que os filtros que o Fabricio havia colocado, não estavam captando nenhuma sujeira. E me chamou para ir ver. Desci uma escada, para ir ver o do que ele falava. Ele foi indo e eu o seguindo. Ele saiu da empresa e entrou num terreno onde havia um grande gramado e uma árvore no meio deste gramado. Quando se aproximou da árvore, ele sumiu e vi apenas um passarinho. Ao chegar à árvore, uma galinha que chocava os ovos ali, saiu correndo. Este passarinho então começou a comer as cascas dos ovos que já havia nascidos os pintinhos e depois começou a bicar nos que ainda não tinha nascido. Eu disse para ele parar, pois poderia matar os pintinhos. O passarinho me respondeu dizendo que já estava na hora deles nasceram. Ele foi bicando e os pintinhos foram nascendo com o passarinho quebrando as cascas.

Wednesday, April 20

NA SALA DO ONIBUS

Estava sentado na beira de uma estrada, segurando três envelopes grandes. Um branco e dois amarelos. De repente levantei rapidamente, pois teria que pegar o ônibus quer passava a uns 100 metros de onde eu estava. Quando fui indo, vi outras pessoas indo na mesma direção. Nisto vi o ônibus vindo e comentei com alguém que ia pegá-lo também, que o ônibus nunca atrasava. Numa parte da estrada onde ela simulava uma rotatória muito grande, o ônibus parou. Entramos no ônibus e lá dentro, parecia uma sala grande. Sentei numa cadeira que parecia àquelas cadeiras de escola, com um suporte do lado direito, para agente escrever. Coloquei ali os envelopes. No centro do que seria esta sala dentro do ônibus, havia um cano que servia como suporte. Nisto uma das mulheres que subiu ali, começou a dançar neste poste. Fiquei pensando se o ônibus iria me levar onde eu precisava ir.

Sunday, April 17

COM O CARRO NA LINHA DO TREM


Estava na beira da linha do trem, que divide o bairro Esplanada com o centro. Estava do lado de centro. Estava com um carro e o porta malas aberto. Havia algumas pessoas conversando ali perto da linha do trem. Era noite e estava bem escuro. Tirei algo do porta malas, que não sei o que era. Estava embrulhado em um jornal e parecia com aqueles embrulhos de quando a gente compra peixe no mercado. Sai para entregar aquele embrulho, não sei pra quem, indo pela ruazinha lateral que tem beirando a linha do trem. Só que esta rua estava muito escura. Andei um pouco e cruzei que uma mulher que vinha no sentido contrário. Andei mais um pouco e parei pensando no risco que corria, indo por aquela rua, naquela escuridão e sozinho. Então decidi voltar. Quando cheguei ao carro, vi que as pessoas que conversavam ali na beira da linha, estavam indo embora para o bairro esplanada. Coloquei o embrulho de volta no porta malas e decidi ir embora bem rápido, porque se aparecesse alguém suspeito ali, eu não tinha para quem socorrer.

Saturday, April 16

O FATASMA ALARANJADO


Estava de bicicleta numa estrada que estava muito movimentada. Eu fazia muito esforço para pedalar a bicicleta. A estrada era plana, mas tinha que fazer força como se estivesse subindo um morro. Nisto ouvi alguém dizer que eu não sabia andar de bicicleta. Então fiquei em pé pedalando. Deste jeito que a gente fica quando esta subindo morro montado nela. Mesmo assim, fazia muito esforço. Até que cheguei num local onde eu queria ir. Era um cômodo grande e quadrado, que seria uma igreja. Dentro dele havia uma espécie de guarda-roupas. Havia um padre e algumas pessoas lá dentro rezando, de mãos dadas. Eu fui rezar, encostando a mão nesta espécie de guarda-roupas, que seria onde estaria o Santíssimo. Nisto o padre me chamou para rezar com eles. Então demos as mãos formamos uma roda e fomos rezar. Dentro deste cômodo quadrado, havia uma porta que dava para outro cômodo pequeno. Quando terminamos de rezar, um homem foi até esta porta e abriu para entrar. Os outros disseram para não entrar, porque ali vivia um fantasma, e abrindo a porta, ele poderia sair. O tal homem não acreditou, mas ficou na porta parado, então disse a ele que estava vendo o que seria o tal fantasma. Era uma mulher alta cuja pele era de cor alaranjada. Estava com cara de quem estava com raiva e estava tentando sair, mas com ele na porta, ela não podia. Então disse a ele para entrar somente com a cabeça, que assim empurraria a mulher para dentro e depois viesse fechando a porta junto à cabeça dele, que assim a mulher não sairia. Ele fez isto, fechou a porta e a mulher fantasma ficou presa lá dentro.

A GOTA FATAL


Estava num local, que parecia ser uma sacada de um prédio. Estava segurando um copo na mão, que dentro tinha três gotas de mel. Duas gotas eram boas, mas uma tinha veneno. Meu pai estava perto de mim, me obrigando a tomar a gota que tinha veneno. Com uma colherinha de café, peguei a gota boa e tomei, depois peguei a outra e tomei. Mas hesitava em tomar a gota com veneno. Meu pai então começou a me enforcar, exigindo que eu tomasse a gota envenenada. Eu não consegui respirar direito.  Estava me sufocando e eu pedindo para ele parar, que eu tomaria a gota de mel envenenada. Ele me soltou. Então tomei a gota envenenada. Ao tomar, comecei a ficar com falta de ar, não estava conseguindo respirar. Fui caindo não chão, sem consegui respirar, olhando para meu pai que só me olhava e nada fazia.

Wednesday, April 13

PODER CENTRAL


Estava andando pela Rua Goiás, quando um menino chutou uma bola e ela veio em direção ao meu rosto. Continuei andando normalmente. A bola ao se aproximar do meu rosto, diminuiu a velocidade e começou a girar em volta de mim, próximo a meu corpo. Assim como os planetas giram em torno do sol. Continuei andando e a bola ficava girando ao meu redor. Como estava me afastando do menino que chutou a bola, ele gritou para eu devolver a bola. Olhei para ele, com a bola girando em volta do meu corpo, bati palmas duas vezes e a bola saiu rapidamente e foi até as mãos daquela criança.

A JANELA DE VIDRO


Estaca num cômodo, que parecia ser uma sala. Havia duas pequenas janelas de vidro, que não abriam, nesta sala. Estava sentado em um banco de ferro, juntamente com outra pessoa. Nisto apareceu o “Sigundinho” querendo ver à filha dele. Fui até estas janelas de vidro, que ficavam uma do lado da outra e vi chegando duas crianças, meninas, que deveriam ter uns 10 anos. Uma era filha do “Sigundinho” e a outra filha do Israel. Mesmo com o vidro servindo de janela, passei a mão na cabeça das duas meninas e disse que os Pais delas já estavam chegando. Nisto o “Sigundinho” encostou-se a esta janela de vidro e ficou conversando com sua filha do outro lado. A filha do Israel ficou aguardando o pai dela que ainda não tinha chegado. Fiquei imaginando como eles se comunicavam, visto que não havia nenhuma abertura neste vidro que servia de janela. Sai dali e fui embora, porque não queria me encontrar com o Israel.