Friday, September 28

A MISSA, O PADRE E A PESCARIA

-->

Estava dentro do Santuário de Santo Antônio assistindo uma missa. A igreja estava cheia. Estava sentado no primeiro banco do Aldo direito. Ao meu lado havia três homens que estavam conversando entre sis. O padre foi então fazer a leitura da Palavra Bíblia. Ele se dirigiu ao microfone que estava próximo onde eu estava e era usado pelos ministros da eucaristia, fazerem a primeira leitura e outros atos da missa. Depois que o padre terminou a leitura da palavra de Deus, este três homens foram até ele. o primeiro chegou e perguntou se ele queria uma raspadinha. O padre sorriu e lembrou que aquele homem era quem vendia raspadinha na rua. Os outros dois eram pescadores e começaram a falar das pescarias. O padre cruzou os braços e começou a conversar com os três homens, falando das pescarias que fizeram juntos. Os fiéis que estavam na igreja começaram a murmurar. Como o padre não parava a conversar com os amigos dele, as pessoas começaram a irem embora da igreja. Foram saindo um a um e nada do padre voltar a celebrar a missa. Eu estava ali sentado ouvindo a conversa deles. O assunto era sempre as pescarias que fizeram juntos. Percebi então que o padre não voltaria a celebrar a missa e decidi ir embora também. Quando virei para ir embora vi que a igreja já estava totalmente vazia. Fui o último a sair. Na saída olhei para trás, vi os ministros da Eucaristia em pé no altar, e o padre ainda conversava com os amigos. Então fui embora.

Wednesday, September 26

CAINDO DO TELHADO

-->

Estava num local onde havia uma construção pequena. Parecia ser dois cômodos apenas. Mas foram feitos outros cômodos um por cima do outro. Mas não obedecia ao alinhamento do primeiro. Assim ficava sempre metade para fora do cômodo de baixo. E havia sempre uma coberta de telha de amianto cobrindo esta parte que ficava desalinhada da parte de baixo. Para subir a gente ia se agarrando nas ferragens da construção, que ficava sempre sobrando por todos os lados. Havia uma árvore ao lado desta construção que ia até a altura do último como aproximadamente. Bem no alto desta árvore, havia um cacho de sementes da árvore. Eu fui subindo pela beirada destes cômodos, me agarrando a ferragem que ficava de fora, para chegar a te a copa da árvore e pegar as sementes. Quando ia chegando próximo a copa da árvore, havia dois karas já haviam pegado as sementes e já estava descendo. Eles passaram por mim rindo pelo fato de terem chegado primeiro lá em cima. Fui descendo atrás deles e kara que segurava as sementes, jogou três delas em cima de uma cobertura de um destes cômodos. Então fui pegando as sementes. Nisto um deles pisou uma telha de amianto, esta quebrou e ele foi caindo até em baixo. Olhei para baixo e vi que ele se levantou, não tendo acontecido nada. Nisto o outro pisou em outra telha que quebrou e ele caiu também. Fiquei pensando como eles pisaram na telha de amianto sabendo que ela não agüentaria. Nisto pisei também em uma telha que quebrou e eu cai lá em baixo. Caí de lado e não conseguia levantar. Fiquei pensando então que os karas sabiam cair do telhado e eu não.


Tuesday, September 25

SOMENTE A LETRA "T"

-->

ESTAVA NUM CÔMODO, QUE ERA GRANDE E PARECIA COM UMA ÁREA DE LAVANDERIA DE UM APARTAMENTO. TINHA UM VASO SANITÁRIO QUE ERA DA ALTURA DE UMA MAQUINA DE LAVAR ROUPA E ATÉ PARECIA COM UMA. EU DEI DESCARGA NESTE VASO E SAÍRAM SALSICHAS DE UM METRO MAIS OU MENOS E COMEÇAREM A DESCER NESTE VASO, SÓ QUE POR CIMA, ONDE SERIA A ENTRADA DE ÁGUA EM UMA MAQUINA. EU FIQUEI COM MEDO DE ENTUPIR E FUI EMPURRANDO AS SALSICHAS, UMAS TRÊS, PELO CANO ABAIXO. IMAGINEI QUE AS SALSICHAS SE QUEBRARIAM E DESCIAM FACILMENTE. DEI OUTRA DESCARGA E SAÍRAM MAIS SALSICHAS E A ÁGUA TRANSBORDOU. EU TENTAVA IMPEDIR DE A ÁGUA SAIR, MAS ELA CONTINUOU A TRANSBORDAR FUI ATÉ A LAJE ONDE TINHA UMA CAIXA DE ÁGUA. NISTO CHEGOU UMA PESSOA LÁ EM CIMA TAMBÉM. EU ENTÃO FUI DESCENDO E ENTREI NUM CÔMODO ONDE TINHA UM PAPEL BEM GRANDE E EU DEVERIA ESCREVER MEU NOME NO LOCAL CERTO. EU NÃO CONSEGUIA VER O LOCAL DIREITO, PARECIA EMBAÇADO. NISTO VI QUE EU ESTAVA COM ÓCULOS DE PROTEÇÃO. ENTÃO TIREI OS ÓCULOS. TENTEI ESCREVER, MAS SÓ COLOQUEI O “T” DO MEU NOME. ENTÃO ACHEI QUE ESTAVA DE ÓCULOS NOVAMENTE E COLOQUEI A MÃO NO BOLSO DA CAMISA E VI QUE OS ÓCULOS ESTAVAM ALI. VI QUE TINHA OUTROS ÓCULOS EM CIMA DESTE PAPEL ONDE EU TENTAVA ESCREVER. TENTEI UMA TRÊS VEZES, MAS SÓ COLOCAVA O “T” DE THYMONTHY E NÃO CONSEGUIA ESCREVER MEU NOME COMPLETO.

Monday, September 24

NO SUPERMERCADO COM A GOSTOSA DA JAQUELINE DE NOVO

-->

Estava dentro do supermercado abc da Avenida 21 de abril. Estava carregando a cesta com algumas compras. Quando cheguei perto de um caixa, vi a gostosa da Jaqueline em outro. Ela usava um short muito curto. Nisto ela disse que não queria que ninguém olhasse para ela enquanto ele estivesse com aquele short. Ela saiu para ir trocar o short. Eu disse que ia olhar assim mesmo e fiquei olhando ela ir trocar o short. Ela foi para trás do balcão do guarda volumes e colocou uma bermuda comprida e voltou para o caixa onde ela estava. Nisto o Mirando chegou carregando uma sacola grande com carne temperada para fazer churrasco. Ele pegou um carrinho e colocou esta sacola dentro, porque estava muito pesada. Aproveitei e coloquei as compras que eu carregava no cesto, dentro do carrinho também. Fomos passar no caixa. Nisto vi que a sacola com a carne de churrasco do Miranda, havia tombado e a carne estava caindo. Falei para ele o que estava acontecendo e fui passar minhas compras. Fiquei pensando que talvez o dinheiro que eu tinha na carteira não desse para pagar porque eu havia gasto com outra coisa. Achava que o dinheiro que eu tinha na conta era pouco para pagar com o cartão de débito. Mas fui passando assim mesmo. Após passar quatro mercadorias, olhei para a tela onde registra os valores e já mostrava que já estava em 327 reais. Assustei com o valor e perguntei a moça do caixa se não havia nada errado. Ela disse que uma mercadoria tinha passado com o valor errado, mas no final ela descontaria o erro. Continuei passando as compras acreditando que meu dinheiro não daria para pagar.

Sunday, September 23

NA PRAIA DO BAIRRO ESPLANADA

-->

ESTAVA DENTRO DE UM GRANDE NAVIO. ESTE NAVIO NAVEGAVA POR UM MAR QUE FICAVA NO BAIRRO ESPLANADA. ESTAVA NA PROA DO NAVIO ONDE O TONHÃO ESTAVA DEITADO EM UMA CADEIRA TIPO PRAIA. EU ANDAVA DE UM LADO PARA OUTRO PORQUE TERIA QUE DESCER QUANDO CHEGASSE AO CABO DA BOA ESPERANÇA. NISTO O NAVIO PAROU PERTO DE ALGUMAS GRANDES PEDRAS. EU DESCI PORQUE ALI ERA ONDE EU QUERIA FICAR. O NAVIO FOI EMBORA. DAQUELAS PEDRAS EU PODIA VER A CASA DA MINHA MÃE, NO BAIRRO ESPLANADA. ERA PARA ONDE EU QUERIA IR. AS PEDRAS FICAVAM NA BEIRA DESTA PRAIA. ATRAVESSEI A PRAIA E FOI PARA CASA DA MINHA MÃE QUE FICAVA LOGO DEPOIS.