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Showing posts from October, 2011

CAMINHÃO NO CURRAL VIA CONTROLE REMOTO

Estava dentro de um local, que parecia ser um curral havia uma parte fechada com paredes de mais ou menos um metro de altura. Para entrar neste local havia uma abertura na parede, que deveria ter uns 4 metros. Estava na entrada deste local cercado, com um controle remoto de televisão nas mãos. Havia uma fila de caminhões a minha frente. Eles deveriam entrar neste local fechado, para abastecerem de algo, que não sei o que seria. Usava o controle da televisão, para controlar os caminhões até dentro deste cercado. Na lateral direita deste cercado, havia uma vala comprida, que deveria ter uns 3 metros de largura por cinco de comprimento. Eu controlava o caminhão, desviando desta valeta e fazendo o mesmo chegar em baixo de um equipamento, que abastecia a carroceria do caminhão. Usando o controle remoto, coloquei e tirei três caminhões. O quarto caminhão era um pouco menor, tinha a carroceria toda quebrada e tinha três pessoas dentro desta carroceria. Dois homens e uma mulher. Manobrei o ca…

SEM PAGAMENTO DE SALÁRIO

Estava dentro de uma empresa, procurando pelo meu chefe, o Carlos. Perguntava as pessoas que encontrava, se alguém o tinha visto. Mas ninguém tinha visto meu chefe. Entrei em vários cômodos. Até que cheguei num corredor e vi o Carlos, lá. Tirei um papel do bolso, escrito o valor do dinheiro que o Carlos teria que me passar. Eram 589,00 reais. Ao me aproximar do Carlos, ele vendo o papel, disse que só me pagaria no mês seguinte. Fiz uma cara de quem não gostou. Mas o Carlos não ficou nem ai pra mim. Voltei meio chateado, visto que queria meu dinheiro. Coloquei o papel no bolso e sai dali.

O MISTÉRIO DA LUVA DESAPARECIDA

A MINHOCA IMORTAL

ATRAVESSANDO OS FILHOTES DE CACHORRO

DE CARONA PARA O RIO DE JANEIRO

Estava indo por uma rua, quando ouvi alguém dizer que iria para a cidade do Rio de Janeiro. Fui até esta pessoa e perguntei se ela me dava uma carona. Ela disse que sim e fomos até o carro dela, que era um carrinho, tipo aqueles bugre de praia. Só que era menor ainda e tinha apenas os dois lugares, do motorista e carona. Entrei neste carrinho e a tal pessoa fui dirigindo o mesmo, até chegar num local que parecia uma madeireira. Este cara desceu do carro, tirou alguns tocos de árvores, que deveriam ter uns 50 centímetros de comprimento e jogou no chão, perto de outra pessoa. Saímos dali e ele entrou com o carrinho num prédio, dirigiu pelos corredores até que parou na porta de uma sala. Disse que iria pegar o dinheiro da viajem, depois saímos em direção da cidade do Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro, fiquei numa das ruas da cidade. Via uma ou outra pessoa passando ali e nenhum carro. Sai andando e pensando comigo mesmo, o motivo que tinha me levado ir até o Rio, tão repentiname…

A CAIXINHA, A MADAME E O LABORATÓRIO