Monday, October 31

CAMINHÃO NO CURRAL VIA CONTROLE REMOTO

Estava dentro de um local, que parecia ser um curral havia uma parte fechada com paredes de mais ou menos um metro de altura. Para entrar neste local havia uma abertura na parede, que deveria ter uns 4 metros. Estava na entrada deste local cercado, com um controle remoto de televisão nas mãos. Havia uma fila de caminhões a minha frente. Eles deveriam entrar neste local fechado, para abastecerem de algo, que não sei o que seria. Usava o controle da televisão, para controlar os caminhões até dentro deste cercado. Na lateral direita deste cercado, havia uma vala comprida, que deveria ter uns 3 metros de largura por cinco de comprimento. Eu controlava o caminhão, desviando desta valeta e fazendo o mesmo chegar em baixo de um equipamento, que abastecia a carroceria do caminhão. Usando o controle remoto, coloquei e tirei três caminhões. O quarto caminhão era um pouco menor, tinha a carroceria toda quebrada e tinha três pessoas dentro desta carroceria. Dois homens e uma mulher. Manobrei o caminhão, deixando-o no local para abastecer. Depois virei para conversar com alguém que estava do meu lado. Nisto ouvi alguém gritando dentro daquele cercado onde abastecia. O caminhão estava em movimento, em direção a parede do cercado. Fiquei apertando rapidamente e desesperadamente, as teclas do controle remoto, tentando encontrar a tecla de parar. Quando o caminhão ia bater na parede, acertei a tecla e ele parou. Por ter apertado varias teclas, uma delas foi à marcha a ré. Nisto o caminhão começou a voltar e eu não conseguia fazê-lo parar. Ele veio de ré e caiu naquela vala, com as três pessoas dentro da carroceria. A carroceria quebrou toda. Acionando a tecla do controle remoto para ele ir para frente, consegui tirá-lo de dentro daquela vala. Mas ele não podia mais abastecer. As três pessoas desceram da carroceria. A mulher ficou falando que a culpa era minha e que eu deveria pagar pelos estragos. Um dos homens que também estava dentro da carroceria, e era o dono caminhão, disse que não era minha culpa, pois a carroceria já estava velha e quebrando mesmo. A mulher discordava. Disse para a pessoa que estava do meu lado, que o dono do caminhão estava tentando me eximir de uma culpa que era minha.

Thursday, October 27

SEM PAGAMENTO DE SALÁRIO

Estava dentro de uma empresa, procurando pelo meu chefe, o Carlos. Perguntava as pessoas que encontrava, se alguém o tinha visto. Mas ninguém tinha visto meu chefe. Entrei em vários cômodos. Até que cheguei num corredor e vi o Carlos, lá. Tirei um papel do bolso, escrito o valor do dinheiro que o Carlos teria que me passar. Eram 589,00 reais. Ao me aproximar do Carlos, ele vendo o papel, disse que só me pagaria no mês seguinte. Fiz uma cara de quem não gostou. Mas o Carlos não ficou nem ai pra mim. Voltei meio chateado, visto que queria meu dinheiro. Coloquei o papel no bolso e sai dali.

Sunday, October 23

O MISTÉRIO DA LUVA DESAPARECIDA


Ia por um galpão coberto, comprido e estreito. Usava duas luvas de eletricista. Ao sair numa porta lateral deste galpão, entrei num corredor largo e descoberto. Logo a frente tinha um grande espaço que funcionava como uma feira livre. Vi então várias locais vendendo jabuticabas. Fiquei chateado por não ter ido ali antes, pois as jabuticabas já estavam acabando. Nisto percebi que estava usando somente uma luva. Tinha perdido a da mão direita. Tentei imaginar como isto poderia ser possível, se estava usando a luva. Voltei para o galpão, tentando encontrar a luva no chão. Fui até o bebedouro, onde tinha bebido água. Então lembrei que usava as luvas quando vi as jabuticabas. Voltei para o que seria a feira e ao sair do galpão para o corredor, vi o Negão, que trabalhou comigo na rede. Perguntei se ele tinha visto minha luva. Ele me mostrou várias luvas. Disse que tinha que ser uma de eletricista, porque elas eram mais maleáveis e a gente podia escrever, usando as luvas. Ele ficou procurando dentro de um barril cortado no meio. Tirou várias luvas de lá. Nisto percebi que tinha perdido a outra luva também. Voltei para o bebedouro, para ver se a tinha deixado lá. Mas não estava. Fiquei chamando pelo negão, para ele tentar descobrir o que estava acontecendo. Nisto uma pessoa que passava perto de mim perguntou quem seria este negão. Deu-me conta que as pessoas ali não conheciam ele como Negão, e sim, pelo nome dele mesmo, que era Clovis.

A MINHOCA IMORTAL


Estava num campo aberto, quando veio em minha direção um bicho parecido com uma minhoca. Ela tinha bocas com dentes. Ao tentar me atacar, me defendi com um galho de árvore. Eu batia o galho no tal bicho, mas nada acontecia. Então peguei uma espada e fui tentar deter o bicho. Eu podia fazer o que quisesse, mas não conseguia deter o bicho de jeito nenhum. Então percebi que o bicho era mesmo imortal. Com a ponta da espada, joguei o bicho longe e sai correndo.

Saturday, October 15

ATRAVESSANDO OS FILHOTES DE CACHORRO


Estava dentro do carro da firma que trabalho, juntamente com o Nathan. Ele ao volante e eu de carona. O carro ia muito velozmente. Então perguntei ao Nathan quem estava dirigindo. Ele disse que era eu. Pedi a ele então que pisasse no freio imediatamente, porque eu não dirigia o carro. Ele pisou no freio e o carro foi derrapando. Foi derrapando até no ponto onde a estrada se dividia em duas, numa bifurcação em “y”. Ele parou junto a uma criança de uns 5 anos, que atravessava na faixa de pedestre. A criança não se assustou com o carro. Saímos do carro e disse ao Nathan, que era ali que a gente iria trabalhar, pois eu estava reconhecendo o lugar. Havia uma escadaria rente ao passeio, que descia para uma espécie de porão. O Nathan foi à frente, descendo as escadas. Fui atrás, descendo também, mas montado em uma bicicleta. Chegamos lá em baixo, havia um portãzinho no final desta escada. Depois deste portão havia um pequeno corredor, de 1 metro de largura, onde estava um guarda e vários filhotes de cachorros. Depois do corredor havia outro portãzinho. Disse ao Nathan que tínhamos que atravessar o outro portãozinho, pois era ali que a gente trabalharia. Ao entrar neste pequeno corredor, todos os filhotes de cachorro que estava ali, pularam em mim e ficaram grudados como se minha roupa fosse de velcro. Andei com dificuldade atravessei o outro portãozinho. Ao atravessar o outro portão, os cachorros se soltaram de mim. Então aquele vigia disse que os cachorros só queriam alguém para levá-los ao outro lado.

Wednesday, October 12

DE CARONA PARA O RIO DE JANEIRO


Estava indo por uma rua, quando ouvi alguém dizer que iria para a cidade do Rio de Janeiro. Fui até esta pessoa e perguntei se ela me dava uma carona. Ela disse que sim e fomos até o carro dela, que era um carrinho, tipo aqueles bugre de praia. Só que era menor ainda e tinha apenas os dois lugares, do motorista e carona. Entrei neste carrinho e a tal pessoa fui dirigindo o mesmo, até chegar num local que parecia uma madeireira. Este cara desceu do carro, tirou alguns tocos de árvores, que deveriam ter uns 50 centímetros de comprimento e jogou no chão, perto de outra pessoa. Saímos dali e ele entrou com o carrinho num prédio, dirigiu pelos corredores até que parou na porta de uma sala. Disse que iria pegar o dinheiro da viajem, depois saímos em direção da cidade do Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro, fiquei numa das ruas da cidade. Via uma ou outra pessoa passando ali e nenhum carro. Sai andando e pensando comigo mesmo, o motivo que tinha me levado ir até o Rio, tão repentinamente e sem falar com ninguém. Fiquei meio que arrependido por não ter dito a minha família que iria até o Rio. Depois fiquei pensando que poderia ter trago outra pessoa que queria vir também. Mas acabei por dar razão a mim mesmo, porque tinha ido até o Rio de Janeiro, pagar umas dívidas. Não queria que imaginasse que eu estava fugindo de algo. Mas fiquei pensando que todos poderiam pensar que eu tinha fugido de minha cidade para o Rio. Fiquei andando pela rua, ora pensando no que fiz ter sido errado, ora acreditando estar certo por ter ido ao Rio de Janeiro sem falar nada com ninguém. Depois conclui que o Rio de Janeiro ficava tão perto de minha cidade, que não foi uma fuga, por assim dizer.

Sunday, October 2

A CAIXINHA, A MADAME E O LABORATÓRIO


Estava num local, que deveria ser um hospital. Segurava nas mãos uma caixinha de sapatos, que continha dentro, o material para fazer exames. Não sabendo onde era o laboratório, deixei a caixinha em um canto e sai procurando alguém para me informar. Nisto vi uma senhora muito bem vestida, andando calmamente. Ela se dirigiu a um guarda que vinha chegando, dizendo que estava indo ao laboratório. Fui até ela e perguntei se podia segui-la, pois queria ir ao laboratório também, mas não sabia onde ficava. Ela me olhou de cima a baixo e virando, com o nariz empinado, disse “sim”. Disse a ela que iria pegar minha caixinha com exames e á voltava. Quando voltei, não vi o guarda e nem a senhora. Olhei e vi que ela já estava em um corredor, cujo acesso era uma porta larga, mas que estava a uns 4 metros acima de onde a gente estava. Fiquei tentando imaginar como ela teria chegado ali. Mas fui tentar ir até La também. Subi por uma paredinha que tinha na lateral e fui andando por um beiral de uns 20 centímetros que tinha ali. Deixei a caixinha na beira deste beiral e fui com dificuldade, temendo cair, até a porta larga do corredor. Chegando à porta, tive dificuldades para pegar a caixinha, mas consegui. Fui andando por aquele corredor, até que vi a placa dizendo onde era o laboratório. Chegando lá, o atendente disse que o medico já tinha ido embora, que não tinha mais como fazer exames. Mas ele mesmo disse que outro medico estaria vindo. Nisto ele me mostrou este outro medico e pediu que eu fosse até ele. Fui correndo para alcançar o medico e deparei com uma rede de nylon, que haviam colocado naquele corredor, depois que passei. Fiquei tentando passar, mas não estava conseguindo. Até que achei um buraco nesta rede e passei. Alcancei o medico e fui entregar a ele a caixinha com o material para fazer exames. Ele disse que era para eu deixar a caixinha no laboratório, que ele pegaria depois.