Wednesday, November 30

AVIÃO SUPER MODERNO

Estava em um aeroporto. Este aeroporto tinha as pistas todas de pedra de calçamento. Estas pistas cruzavam umas com as outras e havia desníveis entre elas, que chegavam aproximadamente a um metro. Entre estas pistas havia canteiros gramados que não eram muito grandes e eles faziam a divisão das pistas. Em cada canteiro havia duas turbinas de avião. Os aviões não tinham turbinas, as turbinas que movimentavam os aviões, ficavam no aeroporto, nestes canteiros. Os aviões não eram fechados. Era uma plataforma plana, retangular e com grades de um metro de altura, nas laterais, para que as pessoas não caiam. Não havia cadeiras no avião. Havia algumas armações de ferro em forma de círculo, com um metro de altura aproximadamente, com duas aberturas diagonais. Subíamos neste avião, entravamos dentro destes círculos e viajávamos em pé, segurando na armação em forma de circulo. Depois de estarmos ali, segurando neste circulo, duas turbinas que estavam em um canteiro ao lado do avião, foram acionadas. O avião então começou a andar por aquela pista de calçamento. Ele foi acelerando e começou a levantar vôo, quando caiu em um destes desníveis que tinha na pista. Senti a sensação que temos quando o elevador começa a descer. Fiquei com medo de o avião cair. O piloto disse que iria dar a volta para tentar novamente. Ele retornou onde estávamos e saiu novamente. Olhei para ver se a turbina estava funcionando normalmente. Ela até saia vapores de água. O avião saiu rapidamente e quando chegou neste desnível, ele começou a subir. Foi subindo lentamente. Comecei a achar que ele não conseguiria subir o bastante para alcançar o vôo e pensei que a gente ia cair. O avião contornou e passou por cima das turbinas que estavam no canteiro e nos mantinha no ar. Continuei segurando firme na armação de circulo, ainda temendo e acreditando que o avião não conseguiria subir alto e voar normalmente. Mas ele foi subindo e voou alto. No alto, a gente tinha dificuldades de respirar, devido o vento no rosto.

Sunday, November 27

FIM DE SEMANA NO SÍTIO

Estava em um carro, juntamente com três pessoas, indo para um sítio. O sitio era do dono do carro. Havia outro carro que vinha atrás, com mais quatros pessoas. Era sexta feita e a gente ia ficar até domingo neste sitio. Eu não queria ir, porque não gosto de sitio, fazenda e similares. Gosto de cidade mesmo. Mas este colega meu, que ia comigo, tinha insistido para eu ir, que acabei indo. Chegando neste sitio, não vi nada alem de duas casas e muito mato. Já fiquei entediado só de imaginar como seria quando o sol se pusesse no horizonte, porque à noite no mato, eh um verdadeiro tédio. Nisto o dono do sito disse que eu dormiria na casa de baixo, juntamente com outra pessoa. Ele e outros cinco ficariam na casa de cima. Já imaginei que estava sendo discriminado. Jogado na casa de baixo, que era um casebre, enquanto os outros ficavam na casa principal. O dono do sitio disse que não tinha cama para todos na casa de cima, por isto dois ficariam na casa de baixo. Fiquei imaginando, “sobrou para o marmitão”

Friday, November 25

OS CACHORROS DAS RUAS E A GASOLINA AZUL


Estava em um local que seria minha casa. Estava no fim de tarde. Tinha que ir buscar algo em um local distante. Tinha a opção de ir por uma rua a direita de minha casa, mas fui pela rua da esquerda. Depois de andar baste, fiquei pensando porque não tinha ido pelo outro caminho, que seria mais fácil. Cheguei numa rua onde ela dividia em duas, sendo que uma subia e a outra descia, ficando entre elas, uma parede de concreto. Nesta parede de concreto, havia uma cerca para que ninguém viesse a cair da rua de cima, na de baixo. Fui indo pela rua de cima, quando vi um homem sentado no chão, dormindo. Nisto vi vindo de longe, dois cachorro grandes de pelo amarelo. Eles vinham muito rápidos. Voltei correndo e perto do homem dormindo no chão, havia um portão naquela cerca. Passei pelo portão e foi à conta de encontrar o trinco para fechá-lo e os cachorros chegaram. Por pouco eles me pegavam. Fiquei ali agarrado naquela cerca que tinha um metro e meio de altura mais ou menos. Os cachorros ficavam pulando, tentando me pegar. Nisto vieram vários cachorros na rua de baixo. Deveriam ser uns dez. eles ficaram em baixo de onde eu estava esperando que eu caísse, para me pegarem. Fui andando por aquela cerca, me arrependendo de ter ido por aquele caminho. Nisto vieram chegando um homem e uma mulher, que seriam os donos dos cachorros. Eles disseram que não precisava ter medo. Disse que não confiava naqueles cachorros. Ao dizer isto, um dos cachorros começou a chorar. Então pulei para o outro lado e fui “afagar” o cachorro, para que ele parasse de chorar. Ele parou e ficou pulando na minha frente. Então o tal homem me deu um vidro, tipo estes de azeitonas, cheio de gasolina amarela. Era isto que eu tinha ido buscar. Sai dali com aquele vidro na mão, mas voltando pelo outro caminho. Desci uma escadaria e lá em baixo havia vários carros. Eles estavam abastecendo numa torneira que tinha no final da escada. Depois de abastecer, os motoristas faziam as manobras para saírem dali, em alta velocidade. Era como se estivem numa imagem acelerada. Passou perto de mim um bugre super veloz. Era assim com todos os carros. Perguntei a uma pessoa que estava olhando ali o que estava acontecendo. Ele disse que os carros estavam abastecendo com gasolina azul e por isto ficavam “envenenados” e alcançavam velocidades incríveis. Decidi então jogar fora a gasolina amarela e abastecer o vidro que eu carregava, com gasolina azul. Fiz isto e fui indo embora pelo caminho contrário ao que tinha vindo.

Tuesday, November 22

LENDO LIVROS NA BEIRADA DO PASSEIO

Vinha correndo pela Rua Mato Grosso. Estava anoitecendo. Corria não sei bem de que. Cheguei num local onde estava fazendo os escoramentos para uma nova marquise, visto que a que esta ali, estava toda quebrada. Correndo, tinha que passar por cima do escoramento que faziam. Fui passando rapidamente, evitando cair. Vi algumas pessoas sentada na beira do passeio, lendo livros. Continuei passando pela armação de madeira, até que cheguei à árvore que tinha ali. Pulei no galho da árvore e fui descendo pela árvore, de volta a rua. Continuei correndo, até que cheguei no local da Rua Mato Grosso, onde há uma escola bem no meio da rua, contornei esta escola e continuei correndo pela Rua Mato grosso, do outro lado.

Friday, November 18

CORRIDA DO PENHASCO

Estava com mais umas 10 pessoas, no que seria uma corrida. Todos nós estávamos de sunga de praia. Alguém gritou “largada” e saímos correndo. Era por uma estrada de terra que depois de pouco tempo, podemos ver o que seria o mar ou um grande lago. Quando chegamos ao alto de um penhasco, tinha que pular nesta água. O primeiro que caísse na água, ganharia a corrida. Fui o primeiro a chegar neste penhasco. Mas fiquei com medo de pular. Outros foram chegando e pulando. Depois que todos pularam, olhei pra baixo para ter certeza que estava tudo bem, e ai, só ai, pulei também.

Monday, November 14

PELOS CORREDORES


Estava em um local, que não sei onde era juntamente com uma pessoa. Parecia ser um corredor em “L”, mas aberto. Eu e esta pessoa corríamos do que seria um espírito. Ele tinha a forma de homem, mas era feito de luz branca no meio e azul em volta. A gente fazia o que seria o “L” do corredor, mas o tal espírito aparecia na frente da gente no final, antes que a gente pudesse sair dali, nisto a gente ia e voltava. Então decidi driblar o espírito, fingindo que iria para um lado, mas ao chegar à metade do caminho, voltei. A outra pessoa continuou indo pára o outro lado. Quase saindo do que seria este tal corredor, o espírito apareceu e disse que eu não podia enganá-lo. Perguntei então o que ele queria da gente. Ele disse que queria apenas eu. Era para eu ir com ele. Perguntei para onde. Ele disse: __que pergunta! Embora. Acabou. Final. Fim da linha. Terminou a estrada. Novo começo. Enquanto ele falava, fui saindo de “fininho” e sai correndo no que seria uma mata. Depois de correr bastante e já cansado, vi que a tal luz me seguia. O espírito então disse que eu estava dando muito trabalho para ele. Então ele disse que iríamos começar tudo novamente.

Friday, November 11

EM CIMA DO ONIBUS

Estava numa rua muito larga. Estava bem no ponto mais baixo da rua. De um lado ela subia lentamente. Do outro, havia um plano de uns 50 metros e depois a rua se dividia em duas, numa bifurcação em “Y”. e logo depois, ambas subiam. Sendo que uma das bifurcações subia muito, fazendo um grande pico e depois descia. Havia algumas pessoas ali nesta rua. Havia um ônibus parado pouco a minha frente. Entrei neste ônibus e fui em direção a bifurcação. Abri a volta o máximo que podia, para fazer o retorno deste ônibus. Quando consegui fazer o retorno, desci do ônibus. Ao descer, o ônibus sai andando, visto não ter puxado o freio de mãos. Sai correndo atrás do ônibus, segurei o mesmo pelo pára-choque traseiro, para poder Pará-lo. Mas não estava conseguindo. Nisto o ônibus, ao começar a subir a rua, voltou. Subi em cima dele. De cima fui o vendo voltar lentamente, depois acelerou muito e foi em direção aquela rua que tinha uma subida bem íngreme. Ele foi velozmente, eu em cima sem poder fazer nada. Ele subiu aquela rua íngreme e ao término da subida, ele passou direto, ficando no ar. Depois desceu de uma vez só. Quando ele desceu, eu fiquei no ar e fui descendo rodopiando e cai novamente em cima do ônibus. Não sei como, mas não me machuquei. O ônibus então voltou para o mesmo lugar onde estava antes de eu tentar dirigi-lo.

Wednesday, November 9

CAINDO DA ÁRVORE

Estava em cima de um galho de uma árvore muito alta. Andava agarrado ao galho com medo de cair. Passei de um lado ao outro agarrado nos galhos. Lá em baixo estavam o nenêi, o Vitinho e outras pessoas. Nisto escorreguei e fiquei pendurado, segurando somente pelas mãos. Gritei por socorro, mas as pessoas conversam lá em baixo e não se importavam com meus gritos. Pedia desesperadamente uma escada, do contrario eu cairia e seria meu fim. Mas ninguém vinha me socorrer. Não conseguindo me segurar, soltei a mão e cai. Ao cair, fiquei sentado e percebi que consegui mexer meus pés. Nisto chegou uma pessoas perto de mim. Então disse a ela que só tinha quebrado o osso da bacia e nada mais.

Friday, November 4

ATRASADOS DE UM TRILHÃO DE REAIS

Estava com várias pessoas em um local, onde acontecia uma espécie de festa. Era num local aberto. Meu pai chegou trazendo nas mãos, um documento do INSS, do tamanho de um cartão de visitas. Neste documento vinham apenas os dizeres: “Faz jus aos atrasados descritos abaixo”. Em baixo vinha o valor: “Um trilhão de reais”. Meu pai queria saber se a quantia estava correta. Olhei e disse que era aquilo mesmo que ele tinha para receber. Já tinha feito as contas e já sabia que o valor era aquele mesmo. Ele dizia que o valor estava muito alto. Disse que com certeza não era nem a metade. O “Leão” e o “Governo” devem ter tirado a maior parte.