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Showing posts from December, 2011

NA UNIVERSIDADE

Estava dentro do que seria uma universidade. Havia muitas pessoas. Andava procurando por alguém. Como não conseguia ver, devido a inúmeras pessoas, decidi sair voando e olhar do alto. Fiquei voando a uns 5 metros do chão, para tentar encontrar que eu procurava. A universidade era muito grande e deveria ter pelo menos umas mil pessoas andando por ali. Depois de voar um pouco e não ver que eu queria, resolvi descer. Nisto chegou alguém perto de mim e me perguntou como eu conseguia voar. Disse a ele que tinha quatro poderes. Voar era um deles. Outros dois eram mais simples e um, eu não poderia revelar de jeito nenhum.

ANDANDO COM O CARRO NA PAREDE

Era noite. Estava no que seria o chassi de um carro tipo bugre. Havia somente o chassi e eu dirigia agachado. Fui indo por um local, até que terminou a rua. Mas eu continuei dirigindo e subi que este carro na parede e depois continuei andando por cima dela. Depois de andar um pouco, desci da parede, sempre dirigindo e a uma velocidade média. Eu já tinha feito isto várias vezes. Depois que descia, ia para uma espécie de terreno e saia do outro lado. Só que desta vez, eles havia cercado os fundos e laterais do terreno, com muro. Não pode passar. Voltei dirigindo o carro e uma pessoa me mostrou uma ruazinha, dizendo que aquele era o caminho e aquela ruazinha sempre existiu. Nunca tinha visto ela. Entrei por esta ruazinha e realmente sai no local onde queria. Depois entrei numa rua, que era dividida por um canteiro central. Só que entrei na contra mão. Sai dirigindo e desviando de alguns carros que vinham. Cheguei então no ponto de partida.

VAZAMENTO NA PAREDE

Estava num cômodo que parecia uma cozinha. Nisto vi algum bicho saindo de uma parede. Chegando perto, via que estava vazando água desta parede. Era a parede que deveria ficar a pia. Deu um murro na parede e caiu um pedaço. Nisto saíram vários insetos dali. Eu ficava tentando me desviar deles. Eram muitos e havia até grilos que ficavam pulando o tempo todo. Não vi outra alternativa a não ser sair correndo dali.

PERSEGUIDO POR CACHORROS

Estava num local, que parecia um quarteirão, onde ocorria uma espécie de feira livre. Havia várias pessoas andando de um lado para outro e várias barracas vendendo algo. Nisto encontrei com o Nathan que vinha com uma mochila nas costas. Perguntei aonde ele ia. Disse que estava indo embora mais cedo. Fiquei pensando que então eu não precisaria levá-lo até sua casa, como sempre fazia ao sairmos do serviço. Poderia ir embora direto para minha casa. Nisto peguei uma caneta e fiquei brincando de espetar no lado da barriga dele, só para ele se assustar. Então quando fui fazer isto. Ele rapidamente pegou minha mãe e começou a torcê-la. Comecei a rir muito, mas depois a mão começou a doer bastante. Chegando numa barraca, ele largou minha mão e foi comprar cueca. Ele olhou algumas e disse que todas tinham um furo e por isto não levaria. Ele então seguiu o caminho dele e eu fui para outro local, que parecia uma casa. Só que era como o quarteirão da feira, mas cercada por paredes. Anoiteceu rapi…

PONTE BRAZIL / PARIS

Estava dentro de um ônibus com destino a Cida de Paris. Havia uma ponte que atravessava o oceano, ligando o Brasil até a Europa. O ônibus estava nesta ponte, bem no meio. A gente podia ver pela janela do ônibus, os golfinhos pulando. Eles acompanhavam a gente por um bom tempo. Depois a gente via os tubarões. Fiquei pensando que se o motorista perdesse a direção, a gente cairia no mar e seria um caos. O mar, por onde a ponte passava, não era agitado. A água ficava parada como numa poça. Nisto alguém gritou que já estava vendo a cidade de Paris. Olhei e não via nada além da ponte e do mar. Então conclui que aquela pessoa tinha a visão além do alcance.

RESGATE DE HELICOPTERO

Estava numa rua, que não sei qual era. Nesta rua havia alguns furos no chão, do tamanho de um abola de gude. Estes furos estavam espalhados pela rua, aleatoriamente. Quando ia andando por esta rua, saía destes furos, uma ponta fininha de aço. Ela subia uns 10 centímetros e tinha a grossura de uma agulha. Estas agulhas subiam e desciam muito rapidamente. Fiquei pulando, me desviando delas e tentando não pisar nas mesmas. Eram muitas e por toda a rua. Então decidi parar e esperar que elas não saíssem mais nos buracos, para eu poder ir embora. Mas elas não paravam de jeito nenhum. Nisto veio um helicóptero com um gancho pendurado, passou por mim. O gancho pegou na gola da minha camisa e saiu me levando dali. Chegando a um gramado tipo campo de golfe, o helicóptero me desceu até o chão e foi embora. Não via ninguém ali, apenas aquele gramado verdinho.

NA FESTA COM A CRIANÇA

Estava em um local, procurando por minha chave da casa, que não sabia onde tinha deixado. Passando por alguns trilhos da ferrovia, vi um trem vindo com algumas pessoas dentro do vagão, que estava com a porta aberta. Nisto um deles gritou que estava com minha chave e atirou ela para mim. Ela caiu no meio de uma moita que tinha por ali. Fui até lá buscar a tal chave. Procurei na moita, mas não a encontrava. Então decidi deixar pra lá, visto que tinha uma cópia. Fui andando até um local onde havia o que seria uma festa. Uma criança que deveria ter uns dois anos no máximo e seria um parente meu, veio pedindo colo. Peguei no colo esta criança e fui até onde estava acontecendo esta festa. Coloquei a criança no chão e fui andando com ela por aquele local. Esta criança tentava correr, mas não conseguia e caia sentada. Eu a levantava e ela corria e a cena se repetia.

CASA NO DESERTO

Estava indo para o que seria a reunião no local onde trabalho. Chegando lá, não havia ninguém. Fiquei chateado porque ninguém havia me dito quer a reunião havia sido cancelada. Vindo, entrei em um ônibus, para ir para casa. Mas este ônibus foi para a cidade de porto da pedra. Nem sabia onde ficava esta cidade. Mas continuei dentro do ônibus. Quando ele parou, desci e vi que estava num deserto. O ônibus foi indo embora. Corri, para tentar pega-lo novamente, mas ele não parou. Fiquei olhando aquela imensidão de areia. O sol batia na areia e refletia nos meus olhos, quase me segando. Fui andando com dificuldades, quase sem ver, até que cheguei numa casa. Entrei a vi lá dentro, o pessoal que iria participar da reunião comigo. Perguntei o que eles faziam ali. Disseram o que tinha acontecido e era exatamente o que tinha acontecido comigo também. Então eu disse a eles que das duas uma. Ou a gente tinha sido seqüestrada, ou nosso chefe estava fazendo uma “armação” com a agente.

EDIFÍCIO DE BANHEIROS

Estava chegando a um prédio em uma cidade. Ao entrar na portaria do prédio, vi o apresentador da Rede Globo, Pedro Bial, conversando com alguém. Aproximei dos dois e perguntei como faria para ir para meu apartamento. O Pedro Bial disse que era só seguir o corredor que havia na minha frente. Fui pelo corredor, que era bem comprido. Ao final dele, virei para a direita e vi várias portas, mas não era dos apartamentos, e sim, de banheiros. Eram vários banheiros. Um ao lado do outro. Fui seguindo em frente. Havia uma pessoa ali e perguntei para ela qual caminho para ir para o segundo andar. Ela me mostrou as escadas, subi as escadas e no segundo andar, só havia banheiros também. Havia o mesmo quando cheguei ao terceiro andar. Então percebi que tinha entrado no prédio de banheiros e não de apartamentos. Voltei e ao chegar na portaria, o Pedro Bial já não mais estava. O porteiro me parou e me cobrou pelo uso do banheiro. Disse que nem tinha usado que havia entrado no prédio errado. Mas o por…

COM A DILMA ROUSSEFF NA FUNDIÇÃO

Estava num local que seria uma siderurgia, ou fundição. Havia um alto forno muito grande. Estava perto deste alto forno, juntamente com outras pessoas. Eu deveria subir ali para fazer uma medição da qualidade do ar. Mas percebi que a estrutura estava “caindo aos pedaços”. Fiquei com receio de subir ali. Alguém que trabalhava naquele alto forno ficava em volta dele, concertando o que ia quebrando, para impedir de cair tudo. Então vi um pedaço caindo e gritei para que todos saíssem dali. Um pedaço caiu. Este homem que consertava tudo em volta, veio e tentou colocá-lo de volta, empurrando para cima com um pedaço de ferro. Sai dali e fui para o lado de fora deste alto forno, onde havia uma escada que subira até o alto da chaminé, onde eu deveria fazer uma medição. Esta chaminé deveria ter uns 200 metros de altura. No pé desta escada havia algumas pessoas e junto com elas estava a Presidente Dilma Rousseff, que estava sempre sorrindo. A presidenta me perguntou se eu conseguiria subir as es…

TRILHO DIVIDINDO 500 MILHÕES DE DÓLARES

Estava num local, colocando um trilho de ferrovia. Este trilho deveria ter uns 20 metros de comprimento. Enquanto eu pregava os pregos que seguram os trilhos nos dormentes, veio uma pessoa na outra ponta do trilho e começou a arrastá-lo. Gritei dizendo que ela deveria parar. Que daquela forma que seria a divisão dos 500 milhões de dólares. Em partes iguais. A tal pessoa gritou dizendo que a divisão não estava correta. Fui tentar convencê-la de que estava tudo certo. Mas esta pessoa insistia em tirar o trilho do local, para favorecê-la.

NA SAIDA DA PONTE

Estava no que seria minha casa. Estava anoitecendo. Esta casa ficava na saída da ponte que liga o centro ao bairro porto velho. Ficava no lado do porto velho. Estava do lado de fora, segurando uma lamparina, visto ter acabado a energia. Então fiquei pensando que podia ter deixado a porta dos fundos aberta e que alguém poderia entrar lá. Fui fechar a tal porta. Fiquei com medo de encontrar alguém lá dentro. A casa era estreita, mas era muito comprida. Então decidi não olhar se as janelas estavam mesmo fechadas, com medo de ter alguém ali. Sai lá fora novamente e começou a chover. Nisto várias mulheres, tiraram a roupa, ficando de biquíni. Vários homens fizeram o mesmo, ficando somente de sunga. Estas pessoas então, debaixo daquela chuva, se atiraram no chão, na ponte, fazendo um protesto, contar não sei o que. Elas ficaram ali, deitadas de bruço, impedindo que qualquer carro viesse a passar. Nisto minha lanterna apagou, não conseguia ver mais nada, apenas ouvia o alvoroço das pessoas e…

O ESQUISITO COM SACOLAS

Estava indo por uma rua, com quatro sacolas na não. Cheguei ao encontro da Rua Minas Gerais com Avenida primeiro de junho. Ali, tinha uma espécie de palanque, que deveria ter uns cinqüenta centímetros de altura. Parei ali com as sacolas nas mãos, e comecei a me perguntar por que tinha trago aquelas sacolas. Olhei dentro delas e vi que em uma estava o fone de ouvido do computador. Fiquei imaginando que o Fernando não tinha como ouvir som no computador e talvez ele estivesse me ligando no celular, mas eu poderia não estar com ele. Olhei em meu bolso e vi que o celular estava lá. Coloquei as sacolas em cima deste palanque e comecei a olhar tudo que tinha lá dentro. Havia algumas pessoas em cima daquele palanque conversando. Olhei minhas sacolas e não vi nada que me interessasse. Vi uma carreta vindo na Rua Minas Gerais. Imaginei que ela fosse passar por ali, em cima do palanque, que então era melhor eu sair dali logo. Mas ela tomou outro rumo. Peguei minhas sacolas para ir de volta para …

DE JUIZ DE FORA ATÉ OLIVEIRA, PASSANDO POR CLÁUDIO

Estava num local, parecido com uma residência, mas era uma empresa, eu deveria fazer uma medição da qualidade do ar neste local. Fui chegando neste local, mas já estava começando a anoitecer. Entrei por uma sala, onde o teto era baixo. Passei levando a sonda de medição. Chegando ao local onde faria a medição, havia dois homens me esperando. Um era o dono da empresa e outro o funcionário. O dono perguntou onde eu faria a medição. Olhei e vi rente ao chão, bem no canto da parede, a marca de um buraco que foi tampado, disse que faria no mesmo lugar, que era só destampar aquele buraco ali na parede. O dono mandou o empregado fazer isto. Sai para pegar o restante do equipamento, quando o dono da empresa perguntou por que demorei tanto, se tinha marcado para eu ir ali à parte da manhã. Disse a ele que tive que viajar até a cidade de Juiz de Fora. Ele então disse que Juiz de fora ficava muito longe. Então eu corrigi, dizendo que tinha ido até a cidade de Cláudio. Mas na verdade, eu tinha ido…