Wednesday, August 31

VOANDO CABISBAIXO


Estava perto do boteco do Anésio, andando pelo passeio, meio cabisbaixo. Chegando à porta do boteco, resolvi sair voando. Sai lentamente voando, ainda com a cabeça baixa, parecendo estar chateado com alguma coisa. Voei até o outro lado da rua, na porta da Divina Pizza. Parei no ar e fiquei olhando em volta. Algumas pessoas passavam, mas ninguém se importava com o fato de eu estar voando. Fui descendo lentamente e continuei andando cabisbaixo pelo passeio da Divina Pizza.

Thursday, August 25

MONTAGEM DA CHAMINÉ


Estava num local com o Candido e o Paulinho. Havia uma cerca de tela na nossa frente. Ela protegia a montagem de uma chaminé. Esta empresa onde se montava a chaminé ficava onde eh o supermercado Candidez da Avenida Vinte e hum de Abril. Tentava olhar como eles estavam montando a tal chaminé. Então disse para o Candido que eles estavam montando errado. A peça que eles tinham colocado era de qualidade ruim. Nisto veio uma mulher que estava acompanhando aquela montagem, me perguntar qual era o problema com a peça. Ela dizia que a peça tinha sido comprada pelo Fabrício. Que não existia outra no mercado. Disse que conhecia uma pessoa que fazia qualquer peça. Era só procurá-lo que ele faria a peça exatamente como se queria. Saímos dali e fomos para um local que seria o posto de saúde. Havia várias pessoas sentadas lá dentro. Uma enfermeira estava de pé na frente. Nisto o Candido começou a coçar a orelha, dizendo que tinha pulgas na orelha dele.  Fui saído de perto dele, com medo das pulgas pularem em mim. Ele continuava coçando a orelha com muita vontade. Fui me afastando, me aproximando daquela enfermeira. Disse à enfermeira que fizesse alguma coisa. Ela então disse que contra pulgas, nada podia fazer.

Sunday, August 21

PAGANDO MENSALIDADE PARA O CIRO BOTINI


Estava no colégio Pitágoras, para pagar a mensalidade escolar do Fernando e da Nathalia. O carnê de pagamentos era bem grande, tipo aqueles de financiamento de veículos. Cheguei em um balcão que tinha ali num corredor, para pagar as mensalidades, o corredor era terra batida. O atendente era o Ciro Botini,  apresentador do Shop time. Disse a ele que queria para dois carnês. O do Fernando era no valor de 264 reais. O da Nathalia era no valor de 114 reais. Ele pegou primeiro o do Fernando. Então me disse que o valor seria menor, porque tinha entrado um credito em minha conta, devido a um financiamento que eu tinha feito na escola. Então peguei o dinheiro de dentro de um envelope, entreguei a ele, deixando o restante no envelope, já que o valor tinha sido menor. Depois pensei bem, retirei o dinheiro do envelope e coloquei na minha carteira. Fiquei pensando que já que sobrou um pouco, eu poderia gastá-lo. Nisto o Ciro Botini me deu o troco, que foi algumas moedas. Eu peguei e deixei cair uma moeda de um centavo. Não importei e deixei ali em baixo da bancada mesmo. O Botini saiu para o fim do corredor e eu fui seguindo ele. Ele então perguntou o que eu queria. Disse que tinha que pagar o outro carnê da Nathalia. Ele então voltou para a recepção, dizendo que o pessoal deixava cair moedas ali, sempre. Que ele conseguia pegar de moedas, o equivalente ao salário dele ali. Nisto chegou ao balcão onde atendei e abaixou para pegar a moeda de um centavo que eu tinha deixado cair. E pegou outras moedas ali. Mas não recebia o outro carnê de jeito nenhum. Sai dali e fui para o passeio em frente a casa da minha mãe, no canto da linha. Ali havia uma loja, em cima do passeio. O dono era o mesmo dono da loja de cortinas que tem perto da minha casa. Eu estava com uma caixa de papelão com algumas coisas dentro, inclusive um pacote com pedaços de frango, para serem cosidos. Eu teria que levar aquilo tudo ate o centro da cidade, para pesar e depois trazê-los de volta. Fiquei pensando em deixar tudo ali na casa da minha mãe e buscar depois. Nisto chegou o “pantera”, que trabalhou comigo uma vez. Ele estava reclamando que não conseguiu o aumento dado pelo INSS. Comecei a rir, dizendo que aquele aumento era só para aposentados. Mas ele culpava o dono desta loja que estava em cima do passeio, dizendo que a Xerox tinha ficado errada.

DE BICICLETA PARA A FARRA


Estava no que seria a casa da minha mãe. Mas estava bem diferente do que eh realmente. Era noite. Estavam na sala eu, o Ricardo e o Aleksander. Havia outras pessoas que não sei quem eram. Nisto minha mãe disse que precisava que alguém fosse buscar o pão, na padaria da praça da catedral. Era lá, justamente, que eu morava. Então o Ricardo sugeriu que eu comprasse o pão e entregasse ao Aleksander, pois ele iria até La e voltaria. Então fui indo embora, quando minha mãe, lá da cozinha, me perguntou se quando ela recebesse os tickets alimentação, eu os compraria dela. Disse que sim. Ela disse que seriam 50 reais. Sai e era uma rua estreita, descalça e cheia de buracos. Um carro estava parado bem no meio da rua. Nisto veio um caminhão guincho, trazendo um carro. Mas ele não tinha como passar. Então a pessoa que estava dentro do carro parado no meio da rua, saiu dali. O caminhão guincho foi manobrar para deixar o carro ali perto. Nisto saíram da casa da minha mãe, o Aleksander em uma bicicleta, o Ricardo em outra, puxando uma terceira pela mão. Então pensei que aquela outra bicicleta seria para eu ir nela. Então perguntei se a gente iria de bicicleta. O Ricardo então disse que não iam mais à padaria, eles iria de bicicleta para a farra mesmo. Então os deixei ali e fui embora.

Thursday, August 18

DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO


Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.

Sunday, August 14

COMENDO DOCE DE ABACAXI NO ALTO FORNO


Estava numa siderurgia. Perto do alto forno. Ali havia um homem com um imenso tacho, fazendo doce em um fogão de tijolos, montado ali. Ele fazia doce de abacaxi com coco. Ofereceu-me um pouco de doce. Peguei uma tigela que tinha ali e fui colocando o doce, retirando diretamente do tacho, com uma colher que era muito grande. Coloquei doce até encher esta tigela. Este homem que fazia o doce colocou doce para ele também, só que em uma tigela um pouco menor. Deixei a tigela de doce ali e fui pegar uma colher com o tal homem do doce. Ele saiu procurando, mas não encontrava. Até que em um armário, havia varias colheres. Deu-me uma pequena. Sai para pegar minha tigela e vi que ela era grande demais, estava muito cheia e eu não deveria ter colocado tanto doce assim. Eu nem gostava de doce de abacaxi. Então peguei a tigela do homem que fazia o doce, porque era menor e tinha pouco doce. Procurei um local para ir comer o doce, mas não via lugar para sentar. Então, com dificuldades, fui subindo no próprio alto forno, nos encanamentos que tem em volta dele. Depois de estar a uns 5 metros do chão, em pé, fui comer o doce. Neste instante, alguém começou a lavar o alto forno, na parte de cima. Nisto a água começou a escorre por onde eu estava. Com medo de escorregar, subi mais um pouco. Mas a água vinha por todo lado. Então sentei No único local onde era possível. Estava de calça jeans branca. Ficou toda suja de preto do carvão. Mas a água veio vindo ali. Então subi mais ainda. Ficando em pé, com um só pé em um cano que tinha ali, encostando meu corpo nas próprias ferragens do alto forno. Fiquei a uns 10 metros de altura aproximadamente. Mas a águam começou a passar pelo cano em que eu me apoiava. Fiquei com medo de meu sapato escorregar e eu vir a cair lá em baixo. Só que eu não tinha mais como subir e não conseguia descer. Segurando a tigela de doce na mão e com a colher na boca, olhei para baixo e vi algumas pessoas. Uma tubulação de uns 50 centímetros de diâmetro passava próximo ao chão, perto de onde estas pessoas estavam. Imaginei se eu caísse, bateria naquela tubulação e poderia acontecer o pior. Não conseguia sair de jeito nenhum dali. A única maneira era alguém me socorrer. Mas não conseguia chamar por socorro, porque estava com a colher na boca. Meu pé começou a escorregar. Então percebi que não tinha outro jeito, eu cairia e seria o que DEUS quisesse.

Sunday, August 7

A MELHOR PALAVRA / SIM NÓS PODEMOS


Estava na rua da casa da minha mãe. Estava anoitecendo. Minha mãe estava comigo. Havia um carro, tipo jipe, sem capota. Havia duas pessoas neste carro, uma delas na direção. Sai dali com minha mãe, em direção ao centro, sendo que depois da linha, na Avenida Antonio Olimpio de Morais, não era rua, e sim um cômodo grande onde estava acontecendo uma manifestação. Eu teria que ir lá, libertar as pessoas que iriam para meu aniversário, e eram mantidas pelos manifestantes. Depois de andar um pouco, lembrei que não tinha pegado meu boné, que estava no jipe. Parei e disse a minha mãe, que voltaria para pegar o boné, pois não iria lá sem ele. Olhei para trás e vi que o jipe já estava indo embora. Então desiste e fui para o centro. Chegando neste cômodo, vi a sala onde as pessoas estavam sendo mantidas. Não queria que meus convidados me vissem sem o boné. Fiquei afastado, entrei noutra sala ao lado e disse para minha mãe atrair os manifestantes para onde eu estava. Nisto entrou onde eu estava uma mulher de uns 20 anos aproximadamente. Com uma trena, bati na cabeça dela, bem devagarzinho, quatro vezes. Mas ela não se importou. Então eu disse a ela, que quando se batia quatro vezes seguidas, a pessoas deveria desmaiar. Ela então caiu no chão, fingindo estar desmaiada. Fiz isto com outras três que entraram ali. Elas caíram no chão e ficaram quietas. Depois sai dali para tentar pegar outras pessoas. Mas fazia de tudo para não entrar na sala onde estavam meus convidados, para que não me vissem sem o boné. A medida que algum manifestante saia da sala, eu batia quatro vezes na cabeça deles, com a trena, e dizia que eles teriam que desmaiar. Todos os manifestantes eram mulheres. Quando terminei, sai correndo em direção onde o jipe estava para pegar meu boné.