Monday, September 26

A TORRE

Estava num local, que parecia ser o pátio de uma grande empresa. Entrei num galpão, juntamente com a Paula, para encontrar com um homem, que me chamava para a gente consertar os canos de água, para podermos então levar as caixas de água para cima. Havia vários encanamentos neste galpão. A gente foi olhando e vimos que um jogava água foram da boca de outro cano. Então vimos que era ali o problema. Colocamos de volta no lugar. Saímos eu e a Paula.  A Paula foi buscar uma caixa d’água, destas de 250 litros. Ela a trazia na mão. Eu estava perto de uma torre, que deveria ter uns 20 metros de altura. Havia uma escada tipo marinheiro. Eu teria que subir com esta caixa d’água nesta torre. Subia com a caixa e entregava a Paula que já estava La em cima. A Paula posicionava a caixa e descia novamente. Ela pegava outra e trazia para eu subir aquela escada com ela. Já tinha subido com 15 caixas, quando resolvi ver as horas em meu celular e vi que eram 15h15min. Disse para pula que precisava ir que não continuaria ali, pois estava demorando muito. Ela dizia que eu não podia ir, porque precisava de todas as caixas cheias. Fui assim mesmo. Cheguei ao carro que eu trabalhava, para preparar o equipamento, que já estava dentro dele. Eu só teria que ajeitá-los ali. Havia uma vasilha de vidro, que tinha um pouco de areia de construção ali. Era quase nada. Joguei a areia no chão, quando apareceu imediatamente um funcionário desta empresa, dizendo que não podia jogar absolutamente nada no chão da empresa. Mandou que eu pegasse a areia. O piso da empresa era de terra batida. A areia que joguei, nem era visível ali. Mesmo assim, peguei um pouco de terra e coloquei de volta na vasilha. Disse ao tal homem que só precisava da vasilha limpa. Nisto chegaram mais dois homens que ficaram ali me vigiando. Um deles disse que eu poderia lavar a vasilha num tanque que tinha ali pertinho de onde que estava. Ele disse que não era correto, mas permitiria que eu lavasse lá. Fui lavar a tal vasilha. Só passei água para tirar a areia que tinha ali. Nisto o tal homem disse que não era para eu balançar a vasilha para tirar o excesso de água, fora do tanque, porque não era permitido deixar cair pingos de água no chão. Sacudi a vasilha dentro do tanque e voltei para o carro. Nisto chegou uma mulher para me vigiar também. Estava em cima do carro ajeitando o equipamento, quando vi um homem sentado a mesa, dizendo que não iria trabalhar no dia seguinte, porque seu ajudante tinha ficado doente. Então imaginei logo que teria que fazer tudo sozinho. Ia sobrar pra mim. Fiquei pensando quem iria comigo. Nisto vi o Arizinho. Então percebi que o Arizinho iria ser meu ajudando. Acabei de ajeitar o equipamento, fechei o carro e fui indo embora, com aquelas pessoas me seguindo, para ver se eu jogaria algo no chão.

Saturday, September 24

MARRETA DE ABENÇOAR


Estava indo com a Paula, Vanusa e outras pessoas, por uma estrada, em direção a uma casa que ficava num bairro bem distante do centro da cidade.  Este bairro quase não tinha casa nenhuma. Chegamos à igreja deste bairro. Entramos na igreja por uma porta e fomos para sair pela outra. Assim cortava caminho. A Paula, Vanusa e as outras pessoas saíram da igreja, mas eu resolvi ficar La dentro.  Fui para a lateral da igreja, num reservado, onde ficava o Santíssimo. Havia outras pessoas ali. Nisto o padre chegou neste reservado, pelo lado de dentro da igreja, e começou a distribuir as hóstias para as pessoas que estavam ali. Eu não comunguei. Depois de distribuir as hóstias, o padre ajoelhou no banco que tinha ali, só que do lado contrário, virado para as pessoas que estavam dentro da igreja e para mim. Ficando de costas para o Santíssimo. Nisto ele pegou uma marreta, parecida com a marreta daquele desenho “Thor”. Esta marreta era de madeira, mas banhada com cobre. O padre pediu para que eu me aproximasse. Aproximei dele, ele então deu uma marretada no meu joelho. A marretada foi de leve, só encostou-se ao meu joelho, na verdade. Ele então disse que eu já estava abençoado e podia ir embora. Fui saindo dali, pela porta central, pensando em não ir encontrar com a Paula, visto que ela tinha ido embora e não tinha se importado de eu ter ficado para trás. Fui contornando a igreja pelo lado de fora, quando passava na rua em frente aquela porta lateral, vi o centro da cidade bem longe. Imaginei que teria que andar muito ate chegar à minha casa. Nisto vi que chovia no centro da cidade. Um homem que estava parado ali me disse que estava vindo, em nossa direção, aquela chuva, que ela era muito forte. Olhei então e vi que as nuvens de chuva vinham em alta velocidade para onde a gente estava. Mal vi esta e já começou a chover muito fortemente. Sai correndo para dentro da igreja, já com a tempestade caindo. Fiquei na porta da igreja olhando a tempestade.

Tuesday, September 20

EXPLOSÃO DA CALDEIRA NO SUPERMERCADO


Estava em um supermercado. Estava em um corredor, ao lado de uma grande prateleira, procurando por algum produto. Nisto umas caixas de velas começaram a cair desta prateleira. Fui tentando pegar as caixinhas de velas e colocá-las novamente na prateleira. Mas começaram a cair muitas de uma vez. Então virei para um funcionário que estava ali perto, dizendo que tinha tentando colocar de volta, mas elas não paravam de cair. Nisto chegou uma funcionária do supermercado, dizendo que o pé daquela prateleira, estava dobrando com o peso. Olhei e vi o pé, que era de ferro, dobrando aos poucos, fazendo com que a prateleira ficasse inclinada e começassem a cair todos os produtos. Corri para o outro lado da prateleira, com medo que ela caísse em cima de mim. Duas pessoas correram comigo. Quando cheguei do outro lado, vi que a prateleira tinha ali uma caldeira de locomotiva a vapor. Esta caldeira estava tombando. Falei com um homem que estava ao meu lado, que se ela tombasse para nosso lado, a gente não tinha como correr. Mas ela tombou para outro lado. Então disse que ela poderia explodir e se isto acontecesse, a gente estava perdido. Havia uma coluna de concreto que sustentava o galpão, que deveria ter um metro quadrado. Fiquei atrás desta coluna, segurando um travesseiro. Disse ao tal homem que estava comigo, que se a caldeira explodisse talvez a coluna protegesse a gente, e que eu iria colocar o travesseiro no rosto, para não queimá-lo, no caso de uma explosão. Nisto vi um funcionário olhando a caldeira, que estava tombada, de perto. Imaginei então que não havia risco de explosão. Neste momento houve uma explosão, mas foi jogando a caldeira para cima. Ela atravessou o telhado, saindo meio que inclinada. Disse para o tal homem para corrermos dali, pois, pela direção que ela tinha furado o telhado, cairia justamente onde à gente estava e ai, ela iria explodir. Correndo, encontrei com o Cândido. Ele me perguntou se eu iria ao aniversário dele. Disse que sim, iria estar lá. Ele então disse que só queria saber.

Sunday, September 18

CARREGANDO O BLOG NAS MÃOS


Estava numa rua à noite. Estava com uma pessoa. Carregava nas mãos algo que não sei o que seria. Era uma peça de algo que tinha o formado de uma panqueca recheada. Paramos num local para eu ajeitar o que carregava nas mãos, visto que ele estava se desmanchando. Coloquei no chão neste momento chegou um homem de bicicleta, que deveria ter uns vinte anos. Ele chegou dizendo que era da fiscalização e queria saber o que era aquilo que eu ajeitava ali no chão. Disse que era meu blog. Que eu tinha atualizado ele e que iria fazer novas postagens, por isto o levava. O tal homem disse que precisava fiscalizar meu blog primeiro. Ele olhou o tal negocio ali no chão, mexeu para um lado e outro e depois disse que estava tudo bem. Então pequei o que seria meu blog e fui indo embora, para fazer a publicação.

Saturday, September 17

O BOBÃO


Estava num local, parecendo um grande salão. Usava uma mochila preta. Nisto fiquei ouvindo um barulho um pouco longe. Percebi então que era meu celular, que estava dentro da mochila. Fui tirá-lo de lá rapidamente. Ao abri a mochila, saiu uma nuvem de pernilongos de dentro dela. Peguei meu celular e ao abri-lo, saiu outra nuvem de pernilongos, de dentro do meu celular. Atendi o celular. Quando atendi, a pessoa que ligava desligou. Virei para uma pessoa que estava perto de mim e disse que o chamado do celular tinha servido ao menos para libertar os pernilongos. A pessoa virou para mim e me chamou de “bobão”

Wednesday, September 14

PRISÃO DAS CENTOPÉIAS

Estava num local, onde havia 10 tanques quadrados feitos de concreto. Estes tanques estavam uns sobre os outros. Eles ficavam a uma distancia um do outro aproximadamente uns 5 metros. Mas não havia nada que os seguravam. Era como se eles estivessem flutuando. Estes tanques deveriam ter uns dois metros quadrados. Eles estavam na beira de um abismo. O ultimo tanque, que estava por cima de todos, ficava da altura da beira do abismo. E o primeiro de baixo, ficava quase que rente ao fundo do abismo. Então subi neste tanque pela beirada do abismo e fui pulando de tanque em tanque, pata chegar ao que estava no fundo do abismo. Quando cheguei neste ultimo tanque, vi que havia duas pessoas dentro dele. Estava na beirada deste tanque, olhando aquelas duas pessoas lá dentro, quando vi algumas centopéias andando na beirada deste tanque. Só que estas centopéias tinham dois espinhos grandes, um de cada lado do corpo. Com medo de pisar em alguma delas, porque eu estava descalço, fui andando pelo beiral do tanque, para ficar longe de aonde vinham às centopéias. Mas acabei por pisando em uma deles. As duas espinhas entraram no meu pé, eu gritei de dor. Pulei dentro do taque onde estavam aquelas duas pessoas. Elas então disseram que tinham decido até ali, tinham pisado nos espinhos também e as centopéias não as deixavam sair dali. E que agora eu estava preso também.