Saturday, March 24

O SUMIÇO DA MOCHILA

Era noite. Eu tinha que ir até a empresa onde eu trabalhava, para substituir o Nathan. Esta empresa ficava num local onde a rua tinha uns quatro metros de largura e o passeio de ambos os lados tinha mais ou menos um metro de largura. Esta rua era toda em vai e vem. Tinha uns cinco metros retos, depois fazia uma curva para um lado, mais uns três metros, a curva era para o outro lado, depois ela fazia quase uma volta para o mesmo local e assim por diante. Estava bem escuro, visto que havia um poste de luz quase em frente à empresa e outro só uns 10 metros depois. Quando fui chagando, o Nathan foi indo embora e disse que eu estava atrasado. Entrei na empresa e vi a maior bagunça lá dentro. Parecendo quarto de criança. Fiquei pensando que ninguém arrumava nada naquele lugar. Estava com minha câmara fotográfica na mão. Fui guardá-la num local seguro. Como a empresa era só um cômodo quadrado cheio de coisas espalhadas, fui até o canto dele, onde havia uma espécie de berço de criança, só que em forma da letra “U”. Ele era todo acolchoado. Fui colocar minha câmara lá, quando vi que o centro deste “U” estava molhado. Olhei para cima e vi que caia uma goteira bem ali. Coloquei minha câmara ali mesmo, tendo o cuidado de não deixá-la escorregar para o centro deste “U”. Olhei para a porta da empresa, que estava aberta e com uma cortina tipo persiana fechando ela. Pela cortina via os clarões dos relâmpagos. Fiquei com medo, pois era madrugada e ali estava escuro. Então lembrei que tinha deixado minha mochila pendurada do lado de fora da empresa. Corri até lá e quando passei pela persiana, vi que minha mochila não estava mais lá. Vi um homem colocando algo no carro e usando uma mochila. Estava ali ao lado da empresa corri até ele e tentei tirar a mochila, dizendo que aquela mochila era a minha. Ele me empurrou e disse que aquela era dele e que não sabia da minha mochila. Olhei direito e vi que não era a minha. Este homem então entrou no carro e riu sarcasticamente para mim. Fiquei pensando que ele poderia tê-la jogado dentro do carro. Com muito vai e vem este homem conseguiu virar o carro e seguiu por aquela rua, rindo muito. Nisto chegaram minha mãe e dois de meus irmãos e a Nathália. Eles perguntaram sobre a mochila. Disse que já era e não a veria mais. Disse que tinha perdido algumas coisas. Lá dentro tinha nas divisões pequenas, abafador de ruído. Na média tinha os blusões de uniforme da empresa. Na grande havia uma capa de chuva. Depois lembrei que na divisão pequena da frente tinha minhas moedas. Eram muitas moedas de um real, cinqüenta, e vinte e cinco centavos. Fiquei encostado do lado de fora da empresa, pensando porque a empresa tinha que ficar aberta a noite.

Thursday, March 22

PINTANDO O CABELO DE LOIRO NA UNIVERSIDADE

Estava dentro de uma universidade. Havia muitas pessoas. Nisto chegou a policia federal. Eles procuravam algo que não sabia o que era. Foi muita gente correndo por todo lado. Cheguei numa sala onde as pessoas tinham que pintar o cabelo de loiro para poderem sair da universidade. Quem não pintasse o cabelo não poderia sair. Nesta sala havia um homem de meia idade que estava com uma vasilha tipo uma bacia, onde tinta amarela. Ele passava com um pincel largo, esta tinta nos cabelos das pessoas até ficarem totalmente amarelos e assim elas podiam sair da universidade. Os policiais federais passavam de um lado para outro. Havia duas mulheres na minha frente pintando o cabelo de amarelo. Então vi ali perto um prato onde havia alguns pedaços de carne de churrasco. Peguei um pedaço e coloquei na boca. Neste instante estava passando um policial federal, que parou, olhou para mim e perguntou o que tinha feito. Disse que tinha pegado um pedaço de carne de churrasco. Então ele disse que ninguém fazia aquilo e que tinha algo errado. Então mandou que parasse de pintar o cabelo e que todos deveriam segui-lo. As pessoas começaram a reclamar comigo e foram seguindo o tal policial. Eu fui ficando e quando dei por mim, estava sozinho naquele local. Então pensei que o policial foi na frente e não saberia se todos o seguiria. Peguei o tal pincel e pintei meu cabelo de amarelo e fui indo embora pelo lado oposto que o policial tinha ido. Sai da universidade normalmente e fui embora.

Sunday, March 18

ESTACIONANDO O FUSCA NA PRAÇA

Estava dirigindo um fusca branco. Dirigia com dificuldades, pois o volante virava muito pouco. Quando cheguei a uma praça redonda, quis estacionar o fuça rente ao passeio. Não estava conseguindo devido a curvatura de o passeio ser redondo. Quando dei uma ré, entrei numa garagem batendo o carro no portão desta garagem, que abriu. Fui para frente novamente e assim consegui parar o fusca. Havia uma mulher sentada em um banco que estava em cima do passeio. Acho que seria o ponto de um ônibus. Ela ficou rindo de minha dificuldade em estacionar o carro. Então disse a ela que o importante fui que tinha conseguido.

Friday, March 16

A GRANDE ÁRVORE E A CRIANÇA

Estava em uma casa com outra pessoa e uma criança. No jardim desta casa havia uma grande árvore. Ela tinha as folhas largas, mas tinha os galhos como se fosse uma árvore chorona. Havia alguns insetos voando em volta daquela árvore. Nisto a pessoa que estava comigo disse que os insetos podiam picar a criança. Olhei para a árvore e vi os insetos e vi também que a árvore estava toda florida, então disse a tal pessoa que as flores eram que atraiam os insetos. Disse que iria plantar outro tipo de árvore num saquinho e quando ela estivesse da minha altura, eu cortaria aquela grande árvore e plantaria a outra no lugar. Nisto esta pessoa veio com a criança e sentamos embaixo da grande árvore. Então fiquei fazendo cosquinhas no pé daquela criança, que ria muito. Esta criança deveria ter um ano mais ou menos. Quanto mais cosquinhas eu fazia no pé da criança, mas ela queria que eu fizesse.

Wednesday, March 14

A ESTRADA

Estava num local, usando uma capa muito comprida, tipo estas capas usadas por reis. Tinha na mão esquerda um cajado. Estava de pé sobre uma estrada cujas faixas, todas eram brancas. Teria que caminha por esta estrada, que ao longe eu via uma grande subida desta estrada, lá no alto deste morro ela se dividia em três. Alguém veio perto de mim e disse que eu teria que caminhar por aquela estrada, na divisão dela em três eu deveria pegar a da esquerda. Depois ela dividiria em três novamente e eu pegaria a da direita e por fim, quando ela dividisse em ter outra vez, eu pegaria a do centro. E assim eu chegaria ao destino. Fui então caminhando lentamente e a cada passo que eu dava, batia aquele cajado no chão. Estava muito lentamente e imaginando o quanto eu demoraria em subir aquele e moro e alem do mais, eu já não lembrava qual caminho seguir. Então percebi que na verdade, não estava em nenhuma estrada, mas sim, apenas a pintura de uma estrada no chão e que seria fácil percorrê-la.