Tuesday, July 31

NA FORMA DE VASSOURA


ESTAVA EM UMA CASA QUE TINHA TRÊS ANDARES. ESTAVA NO TERCEIRO ANDAR. EU ERA UMA VASSOURA. AO MEU LADO TINHA UM BALDE E UM PUXADOR. AO LADO DE ONDE EU ESTAVA HAVIA A ESCADA QUE LIGAVA OS TRÊS ANDARES. HAVIA UMA PESSOA NESTE LOCAL ONDE EU ESTAVA. VENDO QUE A PESSOA HAVIA SE AFASTADO, TENTEI SAIR DALI. SAI NESTA FORMA DE VASSOURA E FUI DESCENDO AS ESCADAS. QUANDO CHEGUEI AO SEGUNDO ANDAR, VI QUE NO PRIMEIRO ANDAR, PERTO DA ESCADA, HAVIA UM HOMEM CONVERSANDO COM UMA MULHER. ESTE HOMEM ERA O QUE TINHA ME TRANSFORMADO EM VASSOURA. TEMENDO QUE ELE FIZESSE ALGUMA COISA PIOR, AO VER-ME. VOLTEI RAPIDAMENTE PARA O TERCEIRO ANDAR E FIQUEI ENCOSTADO NA PAREDE AO LADO DO BALDE E DO PUXADOR.

Thursday, July 26

DIRIGINDO LENTAMENTE


ESTAVA DIRIGINDO UM CARRO NUMA RUA COM CANTEIRO CENTRAL. NISTO PASSOU UM CAMINHÃO MUITO RÁPIDO POR MIM. ACHEI QUE ESTAVA LENTO DEMAIS, POIS ATÉ CAMINHÃO ESTAVA PASSANDO POR MIM E DECIDI ACELERAR O CARRO. FUI DIRIGINDO MUITO RAPIDAMENTE. MAS A RUA ERA CHEIA DE FISSURAS, CONHECIDAS COMO “COSTELA DE ADÃO”. O CARRO FICOU TREMENDO MUITO E EU NÃO CONSEGUIA DIRIGIR DIREITO. NISTO PASSARAM POR MIM OUTROS TRÊS CARROS SENDO QUE EM UM DELES, O MOTORISTA COLOCOU A CABEÇA PARA FORA E ME CHAMOU DE MOLENGA. TENTEI ACELERAR PARA ALCANÇÁ-LOS, MAS PERCEBI QUE ESTAVA INDO NA DIREÇÃO ERRADA. NO PRIMEIRO RETORNO QUE HAVIA NO CANTEIRO, VIREI O CARRO FUI EMBORA.

Tuesday, July 24

NO SOFÁ


ESTAVA EM UMA SALA GRANDE, DE PÉ ATRÁS DE UM SOFÁ DE DOIS LUGARES. NA FRENTE DESTE SOFÁ, DEBAIXO DA JANELA, HAVIA O SOFÁ DE TRÊS LUGARES. HAVIA DUAS PESSOAS SENTADAS NO SOFÁ QUE NO QUAL EU ESTAVA ATRÁS. NO SOFÁ DE TRÊS LUGARES, ESTAVAM SENTADOS MEU PAI E OUTRAS DUAS PESSOAS. EU DIZIA QUE FAZER O SEGURO FUNERAL ERA MUITO BOM. PORQUE A GENTE GANHAVA TRÊS PARCELAS DE QUINHENTOS REAIS, TRÊS CESTAS BÁSICAS E SÓ PAGAVA TRINTA REAIS POR ANO. MAS MEU PAI DIZIA QUE NÃO ACREDITAVA QUE ISTO FOSSE BOM. EU INSISTIA DE QUE ERA UMA BOA PORQUE ERA TUDO PAGO PELO SEGURO FUNERAL. MAS MEU PAI DISSE QUE NÃO FARIA QUE TRINTA REAIS POR ANO, ERA UM PREÇO MUITO ALTO.

Sunday, July 22

MEDIÇÃO EM FONTE ESTACIONÁRIA


ESTAVA EM UMA EMPRESA ONDE EU LEMBRAVA JÁ TER ESTADO ALI ANTES. ESTAVA ALI PARA FAZER A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. HAVIA QUATRO PESSOAS COMIGO, DUAS MULHERES E DOIS HOMENS. ELES ESTAVAM ALI PARA EU ENSINAR COMO SE FAZIA A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. QUANDO FUI COLOCAR O EQUIPAMENTO EM CIMA DO TELHADO, QUE ERA BEM BAIXO, O FUNCIONÁRIO DA EMPRESA QUE ACOMPANHAVA A GENTE DISSE QUE NÃO PODIA SUBIR ALI MAIS. TERIA QUE PASSAR POR OUTRO CAMINHO. O TAL CAMINHO ERA UM MURO QUE DEVERIA TER UNS CINQÜENTA CENTÍMETROS DE LARGURA E QUE SAIA DE MAIS OU MENOS UM METRO DO CHÃO ATÉ CHEGAR À CHAMINÉ A UNS 3 METROS DE ALTURA. ESTE MURO FAZIA UMA VOLTA GRANDE. ENTÃO DECIDI QUE MONTARIA O EQUIPAMENTO NO CHÃO, PRÓXIMO AO TELHADO E FARIA DO CHÃO MESMO, POIS ERA POSSÍVEL LIGAR O EQUIPAMENTO DO CHÃO NA CHAMINÉ. DEPOIS QUE MONTAMOS O EQUIPAMENTO, PEDI A UMA DAS MOÇAS PARA LIGAR O CABO DE ENERGIA PARA A GENTE COMEÇAR A MEDIÇÃO. ASSIM QUE LIGUEI O EQUIPAMENTO, AS QUATRO PESSOAS QUE ESTAVAM ALI PARA APRENDER COMO SE FAZ, SAÍRAM E FORAM EMBORA. FIQUEI PERGUNTANDO POR QUE TINHAM VINDO SE NÃO QUERIAM APRENDER NADA. DECIDI ENTÃO FAZER A MEDIÇÃO SEM ENSINAR NADA A NINGUÉM.

A DÍVIDA DE TRINTA E CINCO REAIS


ESTAVA NA AGENCIA DA CAIXA ECONÔMICA PARA FALAR COM UM GERENTE QUE HAVIA ME MANDADO UMA CARTA PEDINDO PARA EU IR LÁ. ESTAVA SENTADO NA CADEIRA A FRENTE DA MESA DESTE GERENTE, COM A CARTA NA MÃO. MAS O GERENTE NÃO ESTAVA ALI, EU O AGUARDAVA. NISTO NA MESA AO LADO ATENDO UMA PESSOA, ESTAVA A OUTRA GERENTE. AO ME VER, ELA DISSE QUE PRECISA FALAR COMIGO. ENTÃO LEMBREI QUE EU NÃO QUERIA FALAR COM ESTA GERENTE. PERCEBI QUE ESTAVA NA AGENCIA ONDE ESTA GERENTE TRABALHAVA. AGENCIA EM QUE EU EVITAVA IR JUSTAMENTE PARA NÃO ME ENCONTRAR COM ESTA GERENTE. COMO ELA ESTAVA ATENDENDO OUTRA PESSOA, PEDIU PARA EU AGUARDAR UM POUCO. LEVANTEI DA CADEIRA, FIQUEI ANDANDO UM POUCO POR ALI, COMO QUEM ESTIVESSE AGUARDANDO ATÉ QUE CHEGUEI PERTO DA ESCADA DE SAÍDA, QUE LEVAVA PARA O ANDAR DE BAIXO E PARA A PORTA DE SAÍDA DA AGENCIA. PERCEBENDO QUE ELA NÃO ME VIA, DESCI AS ESCADAS RAPIDAMENTE E FUI EMBORA. FUI LER NOVAMENTE A CARTA QUE ESTAVA COMIGO E VI QUE A CAIXA ESTAVA ME COBRANDO TRINTA E CINCO REIAS. PENSEI QUE SE SOUBESSE QUE ERA TÃO POUCO, NÃO TERIA SAIDO DE “FININHO” DA AGENCIA E TERIA PAGO A GERENTE ESTE VALOR.