Friday, July 29

PROCURANDO PELA EMPRESA EM SABARA


Estava indo por uma estrada, para trabalhar em um local determinado pelo meu chefe. Chegando numa cidade, liguei para meu chefe para saber qual empresa seria. Ele disse que eu deveria passar pelo centro da cidade, por uma rua cujo passeio eh muito estreito, e depois eu veria a empresa. Olhei esta cidade e percebi que ela tinha somente uma rua. O passeio tinha aproximadamente um metro de largura. Fui por aquele passeio que estava muito movimentado, dificultando a minha passagem. As portas das lojas ficavam rente ao passeio e os vendedores estavam nas portas. Na rua, que era estreita também, passavam muitos carros. Ao chegar ao final desta rua. Vi apenas campo aberto, com algumas árvores. Pude ver ao longe uma cidade, bem no meio daquele campo aberto. Então percebi que aquela era a cidade de Sabará. Que na verdade eu tinha dado uma grande volta e se estive vindo por Sabará, teria chegado mais rápido.

Monday, July 25

O CORDÃO DE OURO


Estava num local, que seria uma empresa em Betim/MG. Perguntava a uma pessoa sobre algo que eu precisava. Ela dizia que eu encontraria na Engequisa. Disse que trabalhava na Engequisa e não poderia pegar lá. Então fui indo embora, passando pela Rua da Engequisa. Decidi então entrar e tentar conseguir o que queria. Ao entrar, vi que estava totalmente diferente do que eh realmente. Era um terreno grande, comprido e largo. Do meu lado esquerdo, havia uma construção de uns 3 metros de largura e ia por toda a extensão do terreno. Nesta construção, as janelas eram de vidro fumê. Fui passando até o final desta construção, onde havia dois homens ali perto, sentados no chão. Entrei na ultima porta e vi uma pessoa trabalhando numa bancada. Fui até ela, pedir o que eu precisava. Ela me arrumou o que eu pedi. Fui saindo dali, passei pelos dois homens, quando percebi que tinha deixado meu boné para trás. Voltei para pega-lo, vi ele no chão perto dos dois homens. Quando fui pegar, vi que tinha um cordão de ouro, deste de pendurar no pescoço, amarrado em ambos os lados dele. Um dos homens que estava ali, disse que era para quando eu colocar o boné, o cordão já ficava pendurado. Disse que não gostava de usar cordão no pescoço, nem qualquer outra coisa pendurada. Ele então pegou meu boné, abaixou segurando-o pelas laterais e pediu ao outro homem que subisse no cordão, porque ele iria atirá-lo para cima, para ele dar cambalhotas no ar. Fiquei pensando que o boné iria rasgar, pois não suportaria o peso do homem. Mas o tal homem ao subir no cordão de ouro, foi atirado para cima pelo outro homem. Ele deu umas cambalhotas no ar e caiu de pé no chão. Peguei meu boné, tirei o cordão de ouro, entreguei ao tal homem e fui embora.

Sunday, July 24

OLHANDO MINHA CASA NO HORIZONTE


Estava caminhando por uma rua, quando vi ao Lange, na lateral, a casa onde eu morava. Entre a rua que eu estava e a minha casa, havia uma grande várzea. Vi que minha casa parecia àquelas pontes cobertas. Tinha a parte de cima, a de baixo, com um vão livre no meio. Fiquei imaginando como eu ia para a parte de cima. Não me lembrava. Acima da parte de cima da minha casa, passava os trilhos da ferrovia. Era como se eu morasse debaixo dos trilhos suspensos. Continuei andando, estava fazendo muito frio. Usava um blusão de couro preto. Estava chuviscando um pouco. Andava encolhido e sempre olhando para o que seria minha Casa.

Saturday, July 23

PERSEGUIÇÃO VERDE E VERMELHA


Estava em um cômodo de uma casa, juntamente com o Fernando, a Rita e mais duas pessoas. Nisto recebi um telefonema, em meu celular, da Nathalia, onde ela dizia que estava sendo perseguida por dois homens, que estavam dentro de um carro. Eu não conseguia ouvi-la direito, o som no celular saia misturado a outro. Então comecei a dizer para os que estavam ali, que tinha dois homens perseguindo a Nathalia. A Rita e o Fernando começaram a rir, dizendo que a Nathalia era bonita e muito boa, e por isto os homens estavam só paquerando. Eu não acreditava e ficava falando no celular com a Nathalia, sem entender direito o que ela dizia. Até que ela disse que estava chegando à casa do avo dela. Então a Rita mandou dizer a Nathalia, que o Ziquinho tinha ficado com a pele da cor verde, por ter comido couve. E a Fernandinha tinha ficado com a pele da cor vermelha, por ter comido beterraba. Não consegui dizer, pois a Nathalia já tinha desligado o celular.

(texto de propriedade de "Thymonthy Becker")

Tuesday, July 19

SONHANDO NO ONIBUS, COM AS DIVIDAS A PAGAR


Estava dentro de um ônibus, cujos bancos, não tinham encosto. Estava carregando uma imensa sacola, que estava entre meus pés. Ao meu lado tinha um homem sentado e do outro lado, na outra fileira de acento, estava uma mulher. Havia outras pessoas ali. Este ônibus seguia por uma estrada com uma curva muito grande que elevava ao alto de um morro, onde ficava a cidade. De onde eu estava, podia ver a cidade no alto morro, onde a gente iria parar. Eu já tinha feito aquele trajeto outras vezes. Não sei por que e nem aonde ia, mas sempre voltava naquele ônibus. Nisto a pessoa que estava ao meu lado, leu dentro da minha sacola, num bolso da camisa que estava bem em cima da sacola, o nome da firma que eu trabalhava. Então ele disse que estava precisando dos meus serviços, mas tinha ficado sabendo que eu não estava mais trabalhando. Disse a ele que tinha parado por três meses, mas já estava de volta ao trabalho, que era só ele ligar para a firma, que eu iria lá fazer o serviço. Nisto olhei pela janela e vi a estrada, fazendo a longa curva, subindo em direção a cidade que eu queria ir. O ônibus então me sacolejou e acordei. Então percebi que estava dormindo. Fiquei meio assustado com o sonho. Então ao ver a cidade que fica no topo do morro chegando, fui imaginando que deveria pagar um dos três empréstimos que tinha feito ali. Que o mais barato deveria ficar em torno de mil reais. Estava indo naquela cidade, justamente para tentar liquidar um dos empréstimos, porque as prestações estavam altas demais.