Saturday, May 28

O BALANÇO DO BAÚ


Estava vindo com o Nathan por uma rua. Ele dizia que a gente teria que fazer a medição de poluição em 7 chaminés. Chegamos num local onde estava um caminhão com carroceria tipo baú. Subimos em cima da cabine deste caminho e ficamos segurando na antena do mesmo, que ficava presa na carroceria. O Nathan amarrava alguma coisa ali. Nisto a carroceria do caminhão, começou a balançar para frente e para trás. Ela balançava e passava por cima da cabine do caminhão. O caminhão tinha teto solar. Eu via o motorista e uma mulher ao seu lado conversando, toda vez que a carroceria passava em cima desta cabine. Nisto o motorista arrancou com o caminhão e freou bruscamente. A carroceria então ficou balançando mais forte ainda e quase atingia os fios elétricos da rua. Eu gritei com o motorista para parar de fazer aquilo. Ele parou. Mas a cabine ainda continuava indo para frente e para trás, como se estivesse presa por um elástico. Ela foi parando lentamente. O Nathan então me disse que as 7 medições que a gente iria fazer, seria paga em dólares. Eu disse que havia empresa que cobrava mais barato que a gente e era em reais. Ele então pediu para eu falar baixo, pois o motorista do caminhão era o dono da empresa. Continuamos agarrados a antena do caminhão que balançava de um lado a outro.

ESPERANDO PELO NATHAN


Estava num local, esperando o Nathan chegar. Havia uma pessoa comigo. O Nathan estava demorando muito. Eu dizia que precisa ir embora. Mas a tal pessoa pediu que eu esperasse mais tempo. Andava de um lado para outro e nada do Nathan aparecer. Vi algumas pessoas passando e decidi ir embora com elas.

Tuesday, May 24

EM BUSCA DO APARTAMENTO, TENTANDO VOAR


Estava vindo correndo na rua da casa da minha mãe. Estava usando um short preto de lycra que eu uso para dormir. Estava sem camisa, pois trazia a mesma enrolada na mão. Eu corria muito, mas não conseguia ir rapidamente. Era como se corre com uma pessoa num jogo de vídeo game. Eu fazia um esforço danado, mas ia lentamente. Quando cheguei perto da casa da minha mãe, vi várias pessoas ali. Então percebi que tinha esquecido a chave da casa que eu tinha comprado ali perto da casa da minha mãe. Eu queria descansar, mas não tinha como entrar. Fiquei indignado por ter saído cedo para descansar e ter esquecido a chave. Percebi então que não tinha trago também à chave do outro apartamento que eu tinha comprado ali no bairro esplanada. Vi que só estava com a chave do meu apartamento onde moro. Sai assim mesmo em direção ao apartamento do bairro esplanada. Corria mais ia devagar. Perto do portão da oficina da rede, havia várias pessoas. Chegando ali e já cansando, decidi tentar voar, para ir mais rápido. Não tinha certeza se conseguiria, mas tentei assim mesmo. Dei um pulo e com dificuldades também, sai voando. Mas a corrente de vento me impedia de ir para frente. Eu fiquei a uns 5 metros do chão. Tentava ir adiante, mas não conseguia, até que o vento foi me empurrando para baixo. Eu fui em direção aos fios de alta tensão que tinha ali. Cheguei a tocar as mãos em um deles, para tentar me desviar. Mas vi que todos estavam encapados. O vento acabou por me colocar de volta ao chão.

Sunday, May 22

QUEDA LIVRE


Estava na frente de um prédio, juntamente com outra pessoa. Este prédio era redondo, então começamos a subir este prédio, pelo lado de fora. Fomos subindo. O prédio era muito alto. Já estava chegando lá em cima e eu disse que não estava mais aguentando me segurar nas beiradas do prédio. Disse que poderia cair a qualquer momento. Quem estava comigo dizia mesma coisa. Já quase no terraço, em um dos apartamentos, saia um trilho para fora. Agarramo-nos neste trilho e ficamos ali pendurados. Disse que iria soltar as mãos, pois não conseguia mais me segurar. A pessoa que estava comigo, disse que soltaria também. Largamos o trilho juntos e descemos em alta velocidade, rumo ao chão.

APAGANDO AS PEDRAS DO JARDIM


Estava num quarto que ficava no segundo andar de uma casa. Havia uma mulher deitada na cama de casal e algumas outras pessoas sentadas por ali. A mulher da cama dizia para as outras pessoas, que eu não acentuava as palavras ao falar. Eles riram de mim. Eu dizia que não acentuava as palavras, para ficar mais fácil das pessoas entenderem. Nisto cheguei ao que seria um jardim de inverno que tinha na janela do quarto. O piso deste jardim era de pedra de calçamento. Lá em baixo, vi quatro camas de solteiro com quatro mulheres deitadas e cobertas. Fiquei pensando porque elas não estariam vibrando por eu aparecesse na janela. Nisto, coloquei o pé em uma das pedras daquele jardim de inverno, mas ela caiu lá em baixo. Depois coloquei em outra, pois eu queria apagar tudo. Quando eu colocasse o pé na pedra, deveriam aparecer escrito as opções do que eu queria fazer, assim como quando a gente coloca a seta do mouse do computador, numa foto por exemplo. Aparecem todas as opções do que podemos fazer. Fiz isto em duas outras pedras, tocava com o pé, mas a lista do que podia fazer não aparecia, desiste de apagar as pedras e me verei para dentro do quarto novamente, quando vi que as paredes estavam com papel de parede, sendo que antes não havia. As pessoas ali continuavam rindo do fato de eu não acentuar as palavras ao falar.