Tuesday, April 24

PORQUINHO DA ÍNDIA VOADOR


Era de madrugada, estava dormindo quando acordei com um barulho que vinha do banheiro. Levantei e com medo, fui ver o que seria. Fui abrindo a porta do banheiro bem devagar. Ouvi barulho de asas batendo na parede. Então imaginei que seriam aquelas bruxas que voam a noite e costumam entrar na casa da gente devido a luz. Com uma fresta da porta aberta penas, acendi a luz para ver melhor. Então vi um porquinho da índia bem pequeno que tinha asas iguais as destas bruxas que voam a noite.  Ele tentava sair pelo basculante que estava um pouco aberto. Como ele era meio gordinho, não estava conseguindo passar pela abertura. Quando o porquinho da índia de asas me viu ficou desesperado se esforçando para passar pela tal abertura do basculante. Fui tentando até que conseguiu passar pela abertura e foi embora.

ANDANDO EM VOLTA DA MÃE

Estava vindo de carro por uma rua de pedras. Parei quando algumas crianças brincavam nesta rua. Fui andando até que cheguei ao que seria uma pequena praça que tinha no meio desta rua. Ali estava minha mãe. Ela usava uma bengala e andava mancando. Fiquei andando em volta dela e batendo a mão em algumas coisas que estavam penduradas por fios de linha. Eram bolinhas de natal e outras pequenas coisas. Eu batia nestas coisas e elas ficavam balançando. A mamãe então disse que eu tinha bicho carpinteiro no corpo. Não ficava sossegado.

Tuesday, April 17

NO GALPÃO COM O TREM EM ALTA VELOCIDADE

Estava indo para uma empresa, fazer o serviço de medição da qualidade do ar. Parei o carro nas proximidades desta empresa. Entrei e a sala de espera parecia uma agência de banco. Estava com uma garrafa de um litro, plástica, nas mãos, para coletar amostras. Sabia que tinha que usar o elevador se quisesse ir onde eu queria. Passei por entre algumas pessoas, achando que o elevador estivesse ali. Mas não o encontrei. nisto vi um guarda subindo uma rampa que dava acesso a parte de baixo. Cheguei ao guarda corpo e vi uma caldeira lá em baixo. Era lá que eu deveria fazer a medição, só que não sabia como descer. Olhei em volta e o local onde eu estava era tipo um galpão muito cumprido, largo e tinha um trilho de ferrovia passando no meio dele e fazendo uma curva cuja que o levava a uma saída na lateral deste galpão. Então vi que envia um trem puxando muitos vagões e vinha muito rápido. Este trem puxava vagões do tipo prancha. Ao lado deste galpão, oposto ao que o trem entraria, havia um corredor aberto que deveria ter uns 4 metros de largura. Vendo o trem vindo muito rápido, temi que os vagões pudessem descarrilhar e fui em direção a este corredor, pois havia várias portas ligando ele ao grande galpão. O trem passou velozmente e foi passando os vagões até que os dois últimos vagões não fizeram a curva e descarrilharam e foram para este corredor aberto onde eu estava. Os vagões foram batendo nas paredes e parou perto de mim. Eu já estava apavorado sem saber para onde ir. Sai deste corredor e vi várias pessoas correndo gritando sobre os vagões terem descarrilhado. Eu tentava dizer que não tinha acontecido nada, mas as pessoas gritavam e corriam de um lado para outro.

Sunday, April 15

A MULHER BRAVA

Estava trabalhando numa empresa, medindo a qualidade do ar. O Alex trabalhava comigo. Estava em um dos caminhos que tinha naquela empresa. Estava debaixo de uma grande árvore. Nisto vi debaixo de outra árvore, uma mulher gritando ao falar no celular. Esta estava muito brava. Percebi que conhecia aquela mulher e precisava sair dali sem que ela me visse. Um homem estava indo por aquele caminho que passava na frente da mulher. Fui indo ao lado deste homem, me escondendo da tal mulher. Quando passamos por ela, ela chingava bastante. Consegui passar sem que ela me visse. Fiquei pensando como faria para pegar o equipamento que havia deixado onde estava trabalhando. Então liguei para o Alex, pedi a ele para colocar o equipamento no carro e trazer o carro até fora da empresa, onde eu estaria esperando por ele.

Saturday, April 14

SE ESCONDENDO DA GERENTE

Estava indo por um local que parecia um campo gramado ou uma praça. Estava anoitecendo. Havia duas construções no meio deste local. Eram duas agencias do banco Santander. Em uma desta agencias trabalhava a gerente de minha conta. Entrei na agencia onde minha gerencia não trabalhava, pois não queria encontrá-la, visto que minha conta estava no vermelho. Conferi meu saldo e vi que estava mesmo negativo. Fui saindo dali, passando sorrateiramente na frente da outra agencia, fazendo o possível para que minha gerente não me visse. Mas não teve jeito, ela me viu e saiu correndo de dentro da agencia me chamando. Parei e ela disse que eu deveria depositar mil reais na minha contra para cobrir um saldo negativo. Disse a ela que iria negociar a divida. Ela então pediu que eu voltasse no outro dia.